[IMPRENSA] Manipulação e Censura "Made in USA"

Mendes77

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www.projectcensored.org



A comunicação social norte-americana silencia os planos estratégicos da Casa Branca, para evitar que a opinião pública possa opinar sobre eles.

Um estudo recente da Universidade Estadual de Sonoma (Califórnia) parece confirmar esta teoria. É o novo relatório anual do Project Censored. Há 27 anos, dezenas de estudantes e professores da universidade (foram 200, este ano) dedicam-se a identificar os dez episódios mais importantes cuja informação foi negada à grande maioria dos norte-americanos. Além de apontar as omissões, a universidade premia os profissionais que romperam – quase sempre em jornais, revistas e espaços de internet independentes – o muro de silêncio.


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Nos EUA não há, por enquanto, censura estatal à imprensa. O controle é feito pelos próprios monopólios que dominam a comunicação. A existência do projecto revela que ocultar fatos da opinião pública não é exactamente uma novidade no país de Bush. O que mais choca é o que está sendo censurado actualmente. A pesquisa revela que jornais e TVs sonegam aos cidadãos, agora, o direito de se informar (e, portanto, de opinar) sobre os projectos mais importantes executados pela Casa Branca. Para conferir, basta examinar a lista das “Top ten censored stories” – os dez fatos mais ocultados dos cidadãos.

1. Os planos dos neoconservadores para mudar a geopolítica do mundo:
O mandato de Bush foi marcado, desde o início, pela forte presença dos chamados “neoconservadores”, em postos-chaves dos departamentos de Defesa (Forças Armadas) e Estado (relações diplomáticas). Formada no pós-II Guerra, esta corrente crê na violência como “estado natural” da humanidade, e propõe abertamente que os EUA conquistem, por meios militares, o controle de grandes áreas do planeta (em especial o mundo árabe), e a submissão de possíveis adversários. Liderados por figuras como Paul Wolfowitz (subsecretário de Defesa), Richarde Perle e William Kristol, os “neocons” propunham guerras contra o Iraque e o Afeganistão muito antes do 11 de setembro de 2001. Uma das instituições criadas por eles – o Projecto para um novo Século Americano (PNAC, em inglês) falava, já em 2002, na “necessidade de um novo Pearl Harbour.
Após o atentado às torres gémeas, os “neocons” assumiram o controle quase completo sobre a política externa dos EUA. Sua ascensão foi relatada pela agência internacional independente IPS e por The Sunday Herald, Harpers’ Magazine, Mother Jones e Pilger.com, igualmente alternativos. No entanto, diz Peter Phillips, coordenador do Project Censored e professor da Universidade de Sonona: “A maior parte das pessoas neste país estão totalmente desinformadas da existências do PNAC”. Os grandes jornais e redes de TV preferem silenciar sobre eles e seus planos. Este silêncio é crucial para ocultar os verdadeiros objectivos da Casa Branca. Um documento do Project Censored lembra que “a mídia quase não examinou o papel do petróleo na política norte-americana sobre o Iraque e Golfo Pérsico, e a cobertura que houve tendeu a ridicularizar ou esconder a ideia de que a guerra tinha algo a ver com esta riqueza”.

2. As ameaças às liberdades civis:
O atentados do 11 de setembro permitiram também que a Casa Branca apresentasse ao Congresso leis claramente atentatórias aos direitos e liberdades individuais. No final de 2001, começou a tramitar o Patriot Act, complementado no início deste ano pelo Patriot Act II. Suas implicações são enormes. “Segundo a secção 501 [do Patriot Act], um cidadão norte-americano pode, ainda que não pratique actos ilegais, detido na rua ou em casa, e submetido a tribunal militar sem notificação a um advogado, à imprensa ou à família”, diz o relatório do Project Censored.
As leis propostas por Washington foram fartamente noticiadas pela imprensa -- mas os dispositivos que ameaçam as liberdades civis continuam ocultos. Mais uma vez, as excepções vieram quase apenas do universo da imprensa crítica: Global Outlook, Rense.com, PublicIntegrity.org. Entre a mídia comercial, houve alguma cobertura em Tampa Tribune e Baltimore Sun.

