Novamente as reformas milionárias... E as outras..

Acho que essas não, e as de outros semelhantes a esses claro que estão num regime qql de excepção.

Afinal não se pode deixar de recompensar os excelentes serviços prestados por eles ao país.
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

França?????
JASUS[}:)][}:)][}:)].

França vai morrer devagar... devagarinho.

AT the heart of the French protests is a refusal to acknowledge economic reality[:p][:p][:p].

The French are now officially the most anti-capitalist nation on earth, according to a new Globescan poll[:0]:([:0].

Only 36% of the French agree that a free-market economy #8220;is the best system on which to base the future of the world#8221;, by far the lowest of any country, and 50% disagree.:(:(

It is an appalling indictment of France#8217;s media, education system and elite that half the country has in effect no economic understanding whatsoever</u>[:p][:p].

In China, by contrast, 74% of the population now support capitalism, a system that theory and practice has shown to be immensely superior at generating and spreading wealth than socialism, fascism, extreme environmentalism or any other of the statist nostrums apparently favoured by the French population.

On top of their wholesale rejection of the market economy, free trade and globalisation, the French have also become extremely pessimistic: 83% believe that their economy is getting worse, more than in any nation bar Zimbabwe, according to the Programme on International Policy Attitudes (PIPA) at the University of Maryland.[}:)][}:)]

Given their idiosyncratic ideology, it is little surprise that most French voters don#8217;t want to have anything to do with even modest free-market reforms.

They appear to believe in the lump of labour fallacy #8211; that there is only a given amount of work to be done, that the government must share it around by restricting working hours, and keep out competition from overseas by erecting trade barriers</u>[}:)][}:)][}:)].


This view has also badly damaged the work ethic. Employment relations in France are still viewed through a sub-Marxist prism: employers and employees are believed always to be at loggerheads, with divergent interests. Employees are also assumed to be automatically weaker than employers, requiring heavy-handed legislation to protect them</u>.

The statist intellectual climate also explains why France persists in its big-government policies. Public spending accounted for 53.9% of gross domestic product (GDP) in 2005, according to the Organisation for Economic Co-operation and Development, making France officially one of the few remaining socialist countries in the world[}:)][}:)]:D:D[^][^][^][^].


Remarkably, public spending last year was the highest since 1996, when the state spent 54.5% of GDP.
Public spending underwent a step change in 1991 when it surged past the symbolic half of GDP mark, staying above it ever since, seemingly stuck at 53%-54%. Of all the OECD countries, only Sweden and Denmark have more state spending as a share of GDP than France[:p][:p][:p].

In addition to a massive Budget deficit of 3% of GDP last year, aggressively and blatantly massaged down by creative accounting, tax and non-tax receipts hit 50.7% of national income.

The government has been more open about the national debt. It recently acknowledged that it is closer to 120% of GDP, compared with the 66% previously reported. (;)já aqui tinha dito isto[:p];))

Finance minister Thierry Breton#8217;s all-inclusive accounting bolstered the official E1.1 trillion ($1.32 trillion, £759bn) national debt to E2.2 trillion by adding other items such as the state#8217;s E900bn of pension liabilities for public sector workers. The president of the Senate Financial Commission, Jean Arthuis, said the true debt total was #8220;closer to E2.3 trillion than E2 trillion#8221;. His figures, he said, included #8220;off-balance sheet#8221; pension commitments for civil servants, health workers, local authority workers and staff in the state-owned post office, Paris transport, and railway companies.

According to Natexis Banques Populaires, merely servicing the French deficit costs E50bn a year, equal to total receipts from income tax.
(E isto tb[:p][:p])


Without huge injections of public spending, the GDP figures would look even weaker #8211; but this government financed #8220;growth#8221; is largely illusory;).

Much of it involves public projects which add little or no value and would not exist without handouts, in the same way that there are now hundreds of thousands of state-supported but economically value-destroying jobs in the country.

No wonder the economy feels stagnant and the French feel as if their country is stuck in permanent recession. </u>

THE result of flawed statist policies by politicians of all parties has been weak economic growth and high levels of joblessness and welfare dependency.

Unemployment, now 9.6%, has hovered at a disastrously high 10% for two decades, and 22.6% of those under 25 are jobless.

