[Desporto] Tópico do Ciclismo [ESTRADA]


One of the issues Vaughters addressed was the different type of road closure seen across the calendar.

...

"The number of smaller races I've been to where there's traffic on the course is unreal," Vaughters continued.

"There have been too many races at this level that have exactly the same problem. This [Fin Tarling's death] just happened to be terribly unlucky. It could have been any of the other races.
 
O irmão - Josh Tarling - vai iniciar a Vuelta. Não sei onde encontra força para participar (não estou a julgar). Se fosse eu, estaria um farrapo e acho que não teria força/coragem para participar.
 
De certeza que já muitas "cabecinhas pensadoras", se colocaram a pensar em soluções para o problema. Eu não sou diferente, ontem estava com dificuldades em dormir e pus-me a pensar em hipotéticas soluções.

Aquela que achei melhor seria adoptar a caravana de ciclismo com avisos sonoros, que alertassem à sua passagem.

Por exemplo, um aviso sonoro para o início de corrida, outro para a existência de corredores atrasados em prova, ainda outro para o carro vassoura e também para o fim de prova.

Isto assinalado por batedores ou outros veículos da organização.

O carro vassoura podia ter um aviso sonoro do tipo da "Family Frost", enquanto a existência de pilotos atrasados em prova seria um aviso de tipo alarme ou sirene de bombeiros ou polícia, para indicar a existência de perigo.

O início e fim de prova poderiam ser avisos sonoros mais "calmos", apenas de presença. Pois, teriam apenas carácter informativo.


Claro, que se existisse um grande espaço entre o ciclista atrasado e o pelotão, teriam que existir dois batedores. Um de "aviso" e outro de escolta. O de "aviso" serviria para garantir que as condições de prova se mantinham e para alertar para a ainda existência de um ciclista em prova. O segundo serviria como uma proteção de proximidade ao ciclista.

Por curiosidade, pedi a "opinião" do ChatGPT, ele acrescentou que também devia incluir um sistema luminoso ou mesmo painéis informativos de informação variável.

Sim, talvez uma luz contínua verde para o início de corrida e uma vermelha para o fim. E uma intermitente amarela ou vermelha, para a indicação de perigo, como ciclistas atrasados ainda em prova. Além de motas tipo ardósia com painéis eletrónicos de informação variável.
 
Acidentes realmente são raros, mas é uma questão de sorte. "Quase acidentes" não são nada raros. Este foi um dos casos que correu mal.

Só como exemplos, no Tour de inglaterra feminino deste ano houve um caso parecido, numa rotunda vários carros foram contra uma cliclista atrasada do pelotão, e em 2023 houve uma prova feminina cancelada porque houve diversos eventos de encontros com carros em direção contrária... (Tour des Pyrenees)
Não é uma questão de sorte, é uma questão de organização.

Se fosse sorte seria um tipo de acidente muito mais comum mas no entanto é um tipo de acidente extremamente raro.

Não é difícil cortar todas as estradas por onde passa uma etapa. Qualquer prova regional de ciclismo ou de atletismo amadora consegue fazê-lo, quando algo assim acontece é por uma de duas razões, ou foi falha da organização ou foi alguém que avançou para uma estrada sabendo que estava cortada o que não sei qual é a punição mas deveria ser crime.
 
De certeza que já muitas "cabecinhas pensadoras", se colocaram a pensar em soluções para o problema. Eu não sou diferente, ontem estava com dificuldades em dormir e pus-me a pensar em hipotéticas soluções.

Aquela que achei melhor seria adoptar a caravana de ciclismo com avisos sonoros, que alertassem à sua passagem.

Por exemplo, um aviso sonoro para o início de corrida, outro para a existência de corredores atrasados em prova, ainda outro para o carro vassoura e também para o fim de prova.

Isto assinalado por batedores ou outros veículos da organização.

O carro vassoura podia ter um aviso sonoro do tipo da "Family Frost", enquanto a existência de pilotos atrasados em prova seria um aviso de tipo alarme ou sirene de bombeiros ou polícia, para indicar a existência de perigo.

O início e fim de prova poderiam ser avisos sonoros mais "calmos", apenas de presença. Pois, teriam apenas carácter informativo.


Claro, que se existisse um grande espaço entre o ciclista atrasado e o pelotão, teriam que existir dois batedores. Um de "aviso" e outro de escolta. O de "aviso" serviria para garantir que as condições de prova se mantinham e para alertar para a ainda existência de um ciclista em prova. O segundo serviria como uma proteção de proximidade ao ciclista.

Por curiosidade, pedi a "opinião" do ChatGPT, ele acrescentou que também devia incluir um sistema luminoso ou mesmo painéis informativos de informação variável.