3. O sumiço de 8 mil páginas de um relatório iraquiano à ONU:
Apoiado em sua presença no Conselho de Segurança e em seu poder político, o governo norte-americano suprimiu a maior parte (8 mil páginas de um total de 11,8 mil) de um relatório submetido à ONU, no ano passado, pelo governo iraquiano. Os capítulos extirpados referiam-se ao período em que Washington colaborava com Saddam Hussein, na guerra do Iraque contra o Irão. Descreviam em detalhes como os EUA, naquele período, abasteceram Bagdad com armas químicas e biológicas, e construíram depósitos para elas. Além da própria Casa Branca, o relatório implicava grandes corporações, como Bechtel, Eastman Kodak e Dupont. Apenas duas pequenas (porém bravas) publicações cobriram o fato: Democracy Now e The Humanist and ArtVoice. O jornalismo comercial silenciou mais uma vez.

4. O plano de Donald Rumsfeld para provocar terroristas:
Em outubro de 2002, o repórter Chris Floyd contou, no sítio alternativo Counterpunch, a história dos destacamentos militares secretos que o Pentágono, sob direcção do secretário Donald Rumsfeld, estava espalhando pelo mundo. “Os grupos foram apelidados ‘Pee-Twos’ (‘Pro-active, Preemptive Operations Groups’), e encarregados de desempenhar missões secretas destinadas a ‘estimular reacções’ entre grupos terroristas, provocando-os a cometer actos violentos capazes de expô-los a ‘contra-ataques’ norte-americanos”, escreveu Floyd. Ele mesmo concluiu: se o plano der certo, “os Pee-Twos poderão ser usados sempre que o regime desejar acrescentar um território rico em petróleo, ou uma nova base militar ao portfólio do Império”. Apesar do apetite da mídia por tudo o que possa provocar medo em relação aos terroristas, a notícia não repercutiu nos “grandes” jornais. “É fácil entender o silêncio, quando se observa a ambiguidade moral da mídia – em especial no que se refere a possível cumplicidade dos EUA com crimes e assassinatos”, afirmou Floyd.

5. O ataque aos direitos dos trabalhadores e aos sindicatos:
Sempre na esteira da “segurança nacional”, e sempre em aliança com as grandes corporações, o governo Bush serviu-se de velhas leis para limitar a actividade sindical. Em outubro de 2002 deu-se o caso mais importantes. Uma longa e poderosa greve de estivadores da Costa Oeste foi interrompida por coerção judiciária, solicitada pela Casa Branca. Os ataques à acção sindical estão se multiplicando mas a mídia cala-se, relata o Project Censored. Como excepção, o estudo citou quatro reportagens que relataram, nos últimos doze meses, os ataques ao mundo do trabalho. Lee Sustar, autor de um dos textos citados, denuncia: “Há vinte anos, todo jornal tinha um repórter especializado em trabalho, atento a todos os fatos. Hoje, há apenas cobertura a partir do lado patronal”.

6. A tentativa de oligopolizar os serviços de internet:
Uma das principais características da internet – a multiplicidade de provedores de acesso, que praticamente impede o controle da rede – está sob ameaça, nos EUA e em outros países. Graças a seu poder económico, e a medidas desregulamentadoras adoptadas pela Comissão Federal de Comunicações (FCC, em inglês), as grandes corporações telefónicas estão exercendo concorrência desleal sobre pequenos provedores e levando-os à falência. O repórter Arthur Stamoulis mostrou, no pequeno Dollars and Sense, que a formação deste oligopólio é uma ameaça ao jornalismo independente que floresceu nos últimos anos, em parte graças à net. Nenhum jornal ou TV comercial interessou-se por ele pelo tema. Ele permanece ignorado, num país em que dezenas de milhões de pessoas estão conectadas à rede.

7. A sabotagem, pelos EUA, de tratados e comissões internacionais:
Empenhados em construir uma ordem internacional em que nada possa se opor a seu próprio poder, os EUA estão trabalhando activamente para sabotar tratados internacionais (entre eles, o Protocolo de Quioto, o Tratado de Proibição das Minas Terrestres e o Tratado de Não-proliferação da Armas Nucleares). Além disso, sua diplomacia elefantina paralisou o trabalho de comissões da ONU, como a Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ), de onde foi defenestrado o brasileiro José Bustami. Apenas quatro publicações independentes trataram do assunto. A mídia comercial protegeu a Casa Branca.

