SevenTrixx
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pelo que ouvi na radio, não faltou gente para comprar as ditas viaturas.
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pelo que ouvi na radio, não faltou gente para comprar as ditas viaturas.

Por quanto licitaste desta vez? Alguém sabe por quanto ficou o UMM que estava no Algarve?
O porsche 944 por 10.000€?
epa, o carro não tinha mau aspecto, mas eu sabia onde ele esteve à venda aí há uns dois anos, por 4000€ e fazia um fuminho branco muito esquisito.... pode ser que tenham resovido, mas o valor, mesmo com as fuchs 15P é 4.000€.
Vai acontecer como o 850i, foi vendido lá à um ano por 12000 ou 14000, não me recordo e ainda lá está para ser levantado/vendido.
Aliás, há bem pouco tempo vi um 944 num stand (até com aspecto pior, mas dá para testar) por menos de 5000€ ( e ainda lá deve estar)
Aquilo, sinceramente, é só lixo e o que não é lixo, fazem-no parecer só para os amigos.
O estado dá um bom exemplo, não há dúvida.
Qdo puderes dá os contactos desse 944, pq só os vejo a partir dos 7000 em bom estado.
VW Corrado
02-01-HC
1996
155035 km
750,00€
O pessoal vai todo entusiasmado a espera de ver esta maquina:
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Depois depara-se com isto:
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Por algum motivo nem tem o estado dele... [] [
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Viaturas - Responsáveis criticam falta de rigor
Sucateiros ilegais em leilões do Estado
Alguns sucateiros ilegais compram veículos ao Estado, em leilões realizados pela Direcção-Geral do Património (DGP), como aquele que decorreu na passada sexta-feira, sem que haja qualquer controlo sobre esta actividade.
Segundo o CM apurou, há em Portugal centenas de empresas de desmantelamento de automóveis não licenciadas, ou seja, que não cumprem os requisitos de infra-estrutura e equipamento impostos pela legislação comunitária. Algumas aproveitam as hastas públicas do Estado para adquirir veículos em fim de vida.
A empresa Sucacentro é um exemplo. Não licenciada, já participou por várias vezes em leilões realizados pela DGP. No ano passado, a Sucacentro comprou três automóveis, em duas hastas públicas: um Toyota Hilux de 1988, um Citroën C15 de 1990 e uma Ford Transit de 1987. No leilão da passada sexta-feira, o CM sabe que responsáveis desta empresa também estiveram presentes.
Contactada pelo CM, a Valorcar confirmou que a Sucacentro é uma empresa ilegal, tendo já sido denunciada às entidades competentes.
“Já denunciámos esta empresa à Inspecção-Geral do Ambiente e à Sepna, brigada da GNR responsável pelas questões do ambiente”, disse Ricardo Furtado, director-geral da Valorcar. “A Sucacentro foi autuada, mas continua no activo”, acrescentou Ricardo Furtado.
A Valorcar, licenciada desde 2004, gere o sistema de desmantelamento de carros velhos, sendo responsável pelo seu licenciamento. Neste momento há vinte empresas licenciadas e mais dez em fase final de aprovação.
“O licenciamento é um processo demorado e que exige um grande investimento. Só em equipamento é necessário gastar cerca de 35 a 50 mil euros”, explicou Ricardo Furtado.
Questionado sobre a participação destas empresas em leilões de veículos do Estado, o responsável pela Valorcar foi claro. “Havendo o risco de sucateiros comprarem veículos em hastas públicas, a DGP deve desenvolver mecanismos para assegurar que estes carros não vão para abate ou, se forem, que o sejam em empresas licenciadas.”
Contactado pelo CM, o Ministério das Finanças, entidade que tutela a Direcção-Geral do Património, referiu que “não cabe à DGP aferir da idoneidade dos compradores que estão presentes nos leilões”.
As Finanças aguardam que as entidades competentes (Inspecção--Geral do Ambiente) comuniquem as conclusões das investigações.
REGRAS
UNIÃO EUROPEIA
Em 2000, a União Europeia definiu um conjunto de regras para as empresas de desmantelamento de veículos em fim de vida, considerados resíduos perigosos.
AMBIENTE
As empresas têm infra-estrutura e equipamentos necessários para fazer o abate dos veículos sem poluir o ambiente. O seu licenciamento tem a aprovação do Ministério do Ambiente.
PROCESSO DE ABATE
O proprietário do veículo entrega-o num centro de recepção que o transporta até uma empresa de desmantelamento. Aí são removidas as peças, óleos e pneus do carro, depois reutilizados ou reciclados.
Miguel Alexandre Ganhão/Ana Rita Estrompa