[Antevisão] Combustão interna continuará a dominar por décadas

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Título: Combustão interna continuará a dominar por décadas

  1. #1
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    Por Defeito Combustão interna continuará a dominar por décadas

    A notícia e opinião original da CAR
    Stumbled across some intriguing forecasts from auto components supplier giant Bosch yesterday, which seem to guarantee that sales of electric vehicles (EVs), hybrids and other alternative fuel cars will remain minuscule for years to come.

    Bosch predicts that by the year 2020 the world’s car factories will be cranking out some 100 million cars annually. Of those, 6 million will be hybrid vehicles and 3 million pure EVs. Which means that 90 million will remain fossil fuelled.

    It puts in context the new dawn at which we find ourselves. Nissan and Renault are pioneering the mass-market, viable battery car and CEO Carlos Ghosn has seemingly bet the ranch on the electrification of the motor car. One of his board members told me recently that this was Ghosn's personal legacy mission and he’d stick around to see it to fruition – despite the inherent risk of failure.

    Ghosn has championed electric cars like no other and boldly forecasts 20% of Renault sales will be EVs as soon as 2012. I’m sure he’s right, as Renault-Nissan has a slew of cars in the pipeline priced from a very democratic £13,000 (Renault Zoe supermini) to a still-affordable £23,000 (Nissan Leaf family car). Makes the Mitsubishi i-MiEV city car on sale now at £39,000 look rather expensive all of a sudden.

    Cost is obviously the biggest stumbling block, among many, deterring potential customers of electric cars. Making a Range Rover go hybrid will add some £10,000 to the price, Land Rover told me last week. Battery packs are so expensive that Renault plans to lease theirs rather than expect the customer to stomach the huge purchase cost upfront.

    So the good old-fashioned internal combustion engine has plenty of life left in it. New families of downsized two- and three-cylinder turbocharged engines are coming soon to power the next generation of smaller family cars and will gently chisel away at the great big evil CO2 figure. The majority of cars will feature stop-start and more will gain intelligent fuel-saving tech we’ve seen introduced in recent years, such as decoupling alternators, smooth aero shields and eco tyres.

    Do you find it hard to believe that in a decade’s time 90% of all new cars will still be resolutely petrol and diesel with not a motive battery pack in sight? Shows what a good job the PR machine is making drumming up interest in the nascent electric and hybrid cars. They will triumph – of that I am certain – it just might take a while longer than we expected.
    Bem, resumidamente, declarações prestadas pela Bosch (um dos grandes fornecedores do mundo automóvel) muito recentemente, prediz que nas próximas décadas, hibridos e carros 100% eléctricos continuarão a ser apenas uma minoria perante os previstos 100 milhões de viaturas produzidas anualmente lá para o ano de 2020.

    Segundo eles teremos 6 milhões de vendas anuais de hibridos e 3 milhões de puros eléctricos, sobrando 91 milhões de viaturas a combustão interna.

    Ou seja, o impacto de hibridos e eléctricos continuará a ser pequeno tendo em conta a crueza dos números.

    A opinião da CAR sobre esta temática reflecte a minha.

    Ou seja, concordo que se aposte em novas tecnologias que permitam maior compatibilidade com o meio que as rodeiam.
    Mas a realidade pura e dura é que motores de combustão interna continuarão a dominar, já que a "revolução" eléctrica ainda tem muita volta a dar, sobretudo na questão de armazenamento de energia e custos.

    Por isso, apesar de todos os construtores anunciarem futuros utópicos, está na altura de cair na real que ainda há muito trabalho a fazer na maioria dos carros que conduzimos.

    Os motores de C.I. não vão embora nem hoje e nem amanhã, e apesar de já termos assistido a evoluções importantes nos mesmo, aumentando a sua eficiência é preciso fazer mais.

    Já enfiámos tudo o que era possivel dentro dos nossos carros, desde frigorificos a bancos com massagem, por isso chegou a altura de começar a optimizar a coisa.

    Já que temos que nos manter agarrados aos motores de C.I., e para potenciar todo os resultados de eficiência que os mesmos têm conseguido é preciso fazer mais.

    Reduções de peso, optimização do packaging, e revisão total dos processos industriais. Não podemos apenas nos fiar no downsizing dos motores, porque enquanto os carros continuarem a ser coisas balofas e aparentemente cada vez maiores, irá ser sempre necessário mais cavalos, para fazer o mesmo trabalho.

    E porque não apostar em novos tipos de motores de C.I.? Já existem ideias muito boas, desde evoluções do vulgar motor de cilindros, até novas configurações prometedoras como o quasi-turbina.
    E já agora porque não apostar em combustiveis mais limpos, como os biocombustiveis ou o gás natural?

