Lula mostra como "tratar" o liberalismo farmacêutico

Zen

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«A revolução legal de Lula nos medicamentos para a SIDA
O Brasil ousou dar o salto legal sobre as patentes para distribuir gratuitamente um retroviral a 75 mil dos 200 mil doentes. Um ponto de viragem que permite ao Brasil poupar 240 milhões de dólares em cinco anos.. A fúria da americana MSD, que factura 16 mil milhões em cada ano»

http://imgs.sapo.pt/podcasting/senasantos/sab05mai07.mp3
 
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«A revolução legal de Lula nos medicamentos para a SIDA
O Brasil ousou dar o salto legal sobre as patentes para distribuir gratuitamente um retroviral a 75 mil dos 200 mil doentes. Um ponto de viragem que permite ao Brasil poupar 240 milhões de dólares em cinco anos.. A fúria da americana MSD, que factura 16 mil milhões em cada ano»

http://imgs.sapo.pt/podcasting/senasantos/sab05mai07.mp3


Esses malandros... [:D]

Mais "malandro" foi o que fez o Presidente da Africa Sul Thabo Mbeki ao defender que o virus HIV não provoca SIDA... afirmou que não fazia sentido gastar um unico centimo com "remedios"... Podes imaginar a azia que provocou nos altos responsaveis da industria aquela postura.
 
A cambada de vampiros dos empórios farmacêuticos bem merece encontrar «caras-de-pau» assim...
 
Parece-me correcto que em questão de patentes, cada Governo possa defender os seus interesses.

O Brasil já tem dado vários passos nesse sentido, e claro que a Administração Bush pouco ou nada faz para encontrar um equilíbrio justo entre quem investe e quem precisa.

A (i)moralidade disto tudo é a enorme quebra de patentes nas nações emergentes. [:cool:]
 
E depois vêm chorar que só se gasta dinheiro para investigações de doenças que afectem sociedades ocidentais e o resto do mundo que se lixe apr:)
 
E depois vêm chorar que só se gasta dinheiro para investigações de doenças que afectem sociedades ocidentais e o resto do mundo que se lixe apr:)

O conjunto das empresas farmacêuticas investe mais, anualmente, na investigação de produtos de «beleza animal» (sabões, shampoos, perfumes, etc...), essencialmente consumidos no Ocidente, do que na investigação das doenças específicas do 3º mundo...

Isto é lamentável em qualquer tipo de empresa, mas num ramo de empresas tão especificamente ligado à saúde o adjectivo lamentável não basta...

A justificação empresarial é simples, fria, linear e desumana: os donos dos animais de estimação tem poder económico; os doentes do 3º mundo não...
 
Se começam a quebrar patentes as farmacêuticas ficam com menos dinheiro para investigação e desenvolvimento. Menos dinheiro, menos novos medicamentos.
 
Mas as doenças específicas do 3º mundo são na sua maioria tratadas fora da indústria farmacêutica (neste caso das patentes).

E até esse caso do HIV...

Onde eles ganham dinheiro, muito, mas mesmo muito dinheiro é nos países do 1º mundo com a sua panóplia de doenças modernas de gente rica.

E os seus grupos de interesse junto aos serviços de Saúde do Estado.
 
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Mas as doenças específicas do 3º mundo são na sua maioria tratadas fora da indústria farmacêutica.

E até esse caso do HIV...

Claro!, não são suficientemente interessantes para a contemporânea indústria farmacêutica!...
 
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Se começam a quebrar patentes as farmacêuticas ficam com menos dinheiro para investigação e desenvolvimento. Menos dinheiro, menos novos medicamentos.

Essa foi uma das maiores fraudes instiladas junto do público pelos canais de «desinformação» dos laboratórios farmacêuticos. e depois, em plena década de 90, os mais atentos aperceberam-se que a «corda bamba» orçamental de que os laboratórios se socorriam no seu choradinho junto do público para justificar os elevados preços dos medicamentos era uma ilusão: esses laboratórios tiveram que formar sociedades mais complexas porque engordaram tanto com os lucros que formaram holdings para articular bancos, fundos de investimento reservados, seguradoras, empresas de químicos não farmacológicos, etc... Uma orgia de lucro oculto, negado e dissimulado que não mais parou de crescer, tal qual o custo médio geral dos medicamentos.

