Formula 1 2026

Então, tens algum tipo de duvida sobre esse facto?
Em 2025 fez metade dos pontos de 2024 e perdeu o titulo.
2026 pelo andar da carruagem, ainda será pior.
Não digo que a culpa seja dele apenas, mas como digo há anos, sem carro não há milagres nem sobredotados, e a conjuntura não está bonita para a RB nem para o Max nos proximos anos.
Portanto sim, está numa queda brutal de rendimento e pelo que se vê do que ele vai dizendo, até parece não estar preocupado e até com a cabeça fora da F1.

Raio ....

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1996 - 1999 e 2005 - 2006 / 2010-2012
[:D]


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2009 - 2013 e 2021 - 2025/26

[:D]​
 
😂

Mais uma batotice a manchar a carreira do rapaz.


Verstappen stripped of Nurburgring win​​​


​​

Por acaso, mais uma batotisse feita pela equipa a manchar indiretamente a carreira de um piloto.
Oh wait a equipa é mercedes!!!
Ops

Bricadeiras á parte não foi por esse erro extremamente amador de uma equipa tao conseituada que lhe tiram o merito, pois na corrida ele nao beneficiou de mais pneus, foi durante a Quali e o Practice.
 
Então nem conseguem chegar ao limite de Mj imposto.
Cada vez pior, que desastre de formula.

Eventualmente podem, pois a tabela não conta com a regeneração do motor parece-me. Não deixa porém de ser dos circuitos mais exigentes a nível de regeneração dada a limitação da obtida na travagem.
 
Eventualmente podem, pois a tabela não conta com a regeneração do motor parece-me. Não deixa porém de ser dos circuitos mais exigentes a nível de regeneração dada a limitação da obtida na travagem.

Tenho ideia que em Itália por exemplo, têm limite de 6Mj na qualificação. Quer dizer que quase metade vai ser regenerado pelo motor.

Acho que este ano vou dar um "pass" a isto. :sh)
 
Parece que há uma investigação à Mercedes sobre o Active Aero. Já se sabia que algumas equipas andam a jogar com o fecho e abertura em alturas diferentes à frente e atrás para dar mais estabilidade.
Parece é que numas filmagens chega-se à conclusão que a Mercedes está a demorar mais do que os 400ms a fechar à frente, supostamente com medições do dobro, 800ms.

Ainda vai dar que falar...
 
Parece que há uma investigação à Mercedes sobre o Active Aero. Já se sabia que algumas equipas andam a jogar com o fecho e abertura em alturas diferentes à frente e atrás para dar mais estabilidade.
Parece é que numas filmagens chega-se à conclusão que a Mercedes está a demorar mais do que os 400ms a fechar à frente, supostamente com medições do dobro, 800ms.

Ainda vai dar que falar...
The loophole team. O campeonato deste ano está mais do que ganho.
 
Tenho ideia que em Itália por exemplo, têm limite de 6Mj na qualificação. Quer dizer que quase metade vai ser regenerado pelo motor.

Acho que este ano vou dar um "pass" a isto. :sh)

Força, dizem sempre o mesmo mas depois nunca concretizam. Good riddance.[:D]​

The loophole team. O campeonato deste ano está mais do que ganho.

Isso vindo de um fã da Red Bull... A F1 sempre foi isto, saber jogar na área cinzenta das regras.
 
E agora mais uma bomba para lançar suspeitas na relação FIA - Mercedes...

Ao que parece o regulamento original referia que a taxa de compressão era 16:1 e que era medido segundo o regulamento técnico nº (...), sem qualquer referência a temperaturas de medição. A famosa frase com referência à obrigatoriedade da medição ser feita à temperatura ambiente foi sorrateiramente introduzida no meio de outras alterações feitas apenas em outubro de 2025, sem que as outras fabricantes tivessem sequer discutido o assunto. Não é sequer algo que consta do regulamento desde o início, tal como não constava no regulamento anterior, e deita muito por terra a teoria que a Mercedes foi mais competente a interpretar o regulamento para voltar a virar os olhos para o jogo político da F1, algo que a Mercedes joga muito bem há muitos anos.

https://motorsport.uol.com.br/f1/ne...essao-meses-antes-da-temporada-2026/10807772/
 
Last edited:
Afinal a coisa está ainda mais confusa.