Sim, talvez uma luz contínua verde para o início de corrida e uma vermelha para o fim. E uma intermitente amarela ou vermelha, para a indicação de perigo, como ciclistas atrasados ainda em prova. Além de motas tipo ardósia com painéis eletrónicos de informação variável.
Isto é extremamente raro de acontecer e quando acontece é falha da organização ou do condutor. As estradas são cortadas ou devem ser sempre cortadas onde há provas como é evidente. Sempre foi assim.

Morrem muito mais ciclistas em quedas nas provas e não é por isso que se vai meter um limite de velocidade nas bicicletas ou se vai obrigar os ciclistas a andar de capacetes de mota.

Se as coisas forem feitas correctamente como são em 99,9% dos casos este tipo de acidente não acontece.
 
Morrem muito mais ciclistas em quedas nas provas e não é por isso que se vai meter um limite de velocidade nas bicicletas ou se vai obrigar os ciclistas a andar de capacetes de mota.


Nem de propósito, parece que adivinhaste. Uma das queixas da associação dos ciclistas depois deste acidente, foi precisamente a respeito dos capacetes, a dizer que as velocidades hoje em dia são cada vez maiores, e os capacetes atuais não são apropriados.
 
Acho que os ciclistas atrasados relativamente ao pelotão deveriam adotar uma circulação mais cuidadosa, basicamente, cumprindo o sentido estabelecido no código da estrada, sem cortar curvas, por exemplo. A organização deveria procurar agrupar o mais que pudesse ciclistas em atraso, de forma a não andarem "perdidos" na estrada, com minutos de atraso relativamente ao pelotão e sem a "proteção" devida das autoridades.
É verdade que este tipo de acidentes quase nunca acontecem, tendo em conta os km percorridos por etapa e os locais que por vezes passam. Mas aconteceu e foi fatal.
Em outros anos assisti à passagem da Volta e vi situações de ciclistas bastante atrasados relativamente ao pelotão, atrás dos carros de apoio (ou seja, nem estavam protegidos por estes) o que por vezes pode criar a dúvida nas pessoas se já acabou ou não.
Por fim, este ano e o ano passado, a Volta passou pela Maia, e eu assisti à passagem. No ano passado o carro vassoura era bem identificado, com uma figura grande no tejadilho, creio que até já colocaram uma imagem neste tópico. Este ano o carro vassoura trazia uma vassoura presa no retrovisor, pelo menos foi o que vi na última etapa no domingo passado.
 
Uma das soluções que eu consideraria, seria uma fita que bloqueasse qualquer saída de estrada, cruzamento ou casa de onde pudessem sair viaturas, que seria colocada e removida à medida que o pelotão passasse. Em teoria funcionaria bem, o problema é que seria preciso muita gente e muita coordenação para que funcionasse. Não sei se apenas a polícia teria capacidade para isso. Provavelmente não.
 
Uma das soluções que eu consideraria, seria uma fita que bloqueasse qualquer saída de estrada, cruzamento ou casa de onde pudessem sair viaturas, que seria colocada e removida à medida que o pelotão passasse. Em teoria funcionaria bem, o problema é que seria preciso muita gente e muita coordenação para que funcionasse. Não sei se apenas a polícia teria capacidade para isso. Provavelmente não.
da ideia que tenho, isso já é mais ou menos o que tentam fazer.. não é propriamente eficaz conforme comentas
 
Uma das soluções que eu consideraria, seria uma fita que bloqueasse qualquer saída de estrada, cruzamento ou casa de onde pudessem sair viaturas, que seria colocada e removida à medida que o pelotão passasse. Em teoria funcionaria bem, o problema é que seria preciso muita gente e muita coordenação para que funcionasse. Não sei se apenas a polícia teria capacidade para isso. Provavelmente não.
Capacidade....
Estas coisas fazem-me alguma confusão, a polícia já é escassa para fiscalizar o trânsito ou as ruas, quanto mais para provas...

Por outro lado há policia constantemente nos Pingo Doce e nos jogos da bola....
 
Acho que os ciclistas atrasados relativamente ao pelotão deveriam adotar uma circulação mais cuidadosa, basicamente, cumprindo o sentido estabelecido no código da estrada, sem cortar curvas, por exemplo. A organização deveria procurar agrupar o mais que pudesse ciclistas em atraso, de forma a não andarem "perdidos" na estrada, com minutos de atraso relativamente ao pelotão e sem a "proteção" devida das autoridades.
É verdade que este tipo de acidentes quase nunca acontecem, tendo em conta os km percorridos por etapa e os locais que por vezes passam. Mas aconteceu e foi fatal.
Em outros anos assisti à passagem da Volta e vi situações de ciclistas bastante atrasados relativamente ao pelotão, atrás dos carros de apoio (ou seja, nem estavam protegidos por estes) o que por vezes pode criar a dúvida nas pessoas se já acabou ou não.
Por fim, este ano e o ano passado, a Volta passou pela Maia, e eu assisti à passagem. No ano passado o carro vassoura era bem identificado, com uma figura grande no tejadilho, creio que até já colocaram uma imagem neste tópico. Este ano o carro vassoura trazia uma vassoura presa no retrovisor, pelo menos foi o que vi na última etapa no domingo passado.
Sim acho que eles falaram de uma vassoura no lado direito.