In many of the nightmarish banlieues #8211; these are often translated as suburbs, but the nearest equivalent in the UK would be giant inner-city council estates #8211; 40% or more of the population is out of work and there are now thousands of second and even third generation unemployed</u>.

These areas are effectively controlled by gangs and kept afloat by government cash infusions. The legal private sector has almost entirely been squeezed out of the banlieues.


France#8217;s best and brightest have already decided that there is only one viable solution: to leave the country and find a job in a more rational economy. From 1991 to 2002, the number of French workers living in other parts of western Europe jumped 47%, to 563,977 from 382,708, according to Insee, the French national statistics agency. About 20,000 went to Ireland over that decade. The number leaving for Britain more than doubled, to 85,823, including this writer. French expatriates in the United States increased 44% to 88,287. But these figures, the latest available, miss out the huge outflow of the past three years.



COMO SOMOS IGUAIS AOS FRANCESES[:p][:p][}:)][}:)][}:)]




Também acho J.R.!
A França?!
Acho que a maioria das pessoas ainda não se apercebeu o que se passa lá!

O governo recuou, mas a França também recuou e muito..............
 
citação:Originalmente colocada por Pé Leve

Sim, mas agora vai haver, e bem, um tecto! A questão é saber se será aplicado a todas estas reformas...

Eu acho mal haver um tecto caso os descontos se mantenham iguais.
 
citação:Originalmente colocada por zerorpm

O que vai morrer é o sistema capitalista selvagem... Mais tarde ou mais cedo, espero que cedo.

É capaz de morrer, o selvagem e todos os outros todos. A este ritmo e com estas generosas reformas dadas pelo generoso modelo social português , não há quem sobreviva daqui a poucas décadas. Mas espantoso é haver quem atribua tudo isto ao capitalismo, e não perceba que o nosso Estado nada tem de liberal, e aquilo a que chamam socialismo igualitário e social não passa dum enorme embuste em que o Estado enche o bolso a meia duzia de corporações e priveligiados.
 
citação:Originalmente colocada por Nephilim

Gajos novos reformados por terem sido ministros mediocres...

Até a Leonor Beleza ganha 2200euros...depois de tudo o k se passou é no minimo um escandalo:(:(:(:(:(:(:(


E o que é que se passou?
 
citação:Originalmente colocada por Pé Leve

Exactamente.

Os descontos, nessa conformidade, deveriam baixar...


Concordo com o tecto, mas acho que os descontos se devem manter.

Os descontos para a segurança social devem ser considerados mais como um imposto pois na realidade não existe grande relação entre o que se paga e o que se recebe.

Basta fazer as contas para perceber que aquilo que um funcionário desconta ao longo da sua carreira não chega para pagar mais de 4 anos de reforma, pelo que não existindo relação, devem manter-se os descontos iguais.
 
citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim

citação:Originalmente colocada por Pé Leve

Exactamente.

Os descontos, nessa conformidade, deveriam baixar...


Concordo com o tecto, mas acho que os descontos se devem manter.

Os descontos para a segurança social devem ser considerados mais como um imposto pois na realidade não existe grande relação entre o que se paga e o que se recebe.

Basta fazer as contas para perceber que aquilo que um funcionário desconta ao longo da sua carreira não chega para pagar mais de 4 anos de reforma, pelo que não existindo relação, devem manter-se os descontos iguais.
Bem, de facto talvez não seja, em média, necessário aumentar ou baixar os descontos, pois se tendencialmente nos reformarmos cada vez mais tarde talvez sejam mesmo esses quatro anos, ou menos, que iremos receber do que descontámos...
 
citação:Originalmente colocada por Pé Leve

citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim

citação:Originalmente colocada por Pé Leve

Exactamente.

Os descontos, nessa conformidade, deveriam baixar...


Concordo com o tecto, mas acho que os descontos se devem manter.

Os descontos para a segurança social devem ser considerados mais como um imposto pois na realidade não existe grande relação entre o que se paga e o que se recebe.

Basta fazer as contas para perceber que aquilo que um funcionário desconta ao longo da sua carreira não chega para pagar mais de 4 anos de reforma, pelo que não existindo relação, devem manter-se os descontos iguais.
Bem, de facto talvez não seja, em média, necessário aumentar ou baixar os descontos, pois se tendencialmente nos reformarmos cada vez mais tarde talvez sejam mesmo esses quatro anos, ou menos, que iremos receber do que descontámos...

