Situação de trabalho revoltante

Pois é meus amigos, querem!? Tomem FLEXISEGURANÇA (à lá tuga, entenda-se), a bem de um país integrado numa Europa em franco desenvolvimento...[8b]

Mas nós estamos a viver na era da NÃO-SE-CONSEGUE-DESPEDIR-UMA-PESSOA-SEM-SE-ENTRAR-EM-EM-ESQUEMAS-MIRABOLANTES-SEGURANÇA !

E enquanto não tivermos um código de trabalho em condições, são mais casos destes que se vão ver por aí !
 
Se é legal ou não pouco ou nada importa...pois é uma falta de respeito da entidade patronal para quem trabalha...[8b]

Num caso desses o melhor é tomarem medidas...tribunal do trabalho para saberem os direitos, e procurarem novo emprego...e já agora trazerem tudo o que puderem desse local antes de daí sairem...[:p] mafiosos desses tem que ser "educados":confused:
 
Se é legal ou não pouco ou nada importa...pois é uma falta de respeito da entidade patronal para quem trabalha...[8b]

Num caso desses o melhor é tomarem medidas...tribunal do trabalho para saberem os direitos, e procurarem novo emprego...e já agora trazerem tudo o que puderem desse local antes de daí sairem...[:p] mafiosos desses tem que ser "educados":confused:

Por haver pessoas com esta mentalidade é que não vamos a lado nenhum. [8b]

Desde que lhes paguem aquilo a que tem direito, qual é o problema?

As empresas são tão livres de empregar pessoas como de as despedir, consoante as suas necessidades.
O grande problema é que em Portugal ainda se tem a velha mentalidade que um emprego é para o resto da vida.
 
Por haver pessoas com esta mentalidade é que não vamos a lado nenhum. [8b]

Desde que lhes paguem aquilo a que tem direito, qual é o problema?

As empresas são tão livres de empregar pessoas como de as despedir, consoante as suas necessidades.
O grande problema é que em Portugal ainda se tem a velha mentalidade que um emprego é para o resto da vida.

Quanto mais depressa se deixar cair esta ideia, melhor para todos.
 
Sigam o conselho do Carlos L. e montem um posto de colheitas para um laboratório concorrente.
Vocês possuem o maior activo da empresa - o contacto com os Clientes, para quem é indiferente ser a Medlab ou a Lambmed. [:p]

Organizem-se e mexam-se!
É a melhor maneira de lutar por um sistema mais justo. Fazer concorrência ao actual, ser criativo na captação e conservação de clientes.

E daqui a 20 anos, quando quiserem ajustar a vossa actividade às flutuações do mercado, não se esqueçam do que escreveram por aqui hoje. [:D]
 
O sector das análises clínicas é assim mesmo, têm surgido monopólios, os grandes laboratórios compram os pequenos que passam a postos de colheita, nada a fazer, é perfeitamente legal.
 
Mas nós estamos a viver na era da NÃO-SE-CONSEGUE-DESPEDIR-UMA-PESSOA-SEM-SE-ENTRAR-EM-EM-ESQUEMAS-MIRABOLANTES-SEGURANÇA !

Situação de trabalho - Patrão mafioso - O que fazer?

Situações só possíveis pelo código de trabalho demasiado liberal e flexível.


E enquanto não tivermos um código de trabalho em condições, são mais casos destes que se vão ver por aí !

ainda mais flexível que o recibo verde?
Sim o feudalismo institucional, senhores e servos, só assim é que ficamos com um "um código de trabalho em condições" e depois estas situações deixam de se ver, pois quem não se submete morre de fome.
 
Last edited:
Bem vinda ao mundo real...

O mercado de trabalho está assim e todos temos de nos preparar para que estas situações não sejam um drama.

É pena que alguns, tenham o imenso previlégio de não serem afectados pelos ventos de mudança e que resistam estoicamente e à custa dos nossos impostos.

Coragem.

Porque não arranjas uns colegas e abrem vocês próprias um posto de colheitas?
Ora aquin esta um bom concelho.


precisam de um socio ?[:D]
 
Sim o feudalismo institucional, senhores e servos, só assim é que ficamos com um "um código de trabalho em condições" e depois estas situações deixam de se ver, pois quem não se submete morre de fome.

Lá vem este outra vez com o mesmo discurso de sempre, dos servos da gleba e coisa e tal.

Parou em 1238 DC.
 
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Abrir um Laboratório de análises não é assim do pé pá mão como alguns querem fazer parecer ou pensam, são necessárias diferentes coisas entre elas um médico patologista para assinar os exames.

Que tudo se resolva da melhor maneira Vilina, força [;)] .



Abraço Nuno [:cool:] .
 
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Se falarem com o Garcia Pereira/CGTP/UGT, só receberão resposta se aparecerem com a TVI ou SIC para uma manifestaçãozinha.
E havendo manifestaçãozinha, acaba tudo em tribunal e elas no desemprego. A receber indeminização daqui por 20 anos, se ainda forem vivas.

Estamos em Portugal, qual é a dúvida?

