O peso dos Funcionários Públicos

citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por Pé Leve

citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por Pé Leve

E, J.R., vês como a emoção, a Humanidade nos altera o comportamento?... O que farias tu?
Gostaria que a atitude empresarial tomada seja um sucesso:
mas também porque é uma pessoa cheia de potencial e terei a certeza de que irei beneficiar no meu futuro.
É uma medida de gestão.
Estes lirismos:(.
Só de gestão?...:D
SÓ.

Pq senão já tinha empregado muita gente que tb deve conhecer e tb são excelentes pessoas.

Mas neste caso viu uma oportunidade de.... LUCRAR.
É uma profissional que espera rentabilizar.

P.S. Esta frieza.... até sinto arrepios:D.
Pé Leve,

Estás a ver como o JR foi directamente ao ponto?

Aqui ninguém está a fazer caridade. Houve uma oportunidade e aproveitei. :)

As mulheres e homens têm características no trabalho que se fazem realçar à partida. As mulheres não são iguais aos homens. No meu ramo, são melhores em muitos aspectos o que compensa de largo a problemática da maternidade, tais como a ausência prolongada.

Claro que a bem da não descriminação da mulher, gostaria que fosse obrigatório a repartição entre o pai e mãe de modo equitativo do tempo de licença de parto.

O que aliás, é um exagero.

Num cliente meu, a directora de produção teve uma criança, ao fim de 2 meses fartou-se de estar em casa e pediu autorização ao patrão para tranformar o gabinete dela num infantário. São atitudes destas que são de louvar.

Não é a falar de direitos que as coisas se resolvem...
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

(...)Num cliente meu, a directora de produção teve uma criança, ao fim de 2 meses fartou-se de estar em casa e pediu autorização ao patrão para transformar o gabinete dela num infantário. São atitudes destas que são de louvar.

Não é a falar de direitos que as coisas se resolvem...
De louvar essa atitude.

Pena que nem mesmo no estado, atitudes dessas sejam incentivadas ou sequer bem recebidas, como alias na maioria das empresas privadas.
 
Mas ó Nthor, vamos lá a ver se nos entendemos numa coisa.

As pessoas têm que ter atitude, independentemente se trabalham aqui ou ali.

Sabes perfeitamente que as empresas não têm memória, portanto a recompensa ou é logo dada à pessoa ou então vai recebê-la no Céu.

Mas é este tipo de atitude que faz uma pessoa ser diferente. E como essa diferença está na sua predisposição para o trabalho, essa pessoa estará sempre bem consigo mesmo. E como tal arranja trabalho bom, seja aqui seja na China. :)
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

Mas ó Nthor, vamos lá a ver se nos entendemos numa coisa.

As pessoas têm que ter atitude, independentemente se trabalham aqui ou ali.

Sabes perfeitamente que as empresas não têm memória, portanto a recompensa ou é logo dada à pessoa ou então vai recebê-la no Céu.

Mas é este tipo de atitude que faz uma pessoa ser diferente. E como essa diferença está na sua predisposição para o trabalho, essa pessoa estará sempre bem consigo mesmo. E como tal arranja trabalho bom, seja aqui seja na China. :)

Concordo contigo, menos no que está bold.
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por Carlos.L

Mas ó Nthor, vamos lá a ver se nos entendemos numa coisa.

As pessoas têm que ter atitude, independentemente se trabalham aqui ou ali.

Sabes perfeitamente que as empresas não têm memória, portanto a recompensa ou é logo dada à pessoa ou então vai recebê-la no Céu.

Mas é este tipo de atitude que faz uma pessoa ser diferente. E como essa diferença está na sua predisposição para o trabalho, essa pessoa estará sempre bem consigo mesmo. E como tal arranja trabalho bom, seja aqui seja na China. :)

Concordo contigo, menos no que está bold.
Mas o que é que haveremos de fazer?

Eu acredito nas virtudes do trabalho.

Outros, não.

É por isso que uns ganham uns bons salários.

Outros, não.

Afinal a tal injustiça, não existe.
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por Carlos.L

Mas ó Nthor, vamos lá a ver se nos entendemos numa coisa.

As pessoas têm que ter atitude, independentemente se trabalham aqui ou ali.

Sabes perfeitamente que as empresas não têm memória, portanto a recompensa ou é logo dada à pessoa ou então vai recebê-la no Céu.

Mas é este tipo de atitude que faz uma pessoa ser diferente. E como essa diferença está na sua predisposição para o trabalho, essa pessoa estará sempre bem consigo mesmo. E como tal arranja trabalho bom, seja aqui seja na China. :)

Concordo contigo, menos no que está bold.
Mas o que é que haveremos de fazer?

Eu acredito nas virtudes do trabalho.

Outros, não.

É por isso que uns ganham uns bons salários.

Outros, não.

Afinal a tal injustiça, não existe.
Não tem nada a ver.

Com certas chefias (seja no estado ou numa empresa privada) por muito que faças fazes sempre "de menos" ou andas a ver se chegas a chefe e lhe tiras o lugar.
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por eu

citação:Originalmente colocada por J.R.
Seis meses repartidos entre pai e mãe... obrigatoriamente.
Seis???[}:)][}:)][}:)]

Estás perto: são 18 (dezoito) meses !!![:p]

E não perdem 40%, perdem apenas 20% do salário[:p][:p][:p]

[é claro que isto é completamente impraticável por cá]

Conta aí o horario de trabalho, para vermos a relação directa com a produtividade.:)

Bem segundo o:

Working Hours Act

SECTION 5 Regular working hours may not exceed 40 hours per week.
Where the nature of work or working conditions generally so
demand, working hours may amount to on average 40 hours per week
for a period of not more than four weeks.
The week shall be deemed to begin on Monday, unless another arrangement is applied at the workplace.