:)pois...tem a sua lógica. Como ainda não se pode por um tecto na esperança média de vida...
 
citação:Originalmente colocada por Pé Leve

Exactamente.
Os descontos, nessa conformidade, deveriam baixar...

Teoricamente sim. Na prática não. Para se chegar a estes valores de reforma passou-se por um complexo e generoso sistema em que se evoluia automaticamente na carreira ao longo dos anos, sem que o mérito ou prestação fossem tidos em conta, com a agravante de pelo meio terem existido uma série de valorizações e esquemas para dourar ainda mais a reforma.
Tudo muito lindo, tudo muito social, mas esquemas a que a maior parte dos portugueses fora deste generoso sistema social não tiveram nem tem acesso.
 
citação:Originalmente colocada por Manuel Jasmim
...

:)pois...tem a sua lógica. Como ainda não se pode por um tecto na esperança média de vida...
Tu nem os lembres...:D[8)];)
 
citação:Originalmente colocada por Liberal

citação:Originalmente colocada por Pé Leve

Exactamente.
Os descontos, nessa conformidade, deveriam baixar...

Teoricamente sim. Na prática não. Para se chegar a estes valores de reforma passou-se por um complexo e generoso sistema em que se evoluia automaticamente na carreira ao longo dos anos, sem que o mérito ou prestação fossem tidos em conta, com a agravante de pelo meio terem existido uma série de valorizações e esquemas para dourar ainda mais a reforma.
Tudo muito lindo, tudo muito social, mas esquemas a que a maior parte dos portugueses fora deste generoso sistema social não tiveram nem tem acesso.
Concordo. Mas o problema são este tipo de reformas referidas no início do tópico e outras, as mencionadas e outras que nem sonhamos, para além de tantos esquemas "fora da vista" que pesam a todos nós!...;)
 
Bem ... não é bem uma reforma ... é mais ... como direi ...

... uma espécie de SUBSIDIO DE DESEMPREGO !!??

[:0] [8]

:(


Jorge Vasconcelos
Salário milionário durante dois anos


Jorge Vasconcelos ‘bateu com a porta’. Mas o presidente da Entidade Reguladora do Serviços Energéticos (ERSE) não vai de ‘mãos a abanar’: vai receber 12 mil euros por mês até encontrar um novo emprego.


O ex-presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) vai receber cerca de 12 mil euros por mês, durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego.

Jorge Vasconcelos anunciou a sua demissão esta semana, em conflito com a decisão do Governo de limitar a seis por cento os aumentos da energia para os consumidores domésticos em 2007.

“Esta intervenção significa, do meu ponto de vista, o fim da regulação independente do sector eléctrico português”, afirmou Jorge Vasconcelos em comunicado.

Segundo apurou o Correio da Manhã, o salário do presidente da ERSE era de 18 mil euros mensais (vezes 14), a que acresciam ajudas de custo. Segundo o que estabelecem os estatutos do próprio regulador (que é uma pessoa colectiva de direito público, dotada de autonomia administrativa e financeira e de património próprio), no seu artigo 29, n.º 5, “após o termo das suas funções, os membros do conselho de administração ficam impedidos, pelo período de dois anos, de desempenhar qualquer função ou prestar qualquer serviço às empresas dos sectores regulados”. Trata-se de um compreensível “período de nojo”, que impede a existência de promiscuidades entre reguladores e regulados.

Menos compreensível é o que o referido estatuto estabelece no n.º 6 do artigo 29; durante dois anos, “a ERSE continuará a abonar os ex-membros do conselho de administração em dois terços da remuneração correspondente ao cargo, cessando esse abono a partir do momento em que estes sejam contratados ou nomeados para o desempenho, remunerado, de qualquer função ou serviço público ou privado”.

Isto significa que Jorge Vasconcelos passará a receber 12 mil euros por mês, durante dois anos, até conseguir arranjar outro emprego no sector público ou privado.

De acordo com artigo 28 dos estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração “estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar dos presentes estatutos”, o que afasta a aplicação das novas normas aprovadas em Conselho de Ministros no dia 19 de Outubro, onde se introduzem alterações à remuneração e às regalias auferidas pelos gestores das empresas e dos institutos públicos.

