Isto já não cheira a esturro. Cheira mesmo a esturricado!
Ferrari diz: verdade aparecerá; Alonso pode ter fornecido prova
Monza (Itália) - Com a suposta nova evidência contra a McLaren levantada pela FIA sobre o caso de espionagem que assola a Fórmula 1 na temporada 2007, a Ferrari se diz confiante de que 'a verdade aparecerá'. O alto escalão da entidade máxima do
automobilismo anunciou na última quarta-feira o adiamento do novo julgamento da escuderia inglesa, que estava marcado para 13 de setembro. Agora, na mesma data, haverá uma nova reunião no Conselho Mundial de Esportes a Motor, na qual a equipe italiana estará presente.
Em comunicado oficial, a Ferrari confirmou a presença no encontro. 'A Ferrari estará presente no encontro do Conselho em 13 de setembro, em Paris, e gostaria de reafirmar seu desejo de que os elementos envolvidos neste escândalo sejam trazidos à luz', diz o documento.
O paddock de Monza está com um clima de desconfiança sobre a nova evidência incriminatória para a McLaren que provocou a convocação da nova reunião no Conselho da FIA. Por conta disso, o espanhol Fernando Alonso, atual bicampeão da
Fórmula 1 e piloto da equipe inglesa, se negou a comentar nesta quinta-feira rumores de que teria sido ele o provedor da nova prova contra sua escuderia.
Nos bastidores do paddock italiano comenta-se que um e-mail mandado por Alonso para Pedro de la Rosa, piloto de testes da McLaren, sobre o ajuste do
carro de 2007 seria a tal evidência. Segundo o site especializado
Autosport.com, a FIA soube da correspondência na última semana e escreveu a todas as equipes e também aos três corredores da escuderia inglesa - inclusive Hamilton - afirmando que era obrigação de todos reportar qualquer suspeita de espionagem à entidade. O que é certo nos bastidores é que a nova prova não veio dos dois pivôs do escândalo, Mike Coughlan (ex-projetista da McLaren) e Nigel Stepney (ex-engenheiro da Ferrari). Nenhum dos dois está convocado para o encontro de 13 de setembro.
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