Professor Suspenso Por Piada Sobre Doutoramento- 6ª VÍTIMA!!!

Se existe alguma norma de comportamento dos professores em que estes não
possam dizer certas palavras dentro dos estabelecimentos de ensino, e
se ele infringiu as normas, deve ser punido.

O problema é que parece que ele não está a ser investigado por isso,
mas sim por ter insultado o 1º ministro, e ainda por cima não foi em
público, não foi perante os alunos, mas sim perante um colega.
Se isto pega, como é que vai ser no futuro? E qual é a separação
entre uma critica e um insulto? É que depois vamos ter que andar todos
(ou pelo menos os funcionários públicos) a pensar muito bem o que vão dizer
antes de falar dos superiores...
 
Segundo o Correio da Manhã o professor Fernando Charrua terá dito:

«“Estamos num país de bananas, governado por um filho da p... de um primeiro ministro”.»

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=243517&idselect=10&idCanal=10&p=200

Conheço empresas norte-americanas em que depois de utilizares tal terminologia no local de trabalho (independentemente do alvo...), ainda esta manhã passavas no andar do pessoal para fechar a tua ficha...


Desculpa Zen,

Não reparei que se tratava da mesma pessoa.[;)]
 
E se eu dissesse que o sócrates é um palhaço?? é um insulto? ou será um elogio? um palhaço é uma personagem muito querida no circo, adorado pela pequenada e pelos pais...[;)]
 
Segundo o Correio da Manhã o professor Fernando Charrua terá dito:

«“Estamos num país de bananas, governado por um filho da p... de um primeiro ministro”.»

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=243517&idselect=10&idCanal=10&p=200

Conheço empresas norte-americanas em que depois de utilizares tal terminologia no local de trabalho (independentemente do alvo...), ainda esta manhã passavas no andar do pessoal para fechar a tua ficha...


não percebi se achas bem se achas mal
 
Não foste só tu, mas só tu e poucos deram importância a isso, e provavelmente é ai que está a explicação para o caso, se não vejamos. Professor militante do PSD e ex-deputado, directora nomeada pelo governo/PS. A directora anda doidinha para fazer a folha ao professor mas não arranja motivo para tal. Alguém lhe "bufa" esta situação e está encontrada a justificação que faltava!!

Situações destas passam-se impreterivelmente em qualquer organismo publico independentemente da cor politica, mas neste caso, como acontece desde há uns meses, qualquer "pintelho", por mais pequeno que seja, serve para fomentar a campanha que se move contra tudo o que mexa e se relacione com o governo/PS.

Enfim, se uns não são bons, os outros não são melhores certamente!!

EDIT: Antes que me caiam todos em cima, não digo que foi isto que aconteceu com toda a certeza, mas se fizerem um raciocínio assertivo certamente darão razão a esta forte probabilidade.

Obviamente que não foste só tu. Mas tal como a directora da DREN ou o porfessor suspenso, 45% da população quer um pinte1ho para fazer a folha a outros 45%. Sobram 10%, que costumam ser apelidados de "voto útil" nas eleições! [;)]
 
Mas quantos no privado não dizem isso a um colega...

Só que têm de dizer a um colega de confiança...

E vamos ver se isso é verdade ou não...


Meu caro.
No privado isso diz-se quase todos os dias....
Só que sendo uma conversa A DOIS se o bufo aparecer ao Chefe a denunciar isto fica logo ROTULADO pelo próprio chefe como "mentalmente peturbado".

Se a conversa for pública ou escrita e acessível a todos nem assim será fácil o processo disciplinar.

Aliás já vi trabalhadores provocarem isso para criarem situações de Pré-reforma vantajosas para eles próprios.
 
