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Boas
Vou falar do CRX VTI, pois tenho um, apesar de estar na garagem parado a quase a um ano, por motivos profissionais.
O Honda Civic CRX foi comercializado entre 1992 a 1998. A Honda atribuía a designação técnica de EG2, este fez parte da gama Civic EG. O nome “del sol” era como eram designados nos statesm por cá nuna receberam essa designação oficial.
A tracção é feita nas rodas dianteiras, a suspensão é independente ás 4 rodas, sendo que a suspensão traseira é de triângulos sobrepostos.
A carroçaria é do tipo Targa, esta poderá ser manual ou eléctrica. O meu é manual, o tecto é relativamente leve, nunca o pesei, mas poderá ser retirado fácilmente por uma mulher de estrutura média. O eléctrico é um “show” o seu funcionamento, mas pelos boatos tem tendência para avariar (não sei se é verdade), mas tenho pena do meu não ser eléctrico.
Contou em Portugal com as motorizações B16A2 e com o D16Z6 ou Z7, ambos catalizados de 3vias e ambos montados transversalmente.
O B16A2 equipa o VTI, é um quatro cilindros em linha DOHC com 1595 cm3 e sistema VTEC, com uma potência de 160 cv (118kw) às 7600rpm, e um binário de 150 nm. A compressão é 1:10,2. Sendo um sistema DOHC conta com duas arvores de cames à cabeça e 4 válvulas por cilindro.
De uma forma resumida o sistema VTEC do B16A2 funciona sobre as arvores de cames que controlam a abertura das válvulas de admissão e de escape, permtindo à Honda introduzir num mesmo motor dois regimes de aberturas de válvulas, um regime para baixas rotações, tornando a condução agradável e fácil em baixas rotações e mais económico (isto porque a duração da abertura das válvulas é menor, comparativamente com a abertura em altas rotações, acima das 5500 rpm), por outro lado em altas rotações o sistema VTEC como que “empurra” as arvores de cames “entrando em funcionamento” as lobbes das cames com um comportameto mas radical, maior abertura de válvulas de escpae e admissão.
Em termos de condução….. o meu conta actualmente com aproximadamente 160kkm, mas posso dizer que está com uma saúde de ferro, neste caso de alumínio (os motores são construídos grande parte em alumínio). Até às 4000 é um 1.6 com força, das 4000 às 5500 estamos na expectativa à espera do vtec, mas é um faixa de rotações com muita força, a partir das 5500 o som do motor parece de um carro com muito mais rotação e as aclarações são de pura adrenalina, as rotações sobem sobem sobem sobem com grande rapidez até ao redline e muito facilmente não trocamos as mudanças de tempo de a centralina cortar a admissão de gasolina.
Neste momento até podem haver carros a gasóleo com mais velocidade e com mais aceleração que este carro, mas o prazer de conduzir um carro bem para lá das 7000 é fantástico.
No que toca ao seu comportamento é melhor a andar a direito do que em curvas, não é um carro de rali, então sem capota nem se comenta, mas conhecendo o seu comportamento não compromete ninguém em curva e o meu está como veio de origem (tirando as jantes que neste momento estão umas de 15” e as de origem são de 14”). Mas é necessário conhecer muito bem o carro.
A condução é baixa, parece que vamos sentados no chão e numa posição desportiva, os pedais, a manete de velociades e o volante estão no local certo (pelo menos para mim que com 1.85m).
Se quiserem ver um carro disparar metam-lhe uma 3 e o pendura vai ficar sem ar e com o coração aos pulos.
Agora com os dias de primavera ou no verão bem ao final do dia passear sem o tecto é fantástico. O facto de ser targa apresenta a vantagem do habitáculo não ficar muito frio e poder ser utilizado mesmo de Invernos, com o aquecimento ligado e desde que não chova.
Não é um carro confortável para quem quiser fazer Lisboa Porto em 3 horas, mas se forem pela nacional em ritmo de passeio e visitar um quantos locais até se suporta muito bem a vagem.
O vidro traseiro rebatível permite fazer deslocações sem ter o zuar do vento nos ouvidos, como quando se leva as janelas laterais abertas, mesmo a velocidades mais elevadas, o pior é a antena do rádio que quando está levanta e o vidro traseiro aberto ouve-se esta a “cortar” o vento a velocidades superiores 100km\h.
O consumo em cidade, com horas de ponta de Lisboa é de 9 a 10 litros mas mais para os 10. Em estrada a 120km\h ronda os 7-8l a 80-90km\h ronda os 6.5-7l, isto sem acelerações e sem activar o VTEC.
De VTEC “activo” podem contar com consumos bem acima dos 12l até um máximo de 18-20l, depende da inclinação do terreno.
Acreditem que este motor não se nega à altas velocidades em subidas.
Bem vou ficar por aqui
Se poderem experimentar um não percam a oportunidade, não é o melhor carro do mundo (nem nada que se pareça), mas atenção quando experimentarem um a sério vão ficar apaixonados para sempre.
Agora com os dias de primavera ou no verão bem ao final do dia passear sem o tecto é fantástico. O facto de ser targa apresenta a vantagem do habitáculo não ficar muito frio e poder ser utilizado mesmo de Invernos, com o aquecimento ligado e desde que não chova.
Não sei porquê, entre AX Sport e 205 Rallye, ou AX GTI ou 205 GTI, fui sempre mais virado para os Peugeot []
A trabalhar... nem todos têm a tua vida [Onde andam os apaixonados dos pequenos desportivos ?!
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Então?205 GTi[br]
Onde andam os apaixonados dos pequenos desportivos ?!
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Não sei porquê, entre AX Sport e 205 Rallye, ou AX GTI ou 205 GTI, fui sempre mais virado para os Peugeot []
para quem nunca viu a capota eléctrica...[]
http://www.youtube.com/watch?v=A7a34rALLUY
já agora o meu Civic de 1991 já trazia catalisador![]
Não se compara um AX Sport a um 205 GTI em termos de desempenho.São coisas ligeiramente diferentes, nomeadamente em preço.
Os Ax eram mais pequenos, simples e mais baratos do que os 205.
O AX sport era muito espartano bem como o 205 rallye, ambos a carburador 1.3 (95 e 103 cv respectivamente).
Os GTIs (atenção que o AX é bastante posterior ao 205 e creio que apareceu apenas na 2ª versão do AX) são um bocadinho mais ricos em termos de equipamento, tanto interior como exteriormente (nomeadamente jantes)
O AX GTI começou com um 1.4 de 100 cv e depois passou para 95 com a introdução do catalizador
De todos creio que o mais marcante foi o 205 gti que teve 2 versões 1.6 (começou com 105 cv e depois passou para 115) e 1.9 de 130 cv