Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Por acaso é bem fácil e o que não faltam são interpretações factuais dos dados, algumas até das próprias policias.
Só que não convém aos topolino's creditar os factos, há aí um que até diz que os números são da autoria da Nova Ordem Mundial que comprou o INE, a mesma Nova Ordem Mundial que inventou o Covid e meteu chips nas vacinas, que é só para entenderes o tamanho da loucura a que isto já chegou.
Isto é mais outro fait diver do CHEGA, que outrora foram os serviços públicos que precisavam ser privatizados, depois o problema de Portugal afinal eram os ciganos e depois passou a ser dar subsídios a todos os funcionários públicos e aumentar o SMN para 1000€ e agora o problema do país e que põe os topolino's de Portugal a escrever todos os dias incessantemente em fóruns, em facebooks e tiktoks são os imigrantes.


Não vale a pena vir com tangas, que ninguém aqui no fórum escreveu nada disso, vejo aí é muito exagero gratuito. 🤣
( Chips nas vacinas ?? Viste isso em algum filme do James Bond ou quê ? )

Caro professor fangio, não é por dizer uma mentira muitas vezes que ela se torna numa verdade.

E sim, a imigração descontrolada é um problema.
É atentar no exemplo abaixo caro professor que infelizmente se torna cada vez mais a realidade ... não vale a pena tentar tapar o sol com a peneira :


parece que a violação está ao rubro desde que os esquerdopatas foram distribuir cravos ao Martim Moniz:

14 Janeiro - Mulher, 24 anos. Violação. Rua de São Lázaro junto ao Martim Moniz, 5h da manhã. Homem estrangeiro.
19 Janeiro – Mulher italiana, 23 anos. Violação. Escadinhas da Saúde, Martim Moniz, 4 da manhã. Três homem estrangeiros.
19 Janeiro – Mulher francesa, 22/29 (?) anos. Violação. Apanhou um Bolt no Bairro Alto/Caís do Sodré, 2h da manhã. Motorista estrangeiro.
26 Janeiro – Mulher, 24 anos. Violação. Ocorreu num hostel na Rua do Benformoso. Indivíduo de origem indostânica. Localizado e levado para a esquadra da Polícia.

curiosamente, nem um pio das esganiçadas do BE sobre o machismo tóxico e os direitos das mulheres.​


Mas nunca se esqueçam, segundo o professor jfangio :

" ... a criminalidade não é um problema na imigração ... " 👌
 
Essas zonas problemáticas de LX também têm uma % de estrangeiros mt alta, é " normal " que haja boa parte dos crimes cometidos por eles.

Da mesma forma que num bairro social boa parte são negros.

Mas que tem que se olhar para o problema, isso tem.
 
É uma questaão algo mais complexa, se a criminalidade devido à imigração fica toda concentrada em " 2 ou 3 " locais, vai chamar muito mais à atenção mas no geral os numeros disfarçam isso porque no resto do pais há poucos imigrantes.

O mesmo acontece , em sentido inverso, com as " etnias " em que no país rural e suburbios causam grandes transtornos a quem vive perto deles mas no centro da cidade pouco se notam e são tudo coisas que faz cada um ver a coisa como prefere. Encontrar alguém que interprete os dados concretos sem cantigas de youtube nem de BE nem de Chega , não é fácil.

A imigração descontrolada causa problemas em qualquer país, só convém evitar que isso aconteça.

Os numeros não disfarçam nada. Há é quem não os consiga analisar. O número de estrangeiros presos não é proporcional à sua representatividade no total de residentes em Portugal. Idem para o número de ciganos presos.
 
Ahhhhhhhhhh caneco, estou agora a ouvir os comentadores da CNN a defender o que PNS disse sobre a imigração !!!

Porra...... grandes espinhas dorsais, que há meses atrás diziam cobras e lagartos do discurso racista e xenófebo do Ventura !
 
Os numeros não disfarçam nada. Há é quem não os consiga analisar. O número de estrangeiros presos não é proporcional à sua representatividade no total de residentes em Portugal. Idem para o número de ciganos presos.

Os numeros de estrangeiros presos é somente referente a emigrantes?
é sabido e está nos relatórios que por exemplo Espanha tem bastantes presos em PT devido a crimes de proximidade de fronteira, nomeadamente tráfico.
 