    A questão é: querem mesmo esperar anos e anos por um messias eléctrico ou ter a possibilidade praticamente imediata de ganhos reais em questões de poupança de combustivel e maior compatibilidade ambiental?

    Como cenário, imaginemos o top 10 europeu de vendas actual. Caso todos eles, na próxima geração baixassem em 10% o seu peso, juntamente com as melhorias constantes na eficiência que as motorizações vão conseguindo, o impacto dos mesmos em questões de economia de combustivel e emissões seria claramente superior a todos os hibridos e eléctricos que se vendem e estão aí para aparecer.

    Além do mais, a redução de peso permitiria andamentos mais decentes em motorizações mais modestas. Ou seja, a necessidade de "mais motor" actual, que também contribui para o estado das coisas, poderia ser atenuada.

    Concluindo, não vale a pena estar à espera de utopias, quando ainda se pode fazer tanto para reduzir o impacto do automóvel actual.
    O problema é que realmente não dá grandes títulos de imprensa. Em vez disso, temos apenas anunciados grandes planos de intenções, objectos de uso limitado ou apenas acessiveis a poucos, mas fica bem num qualquer titulo de imprensa.

    Beneficios disso, pouco mais que zero e distantes no tempo, quando tanto se pode fazer com resultados mais imediatos e palpáveis já!


  2. #2
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    Por Defeito

    Não destruas o sonho ao Socrates!

  3. #3
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    shiuuuu isso não é para se dizer... senão é pecado..

    gasolina e gasóleo vão ser substituídos pela electricidade... a já para o ano ou para o outro ou outro... .ou outro...

    vai começar a existir um vertente em que se vai tornar o motores CI... mais eficientes mas não só pensando no motor, mas sim visando o projecto todo.

  4. #4
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    Há muitos interesses envolvidos nesta matéria dos automóveis 100% eléctricos. E a Bosch não é, com toda a certeza, uma das mais preparadas para esta realidade.

    Vejam-se as declarações de um responsável da Toyota Caetano esta semana: Os carros eléctricos não servem para o presente. E vai daí a Toyota enfia 50 milhões na Tesla... foi anunciado ontem.

    Houve um alto responsável de uma marca alemã que disse que os carros eléctricos "são para idiotas". Semanas mais tarde foram apresentados 3 protótipos num salão automóvel. 100% eléctricos.

    O problema coloca-se muito além do que possamos imaginar. Os contrutores automóveis detém muita da sua propriedade intelectual nos motores de CI. Motores eléctricos de 200Kw arranjam-se com facilidade vindos da China... Veja-se a investigação que está a dar muitos bons resultados nas bateriais de Ar-Lítio que prometem revolucionar estes elementos. Ou as de Titanato de Lítio, seguindo outra via.

    Basicamente, o que pretendo transmitir é que há muitos interesses instalados que não pretendem a proliferação do 100% eléctrico sob pena de consequências gravosas para a sua existência decrépita.

    E já nem falo nas petrolíferas.

  5. #5
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    Citação Originalmente Colocado por RuiDCruz Ver Post
    Há muitos interesses envolvidos nesta matéria dos automóveis 100% eléctricos. E a Bosch não é, com toda a certeza, uma das mais preparadas para esta realidade.

    Vejam-se as declarações de um responsável da Toyota Caetano esta semana: Os carros eléctricos não servem para o presente. E vai daí a Toyota enfia 50 milhões na Tesla... foi anunciado ontem.

    Houve um alto responsável de uma marca alemã que disse que os carros eléctricos "são para idiotas". Semanas mais tarde foram apresentados 3 protótipos num salão automóvel. 100% eléctricos.

    O problema coloca-se muito além do que possamos imaginar. Os contrutores automóveis detém muita da sua propriedade intelectual nos motores de CI. Motores eléctricos de 200Kw arranjam-se com facilidade vindos da China... Veja-se a investigação que está a dar muitos bons resultados nas bateriais de Ar-Lítio que prometem revolucionar estes elementos. Ou as de Titanato de Lítio, seguindo outra via.

    Basicamente, o que pretendo transmitir é que há muitos interesses instalados que não pretendem a proliferação do 100% eléctrico sob pena de consequências gravosas para a sua existência decrépita.

    E já nem falo nas petrolíferas.
    A meu ver o grande entrave aos eléctricos, é mesmo o armazenamento de energia.
    Os carros eléctricos são tão velhos como o próprio automóvel, e ainda não suplantámos essa "pequena" questão.

    é claro que existem interesses e lobbies e politiquices, mas não é por aí que o automóvel eléctrico não está mais disseminado. É mesmo o entrave tecnológico.

    Actualmente, carros eléctricos ainda não são substitutos viáveis para os automóveis que temos. A sua utilização ainda é limitada.