A FIA já esclareceu que não está a "investigar" a Mercedes, apesar de parecer ser certo que a queixa foi da Ferrari.

A Mercedes hoje já veio comentar que a equipa não mediu bem as forças hidráulicas necessárias para fechar a asa na China e que por isso é que teve aquele funcionamento.

Mas outras fontes dizem que o sistema é propositado, porque a asa fecha metade rapidamente para o sensor actuar e dar como OK, e já depois do sensor dar o OK, fecha mais devagar para dar mais apoio na travagem.

Ainda vai dar que falar diria, mas se a Ferrari mediu mal a altura do carro ao solo e dos desclassificada, e a McLaren o mesmo, e a RB o mesmo com o DRS, como pode a Mercedes agora safar-se indicando que foi uma má medição da equipa?
 
O verstappen tem poder para expulsar jornalistas quando as perguntas não lhe agradam? O que é isto?







 
Bebé chorão
"As the first question was being asked, Verstappen interrupted: “One second; I’m not speaking before he’s leaving.”"

"Verstappen’s grievance dates back to the 2025 Abu Dhabi Grand Prix and a question Richards asked him in the post-race FIA press conference.
Richards asked Verstappen whether he regretted his collision with Mercedes’ George Russell at the Spanish Grand Prix and whether he felt the incident cost him the world championship. "


https://www.crash.net/f1/news/10919...out-british-journalist-japan-f1-media-session
 
Giles Richards: Por que Max Verstappen me expulsou da coletiva de imprensa

O ultimato do ex-campeão mundial me pegou de surpresa, mas existem questões mais sérias do que um piloto de F1 ficar bravo com você por fazer seu trabalho. No contexto geral, desfruto de uma carreira extremamente privilegiada, pago para cobrir a Fórmula 1, um esporte que amo desde 1976. Portanto, reluto em reclamar, mas fiquei profundamente decepcionado quando Max Verstappen optou por me expulsar de sua coletiva de imprensa na quinta-feira, no GP do Japão, por causa de uma pergunta feita no final da temporada passada.

Nosso primeiro encontro cara a cara em 2026 aconteceu em Suzuka, quando se descobriu que o holandês tinha uma memória praticamente impossível. Assim que me viu, ele me encarou, sorriu e declarou que não falaria até que eu saísse. Em seguida, durante uma breve troca de palavras de 30 segundos, o piloto me mandou “sair” duas vezes. Jamais me pediram para sair de uma coletiva de imprensa antes. Além disso, é extremamente raro um jornalista de Fórmula 1 se envolver em uma situação dessas, sendo quase impossível lembrar de mais de um ou dois exemplos.

Desde então, em mais de uma década cobrindo o esporte, entrevistei Verstappen talvez uma dúzia de vezes, todas elas de forma amigável e bem-humorada. Obviamente, seu talento excepcional lhe rendeu elogios e admiração nessas matérias, enquanto as críticas foram mínimas e apenas quando justificadas. A origem do conflito com o campeão


Um incidente no ano passado, no entanto, parece ter tocado em uma ferida aberta. No Grande Prêmio da Espanha, Verstappen bateu na lateral do carro de George Russell, sendo punido com 10 segundos. Tal fato fez com que o então campeão mundial caísse da quinta para a décima posição e lhe custou nove pontos. Consequentemente, ao final da temporada, após uma recuperação extraordinária (muito elogiada por mim) e com um pouco de sorte, já que a McLaren perdeu pontos nas últimas corridas, Verstappen ficou a apenas dois pontos do título.

Posteriormente, após a última corrida da temporada em Abu Dhabi, perguntei a ele como se sentia em relação ao incidente e se, olhando para trás, tinha algum arrependimento. Contudo, o piloto se ofendeu. “Você se esquece de tudo o que aconteceu na minha temporada. A única coisa que você menciona é o Barcelona. Eu sabia que isso ia acontecer. Agora você está me dando um sorrisinho bobo.” A tensão na coletiva de imprensa


Não tenho certeza se dei um sorrisinho bobo. Certamente fiquei surpreso com a veemência da resposta dele, e talvez tenha esboçado um sorriso nervoso. Todavia, não achei engraçado, nem estava me divertindo às custas dele. Logo, chegamos à coletiva de imprensa no Japão. Depois de ser informado de que não falaria a menos que eu saísse, perguntei se era por causa da pergunta em Abu Dhabi.

