É mais um drama dos nossos dias. Na Ucrânia, bebés recém-nascidos saudáveis terão sido mortos para, presumivelmente, abastecer o florescente comércio internacional de células estaminais (indiferenciadas).
De acordo com a BBC, que tem em seu poder provas sobre este caso, a Ucrânia tornou-se na capital mundial do tráfico de células estaminais. Perturbadoras imagens em vídeo de exames ‘post-mortem’ a minúsculos cadáveres desmembrados levantam sérias questões sobre o que realmente aconteceu. Tudo aponta para uma cruel realidade que promete estender-se a outras paragens e cujas proporções são difíceis de calcular.
Várias mães na cidade de Kharkiv afirmam ter dado à luz bebés saudáveis que depois foram entregues ao pessoal da maternidade. O polémico caso começou a ser investigado depois de, em 2003, terem sido exumados num cemitério cerca de 30 corpos de bebés e fetos. Um activista obteve provas em vídeo sobre as autópsias e forneceu-as à BBC e ao Conselho da Europa, que descreve uma cultura geral de tráfico de crianças raptadas à nascença, mencionando ainda um ‘muro de silêncio’ da parte do pessoal hospitalar sobre o seu destino. As imagens mostram vários órgãos, incluindo cérebros, e alguns corpos desmembrados.
Saliente-se que já existia um negócio com este tipo de células retiradas de fetos abortados, decorrente de alegações de que poderão ajudar a combater numerosas doenças. Mas agora tudo indica que provêm de bebés vivos.
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=224125&idselect=91&idCanal=91&p=200
De acordo com a BBC, que tem em seu poder provas sobre este caso, a Ucrânia tornou-se na capital mundial do tráfico de células estaminais. Perturbadoras imagens em vídeo de exames ‘post-mortem’ a minúsculos cadáveres desmembrados levantam sérias questões sobre o que realmente aconteceu. Tudo aponta para uma cruel realidade que promete estender-se a outras paragens e cujas proporções são difíceis de calcular.
Várias mães na cidade de Kharkiv afirmam ter dado à luz bebés saudáveis que depois foram entregues ao pessoal da maternidade. O polémico caso começou a ser investigado depois de, em 2003, terem sido exumados num cemitério cerca de 30 corpos de bebés e fetos. Um activista obteve provas em vídeo sobre as autópsias e forneceu-as à BBC e ao Conselho da Europa, que descreve uma cultura geral de tráfico de crianças raptadas à nascença, mencionando ainda um ‘muro de silêncio’ da parte do pessoal hospitalar sobre o seu destino. As imagens mostram vários órgãos, incluindo cérebros, e alguns corpos desmembrados.
Saliente-se que já existia um negócio com este tipo de células retiradas de fetos abortados, decorrente de alegações de que poderão ajudar a combater numerosas doenças. Mas agora tudo indica que provêm de bebés vivos.
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=224125&idselect=91&idCanal=91&p=200