Para Jorge Miranda, a "directora regional é que devia ser demitida"


MANUEL ESTEVES
ARQUIVO DN-JOSÉ CARLOS CARVALHO (imagem)
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Os especialistas em direito administrativo consultados pelo DN condenam de forma unânime a decisão da directora regional de Educação do Norte de instaurar um processo disciplinar sobre um funcionário público, também suspenso preventivamente, pelo facto de este ter dito uma piada sobre o primeiro-ministro. O constitucionalista Jorge Miranda não conseguiu mesmo esconder a sua indignação com o comportamento de Margarida Moreira, chegando ao ponto de dizer que "quem deveria ser demitido era a directora a regional".

Para o professor da Faculdade de Direito de Lisboa, "houve um delator, o que é uma coisa profundamente triste", desabafou. Jorge Miranda entende que "o princípio constitucional da liberdade de expressão não pode ser posto em causa dentro da administração pública". E, acrescenta, "se houve injúria ou difamação, a questão tem de ser resolvida em tribunal e nunca por via administrativa".

A questão da delação foi também vincada por Pedro Lomba. "A responsável ordenou a suspensão preventiva a partir de um testemunho indirecto, o que me parece muito grave num processo de avaliação de culpa". Para este especialista em direito constitucional e administrativo, a suspensão preventiva é "claramente desproporcionada", já que se destina a falhas muito graves dos funcionários, o que "não é manifestamente o caso". Além disso, "é muito discutível que estejamos perante uma infracção disciplinar, que implicaria uma violação dos deveres profissionais".

O advogado Paulo Veiga e Moura, que publicou um livro sobre os direitos e deveres dos funcionários públicos, também condena a sanção aplicada a este professor. Apesar do funcionário público "não ser um indivíduo qualquer, também não é estéril do ponto de vista cívico e político". Assim, se por um lado os trabalhadores do Estado devem aceitar uma limitação da sua liberdade de expressão enquanto desempenham as suas funções, por outro lado, esta contenção só é exigível quando possa estar em causa "um prejuízo para a qualidade ou prestígio do serviço público". Ora, uma simples piada não ameaça o correcto funcionamento do serviço, conclui.

Mas um comentário jocoso não é uma falta de respeito para com o primeiro-ministro, que é o chefe máximo da administração pública? "Não. O dever de respeito não impede o funcionário de fazer comentários ou dizer piadas. Implica, isso sim, tratar de forma ordeira e correcta os seus superiores hierárquicos." O que este funcionário violou, quando muito, foi o dever de contenção, já que não é suposto dizer piadas durante o horário de trabalho.

Para este advogado, este episódio acarreta ainda efeitos intimidatórios sobre os funcionários. Com este tipo de atitudes, "arriscamo-nos a regressar ao conformismo temeroso de outros tempos". Pedro Lomba reforça: "O país ficou a saber que qualquer afirmação menos agradável sobre o primeiro-ministro pode dar lugar a um processo". |

http://dn.sapo.pt/2007/05/23/nacional/para_jorge_miranda_a_directora_regio.html
 
Finalmente alguem que explica bem o assunto.

Concordo em pleno com o Dr Jorge Miranda.
Infelizmente que a lambe-botas continuará no seu lugar de censuradora-mor, a cuscar e a entalar todos aqueles que não lhe façam vénia.
 
Afinal o assunto das habilitações está resolvido!


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[:)]

Fonte: http://cartoonices.wordpress.com/
Ferreira dos Santos


Limitação de responsabilidade (disclaimer):
Margarida Elisa Santos Teixeira Moreira não é suspeita ou arguida do cometimento de qualquer ilegalidade ou irregularidade enquanto Directora de Educação do Norte.
José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa não é suspeito ou arguido no seu percursos académico do cometimento de qualquer ilegalidade ou irregularidade.
Nem, por isso, a Universidade Independente, os seus dirigentes e docentes.



Bicharel![:)] [:)] [:)] [:)] [:)] [:)]
 
“A directora regional é que devia ser demitida” sustentam Jorge Miranda e outros especialistas em direito administrativo.

Acrescenta, "se houve injúria ou difamação, a questão tem de ser resolvida em tribunal e nunca por via administrativa".

