LuisPedro
Well-known member
Portanto agora se Espanha decidisse invadir Portugal os portugueses teriam que obeceder aos espanhóis.
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Portanto agora se Espanha decidisse invadir Portugal os portugueses teriam que obeceder aos espanhóis.
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O ódio de morte entre Palestinianos e Israelitas é incurável a médio prazo.
Não vale a pena apelar à contenção e bom senso, eles querem simplesmente matar-se uns aos outros.
Tu és muito engraçado. És a caricatura da geração YouTube.[]
Viste há tempos uma serie de Netflix financiada provavelmente por um judeu e já achas que tens equivalência a PhD em estudos do médio Oriente e islão.
É incrível como há tanta gente que não compreende que um povo se revolte e odeie quem o invade e o bombardeie constantemente deixando um rasto de destruição e morte durante décadas e décadas.
É absurdo, a mente humana é uma coisa extraordinária, há gente que vive numa realidade paralela e não é capaz de se colocar no lugar dos outros.
Nos anos 50 a Espanha começa uma invasão a Portugal que começa no Minho que dura décadas com centenas de milhares de mortes e Portugal em 2024 está neste momento reduzido a uma pequena área do seu território original que é o Algarve.
Os portugueses neste contexto o que é que sentiriam pelos espanhóis? Há gente que nem com um desenho percebe o básico.
Depois Israel é que é má quando bombardeia um centro de comando do Hamas, perdão, escola.O Gugu tem a casa cheia de terroristas!
Agência da ONU despede nove membros por eventual envolvimento com Hamas
ONU admite que nove dos seus funcionários "podem ter estado envolvidos" em ataque a Israel
https://www.jn.pt/5794660491/onu-ad...dem-ter-estado-envolvidos-em-ataque-a-israel/
Depois Israel é que é má quando bombardeia um centro de comando do Hamas, perdão, escola.
A Austrália não merecia ser assim denegrida.
Os cheganos acham mesmo que se um país invade outro e passa a vida a destruir tudo o que pode, a população do país invadido deve aceitar e não ficar com ressentimentos em relação ao país invasor.
Os cheganos vivem mesmo no mundo da lua. Portanto agora se Espanha decidisse invadir Portugal os portugueses teriam que obedecer aos espanhóis.
Isto é de loucos. As crianças palestinianas cresceram sempre em guerra e a levar com bombas na cabeça, acham que não é normal terem ressentimentos e ódio em relação ao país agressor?
cheganos, a maioria dos países do mundo incluindo os países democráticos e a ONU são a favor da solução de dois estados e é essa a solução de futuro se Israel quer continuar a existir como país. Caso contrário vão continuar a ser odiados por todo o Mundo Árabe e quando se acabar a ajuda dos EUA podem dizer adeus a Israel.
As crianças palestinianas cresceram sempre em guerra e a levar com bombas na cabeça
a maioria dos países do mundo incluindo os países democráticos e a ONU são a favor da solução de dois estados e é essa a solução de futuro se Israel quer continuar a existir como país
O Gugu tem a casa cheia de terroristas!
Agência da ONU despede nove membros por eventual envolvimento com Hamas
ONU admite que nove dos seus funcionários "podem ter estado envolvidos" em ataque a Israel
https://www.jn.pt/5794660491/onu-adm...aque-a-israel/
As crianças palestinianas cresceram sempre em guerra e a levar com bombas na cabeça, acham que não é normal terem ressentimentos e ódio em relação ao país agressor?
As crianças palestinas são endoutrinadas em escolas ...para odiarem os Israelitas e defenderem o seu extermínio nem que para isso se tenham de tornar mártires.
Já não vês esse tipo de discurso em crianças e jovens israelitas.
The Unpunished: How Extremists Took Over Israel
After 50 years of failure to stop violence and terrorism against Palestinians by Jewish ultranationalists, lawlessness has become the law.
This story is told in three parts. The first documents the unequal system of justice that grew around Jewish settlements in Gaza and the West Bank. The second shows how extremists targeted not only Palestinians but also Israeli officials trying to make peace. The third explores how this movement gained control of the state itself. Taken together, they tell the story of how a radical ideology moved from the fringes to the heart of Israeli political power.
https://www.nytimes.com/2024/05/16/magazine/israel-west-bank-settler-violence-impunity.html
Kahane said he wanted to rewrite the stereotype of Jews as victims, and he argued, in often vivid terms, that Zionism and democracy are in fundamental tension. “Zionism came into being to create a Jewish state,” Kahane said in an interview with The Times in 1985, five years before he was assassinated by a gunman in New York. “Zionism declares that there is going to be a Jewish state with a majority of Jews, come what may. Democracy says, ‘No, if the Arabs are the majority then they have the right to decide their own fate.’ So Zionism and democracy are at odds. I say clearly that I stand with Zionism.”
Isto é fabuloso!
As crianças palestinas são endoutrinadas em escolas financiadas pela ONU para odiarem os Israelitas e defenderem o seu extermínio nem que para isso se tenham de tornar mártires. Já não vês esse tipo de discurso em crianças e jovens israelitas. Cultiva-te.
Uma vez mais a propagar mentiras. Segundo escreves parece que é Israel quem nunca aceitou a solução de dois estados. Quem nunca aceitou e continua a não aceitar uma solução de dois estados são os primitivos que querem continuar a viver em condições de atraso civilizacional, preferindo gastar os milhões de dólares que receberam na construção de túneis para movimentar e albergar material que usam nos ataques, ao invés de investir no desenvolvimento da população. Está sobejamente documentada a utilização da população como escudos humanos. Cultiva-te uma vez mais.
Não vos esqueçais de que estes primitivos preferiram destruir todas as infraestruturas agrícolas que os israelitas deixaram quando de lá saíram em 2005. A faixa de Gaza produzia milhões de dólares em flores e hortícolas, principalmente tomate. Mas coexistir pacificamente com vizinhos e elevar o nível de vida da população realmente requer pessoas inteligentes e bem formadas à frente do "país", não um grupo de fanáticos religiosos terroristas e assassinos que vivem vidas luxuosas em hotéis onde não lhes falta nada, quando a população vive na miséria e onde lhes falta quase tudo, mas essencialmente educação, cultura e valores de civilidade.