    Como disse, se realmente houver interesse em tornar o automóvel em algo mais compativel com o meio envolvente, ainda há muito que se pode fazer nos automóveis que temos hoje em dia. E apesar dos ganhos por unidade não serem, em teoria, tão significativos como um veículo com outro sistema de propulsão, a sua massificação mais fácil terá impacto bem mais abrangente que meia duzia de hibridos ou eléctricos


  6. #6
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    O Problema não está no "automóvel electrico". Está na rede de "abastecimento" que reduz severamente a mobilidade.

  7. #7
    Banido Motronic's Avatar
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    Citação Originalmente Colocado por crash Ver Post
    A notícia e opinião original da CAR


    Bem, resumidamente, declarações prestadas pela Bosch (um dos grandes fornecedores do mundo automóvel) muito recentemente, prediz que nas próximas décadas, hibridos e carros 100% eléctricos continuarão a ser apenas uma minoria perante os previstos 100 milhões de viaturas produzidas anualmente lá para o ano de 2020.

    Segundo eles teremos 6 milhões de vendas anuais de hibridos e 3 milhões de puros eléctricos, sobrando 91 milhões de viaturas a combustão interna.

    Ou seja, o impacto de hibridos e eléctricos continuará a ser pequeno tendo em conta a crueza dos números.

    A opinião da CAR sobre esta temática reflecte a minha.

    Ou seja, concordo que se aposte em novas tecnologias que permitam maior compatibilidade com o meio que as rodeiam.
    Mas a realidade pura e dura é que motores de combustão interna continuarão a dominar, já que a "revolução" eléctrica ainda tem muita volta a dar, sobretudo na questão de armazenamento de energia e custos.

    Por isso, apesar de todos os construtores anunciarem futuros utópicos, está na altura de cair na real que ainda há muito trabalho a fazer na maioria dos carros que conduzimos.

    Os motores de C.I. não vão embora nem hoje e nem amanhã, e apesar de já termos assistido a evoluções importantes nos mesmo, aumentando a sua eficiência é preciso fazer mais.

    Já enfiámos tudo o que era possivel dentro dos nossos carros, desde frigorificos a bancos com massagem, por isso chegou a altura de começar a optimizar a coisa.

    Já que temos que nos manter agarrados aos motores de C.I., e para potenciar todo os resultados de eficiência que os mesmos têm conseguido é preciso fazer mais.

    Reduções de peso, optimização do packaging, e revisão total dos processos industriais. Não podemos apenas nos fiar no downsizing dos motores, porque enquanto os carros continuarem a ser coisas balofas e aparentemente cada vez maiores, irá ser sempre necessário mais cavalos, para fazer o mesmo trabalho.

    E porque não apostar em novos tipos de motores de C.I.? Já existem ideias muito boas, desde evoluções do vulgar motor de cilindros, até novas configurações prometedoras como o quasi-turbina.
    E já agora porque não apostar em combustiveis mais limpos, como os biocombustiveis ou o gás natural?

    A questão é: querem mesmo esperar anos e anos por um messias eléctrico ou ter a possibilidade praticamente imediata de ganhos reais em questões de poupança de combustivel e maior compatibilidade ambiental?

    Como cenário, imaginemos o top 10 europeu de vendas actual. Caso todos eles, na próxima geração baixassem em 10% o seu peso, juntamente com as melhorias constantes na eficiência que as motorizações vão conseguindo, o impacto dos mesmos em questões de economia de combustivel e emissões seria claramente superior a todos os hibridos e eléctricos que se vendem e estão aí para aparecer.

    Além do mais, a redução de peso permitiria andamentos mais decentes em motorizações mais modestas. Ou seja, a necessidade de "mais motor" actual, que também contribui para o estado das coisas, poderia ser atenuada.

    Concluindo, não vale a pena estar à espera de utopias, quando ainda se pode fazer tanto para reduzir o impacto do automóvel actual.
    O problema é que realmente não dá grandes títulos de imprensa. Em vez disso, temos apenas anunciados grandes planos de intenções, objectos de uso limitado ou apenas acessiveis a poucos, mas fica bem num qualquer titulo de imprensa.

    Beneficios disso, pouco mais que zero e distantes no tempo, quando tanto se pode fazer com resultados mais imediatos e palpáveis já!
    Logo a Bosch, que apostou forte e feio nos sistemas de injecção directa para fritadeiras. Eléctricos? Nahh!

  8. #8
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    O meu TDI sente que ainda não se quer ir embora nem ter companhias que bebem e fumam coisas esquesitas.

  9. #9
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    O futuro dos carros eléctricos está dependente de dois factores principais:

    • A evolução do preço do petróleo;
    • O desenvolvimento de novas tecnologias de baterias;

    É inevitável que ambos os factores evoluam no sentido de favorecer os carros eléctricos, por isso, não tenho dúvidas sobre o seu sucesso a médio/longo prazo.