Como não há um tópico dedicado ao problema da imigração e da integração, vou deixar isto aqui.
A reflectir....

O Martim Moniz é a nova terra dos amanhãs que cantam

​ Se quem procura Portugal para viver e trabalhar não tem de perceber que no país para o qual imigra há uma cultura que deve ser respeitada, vai integrar-se em quê?

26 jan. 2025, 00:20

A violação duma mulher no Martim Moniz veio lembrar-nos que o Martim Moniz se tornou na nova terra dos amanhãs que cantam, só que agora os agentes da revolução já não são os operários mas sim as comunidades. E na terra dos amanhãs de agora, como nos dos amanhãs do passado, a realidade, para os activistas, pode ser e deve ser filtrada pela ideologia. Feito este aviso prévio, entende-se melhor o que por aí se disse e escreveu sobre “a italiana” e os seus agressores apátridas.

Ora estudante, ora jovem, ora universitária, mas invariavelmente italiana, uma mulher foi notícia por, alegadamente, ter sido violada por dois ou três homens. Houve também quem optasse por outra abordagem: a italiana, afirmavam, teria sido abordada por dois ou três homens que, quem sabe, lhe teriam perguntado pelas horas ou se queria conversar com eles. Note-se que, mesmo antes de serem conhecidos os resultados dos exames médicos que viriam a confirmar a violação, já se sabia que a jovem sofrera agressões na cabeça e no peito, o que em português vai muito para lá do significado de “abordagem”.

Rapidamente os exames médicos confirmaram a violação, que por isso deixou de ser “alegada violação” ou “abordagem”. A italiana, que também podia ser estudante italiana, jovem italiana ou universitária italiana, deixou então de “alegar ter sido violada” e passou a violada. Mas italiana, claro.

Já os dois ou três homens que lhe bateram, a violaram e roubaram, esses, ora eram apresentados como indivíduos, ora como alegados agressores. Sobre a sua nacionalidade nem uma palavra, o que não deixa de ser um gritante contraste com o que entretanto acontecia à vítima, invariavelmente identificada como italiana. Num enviesado, mas comum processo, de escolha de identificação por nacionalidades, enquanto a vítima era identificada pela sua nacionalidade os agressores mantinham-se apátridas, mediaticamente falando.

Como era mais que inevitável, a não referência à nacionalidade dos violadores acabou a chamar a atenção exactamente para essa omissão e para o que ela costuma significar: os autores dos crimes são estrangeiros mas não quaisquer estrangeiros. Porque, ao mesmo tempo que se consideram banais títulos como “O alemão violador da Serra do Gerês em prisão preventiva” ou “Inglês detido por violar turista em rua de Albufeira“, escreve-se com pinças, ou quase não se escreve, qualquer referência à sua nacionalidade quando o autor dos crimes integra, ou acha-se que pode vir a integrar, aquela parte da humanidade que agora a esquerda vê como possíveis substitutos do operariado na luta já não de classes mas sim de comunidades, através da qual aspira corroer as sociedades que já foram mais livres do Ocidente.

Ora não só aos olhos do cidadão comum o inglês que violou uma turista em Albufeira é tão criminoso quanto o nepalês que violou uma colega de trabalho em Silves, como esse cidadão percebe que não se escreve ou comenta igualmente um caso ou outro. E esse enviesamento está a ser fatal para aquilo que é essencial à sociedade como a conhecemos: a confiança.

Não estou a dizer que a criminalidade aumente significativamente por causa dos imigrantes. (Mas também não é necessário massacrar os números como fez o director da PJ para o afirma.r Obviamente o número de estrangeiros entre a população prisional não é tão irrelevante quanto Luís Neves quis fazer crer num exercício mais contraproducente que esclarecedor). Estou a dizer que há imigrantes que cometem crimes ou, o que não é socialmente menos grave, que, não cometendo crimes, têm comportamentos que os residentes nas áreas onde eles se concentram entendem como desadequados ou agressivos. Se nos podemos queixar dos desacatos provocados pelos ingleses meio despidos e bêbedos nas ruas do Algarve, porque temos de ficar calados perante os imigrantes do Bangladesh que se enfrentam de facas e barras de ferro na mão no Porto ou em Lisboa?

