OS GRANDES PORTUGUESES

citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim

Meu caro Rasec,

Aquilo que tu consideras como justificado "à luz do tempo em que viveu e das filosofias vigentes da altura" nunca poderá justificar a crueldade com ele tratou TODOS aqueles que de uma forma ou de outra lhe puseram frente. São tantos os crimes de homicidio, devidamente justificados em nome do estado, que noutras situações transformaria o seu nome num nome proscrito.

Pouco mais de 200 anos nos separam de tal criatura, pelo que os valores não mudaram assim tanto. O homem poderia ter muitas virtudes, mas quando se pesa na balança da justiça da humanidade, esta verga-se para o lado da crueldade.

Agora se ele é o teu herói, força. Aliás a história está cheia destes heróis.

Se formos a justificar os crimes cometidos pelas "filosofias vigentes da altura" teremos de passar uma esponja nas barbaridades hitlerianas e estalinistas. Estás disposto a assumir essa justificação?


Se para ti são coisas comparáveis... o que é que eu posso dizer...

Se para ti e para o J.R. o facto de ele ter estado acima de tudo a favor do estado contra a força da igreja (certamente que este ponto vos é sensível), é o mais importante, que mais se pode dizer?

Para mim foi um estadista, JUSTO, inteligente e capaz de colocar Portugal ao nível do resto da Europa (coisa nunca mais vista depois dessa altura).

Para outros foi apenas alguém que se se esqueceu que a igreja católica deveria continuar a obrigar a populaça portuguesa a viver mergulhada no obscurantismo da idade medieval...

Continuo a desafiar-vos para lerem uma boa biografia do Senhor.
 
citação:Nem sei onde foste tirar a ideia de que sou comunista, talvez se fosses mais atento ao que escrevo poderias entender que não apoio nem nunca apoiaria um regime semelhante.
As minhas sinceras desculpas, não pretendia insultar. [8)]
 
citação:Originalmente colocada por Rasec

citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim

Meu caro Rasec,

Aquilo que tu consideras como justificado "à luz do tempo em que viveu e das filosofias vigentes da altura" nunca poderá justificar a crueldade com ele tratou TODOS aqueles que de uma forma ou de outra lhe puseram frente. São tantos os crimes de homicidio, devidamente justificados em nome do estado, que noutras situações transformaria o seu nome num nome proscrito.

Pouco mais de 200 anos nos separam de tal criatura, pelo que os valores não mudaram assim tanto. O homem poderia ter muitas virtudes, mas quando se pesa na balança da justiça da humanidade, esta verga-se para o lado da crueldade.

Agora se ele é o teu herói, força. Aliás a história está cheia destes heróis.

Se formos a justificar os crimes cometidos pelas "filosofias vigentes da altura" teremos de passar uma esponja nas barbaridades hitlerianas e estalinistas. Estás disposto a assumir essa justificação?


Se para ti são coisas comparáveis... o que é que eu posso dizer...

Se para ti e para o J.R. o facto de ele ter estado acima de tudo a favor do estado contra a força da igreja (certamente que este ponto vos é sensível), é o mais importante, que mais se pode dizer?

Para mim foi um estadista, JUSTO, inteligente e capaz de colocar Portugal ao nível do resto da Europa (coisa nunca mais vista depois dessa altura).

Para outros foi apenas alguém que se se esqueceu que a igreja católica deveria continuar a obrigar a populaça portuguesa a viver mergulhada no obscurantismo da idade medieval...

Continuo a desafiar-vos para lerem uma boa biografia do Senhor.

JUSTO?

Sim de facto era homem de justiça, até quando nomeou tribunais especiais mandatados para executar os seus crimes de homicidio.

Sim era uma homem justo, tanto expulsava um jesuíta, como logo a seguir enforcava o povo e para que ninguém se ficasse a rir, mandava executar os nobres (com requintes medievais, as trevas de que ele afinal queria libertar).

Tudo a bem do progresso e do estado...

Curioso, a maçonaria em Portugal diz que os anos entre 1760 e 70 foram anos foram de uma maior tolerância governativa, permitindo florescer as suas actividades...curioso mas também evidente.

Quanto ao facto de eu me tocar por causa da igreja, nem comento .

Agora uma coisa é certa, ao seu tempo e olhando para as medidas que tomou, o Marquês de Pombal era um homem de esquerda, como era (e é) Saddam Hussein e foi Chausesco, por exemplo. Daí que este ditador seja tão popular.
 
