Liberalização da electricidade. Aumento 15.7% (P3)

citação:Originalmente colocada por Nephilim

energia nuclear pode ser mas comprada aos outros países;)

Mas porque é que tu falas sem saber do que falas?

Tu por acaso sabes que cerca de 25% da energia eléctrica que Portugal consumiu o ano passado teve origem nuclear, nomeadamente, comprada à França????????

Tu já o fazes neste momento. Tu já o fazes há anos! Porque há anos que Portugal TEM UM DÉFICE ELÉCTRICO ENERGÉTICO.

Bolas [:p]
 
Isso vai acontecer a mesma coisa q aconteceu com a liberação dos preços da gasolina!!

VAI TUDO FICAR MAIS CARO!!!!
 
citação:Originalmente colocada por André



Oh mundano se tu diluis o pagamento do défice acumulado por mais anos acabas por acumular mais :D


Uma coisa é pagar o que a electricidade custa.. E ai, que suba o que tem de subir, outra coisa é o defice acumulado de 400 milhões de euros..

Se pagarmos o que ela custa e amortizarmos esses 400 milhões em 10 anos. A subida é mais progressiva, do que pagar o que ela custa e amortizar a divida em 3 anos, como previa esta proposta..
 
citação:Originalmente colocada por André



Mas porque é que tu falas sem saber do que falas?

Tu por acaso sabes que cerca de 25% da energia eléctrica que Portugal consumiu o ano passado teve origem nuclear, nomeadamente, comprada à França????????

Tu já o fazes neste momento. Tu já o fazes há anos! Porque há anos que Portugal TEM UM DÉFICE ELÉCTRICO ENERGÉTICO.

Bolas [:p]


Por acaso "só" importamos 14% da electricidade no ano passado.
 
citação:Originalmente colocada por baratowsky

Mas será que não podemos apostar na energia gerada pelas marés?[8)]sei que já projectos a funcionar
Podemos, mas depois não havia uma razão para aumentar o preço da luz.

Quem diz energia das marés diz eolicas e eolicas off shore, energia solar (hoje em dia já é possivel usar peliculas com celulas fotoeletricas a cobrir edificios e usar iluminação solar dentro de edificios usado fibra otpica) e a utilização de metano proveniente do lixo organico, explorações agricolas e limpeza de matas.
 
Manuel Pinho em entrevista ao SOL:

Tarifas dos consumidores vão crescer 6% a 8%
Por António Costa e Filipe Alves
Em entrevista ao SOL, a publicar na íntegra neste sábado, o ministro da Economia revela que o Governo considera «inaceitável» o aumento de 15,7% das tarifas de electricidade proposto pela ERSE. Manuel Pinho garante que aplicará mecanismos que permitam reduzir de forma «substancial» o aumento.

O GOVERNO considera «inaceitável» o aumento de 15,7% das tarifas de electricidade dos consumidores domésticas, proposto pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

Em entrevista ao SOL, a publicar na íntegra no sábado no caderno Confidencial, o ministro da Economia revelou que o Executivo vai aplicar mecanismos que permitam reduzir de forma «substancial» o aumento proposto pela ERSE, aproximando-o da média da União Europeia. O objectivo é reduzir para cerca de metade o crescimento das tarifas, ou seja para 6% a 8% em 2007, com efeitos já a partir de Janeiro.

Entre outras medidas, que serão anunciadas amanhã à tarde, em conferência de Imprensa, o Governo pretende alterar o preço de referência da energia, bem como aumentar o prazo de amortização do défice tarifário para dez anos.

Este défice, no valor de 396 milhões de euros, teve origem na legislação que durante anos impediu aumentos das tarifas de electricidade acima da inflação esperada, constituindo o principal argumento que sustenta a proposta da ERSE.

Mas Manuel Pinho considera que é possível amortizar o défice tarifário num prazo mais longo que os três anos propostos pela ERSE. «Em Espanha prevê-se uma amortização em 30 anos», afirmou. E embora a ERSE tenha «total autonomia para fixar as tarifas», o Governo é «soberano em matéria legislativa», concluiu o ministro.

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=5629
 
citação:
Tarifas dos consumidores vão crescer 6% a 8%
Por António Costa e Filipe Alves
Em entrevista ao SOL, a publicar na íntegra neste sábado, o ministro da Economia revela que o Governo considera «inaceitável» o aumento de 15,7% das tarifas de electricidade proposto pela ERSE. Manuel Pinho garante que aplicará mecanismos que permitam reduzir de forma «substancial» o aumento.