Questionado o Ministério da Economia, uma fonte oficial adiantou que o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria entidade que, com o estatuto de regulador é independente. PERFIL

Jorge Vasconcelos foi presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) desde a sua criação. Licenciado em Engenharia Electrotécnica pela Universidade do Porto, com um doutoramento pela Universidade de Eriangen-Nuremberga (Alemanha), trabalhou para a AEG em Frankfurt e foi professor convidado da Universidade de Pavia (Itália). É presidente do Conselho dos Regulardores Europeus de Energia.

"UMA GRANDE INCONSISTÊNCIA"

A vice-presidente da ERSE, Maria Margarida de Lucena Corrêa de Aguiar, manifestou, em declarações à Lusa, “surpresa” com a demissão do presidente do regulador, que acusa de ter tido uma posição inconsistente.

Margarida Corrêa de Aguiar disse que recebeu a notícia com “surpresa, porque o presidente Jorge Vasconcelos coordenou todo o processo tarifário”, já de acordo com

a nova lei, o que foi reafirmado pelo director-geral da Energia, Miguel Barreto.

“Foi inesperado”, referiu, acrescentando que nota “grande inconsistência” na posição do presidente da ERSE. “Se não concordava, porque é que não manifestou antes”, questiona.

O ANÚNCIO

No dia 16 de Outubro, a ERSE anuncia a sua proposta de aumento da electricidade; 15,7 por cento, e justifica este valor com a subida do preço do petróleo, a alteração legislativa relativa às energias renováveis e os sucessivos aumentos indexados à inflação que criaram um défice de 399 milhões de euros.

A RESPOSTA

No dia 18 de Outubro, o secretário de Estado Adjunto da Indústria e Inovação diz que o aumento de 15,7 por cento “é culpa dos consumidores”. Castro Guerra afirmou que o aumento só podia ser im****do “ao consumidor que esteve anos a pagar menos do que o que devia”.

A DECISÃO FINAL

No dia 15 de Dezembro, a ERSE apresentou a sua sugestão final de preços, adoptando as recomendações entretanto feitas pelo Governo. A proposta aponta para um aumento médio de seis por cento para os clientes de baixa tensão. Face a estes números, o presidente da ERSE apresentou a demissão.

PERGUNTAS & RESPOSTAS

- O que é a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos?

- A ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos é independente no exercício das respectivas funções, mas não intervém na política energética definida pelo Governo. A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético, o gás natural incluído através do Decreto-Lei de 12 de Abril de 2002.

- Como podem reclamar os consumidores?

- Os conflitos entre os consumidores e o prestador de serviço de electricidade ou de gás natural são resolvidos pela ERSE através do Núcleo de Apoio ao Consumidor de Energia. Após receber a reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço.

- Que é a liberalização dos mercados energéticos?

- A liberalização dos mercados de electricidade e de gás natural foi decretada pelo Governo para dinamizar a concorrência e, assim, o consumidor ter benefícios. Na liberalização energética, o consumidor escolhe o prestador de serviços eléctricos ou gasistas que melhores condições oferece em termos de preços e de qualidade.

- Qual é a melhor opção tarifária de electricidade?

- A ERSE criou um simulador electrónico que permite ao consumidor calcular o valor da facturação de acordo com os dados introduzidos sobre o consumo de electricidade. Assim, é possível escolher a tarifa mais baixa. O simulador dá também informação relativa às tarifas e venda a clientes finais e aos períodos horários aplicáveis.

A CRISE DOS REGULADORES

ARREDONDAMENTOS BANCÁRIOS (Vítor Constâncio, Governador do Banco de Portugal)

O Banco de Portugal deveria ter posto ordem nos arredondamentos bancários para o crédito à habitação. Quem fez o papel da instituição governada por Vítor Constâncio foi Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado da Defesa do Consumidor. Como se não bastasse o aumento da taxa de juro euribor a seis meses àqueles que pagam a prestação mensal pela compra de casa!

GRANDE POLÉMICA E PEDIDO DE DEMISSÃO (Azeredo Lopes, Presidente da ERC)

Pacheco Pereira já veio pedir a demissão da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), presidida por Azeredo Lopes. Em causa esteve um comunicado do órgão regulador contra o ‘Público’. O historiador não pedoou a linguagem utilizada no comunicado e na revista ‘Sábado’ veio exigir a demissão dos membros da ERC, escrevendo: “Deixou de ter condições para exercer a sua função.” À mesma entidade, recorde-se, o ex-eurodeputado já chamara “braço armado de uma maioria”.