Humm, isto recorda-me qql coisa.
 
Isto só na Suécia:

citação:
Escândalo de evasão fiscal
Ministra sueca apresenta demissão



A recém-empossada ministra do Comércio da Suécia, Maria Borelius, anunciou este sábado a demissão devido a um escândalo de evasão fiscal que está a afectar a imagem do governo do primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt.

Borelius admitiu ter contratado amas para os filhos sem ter pago impostos. A ministra enfrenta outras acusações, nomeadamente em relação a familiares que terão adquirido uma casa de férias sem pagar também os impostos devidos.

@ http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=217840&idselect=91&idCanal=91&p=200
 
Estado, funcionários públicos e os outros

Estado, funcionários públicos e os outros

Estado, funcionários públicos e os outros


Manuela Arcanjo
Professora do ISEG

Pode um governo desenvolver um conjunto de acções tendentes a criar na opinião pública uma imagem extremamente negativa dos funcionários públicos?

Pode, por razões estratégicas, mas não deveria. Por dois motivos: primeiro, a maioria dos aspectos negativos deve ser imputada à própria entidade patronal (Estado); segundo, a "mensagem" é injusta por revelar apenas um dos lados da apreciação.

Consideremos apenas alguns dos aspectos consolidados na opinião pública: existe um excesso de funcionários (alguns, em serviços desnecessários), são pouco produtivos ou mesmo ineficientes, ganham demasiado, têm tido emprego garantido e um sistema de protecção social muito generoso.

Os três primeiros aspectos, para além de não poderem ser generalizados a uma "massa" indiscriminada de trabalhadores, ocultam o papel activo de sucessivos governos na contratação indiscriminada, na indefinição de funções e objectivos, na ausência de uma avaliação de desempenho séria, na falta de coragem em dizer "não" em alguns processos negociais, na nomeação de altos dirigentes que até desconhecem os recursos humanos que têm de gerir. O quarto aspecto, verdadeiro, tem raízes históricas: as ditaduras sempre protegeram os servidores do Estado (designação ainda existente na entidade responsável pela protecção na doença, a ADSE).

Deverá o Governo extinguir organismos, avaliar as necessidades em recursos humanos, implementar uma avaliação de desempenho rigorosa, eliminar os subsídios indevidos e as remunerações extraordinárias que não correspondam a trabalho extraordinário? Claro que sim. Agiu bem o Governo ao harmonizar os sistemas de pensões? Claro que sim.

Então, o que é que o Governo se esquece de transmitir para a opinião pública? Três questões essenciais. Em primeiro lugar, os funcionários públicos constituem uma fonte certa de receita fiscal já que não existem declarações abaixo das remunerações efectivas ou outras formas de evasão em sede de IRS.

Em segundo lugar, os funcionários públicos pagam taxas específicas para o sistema de pensões (tal como no sector privado) e para a protecção na doença, com retenção na fonte e sobre remunerações efectivas.

Em terceiro lugar, a necessidade de aumentar a comparticipação para a ADSE é fortemente explicada pelo congelamento salarial dos últimos anos, logo pela redução da receita desta entidade. Como esta explicação não era "politicamente correcta", o Governo preferiu passar a mensagem que as despesas de saúde dos funcionários públicos não devem ser pagas pelos outros. Pois é, também muitos dos funcionários públicos não gostam de pagar impostos para os outros, sejam eles quem forem!


Fonte

Pois, nem sempre o óbvio salta a vista, mas acaba por vir a tona.

Tal como o azeite.




............
 
Uma coisa é certa (e não só na F.P.): há aí muitos cargos que só existem para justificar o ordenado de algumas pessoas, que nada fazem de útil.

A diferença é que na F.P. somos nós que suportamos os encargos.
 
Sempre que se souber da verdade, enquanto houver liberdade a verdade será sempre como o azeite.


[;)]




.


Virgem? [:D] Não resiti, peço desculpa.

Não obstante, a verdade é apenas uma das manifestações da liberdade.
Haver verdade não significa que haja liberdade efectiva.
Mas eu sou grande fã da verdade e, portanto, da sinceridade. Algo que escasseia, especialmente nos meandros da política e da burocracia.
 
Última edição:
Ah pois é! Estas e outras são as verdades que não interessa a muitos que se saiba.

Querem um exemplo: onde trabalho o conselho de administração está a ponderar a hipotese de contratar seguro de saude para os FP para que estes não apresentem despesas de saude á ADSE!!!![8b] [8b] Porque diz o senhor que é uma cabeça iluminada que os encargos sao muito grandes[8b] pois sao, os médicos e os tratamnetos sao caros,digo eu. Mas o que ele se esquece é que num país Livre Eu posso ir ao médico que eu quiser e me apetecer e não onde ele quer que eu vá. Pq se tenho o dever de descontar e este nao é facultativo também tenho o direito de usufruir do pouco que o estado me dá. Acha o sr. que depois pode gastar o dinheiro do Orçamento de Estado em coisas como almoços e gasolina para ele passear.[8b]
 
Voltar
Superior