Mais um a varrer o lixo para debaixo do tapete.
Estamos há anos nisto, a mentalidade é sempre: quem vier a seguir que se aguente à bronca ...
 
citação:Originalmente colocada por mundano

citação:Originalmente colocada por André



Mas porque é que tu falas sem saber do que falas?
Tu por acaso sabes que cerca de 25% da energia eléctrica que Portugal consumiu o ano passado teve origem nuclear, nomeadamente, comprada à França????????
Tu já o fazes neste momento. Tu já o fazes há anos! Porque há anos que Portugal TEM UM DÉFICE ELÉCTRICO ENERGÉTICO.
Bolas [:p]
Por acaso "só" importamos 14% da electricidade no ano passado.

Exacto. E este ano, de Janeiro a Setembro, a importação de energia eléctrica vai em 13% (fonte: http://www.ren.pt/content/8D1BDCE306354D9983F71C9F4CD7B00.PDF), portanto, é completamente impossível estarmos a importar 25% de electricidade nuclear, quer francesa quer espanhola)
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por baratowsky

Mas será que não podemos apostar na energia gerada pelas marés?[8)]sei que já projectos a funcionar
Podemos, mas depois não havia uma razão para aumentar o preço da luz.

Quem diz energia das marés diz eolicas e eolicas off shore, energia solar (hoje em dia já é possivel usar peliculas com celulas fotoeletricas a cobrir edificios e usar iluminação solar dentro de edificios usado fibra otpica) e a utilização de metano proveniente do lixo organico, explorações agricolas e limpeza de matas.


Nãohavia razão para aumentar porque? Vais dizer-me que esses meios de produção são mais baratos do que os tradicionais?

[}:)][}:)][}:)][}:)][}:)][}:)]
 
citação:Originalmente colocada por mundano

citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por baratowsky

Mas será que não podemos apostar na energia gerada pelas marés?[8)]sei que já projectos a funcionar
Podemos, mas depois não havia uma razão para aumentar o preço da luz.

Quem diz energia das marés diz eolicas e eolicas off shore, energia solar (hoje em dia já é possivel usar peliculas com celulas fotoeletricas a cobrir edificios e usar iluminação solar dentro de edificios usado fibra otpica) e a utilização de metano proveniente do lixo organico, explorações agricolas e limpeza de matas.


Nãohavia razão para aumentar porque? Vais dizer-me que esses meios de produção são mais baratos do que os tradicionais?

[}:)][}:)][}:)][}:)][}:)][}:)]

Não são mais caros, o vento então, uí.
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por Duro

cair dentro do barril sem dúvida. Já que vou "andar a correr a grande velocidade à volta dele" durante uns 30 ou 40 anos.

O tubo de ensaio pego nele "de vez em quando" pra experimentar

;)
Olha que não;).
Embora o reactor de Sacavém seja mais pequeno do que um reactor de produção ("é como a diferença entre uma avioneta Cessna e um avião de passageiros Airbus</u>"), o princípio básico de funcionamento é semelhante, adiantou José Marques. Apesar de Portugal não ter centrais nucleares, tem pessoas treinadas na utilização da tecnologia, o que permite integrar grupos de trabalho na União Europeia que definem legislação que regula a produção de Energia Nuclear.
Olha que não.
O tubo está sempre a funçuminar:D.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=3859&op=all



Olha aqui o plano de voo do cesna velhinho:

Disponibilidade do RPI
Ao longo da existência do RPI, foi necessário introduzir modificações na instalação, que afectaram a sua disponibilidade. Os principais períodos de paragem ou de impossibilidade de funcionamento a potências superiores a 100 kW que se estenderam, no total, por mais de onze anos foram os seguintes:

Maio de 1964 a Setembro de 1966: funcionamento em regime de convecção natural (potências até 100 kW) em consequência da ruptura, por corrosão, de tubos em alumínio do primitivo permutador de calor, o qual foi substituído por um permuta­dor com tubos de aço inoxidável, de fabrico nacional;
Fevereiro de 1981 a Junho de 1987: funcionamento em regime de convecção natural em consequência da ruptura, por corrosão, da tubagem do circuito primário de refrigeração;
Julho de 1987 a Janeiro de 1990: paragem do reactor para importantes obras de modificação e modernização das instalações e do equipamento [7]. Após esta longa paragem, a primeira experiência crítica ocorreu no dia 18 de Janeiro de 1990. O RPI voltou a funcionar a 1 MW no dia 21 de Fevereiro e entrou em regime normal de exploração a 19 de Março.
A disponibilidade do RPI, entre 1961 e 2000, ressalta da observação da Figura 1 on­de se representa o tempo de funcionamento e a energia produzida em cada ano (expressa MW.dia [3]). Desde Novembro de 1969, a exploração passou a ser feita em regime de dois turnos diários, de segunda-feira a sexta-feira.