  10. #10
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    O principal entrave aos carros eléctricos será a cabeça dura dos mercados.

    Ainda há a ideia que carros eléctricos não são carros a sério, que são lentos e feios (nisto os próprios fabricantes têm culpa, chega de caixas de fósforos com motores de carro telecomandado!). Eu espero que assim que o Chevrolet Volt/Opel Ampera atingir o mercado comecem a sair uma toda nova geração de carros eléctricos (ou pelo menos híbridos cujo motor eléctrico sirva para andar e não apenas para estacionamentos) que a curto prazo estimulem a pesquisa na área das baterias e baixem o seu preço drasticamente.

    A esmagadora maioria dos condutores vê o carro como pura e simplesmente meio de transporte (daí a popularização do Diesel), e para isso não há melhor que electricidade.

    Eu pessoalmente tenho um gosto especial por carros e dificilmente deixo os motores Otto, mas vejo-me perfeitamente a ter um carro mais para o desportivo (e nem me importo que seja velho) com um grande motor a quatro tempos para brincar e à semana usar um eléctrico em lease (pela questão do prazo das baterias).

    Para quem quer um carro só que dê para as duas coisas, haverão híbridos estilo os BMW, que têm motores eléctricos potentes e baterias suficientes para ir trabalhar e vir só a electricidade, mas tendo sempre um bom motor para roncar quando necessário.

  11. #11
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    Não vejo este tipo de motores a durar décadas como dizem pois os recursos não são ilimitados.

    Os governos gostem disto devido aos impostos, as marcas directamente ligadas a este mercado também.. Mas é tudo treta, isto não se aguenta mais 20 ou 30 anos.

  12. #12
    Piloto de Rallye SRLA's Avatar
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    Os motores de combustão interna não queimam só gasolina e gasóleo

  13. #13
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    Mas isso era mais que óbvio, só um abronho tipo o socas é que não vê. Vamos ser sensatos, quem paga 35k euros por 100cv e 160 km de autonomia ? Além disso, os motores de combustão estão a sofrer uma pequena revolução...motores a gasosa com 180cv e que gastam menos de 6 litros era ficção científica há 5 anos.

  14. #14
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    Citação Originalmente Colocado por SRLA Ver Post
    O principal entrave aos carros eléctricos será a cabeça dura dos mercados.

    Para quem quer um carro só que dê para as duas coisas, haverão híbridos estilo os BMW, que têm motores eléctricos potentes e baterias suficientes para ir trabalhar e vir só a electricidade, mas tendo sempre um bom motor para roncar quando necessário.
    Não conheço nenhum com essas caraterísticas, a não ser eventualmente em projecto. Toyotas, esses já rolam 3 nas estradas portuguesas.

  15. #15
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    Citação Originalmente Colocado por AsbestoBillz Ver Post
    Mas isso era mais que óbvio, só um abronho tipo o socas é que não vê. Vamos ser sensatos, quem paga 35k euros por 100cv e 160 km de autonomia ? Além disso, os motores de combustão estão a sofrer uma pequena revolução...motores a gasosa com 180cv e que gastam menos de 6 litros era ficção científica há 5 anos.
    E continuam a ser....a não ser que seja a descer ou a 80 km/h.

  16. #16
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    Citação Originalmente Colocado por TommyPT Ver Post
    O meu TDI sente que ainda não se quer ir embora nem ter companhias que bebem e fumam coisas esquisitas.

  17. #17
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    Citação Originalmente Colocado por LuisNeves Ver Post
    Não conheço nenhum com essas caraterísticas, a não ser eventualmente em projecto. Toyotas, esses já rolam 3 nas estradas portuguesas.
    BMW ActiveHybrid X6 : multimedia special

    Que Toyotas falas já agora? Aqueles feios como um bode, com amostras de motores e apenas o mínimo de baterias para os americanos os poderem deduzir nos impostos? Ou seja, muita imagem, pouca substância?

  18. #18
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    Citação Originalmente Colocado por crash Ver Post
    A notícia e opinião original da CAR


    Bem, resumidamente, declarações prestadas pela Bosch (um dos grandes fornecedores do mundo automóvel) muito recentemente, prediz que nas próximas décadas, hibridos e carros 100% eléctricos continuarão a ser apenas uma minoria perante os previstos 100 milhões de viaturas produzidas anualmente lá para o ano de 2020.

    Segundo eles teremos 6 milhões de vendas anuais de hibridos e 3 milhões de puros eléctricos, sobrando 91 milhões de viaturas a combustão interna.

    Ou seja, o impacto de hibridos e eléctricos continuará a ser pequeno tendo em conta a crueza dos números.