Ah, já sei, temos o problema da extrema-direita. Do fazer a conversa da extrema-direita. Do estar a dar força à extrema-direita… Se a estupidez pagasse imposto, a humanidade estava rica com este dogma que entrou na cabeça de muita gente, sobretudo daqueles que, pela sua posição privilegiada, não se confrontam com os problemas que já não negam mas cuja denúncia dizem ir favorecer a extrema-direita. Um dos espécimes que anda por aí a propalar esta tese é a agora eurodeputada Ana Catarina Mendes, ex-ministra socialista e responsável por boa parte da política migratória portuguesa (ou mais precisamente pela sua ausência) nos governos de António Costa.

Ao comentar as declarações de Pedro Nuno Santos sobre a imigração, na entrevista que este deu ao Expresso, nomeadamente quando afirmou “Quem procura Portugal para viver e trabalhar, obviamente, percebe, ou tem de perceber, que há uma partilha de um modo de vida, uma cultura que deve ser respeitada”, Ana Catarina Mendes afirmou “Vejo com pena a aproximação ao discurso da direita e da extrema direita.” O norte dos socialistas e esquerdistas como Ana Catarina Mendes deixou de ser o socialismo mas sim a extrema-direita. Não interessa a realidade, o que lhes interessa é o que diz a extrema-direita ou aqueles que a cada momento as suas cabecinhas identificam como extrema-direita. Isto não é política, é auto-mutilação!

Durante anos, pessoas como Ana Catarina Mendes garantiam que os imigrantes vinham para Portugal para se integrar, que tínhamos de nos mobilizar para os acolher e integrar e agora exaltam-se porque alguém diz o óbvio: “Quem procura Portugal para viver e trabalhar, obviamente, percebe, ou tem de perceber, que há uma partilha de um modo de vida, uma cultura que deve ser respeitada”

Então se quem procura Portugal para viver e trabalhar, não tem de perceber que no país para o qual imigra há uma cultura que deve ser respeitada, vai integrar-se em quê? Se calhar o modelo que defendem afinal não é o da integração mas sim o dos territórios perdidos da República a que os clones de Ana Catarina Mendes conduziram a França. Ana Catarina Mendes, e já agora também Marta Temido, que veio dizer-se “desconfortável” com algumas palavras de Pedro Nuno Santos sobre a imigração, podem aproveitar as viagens obrigatórias dos eurodeputados a Estrasburgo para observar ao vivo e em directo como esta táctica aniquilou os socialistas franceses, tornou a França ingovernável e, claro, fez crescer a extrema-direita como esta nunca tinha sonhado.

 
E não acho que a corrupção esteja normalizado, nem nada lá perto. Por exemplo em relação a anos 90 acho que nem há comparação possíve

Em conferência de imprensa na sede nacional do Chega, em Lisboa, André Ventura considerou que a notícia divulgada pela RTP na sexta-feira, de que Hernâni Dias criou duas empresas que podem beneficiar com a nova lei dos solos - área que tutela enquanto secretário de Estado - revela uma "situação de incompatibilidade pura" e é "corrupção aos olhos de todos".

"Acho que o primeiro-ministro só tem uma solução: é demitir Hernâni Dias rapidamente. Se não o fizer, é cúmplice: está a pactuar com esquemas de suspeição e degradação da democracia", afirmou, recordando que já foi noticiado que Hernâni Dias também está a ser investigado pela Procuradoria Europeia devido ao negócio da empreitada de ampliação da Zona Industrial de Bragança, feito quando era autarca daquela cidade.

André Ventura procurou comparar os casos que envolvem o secretário de Estado Hernâni Dias e o ex-deputado do Chega Miguel Arruda, constituído arguido por suspeita de furto de malas no aeroporto de Lisboa.

"Deixo o desafio ao senhor primeiro-ministro: num caso 100 mil vezes mais grave, que envolve contrapartidas no exercício de funções públicas, benefício próprio no processo de legislativo, vai tomar a mesma atitude que eu tomei em relação a um deputado ou só vale a crítica e a exigência para o Chega?", perguntou.

Ventura anunciou ainda que o partido vai dar entrada com um requerimento para ouvir com urgência Hernâni Dias no parlamento, caso o secretário de Estado não seja demitido, prometendo ainda aprovar o pedido já feito pelo BE com o mesmo efeito.

