Estou a fazer este tópico, depois de hoje ter experienciado uma situação que poderia ter acabado muito mal.
Não tenho nada contra híbridos, acho que são uma solução intermédia respeitável, por isso os fanáticos que se poupem a tentar pôr em causa este tópico.
Vou passar a descrever a situação (espero que o desenho ajude!
).
O Prius seguia no modo 100% eléctrico.
O miúdo até cumpriu +/- as regras. Aproximou-se da passadeira, olhou para a esquerda (o Prius ainda não tinha mudado de via e, para mais, os carros estacionados cortavam a visão para alguém com +/- 1,20 m), depois para a direita e começou a atravessar.
Eu como estava a ver o que ia acontecer, lá comecei a correr e agarrei o puto já estando ele fora do passeio, puxei-o para o passeio e lá acabámos ambos caídos no mesmo [
]
O Prius começou a travar provavelmente quando viu o meu vulto em movimento, fez uma travagem brusca e imobilizou-se a menos de 1 palmo do “sítio” onde eu fui “buscar” o puto.
A questão é muito simples.
Se o condutor não me tivesse visto a correr, teria – mais que provavelmente – travado uns milésimos de segundo mais tarde e o puto estaria no hospital a esta hora.
Um carro normal de motor térmico sempre “avisa” auditivamente os peões, mas um híbrido (ou eléctrico puro) nesta situação, não.
Não seria uma boa ideia “colocar um barulho” nos híbridos com possibilidade de modo 100% eléctrico para que em cidade, os peões pudessem reconhecer auditivamente os híbridos?
Não tenho nada contra híbridos, acho que são uma solução intermédia respeitável, por isso os fanáticos que se poupem a tentar pôr em causa este tópico.
Vou passar a descrever a situação (espero que o desenho ajude!
O Prius seguia no modo 100% eléctrico.
O miúdo até cumpriu +/- as regras. Aproximou-se da passadeira, olhou para a esquerda (o Prius ainda não tinha mudado de via e, para mais, os carros estacionados cortavam a visão para alguém com +/- 1,20 m), depois para a direita e começou a atravessar.
Eu como estava a ver o que ia acontecer, lá comecei a correr e agarrei o puto já estando ele fora do passeio, puxei-o para o passeio e lá acabámos ambos caídos no mesmo [
O Prius começou a travar provavelmente quando viu o meu vulto em movimento, fez uma travagem brusca e imobilizou-se a menos de 1 palmo do “sítio” onde eu fui “buscar” o puto.
A questão é muito simples.
Se o condutor não me tivesse visto a correr, teria – mais que provavelmente – travado uns milésimos de segundo mais tarde e o puto estaria no hospital a esta hora.
Um carro normal de motor térmico sempre “avisa” auditivamente os peões, mas um híbrido (ou eléctrico puro) nesta situação, não.
Não seria uma boa ideia “colocar um barulho” nos híbridos com possibilidade de modo 100% eléctrico para que em cidade, os peões pudessem reconhecer auditivamente os híbridos?