    A opinião da CAR sobre esta temática reflecte a minha.

    Ou seja, concordo que se aposte em novas tecnologias que permitam maior compatibilidade com o meio que as rodeiam.
    Mas a realidade pura e dura é que motores de combustão interna continuarão a dominar, já que a "revolução" eléctrica ainda tem muita volta a dar, sobretudo na questão de armazenamento de energia e custos.

    Por isso, apesar de todos os construtores anunciarem futuros utópicos, está na altura de cair na real que ainda há muito trabalho a fazer na maioria dos carros que conduzimos.

    Os motores de C.I. não vão embora nem hoje e nem amanhã, e apesar de já termos assistido a evoluções importantes nos mesmo, aumentando a sua eficiência é preciso fazer mais.

    Já enfiámos tudo o que era possivel dentro dos nossos carros, desde frigorificos a bancos com massagem, por isso chegou a altura de começar a optimizar a coisa.

    Já que temos que nos manter agarrados aos motores de C.I., e para potenciar todo os resultados de eficiência que os mesmos têm conseguido é preciso fazer mais.

    Reduções de peso, optimização do packaging, e revisão total dos processos industriais. Não podemos apenas nos fiar no downsizing dos motores, porque enquanto os carros continuarem a ser coisas balofas e aparentemente cada vez maiores, irá ser sempre necessário mais cavalos, para fazer o mesmo trabalho.

    E porque não apostar em novos tipos de motores de C.I.? Já existem ideias muito boas, desde evoluções do vulgar motor de cilindros, até novas configurações prometedoras como o quasi-turbina.
    E já agora porque não apostar em combustiveis mais limpos, como os biocombustiveis ou o gás natural?

    A questão é: querem mesmo esperar anos e anos por um messias eléctrico ou ter a possibilidade praticamente imediata de ganhos reais em questões de poupança de combustivel e maior compatibilidade ambiental?

    Como cenário, imaginemos o top 10 europeu de vendas actual. Caso todos eles, na próxima geração baixassem em 10% o seu peso, juntamente com as melhorias constantes na eficiência que as motorizações vão conseguindo, o impacto dos mesmos em questões de economia de combustivel e emissões seria claramente superior a todos os hibridos e eléctricos que se vendem e estão aí para aparecer.

    Além do mais, a redução de peso permitiria andamentos mais decentes em motorizações mais modestas. Ou seja, a necessidade de "mais motor" actual, que também contribui para o estado das coisas, poderia ser atenuada.

    Concluindo, não vale a pena estar à espera de utopias, quando ainda se pode fazer tanto para reduzir o impacto do automóvel actual.
    O problema é que realmente não dá grandes títulos de imprensa. Em vez disso, temos apenas anunciados grandes planos de intenções, objectos de uso limitado ou apenas acessiveis a poucos, mas fica bem num qualquer titulo de imprensa.

    Beneficios disso, pouco mais que zero e distantes no tempo, quando tanto se pode fazer com resultados mais imediatos e palpáveis já!
    Creio que convém referir que esse texto não é uma declaração da Bosch, o autor deparou-se com uma previsão de vendas elaborada ou divulgada pela Bosch e decidiu comentar, o que poderá retirá-la de contexto (até porque esses dados creio que são de 2009).
    A Bosch não é a única com previsões do género contudo, essas previsões referem-se ao mercado global e, caso seja analisado por regiões, a situação muda de figura! O mercado de veículos equipados com motores térmicos vai continuar a crescer, em especial nos mercados emergentes como a Índia, China, América Latina, Europa de Leste e países africanos. Nos mercados mais maduros irá assistir-se a um aumento de sistemas de propulsão combinada e alternativa. É este nicho de mercado que a Renault-Nissan querem conquistar pois, tão bem como a Bosch, Valeo, TRW ou outro fabricante de sistemas, a aliança tem a perfeita noção que o veículo eléctrico não é um produto global mas sim uma oferta para uma pequena oportunidade na Europa, USA e Japão! Não vale a pena quererem fazer do carro eléctrico aquilo que ele não é, um veículo global!!
    O carro eléctrico da Renault nasceu do desejo de estar na linha da frente nestes mercados maduros, não é esperado que seja um sucesso, neste momento não é mais do que um "statement" uma afirmação no mercado, ainda assim com riscos conscientes pois, sabe-se que de uma maneira ou outra a tecnologia será utilizada em larga escala no futuro e, quando esse dia chegar, já a Renault-Nissan têm um posicionamento invejável!

