Tópico dos carros eléctricos

pouco plausível que isso alguma vez aconteça
Posso afirmar com 100% de certeza que isso vai acontecer, até consigo dizer o ano em que essa tecnologia vai ser implementada.

Primeiro vai ser na Coreia do Sul, prai em 2010.

Mas o mais mediático vai ser um troço na Suécia entre o aeroporto e cidade principal 10 anos depois, em 2020. O shuttle faz sempre o mesmo trajeto, por isso não precisa parar para carregar, autonomia (teoricamente) infinita.
 
Compreendo perfeitamente que alguns proprietários de veículos elétricos fiquem apreensivos perante uma viagem de centenas ou milhares de quilómetros. Afinal, anos de convivência com depósitos de combustível criaram hábitos difíceis de esquecer.

O mais curioso é que muitos desses receios começam quando entregam a gestão da viagem a uma app carregada num smartphone. Lá vai ele, orgulhosamente espelhado no sistema de infotainment, a correr uma ou duas aplicações de navegação, que nunca viram o carro na vida, fazendo previsões sobre o estado da bateria e autonomia, com a confiança de um bruxo famoso cá do burgo nas décadas de 80 e 90, o professor Zandinga.

Em contrapartida, quem utiliza o navegador nativo da viatura está a jogar um jogo completamente diferente. O sistema sabe quanta energia existe na bateria, conhece os consumos em tempo real, planeia as paragens para carregamento e, em muitos modelos, até pré-condiciona a bateria antes de chegar ao carregador rápido, preparando-a para receber energia à velocidade que todos gostamos de ver no ecrã.

E assim se explica a razão porque alguns condutores fazem Lisboa-Le Mans-Lisboa, a olhar para o indicador de bateria como quem observa as pulsações de um doente em cuidados intensivos, enquanto outros simplesmente entram no carro, colocam o destino no navegador nativo e seguem viagem, parando apenas para o café... e, já agora, para carregar o carro.

Porque uma coisa é discutir autonomias atrás de um teclado. Outra, bem diferente, é colocar o destino no navegador, carregar no acelerador e deixar os quilómetros fazerem o contraditório.

Para não se ficar a pensar que tudo o que foi acima explanado é apenas "letra", teoria de café ou fanatismo elétrico agudo, segue-se um testemunho real, na primeira pessoa, de alguém que teve a ousadia de enfrentar 3.400 Kms num veículo elétrico e, surpreendentemente, sobreviveu para contar a história.

Antes de mais, fiquemos pelos factos. A imagem, que deve ser lida de baixo para cima, conta a história da viagem tal como ela aconteceu.

Screenshot_20260819_232532_Tesla.jpg

A viagem iniciou-se em Lisboa cerca das 15H30, num dia de Julho, com dois ocupantes que alternaram a condução. As condições atmosféricas eram exigentes, com temperaturas próximas dos 40°C. Durante todo o percurso, o ar condicionado manteve-se em funcionamento automático, regulado para 20°C.

Antes da partida, o navegador da viatura recomendava uma paragem intermédia de carregamento antes da chegada à Guarda, de modo a garantir a reserva mínima de energia definida para o destino. Uma aplicação de smartphone consultada por curiosidade para o mesmo trajeto era mais conservadora, defendendo que a velocidade não deveria ultrapassar os 100 km/h.

Apesar dessa recomendação, o percurso pela A1 foi realizado a velocidades entre 120 e 125 km/h. Mantendo a mesma cadência e após o desvio para a A23, e já bastante depois de Abrantes, o navegador da viatura passou a prever uma chegada à Guarda com apenas 1% a 2% de bateria. Perante essa estimativa, a velocidade foi reduzida temporariamente para valores entre 110 e 115 km/h, permitindo recuperar alguma margem de autonomia.

Após aproximadamente 330 km, a chegada à Guarda ocorreu com 7% de bateria disponível.

Durante a paragem na Guarda foi efetuada uma refeição rápida enquanto a viatura recuperava eletrões. Seguidamente, a viagem prosseguiu pela rota definida pelo navegador.