Chega pede demissão de secretário de Estado Hernâni Dias - Renascença (sapo.pt)

Alguma vez normalizada, coisa empolada por estes populistas arruaceiros, [:D]
 
Como era mais que inevitável, a não referência à nacionalidade dos violadores acabou a chamar a atenção exactamente para essa omissão e para o que ela costuma significar: os autores dos crimes são estrangeiros mas não quaisquer estrangeiros. Porque, ao mesmo tempo que se consideram banais títulos como “O alemão violador da Serra do Gerês em prisão preventiva” ou “Inglês detido por violar turista em rua de Albufeira“, escreve-se com pinças, ou quase não se escreve, qualquer referência à sua nacionalidade quando o autor dos crimes integra, ou acha-se que pode vir a integrar, aquela parte da humanidade que agora a esquerda vê como possíveis substitutos do operariado na luta já não de classes mas sim de comunidades, através da qual aspira corroer as sociedades que já foram mais livres do Ocidente.

Ora não só aos olhos do cidadão comum o inglês que violou uma turista em Albufeira é tão criminoso quanto o nepalês que violou uma colega de trabalho em Silves, como esse cidadão percebe que não se escreve ou comenta igualmente um caso ou outro. E esse enviesamento está a ser fatal para aquilo que é essencial à sociedade como a conhecemos: a confiança.

É isto. Obrigado pela peça da Helena Matos, 330i.
 
Isso pode ser uma armadilha :sh)

A seguir o BE vai vir defender os violadores que, coitados , não puderam trazer mulheres deles para pinar. E vai promover "reagrupamento familiar " dando abertura à vinda de mulheres domestica(das) e crianças ( às dezenas deles e da família toda ). Depois ficam por conta conta da segurança social. Não há problema.

O esquema é sempre o mesmo e funciona bem.

Obrigado António Costa.apr:)
 
Última edição:
JMT no Público de hoje:

“Pedro Nuno Santos afirmou em entrevista [ao Expresso]: “Quem procura Portugal para viver e trabalhar tem de perceber que há uma partilha de um modo de vida, uma cultura que deve ser respeitada.”

Isto deveria ser evidente para qualquer pessoa, seja de esquerda ou de direita.

Ana Catarina Mendes, pelo contrário, ficou “perplexa” e “estupefacta”.

No seu entender, Pedro Nuno cometeu um erro imperdoável: exigir “uma espécie de aculturação” do imigrante. (…)

No [seu] excelso entender, cabe a Portugal ser “capaz de integrar a diversidade” e não ao imigrante comportar-se de forma diferente do que se comportava no seu país de origem.

Qualquer pessoa com um mililitro de sensatez ouve isto e belisca-se para saber se estará a sonhar.

Será que Ana Catarina Mendes foi criogenada em 1986 e só agora voltou à vida?

Não deu por nada do que aconteceu nas últimas décadas?

Perdeu a radicalização das mesquitas em Inglaterra e em França; os atentados terroristas; a violência nos subúrbios de Paris; os gangs de violadores no Reino Unido; os conflitos de identidade das segundas gerações; as discussões sobre o hijab; as notícias sobre a mutilação genital feminina; os problemas de integração de imigrantes na Suécia; os bairros em que a polícia não entra em Bruxelas; o "Brexit"; o crescimento da extrema-direita na Alemanha? (…)

O multiculturalismo a la Ana Catarina foi um sonho lindo que morreu há muitos anos.

As intenções originais eram óptimas, muita paz e muito amor e um grande respeito liberal pelo indivíduo.

Só que mostraram ser muito ingénuas.

Vai-se a ver, e os imigrantes organizam-se em comunidades, e quando essas comunidades atingem grandes dimensões e são culturalmente muito distintas do país de acolhimento, a inexistência de um enorme esforço de integração tem sempre o mesmo resultado — o desastre.

Que esse seja o sonho secreto da esquerda radical, para a partir das ruínas das sociedades capitalistas construir o seu homem novo, ainda se pode perceber.
Que haja tanta gente no PS a ter o mesmo tipo de sonho, já me parece muito mais preocupante.”​


isto é tão óbvio que só um esquerdopata não percebe.
 
Depois de escrever e escrever, insinuar e insinuar, gosto da parte em que se diz, não estou a dizer que haja um problema de criminalidade.[:D][:D][:D] Não sei quem é o autor, mas tem aquela sonsice passiva agressiva de atiçar os topolino's da tuga...
 
Última edição:
Voltar
Superior