    .... porque enquanto os carros continuarem a ser coisas balofas e aparentemente cada vez maiores, irá ser sempre necessário mais cavalos, para fazer o mesmo trabalho.
    Estás a esquecer que hoje em dia o custo energético por cavalo é muito menor e a tendência é para seguir esse caminho de forma ainda mais empenhada, motores com melhor rendimento que conseguem potências semelhantes ou superiores com um consumo inferior! Quer isto dizer que conseguimos o mesmo output com menor input energético.
    Por exemplo, até 2015 a Renault quer ser líder nas emissões de CO2, para tal a partir de 2012 vai (apenas na região Europeia) substituir todos os motores N.A. por motores turbo-comprimidos. (Trará uma redução média de 40g CO2)
    ( O 0.9 e 1.2 turbo irão ter injecção directa, turbo e start&stop. Uma novidade no segmento poderá ser a introdução de bombas de água e de óleo eléctricas)
    No caso da Fiat, o MultiAir será alargado a outros motores, 2.0 e 2.4 da Chrysler por exemplo, e num futuro próximo irá equipar motor de injecção directa, melhorando o consumo em 5%.
    Os motores térmicos são tão poucos eficientes que qualquer fabricante tem a noção que ao melhorar todos o sistema de propulsão terá reduções de consumo significativas e, sabendo que reduzir o peso tem limites e é extremamente caro porque os consumidores não querem abdicar dos padrões de conforto actuais, o caminho a seguir é de grosso modo um, melhorar o rendimento do sistema de propulsão e, sempre que possível, baixar o peso. Por exemplo, o Prius tem um peso acima da média o seu segmento mas o seu rácio output/input é bastante bom, fruto do seu sistema de propulsão combinada!
    (A tecnologia poderá ser utilizada em conjunto com baterias ou pilhas de combustível)


    Reduções de peso, optimização do packaging, e revisão total dos processos industriais.
    Provalmente nunca tiveste numa unidade fabril mas posso-te dizer que hoje em dia os processos industriais estão na agenda do dia, até porque podem trazer benefícios fiscais caso ajudem a reduzir emissões de CO2 durante a produção do veículo.
    Quanto ao packaging, basta olhar às futuras plafaformas. A MQB que será estreada no futuro A3 já em 2012 é um bom exemplo disso.

    PS: A tecnologia do veículo eléctrico da Renault-Nissan irá permitir fazer talvez o melhor híbrido plugin. Neste momento o maior desafio é o sistema de propulsão eléctrica e o respectivo sistema de armazenagem de energia. Neste aspecto a Renault-Nissan irá ficar bem servida e bastante autónoma do restante mercado.
    Já agora, o Golf VII terá em 2013 uma versão eléctrica. A VW estima que o nicho de EV's poderá representar 3% do seu volume de vendas. Possivelmente alguns cabrios não valem tanto mercado...
    Última edição por 3com : 22-05-10 às 13:26:34

  19. #19
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    Por Defeito

    O futuro pode não ser tão petroleo/bateria dependente como andam a pintar.

    Vejam esta noticia
    .....Para já, os cientistas do laboratório de Venter acreditam que a missão principal destas células artificiais será ajudar a perceber melhor a biologia da vida. A curto/médio prazo, acreditam que no campo da tecnologia poderão contribuir para o desenvolvimento de novos medicamentos, novas fontes de alimentos, e o desenvolvimento de biocombustíveis a partir de uma nova geração de algas em que Venter já está a trabalhar em parceria com a Exxon........

  20. #20
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    Citação Originalmente Colocado por 3com Ver Post
    Não vale a pena quererem fazer o carro eléctrico aquilo que ele não é, um veículo global!!
    Só não é, porque as baterias continuam a ter uma relação preço/capacidade/peso pouco competitiva. E, se já demos grandes saltos qualitativos nesse ponto, isso deveu-se não aos investimentos da indústria automóvel nas tecnologias de baterias, mas ao dos fabricantes de computadores portáteis e telemóveis. No dia em que o problema de armazenamento deixar de o ser, não tenhas dúvidas que será uma solução global!

    Citação Originalmente Colocado por 3com Ver Post
    Estás a esquecer que hoje em dia o custo energético por cavalo é muito menor e a tendência é para seguir esse caminho de forma ainda mais empenhada, motores com melhor rendimento que conseguem potências semelhantes ou superiores com um consumo inferior! Quer isto dizer que conseguimos o mesmo output com menor input energético.
    Estás-te a esquecer que o rendimento dos motores térmicos continua a ser ridículo (e será sempre) face aos eléctricos.

    Citação Originalmente Colocado por 3com Ver Post
    PS: A tecnologia do veículo eléctrico da Renault-Nissan irá permitir fazer talvez o melhor híbrido plugin. Neste momento o maior desafio é o sistema de propulsão eléctrica e o respectivo sistema de armazenagem de energia. Neste aspecto a Renault-Nissan irá ficar bem servida e bastante autónoma do restante mercado.
    O "sistema de propulsão eléctrica" não é um "desafio" há mais de um século!