Na figura, são patentes os períodos em que o reactor não pôde funcionar a potências superiores a 100 kW e em que esteve indisponível por motivo das obras de modernização. Observa-se que, a partir de 1990, a energia produzida em cada ano tem sido cerca de metade da produzida nos anos 70. Isto deve-se ao facto de, no passado recente, para economizar o combustível nuclear, ter sido decidido operar o RPI a baixa potência (inferior a 100 kW) sempre que não é indispensável funcionar à potência nominal.http://www.itn.pt/docum/efem/40anos/index.html



[^][^]

continuando nas metáforas, pega no cessna e no Airbus atira-os contra 2 arranha-céus... depois vem cá dizer qual deles fez mais estragos. Onde é que já vimos isto?!! [}:)][}:)][}:)][}:)][}:)]

JR, just kidding. Eu acho que o nuclear pode ser um complemento importante e poderia ser uma solucçao para a autosuficiência mas apenas digo que nao podemos menosprezar os riscos associados. Para além disso nao vejo nenhuma possível localizaçao "consensual" para uma central desse tipo, mas de certeza que há estudos sobre isso...
 
Não fizeram a barragem do Côa porque as "gravuras naão sabiam nadar". E sobretudo porque deram votos ao engenheiro da época, Sua Santidade D. Guterres!
Resultado: andamos a sustentar meia dúzia de parasitas alucinados com as pedras.

Não fazem a barragem do baixo Sabor porque há uma planta e uma águia raras.
Resultado: a águia defeca-nos em cima.

Não fizeram a barragem do alto Côa.
Resultado: o costume.

Agora é um corre-corre para o nuclear. Até o engenheiro já mudou de pensamento estratégico.

Ora aproveitem lá os recursos hídricos de que dispomos!

Basta de andar servilmente a prestar vassalagem aos interesses (respeitáveis quando racionais e justos) de ambientalistas e arqueólogos alucinados.[:0]



Nota: os custos de produção estão muito longe dos custos que o consumidor paga. Isso é o que querem fazer crer.
A grande questão é que pretendem manter, ou mesmo ampliar, a margem de lucro fabulosa da a Edp e associadas, sob o pretexto de que ao país interessam empresas muito competitivas a nível internacional.

[8D]
Finalmente (ufa, dirão..) o governo sai desta trapalhada como o salvador. Para mim é conspiração!
 
citação:Originalmente colocada por Duro

continuando nas metáforas, pega no cessna e no Airbus atira-os contra 2 arranha-céus... depois vem cá dizer qual deles fez mais estragos. Onde é que já vimos isto?!! [}:)][}:)][}:)][}:)][}:)]
É muito mais seguro uma Central NOVA.
Contra isso batatas.
citação:
JR, just kidding. Eu acho que o nuclear pode ser um complemento importante e poderia ser uma solucçao para a autosuficiência mas apenas digo que nao podemos menosprezar os riscos associados. Para além disso nao vejo nenhuma possível localizaçao "consensual" para uma central desse tipo, mas de certeza que há estudos sobre isso...
Eu até acho que deviamos fazer logo duas[8D].
Mas aí entramos no país ingovernável... já falado pelo eu e pelo Manoel[8)]:(;).
 
citação:Originalmente colocada por Manoel

Não fizeram a barragem do Côa porque as "gravuras naão sabiam nadar". E sobretudo porque deram votos ao engenheiro da época, Sua Santidade D. Guterres!
Resultado: andamos a sustentar meia dúzia de parasitas alucinados com as pedras.
Aqui há que dar mérito ao sr. Dr. Manuel Maria Carrilho. Claro que agora já ninguém quer saber das gravuras para nada, o tal parque que iria rivalizar com os maiores parques temáticos europeus e quem sabe, mundiais, está às moscas, sem verba sem saberem o que vão fazer.

Mas pronto, se fosse só por causa disso, até que ficaríamos na galhofice nacional...

Mas infelizmente estamos a falar do plano do Côa onde muito milhar de gente que vive da terra na zona da Beira teve de emigrar para não morrer à fome. E a barragem era uma coisa que resolveria esse problema.

Quanto à trapalhada deste Governo, é incrível...

Mas anda aí outro tópico a falar dessa trapalhada...

Edit: Peço desculpa, mas escrever à pressa tem destas coisas. O nome do Ministro da Cultura era o de Manual Maria carrilho e não de Cadilhe....
 
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