citação:Originalmente colocada por pensante
cinco razões para que os portugueses votem "não" no referendo sobre o aborto, a primeira das quais ligado ao facto de o ser humano estar "presente desde o início da vida, quando ela é ainda apenas embrião e que o aborto provocado é sempre uma violência injusta contra um ser humano, que nenhuma razão justifica eticamente".
Em segundo, a legalização não é o caminho para resolver o drama do aborto clandestino. A luta contra este drama social deve empenhar todos e passa por um apoio decisivo às mulheres em condições difíceis e pela dissuasão de todos os que intervêm lateralmente no processo, muitas vezes,com meros fins lucrativos.
Em terceiro lugar, não se está perante uma mera "despenalização", mas sim de uma "liberalização legalizada", porque considera estar a criar-se um direito cívico, de recurso às instituições públicas de saúde, preparadas para defender a vida e pagas com dinheiro de todos os cidadãos.
"Penalizar" ou "despenalizar" é uma questão de direito penal e as mulheres que passam por um aborto precisam mais de um tratamento social do que penal, frisa.
A quarta razão- o aborto não é um direito da mulher. A mulher tem o direito de decidir se concebe ou não e, a partir do momento em que gera uma vida, tem obrigação de a proteger e defender.
Por fim,o aborto não é uma questão política, mas de direitos fundamentais, sendo o respeito pela vida o principal fundamento da ética.
a lei sobre a qual os portugueses vão ser consultados em referendo, a ser aprovada, seria mais um caso em que aquilo que é legal não é moral.