Entre a Guarda e Angoulême, a condução foi partilhada entre os dois ocupantes. Não ocorreram paragens além das estritamente necessárias para carregamento da viatura. O ar condicionado permaneceu sempre ligado em modo automático e o cruise control foi mantido, regra geral, numa velocidade ligeiramente superior ao limite máximo permitido em cada troço.

A parte final da viagem, já depois de Angoulême, foi feita sem pressas. Aproveitámos para uma paragem mais prolongada, permitindo aos condutores recuperar energias e, evitar chegar demasiado cedo ao alojamento, uma vez que o check-in só estava disponível a partir das 15h00.

Em Le Mans aconteceu o último abastecimento de eletrões da viagem, deixando a bateria praticamente tão cheia como quando saiu de Lisboa. Missão cumprida.

No capítulo dos custos, os cerca de 1.700 km percorridos consumiram 285 kWh de energia, o que se traduziu num consumo médio de 16,8 kWh/100 km. A conta final ficou pelos 94,14€, correspondendo a um custo médio de aproximadamente 0,33€/kWh.

O regresso foi igualmente tranquilo. Destino inserido no navegador, indicações seguidas à risca e a viatura a tratar da logística dos carregamentos.

Quase parece batota, quando viajar em alguns veículos elétricos, se resume a conduzir, apreciar a paisagem e confiar na tecnologia.
 
Uma descrição muito interessante e que mostra, em boa medida, o que será o futuro!

Para o meu perfil de condutor (não interessa se a viatura é elétrica, a gás ou movida a feijões) é algo hediondo! Detesto ser "controlado" pela tecnologia ou que me dê ordens!

Sempre que tenho tempo, aprecio parar onde me dá na gana, troco as voltas à navegação (não me interessa se é mais perto ou mais rápido) e não tenho problema nenhum em enganar-me e até parar num "buraco" qualquer a pedir informações como já me aconteceu, por exemplo, na Sardenha!

Isto para dizer que somos todos diferentes e ainda bem, mas serei dos últimos a deixar a máquina a fazer as coisas por mim! Vou continuar a exercitar os meus neurónios até morrer!
 
No fundo. É quase como pilotar um avião.🤣🤣
Carga baixa? Reduz velocidade. Perfeito, chega com sucesso ao ponto seguinte programado.

Mestria em pilotagem👍

Eu não estou a gozar, atenção! Simplesmente não considero que seja mais tranquilo do que meter gasolina e parar onde calha... Mas está tudo bem.
 
Tambem depende sempre do perfil, há quem faça as paragens com qualquer tipo de carro, e há quem goste de fazer tudo de uma vez...

Mas no final, não é comum para toda a gente fazer grandes distancias, e sendo raro tambem dá para acomodar possiveis paragens extra.

Isto muda mais é para quem anda depressa nas AE, ai já é mesmo inviável. Eu tenho um amigo que fazia Viseu vigo umas 2/3 vezes por mês, num 530d isto ai por 2005, e gastava um tanque para cada lado, para ele o EV não dava para essas viagens.
 
Uma descrição muito interessante e que mostra, em boa medida, o que será o futuro!

Para o meu perfil de condutor (não interessa se a viatura é elétrica, a gás ou movida a feijões) é algo hediondo! Detesto ser "controlado" pela tecnologia ou que me dê ordens!

Sempre que tenho tempo, aprecio parar onde me dá na gana, troco as voltas à navegação (não me interessa se é mais perto ou mais rápido) e não tenho problema nenhum em enganar-me e até parar num "buraco" qualquer a pedir informações como já me aconteceu, por exemplo, na Sardenha!

Isto para dizer que somos todos diferentes e ainda bem, mas serei dos últimos a deixar a máquina a fazer as coisas por mim! Vou continuar a exercitar os meus neurónios até morrer!
Mas nenhum carro te obriga a nada em termos de navegação, vais se quisseres...
 