Um estudo recente revela que mesmo no mundo ocidental, apenas 10% da população pode aceder aos medicamentos geralmente mais necessários sem apoio financeiro duma estrutura (política ou não) de solidariedade.

E isto num campo vital como é o da saúde.

Muito há ainda para mudar...
 
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E dá-lhe, presidente molusco desprovido de mindinho.

Apesar de tudo, ele dá um passo pra trás e dois pra frente.
 
O conjunto das empresas farmacêuticas investe mais, anualmente, na investigação de produtos de «beleza animal» (sabões, shampoos, perfumes, etc...), essencialmente consumidos no Ocidente, do que na investigação das doenças específicas do 3º mundo...

Isto é lamentável em qualquer tipo de empresa, mas num ramo de empresas tão especificamente ligado à saúde o adjectivo lamentável não basta...

A justificação empresarial é simples, fria, linear e desumana: os donos dos animais de estimação tem poder económico; os doentes do 3º mundo não...
Se começam a quebrar patentes a torto e a direito, então vão ficar mesmo com o menino nas mãos como se costuma dizer.

Não sou contra a quebra de patentes em casos de pandemia gerneralizada, ja a quebra de patenets de forma indecriminada causa-me muita confusão.

A melhro coisa a fazer para que as industrias farmaceiticas se debrucem sobre as doenças do 3º mundo, é trabalhar para o desenvolvimento economico.
 
Quer dizer a China quebra 1 patente por minuto. O Brasil lembra-se de quebrar uma assim como quem não quer a coisa e é logo o fim do mundo...[:D]
 
Nas conclusões do já longínquo Método de Edgar Morin (obra do pensador escrita já em 1977, quando a mundialização era para quase todos uma inexistência!), surge uma reflexão sobre os sete saberes necessários à educação do futuro, e que justifica essa mesma educação como tendo que suceder ao serviço do seguinte princípio:

«La seule vraie mondialisation qui serait au service du genre humain est celle de la compréhension, de la solidarité intellectuelle et morale de l’humanité. »

(a única verdadeira mundialização que estaria ao serviço do género humano é aquela da compreensão, da solidariedade intelectual e moral da humanidade.)

Decididamente as farmacêuticas precisam de, pelo menos, ler Edgar Morin para compreender alguma coisa do mundo...
 
Lula Não é Chavez

Lula Não é Chavez

Isto é:

LULA NÃO É MALUCO.



Ao contrário do que a notícia pretende eróneamente transmitir, LULA e o Brasil não "quebram a patente".

Trata-se de "licenciamento compulsório" e segue as normas estabelecidas em acordos internacionais como o Trips, da Organização Mundial do Comércio (OMC)

OMC, essa MALANDRA LIBERAL da GLOBALIZAÇÃO tem isto previsto.

O Brasil compra essencialmente à INDIA (INDIA, pmct (eh!eh!!eh!!!)) e paga royalties à "DESPREZÍVEL" Merck Sharp & Dohme.

Decididamente alguns nem que leiam mais qq coisinha, jamais compreenderão alguma coisa do mundo............
 
Isto é:

LULA NÃO É MALUCO.



Ao contrário do que a notícia pretende eróneamente transmitir, LULA e o Brasil não "quebram a patente".

Trata-se de "licenciamento compulsório" e segue as normas estabelecidas em acordos internacionais como o Trips, da Organização Mundial do Comércio (OMC)

OMC, essa MALANDRA LIBERAL da GLOBALIZAÇÃO tem isto previsto.

O Brasil compra essencialmente à INDIA (INDIA, pmct (eh!eh!!eh!!!)) e paga royalties à "DESPREZÍVEL" Merck Sharp & Dohme.

Decididamente alguns nem que leiam mais qq coisinha, jamais compreenderão alguma coisa do mundo............


Assim sim.
Assim esta bem.


CAda vez mais vejo nalguns supopstos humanistas , uns anaquistas de pacotilha.
Enfim
 
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