Sigam o conselho do Carlos L. e montem um posto de colheitas para um laboratório concorrente.
Vocês possuem o maior activo da empresa - o contacto com os Clientes, para quem é indiferente ser a Medlab ou a Lambmed. [:p]

Organizem-se e mexam-se!

vocês parecem (são) um oasis, neste deserto (!!!) de inteligencia emocional!
apr:) apr:) apr:) apr:) apr:) [:)] [:)]
 
Revoltado fiquei eu há pouco tempo quando me contaram as condições salariais praticadas aos funcionários, a tempo parcial, do novo Dolce vita da terra.

Mulheres e homens que vão lá trabalhar períodos da manhã ou da tarde para ganharem... € 1,37 / € 1.42 À HORA !!!!
Estão a ver aquelas senhoras que andam a limpar o shopping, ou os rapazes no exterior a arrumarem os carrinhos de mão, algumas vezes à chuva. sempre a correr de um lado para o outro ? Pois é ! Muitos estão lá para ganhar € 100,00 por MÊS.

E, claro, sempre sujeitos a um controlo de videofilmagem apertado. Um funcionário teve azar... foi apanhado, na sua pausa para almoço, a almoçar na área da restauração com um outro funcionário (um electricista, se bem me lembro).
Como foi filmado... e não parece que não pode haver misturas entre funcionários foi chamado e despedido. Era um dos de € 100/mês.

Uma amiga (funcionária) de uma familiar minha (cliente) estavam ambas a jantar, na pausa daquela. Depois de ter sido chamada para fazer qualquer coisa por 2 vezes, e depois dessa funcionária ter comunicado por rádio 2 vezes que já tinha pedido os colegas que estavam ao serviço para irem fazê-lo, cometeu o erro de fazer um gesto com o ombro (do tipo... lá estão estes a chatearem-me...). Como habitual estava a ser filmada e viram-na. No dia seguinte chamaram-na e, não foi despedida, mas passou para outras funções e com uma forte reprimenda.
E há outras histórias... terem de pagar o próprio calçado, etc....

Politicamente, eu até sou de direita. Sou totalmente contrário à filosofia e à política comunista.
Mas isto é capitalismo e a exploração do trabalho na sua forma mais primária, nojenta e ordinária.

É certo que é outra realidade. Mas conheço quem esteja a ganhar na Suíça, como ajudante de jardineiro, perto de 5000 CHF (600 contos/mês)

Mas o que mais me irrita é servilismo e o baixar de calças das autoridades municipais que, em contrapartida dos investimentos locais destes grupos económicos, ainda os isentam de IMI e vendem ou cedem terrenos a preços simbólicos.
 
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Ora aquin esta um bom concelho.


precisam de um socio ?[:D]

Há cerca de um ano, um cliente (pequeno laboratório) propôs-me sociedade num ou nos dois postos de colheitas que entretanto abriu para reagir à já falada concentração neste sector.
Propunha que eu entrasse com cerca de 10k€ para cada um deles e ficava apenas como sócio de capital (participando na gestão, claro).
Recusei imediatamente por questões de ética profissional e porque na altura o governo ventilou que a legislação relativa às comparticipações dos MCD (meios complementares de diagnóstico) ia ser alterada.
Passado um ano, aquilo está a bombar, a lei está na mesma e eu também.

Cada vez que penso nisso, embora tranquilo com a decisão tomada, só me lembro do termo "testa-de-ferro".
 
Lá vem este outra vez com o mesmo discurso de sempre, dos servos da gleba e coisa e tal.

Parou em 1238 DC.

[:)] [:)] [:)]

Nthor, este caso é paradigmático no que respeita à discussão lei laboral actual vs flexissegurança.
A estratégia da empresa está perfeitamente condicionada pela rigidez da estrutura de RH.

Provavelmente, se não houvessem contratos sem termo e toda a teia legal de direitos ocos e incoerentes associados, a empresa mais facilmente absorveria aquelas pessoas alocando-as a novas funções no laboratório ou nas recolhas de análises em clinicas e hospitais.

Mas como os contratos definem conteúdos funcionais específicos, as pessoas não estão dispostas a mudar de horário, quanto mais de tarefas e nem sequer a deslocalização é encarada com normalidade, a via mais simples é despedir funcionários do quadro e contratar tarefeiros.

A passagem para o regime de prestação de serviços é apenas um meio de chegar a rescisão por mutuo acordo e evitar as indeminizações.

Hoje em dia o trabalho temporário para tarefas com baixo grau de diferenciação é a solução preferencial.
Já está a chegar às forças de vendas, que se consideravam blindadas pelo conhecimento do (seu) mercado específico.

O desemprego de jovens (muitos recém-formados) permite que as agências se encham com candidatos qualificados, dispostos a trabalhar muito por pouco dinheiro e na situação de máxima precaridade.

Neste caso tenho a certeza que o volume de trabalho se manterá ou até aumentará - senão o negócio de aquisição não faria sentido - mas estão a substituir "monos humanos" por "empregados descartáveis".

Não os censuro, embora não dormisse muito descansado...
 
Abrir um Laboratório de análises não é assim do pé pá mão como alguns querem fazer parecer ou pensam, são necessárias diferentes coisas entre elas um médico patologista para assinar os exames.

Que tudo se resolva da melhor maneira Vilina, força [;)] .



Abraço Nuno [:cool:] .

O que o Carlos L. propôs foi abrir um posto de colheitas.
Fica sob a alçada de um laboratório licenciado.
A abertura de um posto de colheitas tem critérios de licenciamento menos rígidos que os de um laboratório.
 
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