O fenómeno Joacine, é outro "boomerang" a prazo sobre a esquerda.
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Liberalismo em Portugal - Fórum Aberto
9 h ·
De reflectir bem sobre este calibre de carácter de quem vem de fora de países do quinto mundo e, em vez de agradecer ao País de acolhimento, anda a semear ódios:
"Em entrevista de 13/09/2019, ao SAPO 24, conta que, quando frequentava o último ano da Universidade (em Portugal), foi à Guiné “a achar que ia lá e seria imediatamente uma alegria enorme, uma empatia”, mas afinal foi “um choque absoluto” e deu consigo a pensar que “não ia aguentar viver ali, não sabia o que aquilo era, não se reconhecia em nada, ali”. E, simplesmente, regressou a Portugal.
Quer dizer, logo às primeiras dificuldades, desistiu, desprezando o seu Povo e a terra onde teve as suas origens.
O que demonstra que, afinal, as convicções que diz ter acerca de “questões de género, do desenvolvimento e dos movimentos sociais e cívicos e com a igualdade e justiça social”, não são, assim, tão fortes, antes pelo contrário.
Esta candidata de extrema-esquerda (Joacine Katar Moreira, do Livre) enche a boca com “preocupações sociais” mas sente-se demasiado fina para trabalhar no seu País, a Guiné-Bissau, ajudando o seu Povo.
O caso desta candidata do Livre, optando pelo seu conforto pessoal, em vez de tentar ajudar o seu Povo, na sua Terra, ajuda-nos a compreender o comportamento de outras personalidades semelhantes, como o célebre Mamado Ba.
Também ele se acha demasiado fino para ir viver para o Senegal, ajudando o desenvolvimento do seu país, com as qualificações que adquiriu em Portugal.
Prefere aqui viver com um Tacho milionário pago pelos contribuintes Portugueses e, mais grave, tentando implantar as mesmas ideias marxistas-leninistas que contribuíram para a pobreza de muitos países africanos como, justamente, a Guiné-Bissau e Senegal."
Querida Maria, já dizia o meu avô: "Viver não custa, custa é saber viver.
Em compensação há portugueses de sangue, na sua maioria cristãos, que fazem da cruz das suas vidas, trabalhar junto deste povo para os ajudar a viver com o mínimo de dignidade.