Nem a propósito, recebi este SPAM no e-mail, se tiverem paciencia, leiam porque dá que pensar.
" >A natureza da tolerância no Islão
>
> Os actos de violência que os muçulmanos têm cometido na Europa e nos
> Estados Unidos, são geralmente atribuídos a uma minoria "fundamentalista",
> mas na verdade todo o Islão se fundamenta em princípios de intolerância e
> beligerância, especialmente contra o mundo Cristão ocidental. Conheça
> alguns pormenores bem esclarecedores...
>
> Roberto de Mattei
>
>
> Nas terras conquistadas pelo Islão, a opção deixada aos vencidos é a
> conversão ou a morte. Para os adeptos da religião dos "Livros Santos",
> cristãos e hebreus, mas também sabeítas e zoroastristas, definidos como
> "gente do Livro" (ahl el-Kitab) ou "gente do Pacto" (ahl el-dhimma), está
> previsto um estatuto privilegiado desde que aceitem submeter-se ao Islão.
> Tal estatuto jurídico de inferioridade, chamado dhimma, é simbolizado pelo
> pagamento de uma taxa pessoal que indica o reconhecimento público da
> subordinação ao Islão.
>
> O pacto de Omar, primeiro sucessor do profeta, introduziu o distintivo
> para
> os protegidos: castanho para os madeístas, azul para os cristãos, amarelo
> para os hebreus e, confinando os dhimmos em bairros especiais, antecipa
> assim o aparecimento da prática dos guetos.
>
> Os dhimmos, desde que aceitem submeter-se ao Islão, são integrados na
> comunidade islâmica, mas na condição de uma pesada sujeição jurídica. São
> excluídos dos cargos públicos e obrigados a cumprir os imperativos sociais
> da charia; o proselitismo religioso é punido com a pena de morte, mas os
> dhimmos devem aceitar o proselitismo dos muçulmanos, mesmo nas suas
> igrejas
> ou sinagogas. Por outro lado, os dhimmos não podem construir edifícios
> mais
> altos do que os dos muçulmanos, devem proceder aos funerais dos seus
> mortos
> em segredo, sem prantos nem lamentos; é-lhes vedado tocar sinos, expor
> qualquer objecto de culto e proclamar, diante de um muçulmano, as crenças
> cristãs. Um muçulmano pode casar-se com uma mulher dhimma, mas um dhimmo
> não pode casar-se com uma muçulmana; a criança nascida de um casamento
> misto é sempre muçulmana. A sanção que pune os muçulmanos culpados de
> delitos é atenuada se a vítima for um dhimmo. Os não-muçulmanos nunca
> podem
> ser testemunhas contra muçulmanos, sendo o seu juramento inaceitável. Tal
> rejeição funda-se, segundo os hadith, sobre a natureza perversa e
> mentirosa
> dos "infiéis" que insistem deliberadamente em negar a superioridade do
> Islão. Pela mesma razão, um muçulmano, mesmo que seja culpado, não pode
> ser
> condenado à morte, se for acusado por um infiel. Pelo contrário, aconteceu
> diversas vezes que houve dhimmos condenados à morte no lugar de muçulmanos
> culpados.
>
> A rejeição das testemunhas dhimmas é particularmente grave quando elas,
> caso não raro, são acusadas de ter "blasfemado" contra Maomé, delito
> punido
> com a pena de morte. Os dhimmos, incapacitados de refutar em juízo as
> acusações dos muçulmanos, encontram-se, muitas vezes constrangidos a
> aceitar o Islão, para conseguirem salvar a vida.
>
> O pagamento do tributo a que estão sujeitos os dhimmos, chamado kharadj, é
> justificado pelo princípio segundo o qual a terra subtraída pelo Islão aos
> "infiéis" é considerada como pertencente, por direito, à comunidade
> muçulmana. Por força deste princípio, qualquer proprietário é reduzido à
> condição de um tributário que detém a sua terra na qualidade de mero
> usufrutuário por concessão da umma. A taxa vem carregada de um simbolismo
> sagrado e bélico: é o direito inalienável atribuído por Alá aos vencedores
> sobre o solo inimigo. Além da kharadj, os dhimmos são obrigados a pagar
> outro imposto, a djizya, que lhes é imposta no decurso de uma cerimónia
> humilhante: enquanto paga, o dhimmo é golpeado na cabeça ou na nuca.
>
> É esta a natureza da tolerância no Islão."