Stellantis em crise

A Stelantis era uma "bolha" que mais tarde ou mais cedo ia rebentar. Não só pelos preços, mas porque os carros não são bons e o serviço tem decaído. O pesadelo 1.2 puretech, os preços absurdos dos elétricos, a família low cost dos elétricos que é francamente má, os preços loucos de um simples Peugeot, uma Opel sem identidade, marcas que não fazem sentido como a DS, a falta de atualização e fiabilidade da família americana...

Vamos ver agora como saem do buraco.
 
E esta nova direção prefere atirar culpas aos eléctricos. É a americanização e trumpificação da Stellantis. Os modelos deles são fracos face á concorrência mas há que arranjar um bode expiatório.
Vamos ignorar os problemas que tiveram em produzir Fiat 600 em escala, os atrasos com o Grande Panda, deixarem o 500 a gasolina morrer e só lançarem um sucessor com muito atraso e um motor anémico, para além de não atualizarem o 500e para baterias LFP.
E isto é só arranhar a superfície. O que dizer dos atrasos no lançamento da nova geração do Giulia e Stelvio? O fiasco de lançarem um Grecale com bateriasde 400V a preços obscenos? Péssima gestão.
 
Alfa Romeo, Maserati, Lancia, RAM, DS. Isso é tudo para vender. São pesos mortos. E sim, as baterias LFP seriam fundamentais nos elétricos porque permitiam baixar os custos por um lado mas aumentar a durabilidade e usabilidade por outro. o E-C3 e Panda vão no caminho certo, o problema é que são carros que demoraram um ano e meio entre a apresentação e a comercialização, estão cheios de bugs, têm um consumo ridículo e os consumidores nem sabem como se comportam em caso de acidente. 3 ou 4 boas modificações cirurgicas e poderiam ser excelentes propostas desde que os preços não subissem.

A Opel está sem alma. É uma marca esquecida sem qualquer mais valia. O que fazer? Vender ou extinguir?
 
Afinal o grande gestor tuga...

Como reporta esta sexta-feira (6) a Reuters, Filosa reconheceu que os problemas de qualidade de construção que os automóveis do grupo sofrem hoje resultaram diretamente da obsessão pelo corte de custos. Para tentar estancar a degradação técnica, a Stellantis foi obrigada a contratar urgentemente 2.000 engenheiros.

https://www.dn.pt/economia/stellant...il-milhes-o-legado-de-erros-de-carlos-tavares
 
Afinal o grande gestor tuga...

Como reporta esta sexta-feira (6) a Reuters, Filosa reconheceu que os problemas de qualidade de construção que os automóveis do grupo sofrem hoje resultaram diretamente da obsessão pelo corte de custos. Para tentar estancar a degradação técnica, a Stellantis foi obrigada a contratar urgentemente 2.000 engenheiros.

https://www.dn.pt/economia/stellant...il-milhes-o-legado-de-erros-de-carlos-tavares

Grande sucesso!

Isso, e rebentarem o mercado americano, obrigando os dealers a praticar preços obscenos por produtos com qualidade duvidosa.

Não admira terem parques cheios de inventário, enquanto a concorrência agradece e vende bem.


https://youtu.be/pzCRNx5204o?si=QwGQWel2xyOjNmGW
 
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E, ainda por cima, depois disto alguém está a gozar uma chorudéssima reforma dourada...
 
Não acho que a Opel esteja sem identidade, é para mim a marca generalista que melhor adn/imagem consegue transportar de geração para geração, agora sim e concordo é que tem perdido bastante quota de mercado, com cada vez menos produtos interessantes, nenhuma presença fora do mainstream do segmento B e C.
 
Alfa Romeo, Maserati, Lancia, RAM, DS. Isso é tudo para vender. São pesos mortos. E sim, as baterias LFP seriam fundamentais nos elétricos porque permitiam baixar os custos por um lado mas aumentar a durabilidade e usabilidade por outro. o E-C3 e Panda vão no caminho certo, o problema é que são carros que demoraram um ano e meio entre a apresentação e a comercialização, estão cheios de bugs, têm um consumo ridículo e os consumidores nem sabem como se comportam em caso de acidente. 3 ou 4 boas modificações cirurgicas e poderiam ser excelentes propostas desde que os preços não subissem.

A Opel está sem alma. É uma marca esquecida sem qualquer mais valia. O que fazer? Vender ou extinguir?


Concordo plenamente, demasiadas marcas que concorrem entre si mesmas, e muitas mal geridas como a Crysler, Alfa Romeo, Maserati, Opel, etc...


Afinal o grande gestor tuga...

Como reporta esta sexta-feira (6) a Reuters, Filosa reconheceu que os problemas de qualidade de construção que os automóveis do grupo sofrem hoje resultaram diretamente da obsessão pelo corte de custos. Para tentar estancar a degradação técnica, a Stellantis foi obrigada a contratar urgentemente 2.000 engenheiros.

https://www.dn.pt/economia/stellant...il-milhes-o-legado-de-erros-de-carlos-tavares


Este foi para mim o grande pecado do Carlos Tavares, a obsessão cega em cortar custos sem qualquer preocupação pelo futuro do grupo com esta decisão.