O piloto confirmou prontamente. Daquele momento em diante, minha surpresa apenas cresceu. Talvez eu tenha esboçado um sorriso nervoso novamente, quem sabe? Desse modo, pedi que ele confirmasse se era por causa da pergunta em Abu Dhabi sobre a Espanha. “Sim”, ele respondeu.

“Você está mesmo tão chateado com isso?” Perguntei, ao que ele respondeu: “Saia. É. Saia.” Com as ordens em mãos, prontamente me retirei. Verstappen sorriu durante toda a discussão. Pode ser que estivesse apenas apreciando a dinâmica de poder? Nesse ponto, o dia seguiu seu curso; existem problemas muito mais sérios no mundo do que um piloto de F1 estar irritado com você.

Reações e insultos do público


Em duas horas, alguém rastreou meu e-mail. “O problema é você. Você é o idiota tóxico responsável por toda a parcialidade britânica na F1. Você é o pior”, dizia a mensagem. Pelo menos, considerando os insultos, os apóstrofos estavam nos lugares certos e não foi escrito com giz de cera verde. Por esse motivo, não olhei para X e não pretendo fazê-lo.

Meus colegas da imprensa ficaram chocados e demonstraram preocupação com o meu bem-estar. Muitos deles demonstraram profundo desprezo pelo comportamento. Atualmente, sinto que estou bem. Se há algo mais desconfortável nisso tudo, é escrever sobre o assunto em primeira pessoa. Um jornalista nunca quer ser a notícia, mesmo que agora pareça inevitável.

Este incidente e suas consequências são lamentáveis, sem dúvida. Principalmente pelas acusações de parcialidade. Ao longo dos anos, fui acusado de parcialidade contra Lewis Hamilton, Sebastian Vettel e vários outros pilotos. Afinal, reportar da forma mais honesta e imparcial possível é sempre o meu principal objetivo. Espero, inclusive, que possamos ter um relacionamento melhor daqui para frente. Às vezes, perguntas difíceis e incômodas precisam ser feitas. Esse é o preço a se pagar por esse privilégio.
 
Nem no futebol (que é um meio bem mais selvagem e com personagens mal educadas que a F1) me lembro de algo assim, um jornalista ser expulso por um jogador/piloto, este e o pai são mesmo personagens tóxicas.

Além disso a pergunta foi pertinente na altura já que se ele não perdesse a cabeça contra o Russell tinha sido campeão do mundo ali em Abu Dhabi.
 
Percebo que a pergunta o tenha irritado, mas é uma pergunta perfeitamente legitima e que inclusivamente acredito que muitos adeptos do próprio Max fazem na sua própria cabeça: "se não fosse a paragem cerebral em Barcelona como seria no final?"

É claro que se o incidente com o Russell não acontecesse e com a McLarem mais pressionada provavelmente não teriam facilitado e desperdiçado tanto e o resultado talvez fosse o mesmo, mas a pergunta fica no ar e é legitima.

Nós nunca sabemos o contexto todo e provavelmente já haveria alguma coisa entre eles, mas se esta reação é só por causa daquela pergunta não faz sentido nenhum e é uma atitude desnecessária.
 
Foi um conferência organizada pela RedBull, o Max responde a quem ele quiser.

Não ficou é bem á RedBull convidar o jornalista que fez aquele tipo de pergunta no ano passado.

Quem faz perguntas de caca depois sujeita-sea este tipo de situações.
 
Foi um conferência organizada pela RedBull, o Max responde a quem ele quiser.

Não ficou é bem á RedBull convidar o jornalista que fez aquele tipo de pergunta no ano passado.

Quem faz perguntas de caca depois sujeita-sea este tipo de situações.

Ora .... "Em minha casa.... "

E algum pessoal por aí em cuecas e em bicos de pés a querer criar um caso ...
 
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