8. O uso ininterrupto de armas de urânio empobrecido:
Os índices de incidência de câncer explodiram no Iraque, a partir da primeira Guerra do Golfo, em 1991. Forças norte-americanas e britânicas usaram naquele conflito munições com urânio empobrecido. Elas ajudam a derreter a blindagem dos tanques. Depois penetram no solo, contaminam as fontes de água e as lavouras, são ingeridas pelo homem e... matam outra vez! Os EUA têm usado costumeiramente tais armas: duas vezes no Iraque, mas também no Afeganistão, em Kosovo, na Bósnia. Apenas três publicações contaram a história: duas independentes (The Sunday Herald e Children of War) e a revista pornô Hustler. Os jornalões não tiveram a decência de seguir seu exemplo.

9. O naufrágio do Afeganistão:
Quatro jornais independentes (The Nation, Left Turn e Mother Jones), mais um do “mainstream” (Toronto Star) visitaram o Afeganistão recentemente. Constataram os resultados da invasão norte-americana: aumento da pobreza, manutenção do poder dos senhores da guerra, repressão contínua contra as mulheres. Excepto por estes casos isolados, contudo, relata o Project Censored, o país “saiu das telas de radar da imprensa norte-americana”. Reese Erlich, que esteve durante três meses em Kabul e outras cidades, conta: “os repórteres não vão ao Afeganistão. Procuram os funcionários do Departamento de Estado, para que tudo flua através de lentes cor-de-rosa e a opinião pública se tranquilize, imaginando que as coisas estão melhores. Mas elas não estão”...

10. A recolonização da África:
Em junho de 2002, os oito países mais ricos do planeta lançaram a chamada Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (Nepad, em inglês). Por trás do nome grandiloquente há uma surpresa (parceria com quem, se nenhuma nação africana foi convidada para ajudar a dirigir o esforço?) e uma suspeita. Após examinar as matérias publicadas por quatro publicações independente (Left Turn, Briarpatch e New Internationalist”), os responsáveis pelo Project Censored concluem: “O Nepad assemelha-se ao Plano Colômbia, em sua tentativa de empregar técnicas de desenvolvimento ocidentais para oferecer oportunidades de lucro a investidores internacionais”, diz. Também aqui, o jornalismo comercial passou em branco.
 
Por isso mesmo detesto os americanos... Principalmente o seu presidente.

Mas quem tem culpa de ele estar no poder é mm dos americanos, e mesmo depois de tomarem conhecimento destas informações continuam a apoiar a administração..
 
Mas isso já não é novidade nenhuma os EUA sempre controlaram a imprensa e tudo funciona em harmonia façam as barbaridades que fizerem o "povão" pensa sempre que estão a fazer melhor incluindo a triste comunidade de portugueses que lá estão na sua maioria pessoas sem grande conhecimento.[|)]
 
velho como o ***** de cócoras...

só vai nas conversas deles quem quer.
o prob. é quando um governante com as mãos bem untadas arrasta uma nação inteira. durão barroso. este vendeu o pais, só não sei por quanto e onde está o guito
 
Infelizmente não existe imprensa realmente livre em nenhum lado. Quer seja por razões políticas, ideológicas ou económicas, todos os media estão de certa forma condicionados.

No entanto, e apesar de muitas falhas na cobertura da guerra ao terrorismo e da guerra do Iraque, os EUA têm dos media mais independentes e livres do mundo.

Se criticam a manipulação dos media nos EUA, o que dizer de Cuba, da China, da Rússia, etc... e por cá? Será que em Portugal temos uma imprensa mais independente que nos EUA?

