[Antevisão] Volkswagen Gol (G6) - 2017 - Facelift do G5 e novo tablier - Página 2

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Título: Volkswagen Gol (G6) - 2017 - Facelift do G5 e novo tablier

  1. #31
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  2. #32
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    A Volkswagen apresenta a linha 2017 dos modelos Gol e Voyage com uma nova postura de marketing. A marca abandona o slogan "DasAuto", considerado arrogante, e promete ser mais ágil, emocional e focada no cliente brasileiro. "O consumidor não entendia o que significava nosso slogan e, após saber, era pior ainda. Agora seremos a marca não só do carro, mas sim das pessoas", explicou Jorge Portugal, Vice-Presidente de Vendas e Marketing.


    Esse novo posicionamento surge após o escândalo do Dieselgate (no qual milhares de carros da VW mundo afora foram descobertos como poluidores muito acima da legislação) e será adotado em todo o mundo. Mas, especialmente no Brasil, a marca quer se reconectar aos desejos do cliente, pois assume que ficou distante da realidade do mercado nos últimos anos. Tanto é que, hoje, a marca é apenas a terceira colocada em vendas no país.


    A mudança começa justamente pelo Gol, que após 27 anos de liderança foi desbancado em 2014 e desde então só vem caindo no ranking da Fenabrave (briga pela décima colocação atualmente). A ideia com a reestilização e, principalmente, com o novo interior, é reposicionar o compacto no mercado. Primeira novidade: as versões 1.0 (Trendline e Comfortline) recebem o novo motor 3-cilindros e 12 válvulas já usado pelo Fox e up!, que gera 82 cv e 10,4 kgfm de torque, aliado a uma caixa de relações mais longas para melhorar o consumo de combustível.

    Nas versões mais caras (Comfortline e Highline), o Gol mantém o antigo 1.6 8V de 104 cv e 15,6 kgfm de torque, disponível com caixa manual ou automatizada i-Motion. Já a versão Rallye, única a utilizar o novo motor 1.6 16V de 120 cv e 16,8 kgfm, deixa de ser oferecida. "Era uma versão de volume muito pequeno, já temos o Cross up! e o CrossFox para atender a esse mercado", diz Henrique Sampaio, Gerente de Produto. Embora sem citar datas ("não é para já"), Sampaio dá a entender que o caminho para as versões superiores do Gol será ganhar o elogiado 1.0 TSI de 105 cv do up!, mas não sabemos se isso acontecerá ainda nesta geração ou somente na próxima, prevista para 2017. "O atual 1.6 ainda tem muita gente que gosta", despista o executivo.

    Na realidade, a VW espera que o Gol cubra a faixa de base do mercado; quem desejar o 1.6 16V ficará com o Fox. E com o novo 1.0 tricilíndrico e o 1.6 8V, o Gol fica bem representado contra o Chevrolet Onix, atual campeão de vendas, que ainda usa antigos motores 1.0 e 1.4 8V. Nas versões 1.0, o Gol se iguala ao Hyundai HB20 e ao Ford Ka na oferta de um motor 3-cilindros de bom desempenho e economia. Nas 1.6, porém, fica atrás do HB20, que tem um 1.6 16V de 128 cv, e do Ka 1.5 16V, de 111 cv. Todas as modificações do Gol também se aplicam ao Voyage, com a diferença de que o sedan nunca chegou a ter uma versão com o 1.6 16V. Tanto o hatch quanto o sedan estreiam também travões com discos maiores na dianteira, de 256 mm, contra 239 mm do anterior.

    Na parte externa, hatch e sedan estreiam novos faróis, grelha e para-choque. Não parece, mas os para-lamas também são inéditos, por conta do corte lateral dos faróis. O conjunto óptico ganhou o atual conceito da VW, com os blocos de luzes mais bem definidos. É na traseira, no entanto, que o Gol muda mais: as lanternas cresceram e os para-lamas acompanharam o vinco que segue do vidro traseiro, agora com a base reta. Internamente, as lanternas traseiras formam o que a VW chama de "assinatura noturna" da marca, já vista no Fox, Jetta e Golf, por exemplo. No geral, apesar de discretas, as alterações de design reforçaram a desportividade do Gol, justamente seu maior ponto de diferenciação para up! e Fox.