Uma descrição muito interessante e que mostra, em boa medida, o que será o futuro!

Para o meu perfil de condutor (não interessa se a viatura é elétrica, a gás ou movida a feijões) é algo hediondo! Detesto ser "controlado" pela tecnologia ou que me dê ordens!

Sempre que tenho tempo, aprecio parar onde me dá na gana, troco as voltas à navegação (não me interessa se é mais perto ou mais rápido) e não tenho problema nenhum em enganar-me e até parar num "buraco" qualquer a pedir informações como já me aconteceu, por exemplo, na Sardenha!

Isto para dizer que somos todos diferentes e ainda bem, mas serei dos últimos a deixar a máquina a fazer as coisas por mim! Vou continuar a exercitar os meus neurónios até morrer!
Podes fazer exatamente o mesmo com um VE!
Vais ter que parar “abastecer” mais vezes? Possivelmente, dependendo dos percursos e das distâncias das viagens. Mas para quem não anda a contar o tempo para chegar ao destino, estas viagens fazem-se bem num VE (às vezes melhor que num ICE).
E sobra mais dinheiro para gastar nesses desvios imprevistos que falas.
2700km feitos na última viagem com o VE (950x2 nas viagens maiores e depois mais uma viagem de 300km, o resto foi nas voltas nos locais onde estive) e gastei 140€ em carregamentos. No diesel (que faz a mesma viagem algumas vezes), gasto em torno dos 300€, mesmo metendo combustível barato em Espanha.
Como tinha tempo para fazer a viagem, as paragens extra para carregar não foram problema nenhum e até parei mais 1x por percurso por opção. Total de 10 paragens para carregamento, 3 delas com refeições em vez das 4 que teria que fazer no diesel.
 
Viagens grandes com elétricos vejo assim: Se for para fazer viagens grandes (mais de 600 km no total) frequentemente (por exemplo 40 ou 50 vezes por ano) parece me que ou se tem um carro com uma autonomia excecional ou há muitos inconvenientes práticos no dia-a-dia. Preferia continuar com o combustão. Se for para fazer uma viagem longa 5 ou 6 vezes por ano como acontece a muita gente aí já poderia equacionar o elétrico desde que planeado inteligentemente e sempre com tempo e um mindset mais tolerante. Os inconvenientes das paragens têm que se encarar como oportunidades para fazer coisas diferentes e aproveitar o tempo enquanto o carro carrega.

Em viagens médias (350 a 500 km total) neste momento já se pode usar elétricos sem grande nóia desde que tenham uma autonomia real de 300-350 km pelo menos. Aí uma paragem no destino de 15 minutos pode ser suficiente para fazer o percurso sem preocupações enquanto se faz o que se foi fazer. Acho importante nestes casos ter uma série de carregadores pré-preparados para deixar de haver "stress de saber onde se vai carregar o carro". A partir daí o hábito toma conta da situação e tudo deixa de ser um problema, apenas uma rotina diferente.
 
Tambem depende sempre do perfil, há quem faça as paragens com qualquer tipo de carro, e há quem goste de fazer tudo de uma vez...

Mas no final, não é comum para toda a gente fazer grandes distancias, e sendo raro tambem dá para acomodar possiveis paragens extra.

Isto muda mais é para quem anda depressa nas AE, ai já é mesmo inviável. Eu tenho um amigo que fazia Viseu vigo umas 2/3 vezes por mês, num 530d isto ai por 2005, e gastava um tanque para cada lado, para ele o EV não dava para essas viagens.
Eu faço Viseu/Vigo de uma acentada com o meu carro elétrico, com alguma folga, são cerca de 300 kms.
Gastar um tanque de um diesel para fazer 300 kms?
 
Só levo o eletrico para longe quando não tenho compromissos ou horarios a cumprir. São demasiadas variáveis, e, no meu caso, quase sempre falha uma ou mais.

Nada bate a flexibilidade do Diesel. Se for necessario carregar um pouco mais no pedal, então a diferença passa a ser abismal.
 
