Parece que S. Pedro é amigo da Europa e trouxe mta água para as nossas hídricas e temperaturas mto acima do normal na Europa nos últimos tempos. Com isso a consumo do gás foi mto menor, os inventários estão mto saudáveis e os preços recuaram imenso, até para niveis pré-guerra acho.
O choque energético como tal fica menos grave. A Europa continua com debilidades mas o preço a pagar será menor.
Extraordinariamente importantes foram as reuniões da Fed e BCE há duas semanas.
Creio que, além do que consta dos comunicados, eles estão com imenso receio que a inflação core se mantenha sticky mto acima dos 2% mesmo com as taxas já elevadas. O mercado de trabalho dos EUA continua mto forte e na Europa não está mau de todo. Isso irá obrigar a taxas mais altas e sobretudo por mais tempo. Uma coisa é um spike de 5/5,5% (nos Eua claro) durante 3 meses, outra coisa é durante um ano ou mais.
Daí que adoptaram uma linguagem mais dura e (alguns) mercados perceberam - a euribor 12 m está a já elevados 3,32%. Os bancos centrais tb finalmente perceberam que tinham que acelerar o QT. É essencial secar o excesso de liquidez, ainda q isso parta os mercados financeiros. Faz parte.