Exceptuando o "Avante", claro[}:)][}:)][}:)][}:)]

PS: lembrei-me agora de uma revista que a minha escola secundária recebia com regularidade na biblioteca: "Vida Soviética" Alguém se lembra? Aquilo é que era informação independente e livre[}:)][}:)][}:)][}:)]
 
oh meus amigos, mas eles controlam o que? lol

se controlassem isto n saía cá para fora... podem tentar abafar as coisas por uns tempos, mas vem-se a saber tudo!

mas aqui em portugal tb se abafam as coisas, e se calhar muito mais escandalosamente... e n controlamos nada
 
citação:No entanto, e apesar de muitas falhas na cobertura da guerra ao terrorismo e da guerra do Iraque, os EUA têm dos media mais independentes e livres do mundo.

se acreditas no que escreveste, nem sei o que te diga.´
é como acreditar na "democracia" que por lá existe.
lembra-te, não ponhas as mãos no lume por ninguem, e, mesmo por ti, tem cuidado, é que ás vezes temos reacções que nos surpreendem a nós mesmos.

é verdade que não há uma imprensa "LIVRE" em lado nenhum, mas a culpa é de quem compra, NOSSA!!!!!!
se em vez de 1€, tivessemos de dar 3€ por um jornal/revista para ler coisas que nos custa a acreditar...

na australia existiu um jornal que não "queria" publicidade para poder ser independente e fechou, os custos eram insuportaveis.
funcionava do genero, publicaste este artigo, como tal retiro a publicidade que cá tenho, ofendeu os membros/a mim/alguem da corporação...

nós é que gostamos de ser enganados. é velho que na maioria das vezes é mais facil/conveniente acreditar na mentira do que na verdade.
 
Se os USA não são o País da Liberdade, gostava de saber qual o que vocês elegeriam para o 1º lugar....

E estamos a falar de Países onde haja grandes debates de grandes causas. Nada daqueles pacíficos e correctos que até chateia. Estilo Nova Zelândia, Canadá, e outros... [8D]
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

Se os USA não são o País da Liberdade, gostava de saber qual o que vocês elegeriam para o 1º lugar....

E estamos a falar de Países onde haja grandes debates de grandes causas. Nada daqueles pacíficos e correctos que até chateia. Estilo Nova Zelândia, Canadá, e outros... [8D]

Portugal. :D
 
cá!
ou pensas que os principios aplicados são diferentes?

"Se os USA não são o País da Liberdade, gostava de saber qual o que vocês elegeriam para o 1º lugar...."

que entendes por liberdade?
devemos ter conseitos diferentes...

por acaso falei em "democracia".

e esses debates, no final, são para encher o olho, tal como cá. falam, falam, falam, e fazem o que querem...
mudam uma merdita aqui e acolá, tudo sem grande fundo, e o zé povo fica feliz, conseguiu uma mudança.lol
 
citação:Originalmente colocada por eu

Infelizmente não existe imprensa realmente livre em nenhum lado. Quer seja por razões políticas, ideológicas ou económicas, todos os media estão de certa forma condicionados.

No entanto, e apesar de muitas falhas na cobertura da guerra ao terrorismo e da guerra do Iraque, os EUA têm dos media mais independentes e livres do mundo.

Se criticam a manipulação dos media nos EUA, o que dizer de Cuba, da China, da Rússia, etc... e por cá? Será que em Portugal temos uma imprensa mais independente que nos EUA?

Exceptuando o "Avante", claro[}:)][}:)][}:)][}:)]

PS: lembrei-me agora de uma revista que a minha escola secundária recebia com regularidade na biblioteca: "Vida Soviética" Alguém se lembra? Aquilo é que era informação independente e livre[}:)][}:)][}:)][}:)]

Os EUA têm dos media mais independentes?

Andas a delirar! :D:D
 
Se não o fosse, não dariam notícias destas:

http://www.cnn.com/2006/WORLD/meast/10/06/marines.iraq.ap/index.html

E que me lembre, os EUA foram o único País onde um Presidente se demitiu por causa de uma investigação jornalística independente.

Além disso, a possibilidade de dares esta tua opinião sobre os EUA existe graças a tecnologia Americana desenvolvida em programas militares (Internet), provavelmente usando um processador e software made in USA.[}:)][}:)][}:)][}:)]

Se a Internet permite media alternativos livres, e se a Internet foi uma criação Americana, então devias agradecer aos USA por poderes ter acesso a esses media, que na maior parte dos casos só têm... lixo.
 