    O Voyage recebe a mesma frente do Gol, incluindo a parte inferior com traços mais agressivos e novos nichos para os faróis de nevoeiro. Pena que a traseira continue sem graça. É consenso que a primeira traseira do Voyage da atual geração, de 2009, era mais harmônica e esportiva, com as lanternas mais grossas e sem invadir a tampa da bagageira. Depois que tentou imitar o Jetta, perdeu personalidade e ficou com aparência genérica.






    O grande salto, tanto do Gol quanto do Voyage, está no novo tablier. Claramente inspirado no Golf, ganhou linhas mais retilíneas e saídas de ar retangulares, além de uma faixa que divide-o nas partes superior e inferior. Na versão Trendline, ele é todo cinza escuro; na Comfortline é cinza claro em cima e escuro embaixo; e na Highline é escuro em cima e claro embaixo, incluindo a forração da cabine. O volante agora é o mesmo do Golf inclusive no Gol base, enquanto o inserto central pode ter acabamento imitando aço escovado e até azulado - caso da série especial Connect que será lançada para marcar o uso da nova central multimídia Discover Media. Já o quadrante ganhou relógios maiores e com novo grafismo, novamente na linha do Golf.

    Se o tablier ficou mais refinado, ele fez as laterais de porta, que já eram simples, parecerem ainda mais franciscanas neste modelo reestilizado. Da mesma forma, faltou a VW trocar os bancos dianteiros, que possuem um ajuste de altura muito limitado - muda apenas a inclinação do assento. Outra mancada foi manter os botões dos vidros elétricos traseiros no painel, algo que o Fox sempre teve nas portas. Por fim, os pedais seguem deslocados à direita, mas aí é uma falha de todos os modelos que usam esta plataforma PQ24.



    Para combater o Onix com seu MyLink, e Punto com o Uconnect, a VW aposta em quatro sistemas de som para a nova gama Gol. São dois rádios com Bluetooth, sendo um com tela LCD de três linhas e um de quatro linhas com CD Player. Na sequência, duas centrais multimídias são oferecidas: a Composition Touch com tela de 5" e espelhamento Mirrorlink para celular; e a Discover Media de 6,3" que incorpora navegação por GPS, leitura de SMS e conexão Apple Carplay e Android Auto. O carro vem também com suporte para telemóvel.

    http://carplace.uol.com.br/vw-lanca-...s-conteudos/3/

  3. #33
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  4. #34
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  5. #35
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    A VW poderia vender este carro na Europa, com outro símbolo qualquer.

    Dava um bom concorrente para o Sandero.


  6. #36
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    A VW poderia vender este carro na Europa, com outro símbolo qualquer.

    Dava um bom concorrente para o Sandero.
    Como se fosse uma Dacia do grupo VAG? Mas não é assim que já funcionam a Seat e Skoda (ok, não tão low-cost)?

  7. #37
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    Como se fosse uma Dacia do grupo VAG? Mas não é assim que já funcionam a Seat e Skoda (ok, não tão low-cost)?
    A Seat e a Skoda não são low-cost. São marcas com um posicionamento inferior à VW, mas não low-cost.

    A VW já manifestou a vontade de lançar uma marca concorrente da Dacia na Europa.

    Este carro seria o ideal para concorrer com o Sandero/Logan.

    Mas falta-lhes arranjarem uma marca.

  8. #38
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    Mas ao lado do Sandero esse carro é pequeno (e mais agradável de se ver). Tem o tamanho de um Fiesta.

  9. #39
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    A Seat e a Skoda não são low-cost. São marcas com um posicionamento inferior à VW, mas não low-cost.

    A VW já manifestou a vontade de lançar uma marca concorrente da Dacia na Europa.

    Este carro seria o ideal para concorrer com o Sandero/Logan.

    Mas falta-lhes arranjarem uma marca.
    Não funcionaria, pois o Gol actual recorre à antiga PQ24, que serviu muito bem na Europa, mas entretanto viu-se substituida pela PQ25, que já cumpre mais eficazmente todas as normas relativas a segurança europeias.

    A VW já teve uma tentativa frustrada para lançar uma marca low-cost, mas as contas nunca davam certo.
    Foi a razão porque tentou, desastrosamente, juntar-se à Suzuki, que tem a capacidade de produzir carros com "integridade estrutural elevada" a baixo custo, e ainda assim permite ganhar dinheiro com eles.