Estes episódios criam um clima intimidatório sobre os funcionários. Estamos a regressar
a outros tempos…

Quando eu era criança as sebentas vieram substituir a pedra de ardósia (ou a lousa) onde se escrevia. Dizíamos, baixinho sem perceber bem porque falávamos assim baixinho: “Salazar é Burro e Não Tem Albarda” – s.e.b.e.n.t.a. - .

Este assunto não pode ser ignorado por quem é livre e quer continuar a ser livre. !

Fonte: http://dn.sapo.pt/2007/05/23/nacional/para_jorge_miranda_a_directora_regio.html
 
Last edited:
Segundo o Correio da Manhã o professor Fernando Charrua terá dito:

«“Estamos num país de bananas, governado por um filho da p... de um primeiro ministro”.»

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=243517&idselect=10&idCanal=10&p=200

Conheço empresas norte-americanas em que depois de utilizares tal terminologia no local de trabalho (independentemente do alvo...), ainda esta manhã passavas no andar do pessoal para fechar a tua ficha...

Pois...mas nós não estamos na América, estamos na Europa e supostamente num pais democrático. E estamos a falar de uma instituição do estado e não de uma empresa!

E já ouvi muita boa gente dizer bem mal do local onde trabalha, privado! [8b]
 
Andam por aqui a citar o Correio da Manhã, o 24 Horas...

Citem o que o homem disse de viva voz nas televisões. Bem sei que as palavras dele passaram poucas vezes e meias embrulhadas em outras notícias. A rtp2 teve o desplante, ontem no jornal das 22 horas, de citar tudo quanto era jornal menos as partes interessadas: o prof e a dren.

Ou seja , têm maior credibilidade os media que as palavras do próprio.
Isto é preocupante. O homem é condenado e enterrado sem julgamento e a comunicação social ajuda ao enterro. Se isto sucedesse nourtos tempos recentes, os berros que não se ouviriam dos "defensores" da liberdade, "herdeiros de Abril", donos da cultura mais progessista e arejada!

Haja decência. Averiguem e depois ajam em conformidade. Deixem-se de intimidações.

E já agora, comparemo-nos a quem é melhor que nós e não a quem é pior no que toca à defesa dos direitos e liberdades individuais.
 
Last edited:
Se de facto a suspensão e o procedimento disciplinar não se centram num qualquer «delito de opinião» mas num insulto, então não é preciso dizer mais nada.
Só não percebo uma coisa. Estamos a falar de uma conversa entre duas pessoas. Como saber se esse insulto existiu mesmo?
 
Finalmente alguem que explica bem o assunto.

Concordo em pleno com o Dr Jorge Miranda.
Infelizmente que a lambe-botas continuará no seu lugar de censuradora-mor, a cuscar e a entalar todos aqueles que não lhe façam vénia.
Exacto.
 
subescrevo a tua opinião.

Hummm.... não me parece.

Se houve injúria ou difamação, a questão tem de ser resolvida em tribunal e nunca por via administrativa.

Defendo que o assunto seja clarificado e justamente resolvido.
O que não aceito é a prepotência, o clima de intimidação que este governo está a criar na sociedade.
Mais, é um governo que tenta arranjar delatores e premiar a delacção...

A base de dados que pretendem criar sobre os grevistas de 30 de Maio ilustra bem a situação.

Quando o ps estava na oposição a greve era tida como o direito supremo. Os que não aderiam eram mal vistos pelos seus pares. A comunicação social ajudava à festa.
Provavelmente tinham todas as razões para fazer greve e para protestar. Sim, que os governos psd foram o que se sabe. Não se pense que defendo ou represento os partidos do poder. Deixei de acreditar.

O que me deixa indignado (ainda tenho esse direito, presumo) são as cambalhotas ideológicas que este governo faz, as meias verdades postas a circular, as artimanhas para manter a ilusão e o jogo de espelhos a todo o custo!

Repito: se há injúrias, acusem formalmente o homem e levem-no a tribunal! Talvez aí se possa defender. Talvez...
 
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