DEZ MESES PARA DECIDIR SOBRE OPA (Abel Mateus, Presidente da Autoridade da Concorrência)

Abel Mateus preside à Autoridade da Concorrência, que está há dez meses para tomar uma decisão sobre se existirá ou não benefício para os consumidores no caso de os accionistas da Portugal Telecom aceitarem a oferta pública de aquisição lançada pela Sonaecom. Em nenhum país europeu se demora tanto a decidir sobre a matéria. Demora essa que pode causar atrasos ou abandonos de projectos de investimento e que não é boa para o mercado de capitais.

PINHO TRAVA AUMENTOS

O Ministério da Economia e da Inovação, liderado por Manuel Pinho, travou o aumento tarifário proposto pela ERSE para o próximo ano, tendo em conta os “efeitos negativos sobre a vida das famílias e empresas”. Na proposta, a entidade reguladora do sector apontava para um aumento médio de 12,4 por cento, chegando aos 14,4 por cento para as famílias e particulares. Em função das normas promulgadas pelo Governo, a ERSE publicou na sexta-feira um novo tarifário que prevê um aumento médio de 6,2 por cento em vez de 12,4 por cento e de seis por cento para clientes de baixa tensão em vez dos 14,4 por cento.

SEM CONCORRÊNCIA

Apesar de o mercado doméstico dos clientes de baixa tensão ter sido liberalizado no dia 4 de Setembro, as famílias portuguesas ainda não podem escolher livremente o seu fornecedor de electricidade. Só a EDP tem a capacidade para fazer chegar a energia eléctrica até casa dos portugueses. O mercado espera a oferta de algumas eléctricas que operam na Península Ibérica, como é o caso da Iberdrola ou da Endesa, que estudam o consumo das famílias portuguesas.

NOTAS

5,9 MILHÕES DE CLIENTES DOMÉSTICOS

Em Portugal são cerca de 5,9 milhões os consumidores domésticos de energia eléctrica (particulares e famílias), o que representa 46 por cento do consumo total.

MERCADO LIBERALIZADO PARA COMÉRCIO

Desde 1995 que os consumidores de muito alta e alta tensão (indústria) e média e baixa tensão especial (empresas) podem escolher o seu fornecedor de luz.

BLOCO DE ESQUERDA LANÇA CAMPANHA

O Bloco de Esquerda apresentou ontem uma campanha de rua contra o aumento do preço da electricidade, que diz ser uma “fraude política contra os portugueses”.

REGULAMENTAÇÃO DO GÁS NATURAL

Jorge Vasconcelos ultimou a regulamentação do sector do gás natural, cuja liberalização para todos os clientes está prevista para Janeiro de 2010.
Miguel Alexandre Ganhão

in Correio da Manhã
 
Com o dinheiro esbanjado pelo Estado para sustentar estes parasitas, ainda julgam existir moral para criticar quem foge ao fisco?...

Não sejam idiotas.

O exemplo vem de cima. E esse exemplo diz-nos claramente: isto é cada um por si. Procurem é safar-se...
 
citação:Originalmente colocada por Pé Leve

Fonix...[8][8][8]
Eu diria melhor .......daaaassssssssseeeeeeeeee........

E depois ainda há quem diga que o Director Geral dos Impostos ganha demais ......[8][8][8][8][8][8][8][8][8][8][8][8][8][8][8][8]
 
Infelizmente o exemplo que temos é tão penoso, que até dá dó.



Vi aí um que vai ganhar 12000€ por mês de subsidio de desemprego até ao máximo de 24 meses. Um simples exercicio de reflexão:


Quase todos os portugueses demoram 24 anos a ganhar 12000€ x 24 = 288000€, qualquer coisa como 58.000cts(e quem ganha este valor anual já é bem pago)

Rídiculo, de todo!!!

E pedem sacrificios aos portugueses e quase chamam de criminosos a quem foge ao "fisco" porque ganha o salário minimo e não paga os impostos.... [8]
 
citação:Originalmente colocada por Omega

Quem nomeou este tipo e quem lhe fez o contrato ?
Barroso, Santana, Socrates ?
O nome, se calhar até nem interessa muito, pois trata-se mesmo do sistema que nos penaliza a nós para lhes dar a eles...
 
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