Alfa Romeo, Maserati, Lancia, RAM, DS. Isso é tudo para vender. São pesos mortos. E sim, as baterias LFP seriam fundamentais nos elétricos porque permitiam baixar os custos por um lado mas aumentar a durabilidade e usabilidade por outro. o E-C3 e Panda vão no caminho certo, o problema é que são carros que demoraram um ano e meio entre a apresentação e a comercialização, estão cheios de bugs, têm um consumo ridículo e os consumidores nem sabem como se comportam em caso de acidente. 3 ou 4 boas modificações cirurgicas e poderiam ser excelentes propostas desde que os preços não subissem.
A Opel está sem alma. É uma marca esquecida sem qualquer mais valia. O que fazer? Vender ou extinguir?
Concordo plenamente, demasiadas marcas que concorrem entre si mesmas, e muitas mal geridas como a Crysler, Alfa Romeo, Maserati, Opel, etc...
Afinal o grande gestor tuga...
Como reporta esta sexta-feira (6) a Reuters, Filosa reconheceu que os problemas de qualidade de construção que os automóveis do grupo sofrem hoje resultaram diretamente da obsessão pelo corte de custos. Para tentar estancar a degradação técnica, a Stellantis foi obrigada a contratar urgentemente 2.000 engenheiros.
https://www.dn.pt/economia/stellant...il-milhes-o-legado-de-erros-de-carlos-tavares
Este foi para mim o grande pecado do Carlos Tavares, a obsessão cega em cortar custos sem qualquer preocupação pelo futuro do grupo com esta decisão.
Mas atenção que os acionistas aplaudiram de pé enquanto esta estratégia de curto prazo resultou...
Triste, ver várias marcas históricas nesta situação. A Lei de Darwin não perdoa...
Já aqui disse isto algumas vezes, mas existem marcas à mais e muitas vão ter que fechar definitivamente, por muito que nos custe. E já não estou a contar com as marcas chinesas, que nunca mais acabam!
Grande sucesso!
Isso, e rebentarem o mercado americano, obrigando os dealers a praticar preços obscenos por produtos com qualidade duvidosa.
Não admira terem parques cheios de inventário, enquanto a concorrência agradece e vende bem.
https://youtu.be/pzCRNx5204o?si=QwGQWel2xyOjNmGW
Acho que ninguém obrigou os dealers a praticarem preços malucos, eles fizeram isso eles mesmos porque pensaram que a situação ocorrida na pandemia ia passar a ser a normalidade. O grupo Stellantis também pensou o mesmo, diga-se...
Não acho que a Opel esteja sem identidade, é para mim a marca generalista que melhor adn/imagem consegue transportar de geração para geração, agora sim e concordo é que tem perdido bastante quota de mercado, com cada vez menos produtos interessantes, nenhuma presença fora do mainstream do segmento B e C.
Não concordo, para mim a Opel é apenas uma alternativa low cost a Peugeot, com os seus preços premium, e nada mais. Não vejo ali um traço ou uma caracteristíca que defina a Opel em relação a todas as outras marcas...
Quanto ao futuro, já só vejo uma solução, dividir o grupo em três partes, americana, francesa e italiana, e cada um seguir o seu caminho, mal ou bem...