Compreendo perfeitamente que alguns proprietários de veículos elétricos fiquem apreensivos perante uma viagem de centenas ou milhares de quilómetros. Afinal, anos de convivência com depósitos de combustível criaram hábitos difíceis de esquecer.

O mais curioso é que muitos desses receios começam quando entregam a gestão da viagem a uma app carregada num smartphone. Lá vai ele, orgulhosamente espelhado no sistema de infotainment, a correr uma ou duas aplicações de navegação, que nunca viram o carro na vida, fazendo previsões sobre o estado da bateria e autonomia, com a confiança de um bruxo famoso cá do burgo nas décadas de 80 e 90, o professor Zandinga.

Em contrapartida, quem utiliza o navegador nativo da viatura está a jogar um jogo completamente diferente. O sistema sabe quanta energia existe na bateria, conhece os consumos em tempo real, planeia as paragens para carregamento e, em muitos modelos, até pré-condiciona a bateria antes de chegar ao carregador rápido, preparando-a para receber energia à velocidade que todos gostamos de ver no ecrã.

E assim se explica a razão porque alguns condutores fazem Lisboa-Le Mans-Lisboa, a olhar para o indicador de bateria como quem observa as pulsações de um doente em cuidados intensivos, enquanto outros simplesmente entram no carro, colocam o destino no navegador nativo e seguem viagem, parando apenas para o café... e, já agora, para carregar o carro.

Porque uma coisa é discutir autonomias atrás de um teclado. Outra, bem diferente, é colocar o destino no navegador, carregar no acelerador e deixar os quilómetros fazerem o contraditório.

Para não se ficar a pensar que tudo o que foi acima explanado é apenas "letra", teoria de café ou fanatismo elétrico agudo, segue-se um testemunho real, na primeira pessoa, de alguém que teve a ousadia de enfrentar 3.400 Kms num veículo elétrico e, surpreendentemente, sobreviveu para contar a história.

Antes de mais, fiquemos pelos factos. A imagem, que deve ser lida de baixo para cima, conta a história da viagem tal como ela aconteceu.

Ver anexo 14728862

A viagem iniciou-se em Lisboa cerca das 15H30, num dia de Julho, com dois ocupantes que alternaram a condução. As condições atmosféricas eram exigentes, com temperaturas próximas dos 40°C. Durante todo o percurso, o ar condicionado manteve-se em funcionamento automático, regulado para 20°C.

Antes da partida, o navegador da viatura recomendava uma paragem intermédia de carregamento antes da chegada à Guarda, de modo a garantir a reserva mínima de energia definida para o destino. Uma aplicação de smartphone consultada por curiosidade para o mesmo trajeto era mais conservadora, defendendo que a velocidade não deveria ultrapassar os 100 km/h.

Apesar dessa recomendação, o percurso pela A1 foi realizado a velocidades entre 120 e 125 km/h. Mantendo a mesma cadência e após o desvio para a A23, e já bastante depois de Abrantes, o navegador da viatura passou a prever uma chegada à Guarda com apenas 1% a 2% de bateria. Perante essa estimativa, a velocidade foi reduzida temporariamente para valores entre 110 e 115 km/h, permitindo recuperar alguma margem de autonomia.

Após aproximadamente 330 km, a chegada à Guarda ocorreu com 7% de bateria disponível.

Durante a paragem na Guarda foi efetuada uma refeição rápida enquanto a viatura recuperava eletrões. Seguidamente, a viagem prosseguiu pela rota definida pelo navegador.

Entre a Guarda e Angoulême, a condução foi partilhada entre os dois ocupantes. Não ocorreram paragens além das estritamente necessárias para carregamento da viatura. O ar condicionado permaneceu sempre ligado em modo automático e o cruise control foi mantido, regra geral, numa velocidade ligeiramente superior ao limite máximo permitido em cada troço.

A parte final da viagem, já depois de Angoulême, foi feita sem pressas. Aproveitámos para uma paragem mais prolongada, permitindo aos condutores recuperar energias e, evitar chegar demasiado cedo ao alojamento, uma vez que o check-in só estava disponível a partir das 15h00.