Concurso parvo, rídiculo e asqueroso...

Ainda por cima paga-se para votar...

Há gajos que são génios a facturar...
 
citação:Originalmente colocada por DêCêIi

Concurso parvo, rídiculo e asqueroso...

(...)
Não é um concurso.

citação:Descobridor ou inventor? Cientista ou poeta? Político ou artista? Corajoso ou talentoso? Quem é, para si, o maior português de todos os tempos… de Afonso Henriques até aos dias de hoje? É este o grande desafio que aqui lhe lançamos.

Os Grandes Portugueses é o novo programa de entretenimento da RTP que, de forma bem disposta, combina o Documentário com o Grande Espectáculo. É um verdadeiro desafio ao País e, ao mesmo tempo, um excelente momento para um debate animado entre os portugueses sobre a sua História.

O programa destina-se eleger – com o seu voto – a personalidade mais marcante da História de Portugal. O português que você mais admira.
 
Espera... O Objectivo é eleger o maior Português através de votação... Isto não é concurso [?] [?] [?]

Mas pronto, houve alguém que teve a brilhante ideia de querer achar o maior Tuga com base numa comparação de pilas...

Pena é que o Tuga não se orgulhe e tenha orgulho em ser Português e naquilo que esta nação já fez. Para disfarçar arranjam estas tretas...
 
citação:Originalmente colocada por DêCêIi

(...)

Pena é que o Tuga não se orgulhe e tenha orgulho em ser Português e naquilo que esta nação já fez. Para disfarçar arranjam estas tretas...
Ok, recordar as grandes figuras deste país serve exactamente para isso exaltar o orgulho nacional de pertencer a esta grande nação e com o mérito de não estar associado a futebois.
 
Recordar apenas num evento não é a melhor forma de exaltar orgulho pelo que é nosso...
 
para mim foi aquele que deu cabo do dominio espanhol de 60 anos que tivemos...debaixo

esse sim, se não fosse ele ainda estariamos sobre dominio espanhol até hoje se calhar
 
citação:Originalmente colocada por Rasec

citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim

Meu caro Rasec,

Aquilo que tu consideras como justificado "à luz do tempo em que viveu e das filosofias vigentes da altura" nunca poderá justificar a crueldade com ele tratou TODOS aqueles que de uma forma ou de outra lhe puseram frente. São tantos os crimes de homicidio, devidamente justificados em nome do estado, que noutras situações transformaria o seu nome num nome proscrito.

Pouco mais de 200 anos nos separam de tal criatura, pelo que os valores não mudaram assim tanto. O homem poderia ter muitas virtudes, mas quando se pesa na balança da justiça da humanidade, esta verga-se para o lado da crueldade.

Agora se ele é o teu herói, força. Aliás a história está cheia destes heróis.

Se formos a justificar os crimes cometidos pelas "filosofias vigentes da altura" teremos de passar uma esponja nas barbaridades hitlerianas e estalinistas. Estás disposto a assumir essa justificação?


Se para ti são coisas comparáveis... o que é que eu posso dizer...

Se para ti e para o J.R. </u>o facto de ele ter estado acima de tudo a favor do estado contra a força da igreja (certamente que este ponto vos é sensível), é o mais importante, que mais se pode dizer?

Para mim foi um estadista, JUSTO, inteligente e capaz de colocar Portugal ao nível do resto da Europa (coisa nunca mais vista depois dessa altura).

Para outros foi apenas alguém que se se esqueceu que a igreja católica deveria continuar a obrigar a populaça portuguesa a viver mergulhada no obscurantismo da idade medieval...

Continuo a desafiar-vos para lerem uma boa biografia do Senhor.
HEIN?????
Que é que foi agora???
 
Martin Moniz

A lenda

De acordo com a lenda, terá sido um nobre cavaleiro que lutou com heroísmo durante aquele cerco, ao lado das forças cristãs sob o comando do rei D. Afonso Henriques (1112-85).

Ao perceber o entreabrir de uma porta no Castelo dos Mouros, atacou-a individualmente, sacrificando a vida ao atravessar o seu próprio corpo no vão da mesma, como forma de impedir o seu encerramento pelos defensores.

Esse gesto heróico permitiu o tempo necessário à chegada e o acesso dos companheiros, que assim conseguiram conquistar o castelo. Em sua homenagem, esse acesso ficou conhecido como Porta de Martim Moniz.
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E a Bandeira não caiu no Solo.