Mas, quando dizes " atrás dos carros de apoio " , imagino que seja normal? daí existir o vassoura.


Pode-se sensibilizar ao máximo as pessoas, mas é impossível garantir que todos saibam o que é o carro vassoura ou se já acabou a prova, no limite até podem pensar que o vassoura já passou e não deram conta.
 
Mas, quando dizes " atrás dos carros de apoio " , imagino que seja normal? daí existir o vassoura.
É normal. Ainda no Domingo a etapa mal tinha começado e já andava um ciclista junto dos carros de apoio. O problema, ou a perceção que dá, é que quando passa o pelotão, os carros de apoio que vêm logo atrás do pelotão, as motos, etc, parece que já acabou. Depois pode vir um ou outro carro ou mota...e ciclistas atrasados, isolados e pouco protegidos.

E depois também é isso: apesar de ser tradicional, será que as pessoas sabem o que é carro vassoura? E depois pensam: "já não terá passado o carro vassoura e eu é que não vi? É que já não passa nada há algum tempo"...e claro as pessoas têm pressa, têm que ir trabalhar, têm horários a cumprir, etc, etc...(embora a policia tenha ordenado que não circulassem).

Já agora, no Domingo, penso que depois do carro vassoura, vinha um carro (que já não me lembro se seria da policia mesmo) com uma placa na frente do carro que tinha escrito algo como "fim de prova".
 
É normal. Ainda no Domingo a etapa mal tinha começado e já andava um ciclista junto dos carros de apoio. O problema, ou a perceção que dá, é que quando passa o pelotão, os carros de apoio que vêm logo atrás do pelotão, as motos, etc, parece que já acabou. Depois pode vir um ou outro carro ou mota...e ciclistas atrasados, isolados e pouco protegidos.

E depois também é isso: apesar de ser tradicional, será que as pessoas sabem o que é carro vassoura? E depois pensam: "já não terá passado o carro vassoura e eu é que não vi? É que já não passa nada há algum tempo"...e claro as pessoas têm pressa, têm que ir trabalhar, têm horários a cumprir, etc, etc...(embora a policia tenha ordenado que não circulassem).

Já agora, no Domingo, penso que depois do carro vassoura, vinha um carro (que já não me lembro se seria da policia mesmo) com uma placa na frente do carro que tinha escrito algo como "fim de prova".
Exacto, e lembrei-me que também pode ser perigoso para os próprios peões.
O ciclista chocou com uma carrinha mas podia no limite atropelar alguém , ou no limite ir contra outro ciclista que não sabia que a prova ainda estava a decorrer, enfim, há , pelos vistos, alguns perigos associados...
 
Uma das soluções que eu consideraria, seria uma fita que bloqueasse qualquer saída de estrada, cruzamento ou casa de onde pudessem sair viaturas, que seria colocada e removida à medida que o pelotão passasse. Em teoria funcionaria bem, o problema é que seria preciso muita gente e muita coordenação para que funcionasse. Não sei se apenas a polícia teria capacidade para isso. Provavelmente não.
Mas não é assim que funciona?

Mas como é que vocês pensam que se organiza uma prova cujas estradas têm de ser cortadas? Seja uma prova de ciclismo, atletismo ou rally.

Acham mesmo que há agentes suficientes para estar em todas as entradas?

Pensem lá um bocadinho naquilo que estão a dizer.

Estas provas organizam-se há décadas e funcionam bem, a prova disso é que este tipo de acidente é extremamente raro.
 
Acho que os ciclistas atrasados relativamente ao pelotão deveriam adotar uma circulação mais cuidadosa, basicamente, cumprindo o sentido estabelecido no código da estrada, sem cortar curvas, por exemplo. A organização deveria procurar agrupar o mais que pudesse ciclistas em atraso, de forma a não andarem "perdidos" na estrada, com minutos de atraso relativamente ao pelotão e sem a "proteção" devida das autoridades.
Parvoíce pegada!

Dessa forma o ciclista arrisca-se a chegar com um atraso superior ao máximo permitido na etapa, ficando dessa forma desclassificado.

A DT ou BT é que falharam, ponto.
 
Parvoíce pegada!

Dessa forma o ciclista arrisca-se a chegar com um atraso superior ao máximo permitido na etapa, ficando dessa forma desclassificado.

A DT ou BT é que falharam, ponto.
Tudo bem, mas agora que penso, e a malta aqui que vive perto destes eventos talvez saiba esclarecer:

Rally

Mais perigoso para todos, pilotos e "civis".

ora, são segmentos de estradas mais curtos? as mesmas estão bloqueadas fisicamente? Parece-me, pelo que vejo na TV.
Mas a perceção não é a mesma de quem está no local.
 
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