Na raspadinha, especificou, “podemos ter uma população de 1,28% entre os adultos afetada por comportamentos de jogo problemático. Ou seja, 100 mil adultos dos quais 30 mil já com sinais de perturbação de jogo patológico”, alertou.
Ainda de acordo com a investigação, as pessoas com problemas com raspadinhas têm “piores indicadores de saúde mental como sintomas depressivos, ansiosos e de stress”, descreveu o, também, psiquiatra.
Quanto ao consumo deste tipo de jogo “é mais comum em pessoas de baixos rendimentos, com o ensino básico e secundário. Aqui, falamos de probabilidades entre 4 a 6 vezes superior quando comparado com pessoas com mestrado ou doutoramento”, rematou.