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Feito heróico de Duarte de Almeida, o Decepado.
O Alferes Mor Duarte de Almeida, natural de Vila Pouca de Aguiar, que decepado,manteve heroicamente, drapejando nos ares, o estandarte português, na batalha do Toro, em 1 de Março de 1476.



Haverá outros mas estes dois exemplos ficam para sempre na memória.

Não esquecer nunca
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OS "HERÓIS" DE LA LYS
No Abrupto está publicado um "mail" de um leitor que refere a memória histórica do dia 9 de Abril de 1918. Nesse dia, o mítico Corpo Expedicionário Português - que estava integrado junto das forças inglesas - foi literalmente dizimado pela ofensiva alemã chefiada por Ludendorff, depois da debandada dos britânicos que deixaram os pobres dos portugueses entregues à sua má sorte e à sua iliteracia (não sabiam inglês e não perceberam a tempo que tinham de fugir...). Curiosamente isso aconteceu no dia em que os ingleses se preparavam para render os esfarrapados militares do CEP, em La Lys. Esse local acabou por se tornar famoso e por tornar famoso aquele "corpo" de "heróis", os únicos que temos para apresentar nos "teatros de guerra" em que participámos no século XX. A má consciência e o temor reverencial - os mesmos que estiveram presentes na "visita da Estado" a Angola a semana passada - impedem-nos de encontrar grandes "heróis" na "guerra colonial". Apenas o regime de Salazar venerava anualmente, na Praça do Império, os "seus" mortos de África como "exemplos", condecorando a eito mães, pais, órfãos e viúvas. Os "heróis" de La Lys foram simplesmente abandonados ao seu esforço inglório e à sua ignorância. Nunca fomos exemplo para ninguém em lado algum.

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Quando falarem da pátria e dos mais prestigiosos Portugueses, lembrem-se, maioritáriamente foram anónimos e esquecidos, basta ver quem fala do herois da guerra colonial ou deste corpo expedicionário em França ou ainda de Aristides de Sousa Mendes http://www.uc.pt/iej/alunos/1998-99/asm/1pagna.htm

Porque se há heróis que merecem figurar num panteão nacional, ou noutro lugar de relevo publico seria este injustiçado Diplomata.


Mas claro a sociedade de informação irá perpetuar figuras como o agiota Só Ares, um Cobardolas - sim se vira costas é cobardolas- como o Tó Necas ou o Cherne, etc, etc.
 
José Botelho de Carvalho Araújo

José Botelho de Carvalho Araújo faleceu no dia 14 de Outubro de 1918 no seu posto em combate contra os Alemães, na Ponte do Caça - Minas ( Augusto Castilho ), que nesse dia em plena 1ª Guerra Mundial escoltava o vapor São Miguel, no mar dos Açores que navegava do Funchal para Ponta Delgada.

O heroísmo do Comandante Carvalho Araújo no pequeno barco Português, que ao serem atacados pelo submarino Alemão U.139 de 1500 toneladas , não se opôs em atacar, para salvar o barco com 206 pessoas e aguentou durante 2 horas, dispondo apenas de duas peças de artilharia de proa que investiu contra a unidade poderosamente armada de 6 tubos lança-torpedos e de dois canhões de tiro rápido com calibre de150milimitros , surpreendendo o comandante do submarino, que registou em termos elogiosos.

Entretanto o São Miguel afastava-se do perigo , embora o glorioso militar tivesse o fim que a si próprio impôs :" hei-de morrer como Português ".


O caça-minas «Augusto Castilho»

A participação portuguesa na I Grande Guerra Mundial, obrigou a um enorme esforço e investimento, de modo a dotar a Marinha e o Exército de capacidade de intervenção e de defesa do território, durante o conflito.

O caça-minas «Augusto de Castilho» constitui o exemplo da reconversão de um navio de pesca do tipo arrastão (o «Elite»), numa navio de guerra, pronto a integrar a Armada portuguesa destacado para combate.
A sua principal função era a de patrulha de alto mar e rocega de minas, para além de efectuar a escolta de comboios de navios.

O «Augusto de Castilho» entrou para a história da Marinha através de um episódio dramático de que foi protagonista.

Foi no dia 14 de Outubro de 1918 que, encontrando-se a escoltar o paquete «São Miguel», que se dirigia da Madeira para os Açores com mais de 1500 pessoas a bordo, foi surpreendido pelo fogo alemão disparado a partir do submarino U-139, ao largo dos Açores.