Mas atenção que os acionistas aplaudiram de pé enquanto esta estratégia de curto prazo resultou...


Triste, ver várias marcas históricas nesta situação. A Lei de Darwin não perdoa...


Já aqui disse isto algumas vezes, mas existem marcas à mais e muitas vão ter que fechar definitivamente, por muito que nos custe. E já não estou a contar com as marcas chinesas, que nunca mais acabam!


Grande sucesso!

Isso, e rebentarem o mercado americano, obrigando os dealers a praticar preços obscenos por produtos com qualidade duvidosa.

Não admira terem parques cheios de inventário, enquanto a concorrência agradece e vende bem.


https://youtu.be/pzCRNx5204o?si=QwGQWel2xyOjNmGW


Acho que ninguém obrigou os dealers a praticarem preços malucos, eles fizeram isso eles mesmos porque pensaram que a situação ocorrida na pandemia ia passar a ser a normalidade. O grupo Stellantis também pensou o mesmo, diga-se...


Não acho que a Opel esteja sem identidade, é para mim a marca generalista que melhor adn/imagem consegue transportar de geração para geração, agora sim e concordo é que tem perdido bastante quota de mercado, com cada vez menos produtos interessantes, nenhuma presença fora do mainstream do segmento B e C.


Não concordo, para mim a Opel é apenas uma alternativa low cost a Peugeot, com os seus preços premium, e nada mais. Não vejo ali um traço ou uma caracteristíca que defina a Opel em relação a todas as outras marcas...



Quanto ao futuro, já só vejo uma solução, dividir o grupo em três partes, americana, francesa e italiana, e cada um seguir o seu caminho, mal ou bem...
 
Alfa Romeo, Maserati, Lancia, RAM, DS. Isso é tudo para vender. São pesos mortos. E sim, as baterias LFP seriam fundamentais nos elétricos porque permitiam baixar os custos por um lado mas aumentar a durabilidade e usabilidade por outro. o E-C3 e Panda vão no caminho certo, o problema é que são carros que demoraram um ano e meio entre a apresentação e a comercialização, estão cheios de bugs, têm um consumo ridículo e os consumidores nem sabem como se comportam em caso de acidente. 3 ou 4 boas modificações cirurgicas e poderiam ser excelentes propostas desde que os preços não subissem.

A Opel está sem alma. É uma marca esquecida sem qualquer mais valia. O que fazer? Vender ou extinguir?

Ram? A Ram é o suporte de vida da Stellantis nos EUA.
 
Não será a lei de Darwin. Apenas idiotas em Bruxelas, a que os gestores das marcas europeias cederam em demasia.

Os gestores das marcas europeias fazem o que querem e bem lhes apetece e Bruxelas diz que sim. Não, a culpa aqui não dá para desviar: esta incompetência é toda da Stellantis.
 
Stellantis com top 3 de vendas em portugal jan/26 com 3 modelos
e peugeot a marca mais vendida (vendeu sozinha quase o mesmo que a 2a e 3a juntas - mb e bmw)
e citroen em 5°

E já agora model Y em 5° lugar !

Enfim .... boas perspectivas para 2026 !
os factos por vezes apresentam resultados interessantes !
 
Última edição:
Stellantis com top 3 de vendas em portugal jan/26 com 3 modelos
e peugeot a marca mais vendida (vendeu sozinha quase o mesmo que a 2a e 3a juntas - mb e bmw)
e citroen em 5°

E já agora model Y em 5° lugar !

Enfim .... boas perspectivas para 2026 !
os factos por vezes apresentam resultados interessantes !

Frotas. São dos que apresentam valores mais concorrenciais.
 
Não concordo, para mim a Opel é apenas uma alternativa low cost a Peugeot, com os seus preços premium, e nada mais. Não vejo ali um traço ou uma caracteristíca que defina a Opel em relação a todas as outras marcas...



Quanto ao futuro, já só vejo uma solução, dividir o grupo em três partes, americana, francesa e italiana, e cada um seguir o seu caminho, mal ou bem...

Ok, pensei que se falasse em identidade em termos de estética. Ainda assim e tirando o Opel Frontera, não existe mais nada de nível low-cost e a qualidade é ao nível médio do segmento.
 
A Stellantis vai sobreviver e prosperar e dar muito gravete a ganhar ao sucessor do Tavares e aos accionistas. O volume de negócios das marcas e dos concessionários faz-se com os carros que avariam, não com os que duram. E os consumidores portugueses são um bando de otários. Nem indemnizações cobraram pelo crime do dieselgate e já estão aí outra vez a encher os bolsos aos gajos.
 
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