Após a vertigem digital, o bom senso: o regresso do botão físico ao automóvel

Para mim os comandos fisicos que fazem falta:
- Luzes (principalmente de nevoeiro, porque com farois auto o resto não interessa para nada)
- Limpa pára brisas
- Seletor de marcha (por conveniência, não por segurança)
- Cruise control.
- ajuste da direção do ar nas grelhas (fica moderno o ajuste digital, mas é uma seca utilizar).
Tudo o resto pode estar no ecrã que não acho que incomode ou que seja menos seguro utilizar.
Tudo o que escrevi pode estar em hastes (prefiro), não é preciso andar a colocar botoes.
 
Depende do win win...

Vou-te contar uma que me aconteceu há algumas semanas com comandos de voz no Waze ( em android auto)

Estava em viagem no norte sem planeamento prévio e queria ir para um hotel de cadeia que sabia que existia nessa cidade porque, dada a hora, já não dava para regressar a casa. Comando de voz: hotel XPTO nome da cidade. Nada. Dá-me vários hotéis e nenhum aquele que quero. Repeti várias vezes e só me dava outros hotéis.

Paro o carro. Pego no telemóvel e escrevo no Waze o nome do hotel. Funciona

Moral da história: o Waze faz pagar os hotéis um fee para aparecerem em pesquisa de voz. Se não pagam: não aparecem.

Claro que as empresas precisam de ganhar dinheiro e uma empresa de GPS free tem de ir buscar o dinheiro a algum lado mas acabamos todos por perder liberdade ao pensar que as tecnologias novas só têm vantagens.

O mesmo têm acontecido com restaurantes. Estás perto de um restaurante qualquer e ele só dá os restaurantes que quer e finge que não conhece o restaurante pesquisado.

No Google Maps também acontece.
Que comandos físicos colocavas para colmatar isso que relatas?
 
Sim começa numa redundância, se o autocarro tivesse travagem de emergência, era um cenário facílimo para forçar uma travagem de emergência para o autocarro.
Mas a parte autónoma mesmo está aí a bater à porta. Resta melhorar a sinalização e marcações de vias e deixar as máquinas fazer o trabalho no delas. Isso sim vai reduzir e muito os acidentes e a violência dos impactos. Porque está visto que para os condutores bem podem meter placas de 50/30/20… não havendo radar a cada esquina, vale de nada… para as máquinas metendo a placa no momento seguinte é a essa velocidade que circulam!
É estranho porque do que sei estes autocarros modernos com portas abertas, ficam com o travão "H" bloqueado.
Que tambémdá pa activar numa botão com portas fechadas.
Além do desengate da caixa e do travão de estacionamento.

São várias perguntas sem respostas ali, pra já, claro.

Anywayse houver boa fiscalização, as pessoas cumprem bem mais.
Mas sim pode-se perfeitamente aliar a tecnologia de forma redundante.
 
Para mim os comandos fisicos que fazem falta:
- Luzes (principalmente de nevoeiro, porque com farois auto o resto não interessa para nada)
- Limpa pára brisas
- Seletor de marcha (por conveniência, não por segurança)
- Cruise control.
- ajuste da direção do ar nas grelhas (fica moderno o ajuste digital, mas é uma seca utilizar).
Tudo o resto pode estar no ecrã que não acho que incomode ou que seja menos seguro utilizar.
Tudo o que escrevi pode estar em hastes (prefiro), não é preciso andar a colocar botoes.
Mas em diversas situações precisas de ligar os médios manualmente...
Desde logo em dias de nevoeiro, fumo intenso etc. A menos que o carro já faça isso sozinho.
 
Ninguém sabe conduzir tão bem como uma máquina que reúne milhões e milhões de tomadas de decisão em situações limite para tomar as suas decisões. Uma máquina bem treinada (programada) vai ser difícil de bater, muito difícil…

Em cidade é muito difícil, estar atento a todos os perigos, a mudanças atempadas de faixa, a limites de velocidade, radares, acidentes, filas que surgem do nada… e ainda trocar de música ou falar ao telemóvel ao mesmo tempo. Não dá mais para deixar o ser humano controlar veículos numa cidade sem ajudas, peço desculpa pela minha conclusão para o ego dos melhores.
Ou seja num futuro talvez não tão longínquo vamos ser todos proibidos de conduzir porque alegadamente uma máquina conduz melhor que qualquer humano. Esse vai ser o passo seguinte, não tenho grandes dúvidas.

Lá está quem vê vantagens neste cenário é quem não gosta de conduzir.
 
Ninguém sabe conduzir tão bem como uma máquina que reúne milhões e milhões de tomadas de decisão em situações limite para tomar as suas decisões. Uma máquina bem treinada (programada) vai ser difícil de bater, muito difícil…

Em cidade é muito difícil, estar atento a todos os perigos, a mudanças atempadas de faixa, a limites de velocidade, radares, acidentes, filas que surgem do nada… e ainda trocar de música ou falar ao telemóvel ao mesmo tempo. Não dá mais para deixar o ser humano controlar veículos numa cidade sem ajudas, peço desculpa pela minha conclusão para o ego dos melhores.
Eu só ainda não percebi muito bem é porque é que há necessidade de, em situações com mais variáveis de pessoas, movimento, transito, é preciso forçosamente falar ao telemovel ou trocar de musica....