O caça-minas «Augusto de Castilho», a navegar sob o comando do 1.º Tenente Carvalho Araújo, enfrentou o inimigo, colocando-se entre o paquete e o submarino, ainda que consciente da desproporção de armamento entre as duas unidades de guerra.

Visivelmente em desvantagem, este pequeno caça-minas improvisado conseguiu, através da sua intervenção, pôr a salvo o paquete «São Miguel» que se afastou do cenário de guerra, chegando incólume ao seu destino. Tal acção resultou, no entanto, na perda do «Augusto de Castilho» e na morte do seu comandante, de um aspirante a oficial e de quatro praças.

De registar a admirável capacidade de sobrevivência de uma tripulação que, após um violento combate, conseguiu resgatar-se numa baleeira, tendo-se deslocado a remos durante seis dias, em pleno Atlântico até alcançar, finalmente, a ilha de São Miguel.

No pavilhão das Galeotas pode apreciar a embarcação salva-vidas, a bordo da qual se salvou o grupo de náufragos do caça-minas «Augusto de Castilho».

Já nesta sala, um pequeno núcleo expositivo relembra este episódio da história da Marinha de Guerra portuguesa do século XX.

Uma enorme e expressiva pintura ilustra este combate, transmitindo o caos e o sofrimento que caracterizam qualquer ataque, e assinalando o momento da morte de Carvalho Araújo e dos cinco elementos da sua guarnição. Ao longe avista-se um submarino, enquanto no mar lutam vários náufragos.

Numa vitrina, algumas fotografias e textos ajudam a reconstituir este episódio, exibindo ainda as condecorações atribuídas ao 1.º Tenente Carvalho Araújo. Aqui, expõem-se algumas munições de artilharia utilizadas durante o confronto entre o caça-minas português e o submarino alemão, bem como a bandeira nacional que seguia a bordo do «Augusto de Castilho».


http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/Extra/Popups/OcaçaminasAugustoCastilho.htm
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Na popa do "Augusto de Castilho", o bote do navio, com sobreviventes do combate, largando para a sua viagem de 200 milhas. À direita o submarino alemão
http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_jan2004/pag_14.html
 
citação:Originalmente colocada por Phoenix

Foi no dia 14 de Outubro de 1918 que, encontrando-se a escoltar o paquete «São Miguel», que se dirigia da Madeira para os Açores com mais de 1500 pessoas a bordo, foi surpreendido pelo fogo alemão disparado a partir do submarino U-139, ao largo dos Açores.
Maior Glória e VALOR é qd se defronta um formidável adversário.</u>

Este Sr. era o comandante do U-139 da WWI.

Lothar Arnauld de la Perière

Lothar von Arnauld de la Perière (March 18, 1886 – February 24, 1941), born in Posen, was a U-boat commander during World War I. With 194 ships and 453.716 BRT sunk, he is the most successful submarine ace ever.</u>

Lothar Arnauld de la Perière entered the Kaiserliche Marine in 1903. At the start of the First World War, Arnauld de la Perière served in the Marine-Luftschiff-Abteilung. In 1915, Arnauld de la Perière transferred to the U-boats. After a course in Pola, he was given command of the U-35 in November 1915. Arnauld de la Perière made 14 voyages with the U-35 during which he sank 189 merchant vessels and two gunboats for a total of 446.708 BRT. Transferred to the U-139 in May 1918, he sank a further 5 ships with a combined tonnage of 7008 BRT.</u> His record number of sunken ships and tonnage are both unsurpassed since then. For his service, Arnauld de la Perière was awarded the Iron cross, second and first class and the Pour le Mérite in 1916.

After the end of the war, Arnauld de la Perière stayed in a vastly-reduced German navy. During the 1920s, he served as navigation officer onboard the old pre-dreadnoughts SMS Hannover and SMS Elsass. From 1928 to 1930, Arnauld de la Perière commanded the light cruiser Emden. Promoted to captain in 1931, Arnauld de la Perière was put on the retired list. He then taught at the Turkish naval academy from 1932 to 1938.