    E agora com os custos do dieselgate a avolumarem-se, desistiram, para já, de perseguir esse objectivo.

  10. #40
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    Mais que visual, motor do Up traz renovação ao VW Gol

    Em seus 36 anos de produção — incluídas as três gerações —, o Volkswagen Gol já passou por altos e baixos. Começou mal com o fraco e barulhento motor arrefecido a ar de 1,3 litro, evoluiu em termos mecânicos e caiu no gosto dos brasileiros a ponto de assumir, em 1987, uma liderança de vendas que duraria até 2013. Foi prestigiado pela marca nos anos 90 com versões como o esportivo GTI (primeiro carro nacional com injeção eletrônica) e o GTI 16V. Decaiu na década de 2000 com a empobrecida série G4, mas se recuperou com a terceira geração em 2008.


    Hoje o Gol está novamente em baixa. As vendas não mais sustentaram o antigo patamar e o ex-líder obteve um modesto sexto lugar no ano passado. Enquanto planeja uma reformulação completa, o paliativo da VW foi renovar a linha 2017 do hatchback e do sedan Voyage com retoques de aparência, novos sistemas de entretenimento e — antes tarde do que nunca — a adoção do motor de 1,0 litro e três cilindros oferecido desde 2013 no Fox e depois no Up.


    Na aparência, as novidades são mais sutis do que se poderia esperar. No para-choque dianteiro foram ampliadas as tomadas de ar e os faróis de nevoeiro voltaram ao formato circular. Na traseira do Gol a tampa do porta-malas foi refeita, com vincos mais acentuados, e tanto as lanternas quanto o vidro adotaram cantos vivos em vez de arredondados. O para-choque traz alojamento maior para a matricula. Nada foi feito, porém, na pouco inspirada parte posterior do Voyage.

    O Gol de três portas ainda não acompanha as mudanças — a VW deixa em aberto se isso será feito mais tarde ou se a opção sairá de produção. Por enquanto também estão de fora as versões Track e Rallye, de suspensão mais elevada, sem que o fabricante informe se serão relançadas. Isso significa que, ao menos por ora, desaparece do Gol a opção de motor EA-211 de 1,6 litro e quatro válvulas por cilindro, agora reservado a modelos como Fox e Spacefox, Saveiro Cross e Golf.

    O tablier redesenhado é a grande novidade por dentro de ambos os modelos. Como fora, saíram as formas curvas e circulares e entraram as retilíneas, em especial nos difusores de ar. O volante tornou-se igual ao do Golf e o quadrante foi refeito, agora com um mostrador central digital que inclui marcadores de combustível e temperatura (exceto no Highline), assim como informações de áudio e computador de bordo. O aspecto geral ficou mais refinado, mas os painéis de porta inalterados destoam: além dos manetes arredondadas, continuam com as imperdoáveis tampas nos locais das manivelas de vidros.



    Mais que a aparência, o tablier anterior tinha uma grave limitação para os dias de hoje: acomodar apenas um aparelho de áudio simples, sem espaço para os ecrãs amplos que tomaram conta do mercado (carros hoje, afinal, são meros telefones com rodas e ar-condicionado…). A nova distribuição de funções resolveu essa questão, abrindo local para aparelhos grandes com telas sensíveis ao toque e integração a telefones por meio das plataformas Mirror Link, Apple Car Play e Google Android Auto.


    São quatro aparelhos, em ordem ascendente: Media, Media Plus, Composition Touch e Discover Media. O Media (opcional nas versões Trendline) é o mais simples, sem toca-CDs, apenas com conexões USB, auxiliar, para cartão SD e interface bluetooth para telefone. O Media Plus, de série no Gol e no Voyage Comfortline, acrescenta toca-CDs e visualização dos gráficos dos sensores de estacionamento No Composition Touch, de série no Highline, pode-se mostrar e operar o ecrã do telefone no ecrã colorido de 5 polegadas do carro pelo sistema Mirror Link.


    Enfim, o Discover Media (opcional no Highline) traz ecrã de 6,3 pol com sensor de aproximação (ela mostra menus antes mesmo de ser tocada), navegador com atualizações gratuitas e Bluetooth para dois aparelhos em simultâneo. O aparelho pode ler mensagens de texto (SMS), responder a SMS por meio de comando de voz e executar vídeos. O motorista tem ainda como operar o telefone, o navegador e escolher mídias pelo comando de voz.