O que vejo nos USA é a liberdade de se debaterem grandes temas sem quaisquer limitações à partida. E depois, vence o mais sensato.

E quem define isso é o próprio público, aderindo ou não aos media em causa e rejeitando os pasquins.

Se isso não é liberdade, se não é a verdadeira escolha do povo, então o que será a liberdade e democracia?

E isto apenas para aprofundar e dignificar o debate, pois a vermos pelo percurso do autor deste tópico, o conceito de democracia e liberdade não constam no dicionário dele. [8D]
 
citação:Originalmente colocada por eu

Se não o fosse, não dariam notícias destas:

http://www.cnn.com/2006/WORLD/meast/10/06/marines.iraq.ap/index.html

E que me lembre, os EUA foram o único País onde um Presidente se demitiu por causa de uma investigação jornalística independente.

Além disso, a possibilidade de dares esta tua opinião sobre os EUA existe graças a tecnologia Americana desenvolvida em programas militares (Internet), provavelmente usando um processador e software made in USA.[}:)][}:)][}:)][}:)]

Se a Internet permite media alternativos livres, e se a Internet foi uma criação Americana, então devias agradecer aos USA por poderes ter acesso a esses media, que na maior parte dos casos só têm... lixo.

Nos EUA como no resto do mundo existem os "bons" e os "maus", nunca pus em causa a existencia dos primeiros na terra do Tio Sam, estou-me a referir aos ultimos: a classe parasita, que como podes constatar a já muitas decadas veem pondo em perigo a Democracia no mundo e inclusive no proprio EUA, agora mais do que nunca o poder e a riqueza se concentrou em tão poucas mãos, isso é mau ;)

Portanto a questão que levanto não é a existencia da manipulação ou censura na imprenssa, que alias existe no mundo inteiro, nem muito menos a falta de liberdade nos STATES, a questão é o poder que se concentra em certas classes... uma coisa é a “corrupçãozinha” de um dictadorzinho de uma “republica das bananas” qualquer e outra bem diferente a corrupção perpetrada por uma classe elitista poderosa da maior potencial mundial que detem o potencial de influenciar negativamente os destinos mundo.

Recomendo o livro “Hegemonia ou Sobrevivência” de Noam Chomsky, o autor é NorteAmericano, é considerado o maior Intelectual ou pensador da actualidade, no referido livro Chomsky tece duras criticas ao que tem sido a política dos EUA das ultimas décadas sobretudo a sua política externa, a influencia de certas classes nessas politicas. Como bom cidadão norteamericano que é fá-lo com o intuito de acordar o seu povo para os perigos de uma política destrutiva não só para “os outros” mas também para o próprio EUA.

Lê o livro e depois diz alguma coisa. Bye!
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citação:Além disso, a possibilidade de dares esta tua opinião sobre os EUA existe graças a tecnologia Americana desenvolvida em programas militares (Internet), provavelmente usando um processador e software made in USA.

tás a falhar, não foram só eles e a historia não é bem assim.

citação:E que me lembre, os EUA foram o único País onde um Presidente se demitiu por causa de uma investigação jornalística independente.
lá como cá, que estava por detras deste jornal?
não haveria interesses para alem da dita verdade?
deve ter sido por lá haver muita justiça e liberdade, que só á pouco tempo divulgaram o nome do gajo que terá dado á lingua.

citação:E quem define isso é o próprio público, aderindo ou não aos media em causa e rejeitando os pasquins.

Se isso não é liberdade, se não é a verdadeira escolha do povo, então o que será a liberdade e democracia?
tem-se visto as grandes mudanças baseadas na vontade do povo.
deve ser amanhã que vão mandar o lobby das armas á mer** e fazer um referendo ...

citação:Vê a credibilidade e o peso na sociedade dos USA de alguns jornais e programas de TV.
eu de momento não sei, mas alguem em estatisticas dos progs. mais vistos peklas teras do tio sam? e já agora, de que tratam?
assim de repente, 60minutos, boa bosta, perguntas com a resposta incluida e bem orientadas para as respostas pretendidas, wwe..., oprah? é importante para cabeças ocas. mais?
 
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