At the start of World War II Lothar von Arnauld de la Perière was again called up for active duty. Until March 1940, Arnauld de la Perière served as naval commandant in Danzig until he was sent to the Low Countries as naval commandant for Belgium and the Netherlands. Promoted to rear admiral, Arnauld de la Perière was made naval commandant in Brittany and later for the entire western French seacoast. He was promoted to vice admiral on February 1, 1941. Transferred to take up command as Admiral South, Arnauld de la Perière was killed when his plane crashed on take off near Le Bourget Airport. Lothar von Arnauld de la Perière lies buried in the Berliner Invalidenfriedhof.

http://en.wikipedia.org/wiki/Lothar_Arnauld_de_la_Perière
http://uboat.net/wwi/boats/index.html?boat=139

As desculpas pelo OffTopic mas os NOSSOS não estavam a lidar com um qq[|)].
 
citação:Originalmente colocada por paralelo

O maior Portugûes de todos os tempos para mim foi o Dr. António de Oliveira Salazar, simplesmente porque foi o politico mais honesto que tivemos em Portugal. E penso que todos sabem que politica não casa com honestidade.

Foi um homem modestissimo, tão modesto que tudo o que comia em Lisboa vinha da sua quinta em Santa Combadão, até o vinho que bebia. Apesar de ser um chefe de estado, mandava virar a gola dos fatos quando estes estavam gastos, teve o mesmo automóvel durante mais de 20 anos,e esse carro andava com capas para não gastar os bancos( carro de estado onde andavam figuras importantes) atendia o telefone em casa pois quase não tinha empregados.
Quando faleceu quis ser enterrrado numa campa terrea tão pobre que mais parecia uma campa de um indigente

Livrou Portugal de uma possibilidade de vir a enfrentar uma guerra civil pois com governos de uma semana na primeira República não vislumbrava outro cenário para Portugal.

Deixou os cofres nacionais entupidinhos de ouro...

Males teve alguns. A censura e a policia politica foram os maiores e a insistencia na guerra colonial.
E talvez nunca ter possibilitado uma maior industrialização de Portugal....

Mas mesmo assim se o compararmos aos politicos actuais....

Eles são carros de 100.000euros de 4 em 4 anos (às vezes até menos)
Eles são ajudas de custo de toda a ordem, viagens para aqui e acolá.
Eles são acusados de ajudarem empresas privadas quando estão no governo para irem lá buscar um tacho no fim do mandato.
Eles são indiciados em processos de toda a ordem e feitio (é nas universidades, é na energia, é nas construções,etc,etc,etc...

Espero que não venham interpretar mal as minhas palavras, mas é só a minha opinião...

A este tipo de comentário só posso dizer duas coisas:

1ª - Não tens conhecimento da realidade portuguesa durante os longos anos de ditadura salazarista.

2ª - Provavelmente, Não tens conhecimento da realidade portuguesa durante os longos anos ditadura salazarista. (prefiro colocar esta 2ª hipotese, pois acreditar que ainda existem simpatizantes dessa pessoa deixam-me sem apetite para o jantar).

Sendo assim e acreditando que não conheces quem apoias.... mesmo já depois de morto:

É verdade que foi uma das maiores inteligências e mais fortes personalidades da história, o homem de génio que salvou Portugal da decadência e da indigência, consolidando as contas publicas quando assumiu a pasta das finanças, instaurando aquilo que se designou como Ditadura das Finanças, um modelo que permitiu vencer o crónico défice orçamental português. Mas como o poder vicia e cega muita gente, mesmo aos mais inteligentes.
Em 1933, o já Presidente do Conselho torna-se o ditador de um regime autoritário. Graças a entidades como a Censura e a PIDE, manterá Portugal sob o seu domínio, colocando o País no Guiness como tendo a ditadura mais longa do mundo.
Governou com mão de ferro os Portugueses, silenciando-lhes o direito de opinião, de reunião, de escolha. Governando os Portugueses como se eles fossem crianças incapazes de saber o que deveriam querer e o que lhes era vedado por natureza ou por força. Um ditador que mandou prender, deportar e, até, matar em nome de uma ordem cívica e de uma moral do Estado que só ele podia discutir. Para o ditador, os ministros do seu Governo não faziam política... eram meros funcionários da sua exclusiva e poderosa vontade.

Agora não venhas dizer que era modesto, coitadinho, que até mandava vir batatas lá da sua terra.
Ele pelo menos comia-as, enquanto os seus antigos vizinhos e tantos outros por esse país fora andavam nas ruas com o estomago colado as costas.
 
citação:Originalmente colocada por Methanex

Alberto João Jardim.

Finalmente alguém sensato. :)

E acrescento uma outra personalidade que vai discutir com ele os lugares cimeiros do pódio: Pedro Santana Lopes.
 
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