    O problema sempre foi, e continua a ser a questão do armazenamento de energia (e, com a massificação, da própria rede de distribuição).

    E ainda hás de explicar essa tua obsessão com a Renault!
    Última edição por Motronic : 22-05-10 às 13:29:01

  21. #21
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    Citação Originalmente Colocado por Motronic Ver Post
    Só não é, porque as baterias continuam a ter uma relação preço/capacidade/peso pouco competitiva. E, se já demos grandes saltos qualitativos nesse ponto, isso deveu-se não aos investimentos da indústria automóvel nas tecnologias de baterias, mas ao dos fabricantes de computadores portáteis e telemóveis. No dia em que o problema de armazenamento deixar de o ser, não tenhas dúvidas que será uma solução global!


    Estás-te a esquecer que o rendimento dos motores térmicos continua a ser ridículo (e será sempre) face aos eléctricos.


    O "sistema de propulsão eléctrica" não é um "desafio" há mais de um século!

    O problema sempre foi, e continua a ser a questão do armazenamento de energia (e, com a massificação, da própria rede de distribuição).

    E ainda hás de explicar essa tua obsessão com a Renault!
    O motor eléctrico não é um problema há mais de um século, o sistema de propulsão é um problema, porque no sistema tens uma fonte energética ...

    Qual obsessão pela Renault? No caso prático, a Renault-Nissan é o único grande construtor com um EV fabricado em larga escala e disponível para encomenda! Conheces mais algum ?

    Não percebi essa do "Estás-te a esquecer que o rendimento dos motores térmicos continua a ser ridículo (e será sempre) face aos eléctricos.". Provavelmente não leste:
    Os motores térmicos são tão poucos eficientes que qualquer fabricante tem a noção que ao melhorar todos o sistema de propulsão terá reduções de consumo significativas e, sabendo que reduzir o peso tem limites e é extremamente caro porque os consumidores não querem abdicar dos padrões de conforto actuais, o caminho a seguir é de grosso modo um, melhorar o rendimento do sistema de propulsão e, sempre que possível, baixar o peso. Por exemplo, o Prius tem um peso acima da média o seu segmento mas o seu rácio output/input é bastante bom, fruto do seu sistema de propulsão combinada!
    Só não é, porque as baterias continuam a ter uma relação preço/capacidade/peso pouco competitiva. E, se já demos grandes saltos qualitativos nesse ponto, isso deveu-se não aos investimentos da indústria automóvel nas tecnologias de baterias, mas ao dos fabricantes de computadores portáteis e telemóveis. No dia em que o problema de armazenamento deixar de o ser, não tenhas dúvidas que será uma solução global!
    A autonomia é um ponto desfavorável mas há que também ter em consideração a questão do conforto da utilização. Ninguém está para abdicar do padrão actual de, em 5m, ter o carro apto a fazer mais de 1000km....
    Ou seja, tão importante como a autonomia é o tempo de carga ou troca de baterias! Neste momento as duas tecnologias que conseguem competir com os comb. fosseis em termos de rapidez são a troca de baterias e a pilha de combustível H2.
    PS: Não tenho duvidas quanto ao facto de puderem vir a ser uma solução global mas nos dias hoje está muito longe de acontecer, em especial nos mercados emergentes!
    Última edição por 3com : 22-05-10 às 16:22:18

  22. #22
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    Eu penso que o factor imagem joga forte nesta questão dos carros eléctricos. As marcas querem apresentar qualquer coisa eléctrica para não ficar mal.

    Existem disparidades entre as autonomias, propostas, etc, o que pode ser sinal de pouco amadurecimento de algumas tecnologias.

  23. #23
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    Citação Originalmente Colocado por SRLA Ver Post
    Para quem quer um carro só que dê para as duas coisas, haverão híbridos estilo os BMW, que têm motores eléctricos potentes e baterias suficientes para ir trabalhar e vir só a electricidade, mas tendo sempre um bom motor para roncar quando necessário.
    Citação Originalmente Colocado por LuisNeves Ver Post
    Não conheço nenhum com essas caraterísticas, a não ser eventualmente em projecto. Toyotas, esses já rolam 3 nas estradas portuguesas.
    Citação Originalmente Colocado por SRLA Ver Post
    BMW ActiveHybrid X6 : multimedia special
    Que Toyotas falas já agora? Aqueles feios como um bode, com amostras de motores e apenas o mínimo de baterias para os americanos os poderem deduzir nos impostos? Ou seja, muita imagem, pouca substância?
    O BMW X6 tem um alcance eléctrico de pouco mais de 2 km a 60 km/h, ou seja faz o mesmo que o Toyota Prius já fazia há uma década atrás. Não vejo como é que se vai e volta do emprego com ele, a não ser que se more lá mesmo ao lado.

