Apesar de algumas vozes em contrário, o que é certo é que o 500 é o carro do momento, o "must have", o mais desejado. Tanto o mini como o 500, não são apenas meros automóveis para nos levar de A a B. São carros de imagem, objectos de afirmação social (apesar de modo diferente que algumas marcas alemãs).
Goste-se ou não, é um facto.
Mas não deve haver muitas vozes contra, já que a produção para o ano aumentou das 150 000 previstas para 190 000.
Mas, esperemos que o 500 não seja um fenómeno passageiro.
Observando a carreira do Mini, e graças a um muito bom planeamento e boa aceitação do mercado, os númeors de produção nunca pararam de aumentar, ultrapassando actualmente as 200 000 unidades. O que é notável, dado a especificidade do modelo.
Além disso, o 500 revela-se uma óptima fonte de rendimento.
Não só é mais caro que o Panda (apesar dos custos de produção serem os mesmos), como os clientes, sedentos de personalização, andam a "investir" à volta de 2000€ em extras por unidade, o que não deixa de ser notável, tendo em conta que se trata de um citadino.