Ccorreia
Well-known member
De 2017 a 2024, ou seja 7 anos. E são 23 pessoas envolvidas por isso muitas faturas devem ser do mesmo dia.
Claro, devem almoçar todos juntos, mas depois pedem várias faturas em nomes de pessoas diferentes para ficar "mais suave"
mas (acho eu) o problema pelo MP não são os almoços ... é o que acontece depois
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Segundo o MP, a partir do mandato autárquico de 2017-2021, Isaltino Morais "gizou um plano" e "instituiu, sem formalidades, como prática que, sempre que lhe fosse oportuno, depois de pagar em restaurantes o preço devido pelas refeições de almoço, lanche ou jantar que realizaria e ou que terceiros que o acompanhassem realizariam, obteria o seu reembolso à custa do dinheiro público afeto à autarquia de Oeiras".
"Para o efeito apresentaria as faturas de tais refeições no serviço de contabilidade e ordenaria que lhe fosse reembolsado o respetivo valor em dinheiro, o qual seria retirado do Fundo de Maneio da Presidência, justificando contabilisticamente tais despesas a pretexto de 'despesas de representação' e nomeando-as como 'reuniões de trabalho'", explica a acusação. Prática terá sido autorizada a vereadores
O MP frisa que Isaltino Morais autorizou esta prática de forma informal e verbal aos vereadores e arguidos Francisco Rocha Gonçalves (vice-presidente), Joana Micaela Baptista (vereadora da Câmara de Lisboa), Pedro Patacho, Armando Soares, Nuno Neto, Teresa Bacelar, Carla Rocha, Susana Duarte e Ana Laborinho da Fonseca.
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https://sicnoticias.pt/pais/2026-03...refeicoes-municipio-refuta-acusacoes-2de6c99b