    Não vou discutir conceitos estéticos nem a inutilidade de andar em cidade e estrada com bisontes de 2 toneladas com 300 cv, cada um é feliz como quer. Mas fica sabendo que já rolam em Portugal 3 Prius PHV que dão para ir e voltar para o emprego, e quando acaba a energia têm o motor de combustão e o sistema híbrido normal para continuar a andar. E com potência mais que suficiente para um utilizador normal.

  24. #24
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    O pessoal pensa que a electrecidade nasce por geração espontânea.

    Não acredito nos carros eléctricos.

    Além disso pelo que ouvi as baterias são altamente poluentes.
    E quando se fala em carros eléctricos toda a gente pensa que é muito bonito os carros a andar não poluem nada. Mas quanto é que poluiu a produção de energia que usam. Qual o nível de poluição gerado para produzir e eliminar as baterias?

    Raramente vejo alguém a falar nisto.
    Andamos todos com a paranoia do CO2 e outros elementos.
    Já agora também não acredito ques os diesel sejam menos poluentes que os otto.

  25. #25
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    Citação Originalmente Colocado por Two Ver Post
    O pessoal pensa que a electrecidade nasce por geração espontânea.

    Não acredito nos carros eléctricos.

    Além disso pelo que ouvi as baterias são altamente poluentes.
    E quando se fala em carros eléctricos toda a gente pensa que é muito bonito os carros a andar não poluem nada. Mas quanto é que poluiu a produção de energia que usam. Qual o nível de poluição gerado para produzir e eliminar as baterias?

    Raramente vejo alguém a falar nisto.
    Andamos todos com a paranoia do CO2 e outros elementos.
    Já agora também não acredito ques os diesel sejam menos poluentes que os otto.
    Os carros eléctricos, mesmo que a energia que usam polua o mesmo que o uso de motores de combustão no que respeite a emissões de CO2, são bons em particular para as cidades por uma simples razão: acabam com a poluição urbana, em especial de partículas como as emitidas pelos diesel, que são responsáveis por inúmeros problemas de saúde.

    No actual estado de desenvolvimento, contudo, as baterias são uma enorme limitação, pela pouca capacidade, elevado peso, elevado custo e reduzido tempo de vida.

  26. #26
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    Citação Originalmente Colocado por Two Ver Post
    O pessoal pensa que a electrecidade nasce por geração espontânea.
    Há quem pense. É um facto!

    Citação Originalmente Colocado por Two Ver Post
    Não acredito nos carros eléctricos.

    Além disso pelo que ouvi as baterias são altamente poluentes.
    E quando se fala em carros eléctricos toda a gente pensa que é muito bonito os carros a andar não poluem nada. Mas quanto é que poluiu a produção de energia que usam. Qual o nível de poluição gerado para produzir e eliminar as baterias?
    Sabes que um carro eléctrico não tem necessariamente que depender de baterias (e, mesmo assim, nem todas são iguais. Estás disposto a prescindir do teu portátil ou telemóvel por causa de supostos efeitos negativos no ambiente que nem sabes quais são?). Tens, por exemplo, ultra-condensadores: Report on ultracapacitors: major advances on tap https://woc.uc.pt/dem/class/getmater...s=328&idyear=6 ou Fuel-cells: The Bloom Box - 60 Minutes - CBS News

    Citação Originalmente Colocado por Two Ver Post
    Já agora também não acredito ques os diesel sejam menos poluentes que os otto.
    Nem tens que acreditar! Convinha é que já o soubesses!

  27. #27
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    Motronic, escreveste o que eu ia escrever agora
    Uma soluçao é a Bloom Box, mas não estou há ver a EDP/Governo achar muita graça teres energia quase de graça para a tua casa e carro.

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  28. #28
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    Citação Originalmente Colocado por Golf Ver Post
    Motronic, escreveste o que eu ia escrever agora
    Uma soluçao é a Bloom Box, mas não estou há ver a EDP/Governo achar muita graça teres energia quase de graça para a tua casa e carro.

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    Estou-me nas tintas para o que a EDP/Governo/sejaquemfor acha graça.

    E a Bloom box ainda tem muito que provar. Mas, assumindo que o que anunciam, corresponde à realidade, baste que ganhe massa crítica, para que os problemas de produção, transporte, e armazenamento de electricidade, sejam, na prática, questões do passado!

  29. #29
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    estás a ver tu teres energia para o resto da tua vida por 3000 dólares, sem o governo por as unhas?Vai logo aparecer o Bloom Socas tax!

  30. #30
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    O alcool não era má solução. Diminui imenso o CO2 e não é preciso mexer nos carros, só alterar a centralina e pouco mais.

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