O fabuloso odeia generalizações, mas apenas em relação a indostânicos, árabes e brasileiros (não é à toa que abriu o tópico dos brasileiros em Portugal e cria clones brasileiros). Em relação a judeus, alemães, sul americanos, negros, etc, ele já pode generalizar à vontade. É tudo corrido de escumalha para cima. Também toda a gente que não concorda com ele é corrida a rótulos nada generalistas: ou é chegana, ou é esquerdalha, ou, em última instância, lê o Observador.
Este tipo é o Sheldon Cooper do FMG. Mas em vez de ganhar os 900 mil dólares por episódio que o Jim Parsons ganhava, é apenas uma personagem que conduz um Uber e conta mentiras atrás de mentiras.
Mais uma vez, só sabes mentir. Tu basicamente acusas os outros daquilo que tu próprio fazes.
A mim só me interessa uma coisa, a verdade dos factos.
Quem cria clones és tu, tu crias uma narrariva na tua cabeça e depois andas a acusar os outros daquilo que tu próprio fazes. Já tive uma empresa de Uber mas já a fechei há anos. O facto de tu falares com desprezo de uma profissão digna demonstra que nada sabes sobre a vida real.
Tens uma obsessão com tudo aquilo que eu faço e deverias tratar isso, porque claramente isso não é normal, perseguição, obsessão, ódio, mentiras é isso que fazes em relação a mim neste fórum.
Tu gostavas era de me prender por causa das minhas opiniões mas para teu mal as minhas opiniões valem tanto como as tuas e é precisamente por existir gente como tu qu eu lutarei sempre pela Democracia e é por isso que eu venho a este fórum, para desmascarar as mentiras de gente como tu.
Em geral os emigrantes fazem as qualificações ou equivalentes depois,até para simples concierge num centro comercial acaba por fazer uma formação ou equiavalente.
Tanto tens por exemplo suiças a fazer limpezas como portuguesas ou de outra nacionalidade qualquer.
Um trolha ou qualquer outra profissão sem equivalente profissional diplomado que venha de qualquer sítio acaba por fazer o artigo 32 aqui na Suiça.
Aqui todas as profissões passam por formações profissionais,aprende-se uma profissão uma arte,mais de 60% da população não tem formação superior académica.
A triagem começa no ciclo,és bom aluno passas a nivel um que te possibilita a passagem para o liceu e posteriormente para o ensino superior.
Nível dois depois do ciclo começam uma formação profissional de 3-5 anos dependendo da área.
O meu antigo diretor começou como empregado de comércio,entretanto aos 34 anos lembrou-se e fez um brevet fédéral e uma maîtrise fédérale espaçadas de 6 anos entre cada uma,acabou como diretor geral de uma das maiores empresas suiças e europeias,isto sem ter tirado um curso superior
Um simples CFC abre a porta a tudo,começas por fazer por exemplo cozinheiro,mais tarde queres ir para a faculdade ou ir para outra área qualquer,não há problema nenhum.
Eu por exemplo de base sou mecânico de pesados e acabei por me formar em engenharia mecânica.
Formação profissional em Portugal e faculdade na EPFL em Lausanne.
Isso era o que deveria ser mas se Portugal nem tem dinheiro para serviços básicos como saúde e segurança como é que achas que seria possível haver formação para os imigrantes.
Portugal em termos de desenvolvimento está mais próximo de Marrocos ou da Argentina do que da Suíça.
Eu também sou fã da Suíça mas é um modelo dificilmente capaz de ser replicado por outros países ricos quanto mais por Portugal que tem problemas básicos que não consegue resolver.
Mas em relação ao que eu disse inicialmente, é verdade, na Suíça tal como em qualquer país rico, quem faz os trabalhos piores, mal pagos e duros são sobretudo os imigrantes.
Claro que há Suíças a fazer limpezas mas não me parece que a generalidade das pessoas que trabalham nas limpezas sejam Suíças ou pelo menos que não tenham origem imigrante porque hoje em dia uma elevada percentagem da população que tem nacionalidade Suíça é filha ou neta de estrangeiros/imigrantes.
O que eu disse é a constactação de um facto, quem nos países ricos faz os trabalhos mais mal pagos, sujos ou duros são sobretudo os imigrantes ou os nacionais mas com origens estrangeiras/imigrantes, e eu sou fã do modelo da Suíça.