Ainda assim concordo, mais uma vez como tenho dito, que o ser humano nao é perfeito e se a tecnologia tiver proporcionar segurança redundante, tanto melhor.

Basta ver na aviação comercial.
 
Ou seja num futuro talvez não tão longínquo vamos ser todos proibidos de conduzir porque alegadamente uma máquina conduz melhor que qualquer humano. Esse vai ser o passo seguinte, não tenho grandes dúvidas.

Lá está quem vê vantagens neste cenário é quem não gosta de conduzir.

Queres dizer futuro próximo?
 
Ou seja num futuro talvez não tão longínquo vamos ser todos proibidos de conduzir porque alegadamente uma máquina conduz melhor que qualquer humano. Esse vai ser o passo seguinte, não tenho grandes dúvidas.

Lá está quem vê vantagens neste cenário é quem não gosta de conduzir.
Sim há muita gente que não gosta de conduzir, mas o que me espanta é a preguiça tremenda de mexer num botão, alavanca, ou o que quer que seja....eu gosto de diversas coisas cómodas num carro olha desde logo a caixa auto.

Agora, se tiver de mexer num ou outro botão que nao seja automático, mexo, não vou morrer por causa disso..

Ainda outra questão é que a malta anda a "cantar" IA e conduçao autonoma e tudo e mais alguma coisa mas convém referir que tudo isso tem custos, e nem toda a gente quer ou pode pagar...
 
E a IA… se o carro fizer tudo sozinho pouco se mexe em coisas. Engrenar marchas, conduzir, estacionar, adequar velocidade à via,… há uma clara necessidade de tudo ser o mais automatizado possível. Com o melhorar da automação, caminha para cada vez mais ter um humano a controlar a condução ser de evitar pois introduz a falha humana como motivo de acidentes.
Como aquele em que a condutora profissional do autocarro atropelou mortalmente duas pessoas ao confundir os pedais numa situação de maior pressão, tem de estar lá a máquina a tomar as melhores decisões cada vez mais se exige!
Quem ler isto e não souber de nada, vai pensar que a IA é perfeita e maravilhosa. O que eu duvido seriamente que alguma vez venha a ser.

E actualmente ainda está muito, muito longe disso.
 
Ninguém sabe conduzir tão bem como uma máquina que reúne milhões e milhões de tomadas de decisão em situações limite para tomar as suas decisões. Uma máquina bem treinada (programada) vai ser difícil de bater, muito difícil…

Em cidade é muito difícil, estar atento a todos os perigos, a mudanças atempadas de faixa, a limites de velocidade, radares, acidentes, filas que surgem do nada… e ainda trocar de música ou falar ao telemóvel ao mesmo tempo. Não dá mais para deixar o ser humano controlar veículos numa cidade sem ajudas, peço desculpa pela minha conclusão para o ego dos melhores.
Não podia discordar mais. ;)
 
Para mim os comandos fisicos que fazem falta:
- Luzes (principalmente de nevoeiro, porque com farois auto o resto não interessa para nada)
- Limpa pára brisas
- Seletor de marcha (por conveniência, não por segurança)
- Cruise control.
- ajuste da direção do ar nas grelhas (fica moderno o ajuste digital, mas é uma seca utilizar).
Tudo o resto pode estar no ecrã que não acho que incomode ou que seja menos seguro utilizar.
Tudo o que escrevi pode estar em hastes (prefiro), não é preciso andar a colocar botoes.
Mas porque não botões?

eu no meu Mazda ou no Cooper se quiser subir e descer a temperatura nem preciso de olhar. É só esticar o braço e pelo tato regulo o botão. Num ecrã tenho de olhar para ver onde está o botão virtual ou menu e se o piso da estrada for irregular ainda corro o risco de carregar noutra coisa qualquer que não pretendia e no limite pode adicionar mais um motivo de distração.

Sinceramente custa-me a entender esta nova alergia a botões. Por exemplo no tesla mais barato até para regular o banco o condutor ou passageiro tem de ir ao ecrã abrir o menu o que até pode provocar outras questões de segurança.
 
Se souberes minimamente o trajecto a fazer, conhecer os sítios dos radares,… talvez te safes minimamente numa grande cidade, ainda assim, se meterem lá uma placa de 30 e um carro da polícia escondido atrás de uma coisa qualquer com o radar apontado é quase certinho que metade ficam na fotografia!
Se somarmos as distrações naturais que é andarmos ao telefone e por consequência com a concentração dividida, a coisa piora.

As grandes cidades requerem uma atenção que já não é nada fácil de conjugar.
Quando meterem as câmaras de vigilância das vias a mandarem multas para casa, conduzir em espaços abertos começa a ganhar a mesma preocupação… a pouco e pouco conduzir perde o lado prazeroso.
 
Quem ler isto e não souber de nada, vai pensar que a IA é perfeita e maravilhosa. O que eu duvido seriamente que alguma vez venha a ser.

E actualmente ainda está muito, muito longe disso.
Começa logo num problema, que é, para usar a IA de forma decente é preciso ter I natural.
E muita gente despeja palha pra lá. Depois o resultado são fardos mal feitos.

Ainda assim é uma autêntica maravilha, precisa é de ser bem usada e com um bom investimento.

É como os automóveis ne? são coisas muito boas mas se forem mal conduzidos ou mal mantidos ficam perigosos e mais vale ir a pé.
 
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