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Fraude na importação de viaturas
Um total de 40 arguidos e 17 empresas de vários pontos do país vão ser julgados num processo de fuga ao IVA na importação de automóveis que ascende a 15 milhões de euros, disse à Lusa fonte judicial. O caso engloba empresários do ramo automóvel do Porto, Lisboa, Espinho, e Braga e funcionários alfandegários, de Porto (Freixieiro), Lisboa (Jardim do Tabaco) e Aveiro.
Os arguidos são, na sua maioria, acusados de crimes de fraude fiscal, havendo também casos de crimes de falsificação de documento autêntico - neste caso escrituras de sociedades comerciais falsas - e de abuso de poder, porque algu ns dos arguidos também fugiram à liquidação do Imposto Automóvel (IA).
A acusação refere que os arguidos, "utilizando sociedades comerciais constituídas para a venda de automóveis, das quais são sócios-gerentes, serviram-se, de 1999 a 2001, de sociedades fictícias e do nome de cidadãos sem capacidade económica, alguns dos quais toxicodependentes, para importarem milhares de viaturas ´topo de gama` com o objectivo de se apropriarem do IVA".
Os fornecedores estrangeiros facturavam as viaturas a um agente fictício, e em cujo nome os arguidos as legalizavam nas alfândegas, após o que simulava m a sua aquisição, através de facturas falsas.
Um dos supostos cabecilhas do negócio, Henrique Bastos, terá começado por encomendar 184 viaturas em países europeus, usando nomes de cinco empresas/fantasma.
Henrique Bastos - que inicialmente residia na Alemanha - acabou por se unir a outro empresário, Fernando Rodrigues da Auto-Berlim, de Espinho, e regressou ao país, a Lourosa, com o intuito de ampliar a actividade.
Para que a legalização fosse feita sem quaisquer entraves, a rede terá contado com a cooperação de Olga Pereira, com as funções de verificadora na Alfâ ndega do Jardim do Tabaco e de Valério da Conceição, então director alfandegário no sector automóvel.
http://jn.sapo.pt/2006/11/17/policia_e_tribunais/fraude_importacao_viaturas.html
Um total de 40 arguidos e 17 empresas de vários pontos do país vão ser julgados num processo de fuga ao IVA na importação de automóveis que ascende a 15 milhões de euros, disse à Lusa fonte judicial. O caso engloba empresários do ramo automóvel do Porto, Lisboa, Espinho, e Braga e funcionários alfandegários, de Porto (Freixieiro), Lisboa (Jardim do Tabaco) e Aveiro.
Os arguidos são, na sua maioria, acusados de crimes de fraude fiscal, havendo também casos de crimes de falsificação de documento autêntico - neste caso escrituras de sociedades comerciais falsas - e de abuso de poder, porque algu ns dos arguidos também fugiram à liquidação do Imposto Automóvel (IA).
A acusação refere que os arguidos, "utilizando sociedades comerciais constituídas para a venda de automóveis, das quais são sócios-gerentes, serviram-se, de 1999 a 2001, de sociedades fictícias e do nome de cidadãos sem capacidade económica, alguns dos quais toxicodependentes, para importarem milhares de viaturas ´topo de gama` com o objectivo de se apropriarem do IVA".
Os fornecedores estrangeiros facturavam as viaturas a um agente fictício, e em cujo nome os arguidos as legalizavam nas alfândegas, após o que simulava m a sua aquisição, através de facturas falsas.
Um dos supostos cabecilhas do negócio, Henrique Bastos, terá começado por encomendar 184 viaturas em países europeus, usando nomes de cinco empresas/fantasma.
Henrique Bastos - que inicialmente residia na Alemanha - acabou por se unir a outro empresário, Fernando Rodrigues da Auto-Berlim, de Espinho, e regressou ao país, a Lourosa, com o intuito de ampliar a actividade.
Para que a legalização fosse feita sem quaisquer entraves, a rede terá contado com a cooperação de Olga Pereira, com as funções de verificadora na Alfâ ndega do Jardim do Tabaco e de Valério da Conceição, então director alfandegário no sector automóvel.
http://jn.sapo.pt/2006/11/17/policia_e_tribunais/fraude_importacao_viaturas.html