    Menos cilindros, melhor desempenho

    Sob o capô, a VW aplicou o moderno motor EA-211 de três cilindros e quatro válvulas por cilindro às versões de 1,0 litro do Gol e do Voyage, seguindo o que já havia feito no Fox. A unidade compartilhada com o Up traz recursos técnicos atuais como bloco de alumínio, variação do tempo de abertura das válvulas, duplo circuito de arrefecimento e preaquecimento de álcool para partida a frio.


    Em relação ao antigo quatro-cilindros de duas válvulas, houve ganhos expressivos em potência, que subiu de 72/76 cv para 75/82 cv na ordem gasolina/álcool. O torque caiu de 10,6 para 10,4 m.kgf com álcool, mantendo os 9,7 m.kgf com gasolina, mas agora aparece a 3.000 rpm (antes, 3.850) e tem 85% do valor máximo disponível a 2.000 rpm. A marca anuncia melhora perceptível em desempenho: o Gol acelera de 0 a 100 km/h em 12,6/12,3 segundos e alcança velocidade de 168/170 km/h (na mesma ordem de combustíveis) ante 13,9/13,4 s e 161/163 km/h do quatro-cilindros.







    Além disso, auxiliado pelo alongamento das relações de velocidade em até 10%, o novo motor consome menos combustível: a VW informa redução de até 12% no caso do uso de gasolina. Outras alterações dessas versões são amortecedores recalibrados e discos de travão maiores na frente. Nos carros de 1,6 litro foi mantido apenas o motor de duas válvulas por cilindro, desaparecendo do Gol o EA-211 de quatro válvulas, lançado em 2014 no Rallye. Nem mesmo o preaquecimento de álcool esses carros receberam: permanece o anacrônico tanque auxiliar de gasolina para partida.

    No lançamento à imprensa o Best Cars conduziu o Gol Comfortline com o motor de 1,0 litro. O trajeto iniciou-se em São Paulo, na zona de Santo Amaro, e passou pelas rodovias dos Bandeirantes e Marechal Rondon até a cidade de Itu, 100 quilômetros a noroeste da capital, com três adultos no carro.

    No interior, o novo tablier passa ar de certo requinte, lembrando os atuais Golf e Jetta. O mostrador central também exibe a velocidade, o que é conveniente para observação mais precisa em tempos de radares por todo lado. Já o ecrã do sistema de entretenimento pareceu mais fácil de ser visualizado pelo passageiro, uma limitação do projeto básico do tablier, que não previa tal acessório. Ao menos isso estimula o condutor a usar o comando de voz e, assim, manter a atenção ao conduzir.






    O novo motor está bem ajustado ao Gol. A aceleração inicial não é tão rápida quanto a que ele proporciona ao Up, mas o EA-211 se mostra convincente para a cilindrada e bem mais “esperto” que no anterior de quatro cilindros. O funcionamento é suave: mal se nota o desequilíbrio inerente a um três-cilindros, salvo por alguma oscilação em marcha-lenta, sem incomodar. As relações da caixa ficaram bem acertadas e, como de hábito no modelo, a transmissão permite trocas macias e precisas.

    Em auto-estrada a aceleração é mais lenta, mas em velocidades de viagem o motor produz ruído moderado. No plano, basta apertar um pouco mais o acelerador que ele responde prontamente, com boa desenvoltura para um 1,0-litro. Muitos só vão lembrar sua cilindrada quando encontrarem uma subida: nessas condições é necessário reduzir e esperar o motor embalar novamente.



    De modo geral, o Gol de três cilindros surpreendeu. Anda bem e, ao que tudo indica, trará uma importante redução de consumo que vai ao encontro dos anseios de quem compra um carro de seu segmento. E, com os novos sistemas de entretenimento, dá até para compartilhar aos amigos as impressões sobre o motor sem tirar as mãos do volante.

    http://bestcars.uol.com.br/bc/inform...o-vw-gol-2016/

  11. #41
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    Mas falta-lhes arranjarem uma marca.
    Marcas ''defuntas'' no portfólio do Grupo VW é que não falta.

    Assim de repente, podiam ''renascer'' a NSU ou a DKW, já que têm outras, mas cujo patamar antes de ''morrerem'', era muito acima, caso da Horch e da Wanderer.

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