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Governos africanos querem direito uso pacífico energia nuclear
Os governos africanos reivindicaram hoje o direito ao uso pacífico da energia nuclear, que a União Africana (UA) considera indispensável ao desenvolvimento do continente, durante uma reunião sobre o tema, na capital argelina, Argel.
No encontro, que conta com o apoio da Organização Internacional de Energia Atómica (AIEA), o director-geral da Organização Internacional de Energia Atómica (AIEA), Mohamed El- Baradei, afirmou que os países africanos podem contar com toda a colaboração por parte deste organismo.
No discurso de abertura da reunião, o Presidente argelino, Abdelaziz Bouteflika, disse que os africanos desejam melhorar as suas capacidades tecnológicas para aproveitar os avanços do mundo moderno a nível de energia nuclear.
«África deve adquirir os conhecimentos científicos necessários e dotar-se das infra-estruturas que lhe permitam aproveitar a energia nuclear para fins pacíficos», afirmou o chefe de Estado argelino.
Bouteflika acrescentou que este tipo de energia não deve ser exclusiva dos países industrializados e defendeu que, para os países africanos, representa um «vector para a projecção do continente para a modernidade».
«Estamos conscientes da necessidade de encontrar um equilíbrio dinâmico entre o uso pacífico da energia nuclear e as necessárias medidas restritas e eficazes de segurança que este processo requer», disse.
A UA apresentou nesta reunião um relatório em que destaca que a energia nuclear é um factor indispensável de desenvolvimento dos países africanos e apelou aos governos para que criem uma infra-estrutura integrada de aproveitamento que tenha em conta a segurança.
O encontro termina quinta-feira com a adopção de recomendações que serão depois submetidas aos chefes de Estado e de Governo na próxima cimeira da UA, que se realiza no próximo mês na capital etíope, Addis Abeba. Diário Digital/Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=257518
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Era tão fixe que a Somália, o Congo, a Costa do Marfim, a Guiné Bissau, a Eritreia tivesse uma central nuclear!
" - Quero ser presidénté.
- Não, présidénté sou eu!
- Ai é, então Buuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!!!!!
"
Os governos africanos reivindicaram hoje o direito ao uso pacífico da energia nuclear, que a União Africana (UA) considera indispensável ao desenvolvimento do continente, durante uma reunião sobre o tema, na capital argelina, Argel.
No encontro, que conta com o apoio da Organização Internacional de Energia Atómica (AIEA), o director-geral da Organização Internacional de Energia Atómica (AIEA), Mohamed El- Baradei, afirmou que os países africanos podem contar com toda a colaboração por parte deste organismo.
No discurso de abertura da reunião, o Presidente argelino, Abdelaziz Bouteflika, disse que os africanos desejam melhorar as suas capacidades tecnológicas para aproveitar os avanços do mundo moderno a nível de energia nuclear.
«África deve adquirir os conhecimentos científicos necessários e dotar-se das infra-estruturas que lhe permitam aproveitar a energia nuclear para fins pacíficos», afirmou o chefe de Estado argelino.
Bouteflika acrescentou que este tipo de energia não deve ser exclusiva dos países industrializados e defendeu que, para os países africanos, representa um «vector para a projecção do continente para a modernidade».
«Estamos conscientes da necessidade de encontrar um equilíbrio dinâmico entre o uso pacífico da energia nuclear e as necessárias medidas restritas e eficazes de segurança que este processo requer», disse.
A UA apresentou nesta reunião um relatório em que destaca que a energia nuclear é um factor indispensável de desenvolvimento dos países africanos e apelou aos governos para que criem uma infra-estrutura integrada de aproveitamento que tenha em conta a segurança.
O encontro termina quinta-feira com a adopção de recomendações que serão depois submetidas aos chefes de Estado e de Governo na próxima cimeira da UA, que se realiza no próximo mês na capital etíope, Addis Abeba. Diário Digital/Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=257518
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Era tão fixe que a Somália, o Congo, a Costa do Marfim, a Guiné Bissau, a Eritreia tivesse uma central nuclear!
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