Em Le Mans aconteceu o último abastecimento de eletrões da viagem, deixando a bateria praticamente tão cheia como quando saiu de Lisboa. Missão cumprida.

No capítulo dos custos, os cerca de 1.700 km percorridos consumiram 285 kWh de energia, o que se traduziu num consumo médio de 16,8 kWh/100 km. A conta final ficou pelos 94,14€, correspondendo a um custo médio de aproximadamente 0,33€/kWh.

O regresso foi igualmente tranquilo. Destino inserido no navegador, indicações seguidas à risca e a viatura a tratar da logística dos carregamentos.

Quase parece batota, quando viajar em alguns veículos elétricos, se resume a conduzir, apreciar a paisagem e confiar na tecnologia.
Bom relato. Eu estou para ir até à Disneyland e ando constantemente a equacionar se vou de avião ou carro... Muito mais inclinado a levar o carro porque serve de passeio em família e vamos parando pelo caminho. Quanto às apps, há umas que já vão buscar a informação do carro(A Better Route planner por exemplo), mas continuo a preferir a nativa do meu carro de longe.
 
Só levo o eletrico para longe quando não tenho compromissos ou horarios a cumprir. São demasiadas variáveis, e, no meu caso, quase sempre falha uma ou mais.

Nada bate a flexibilidade do Diesel. Se for necessario carregar um pouco mais no pedal, então a diferença passa a ser abismal.

Comprasses um ev eficiente.
 
Bom relato. Eu estou para ir até à Disneyland e ando constantemente a equacionar se vou de avião ou carro... Muito mais inclinado a levar o carro porque serve de passeio em família e vamos parando pelo caminho. Quanto às apps, há umas que já vão buscar a informação do carro(A Better Route planner por exemplo), mas continuo a preferir a nativa do meu carro de longe.

Eu já fiz aqui o meu relato até Madrid, foi super fácil e tranquilo com miúdos.

Até França, recorrendo aos SUC , não teria quaisquer problemas em fazer.

Há registos de malta portuguesa a fazer isso de tesla no YouTube.
 
Comprasses um ev eficiente.
Ele devia estar a falar de andar na Autobahn.


Relatos simples:

Fiz 1200km por Portugal, 300km circulando em partes mais remotas.

Perdi 3+3 minutos para abastecer 2 vezes condicionado às estações de combustíveis existentes.

A média foi por volta de 6.5l/100

+- 140€ gastos.


Em carregamentos elétricos se calhar nem metade gastava, mas não estava para fazer planeamento de viagem, havia locais com muito pouca cobertura de carregadores e não queria fazer paragens de 20 minutos que não fossem num restaurante.


Também permitiu ritmos maiores na autobahn, que permitiu encurtar a viagem em mais de 1h30 pelo menos.




Viagem habitual a Setúbal, 100km ir e vir e levei elétrico.


2€ de electricidade, 7€ de portagens.
 
Ele devia estar a falar de andar na Autobahn.


Relatos simples:

Fiz 1200km por Portugal, 300km circulando em partes mais remotas.

Perdi 3+3 minutos para abastecer 2 vezes condicionado às estações de combustíveis existentes.

A média foi por volta de 6.5l/100

+- 140€ gastos.


Em carregamentos elétricos se calhar nem metade gastava, mas não estava para fazer planeamento de viagem, havia locais com muito pouca cobertura de carregadores e não queria fazer paragens de 20 minutos que não fossem num restaurante.


Também permitiu ritmos maiores na autobahn, que permitiu encurtar a viagem em mais de 1h30 pelo menos.




Viagem habitual a Setúbal, 100km ir e vir e levei elétrico.


2€ de electricidade, 7€ de portagens.

Autoestrada? Vai ao meu dB e vê o meu relato diário. Tempos gastos e velocidade média. Madrid e voltar.

Não gastaria menos tempo num ice.

Agora se vao a 150+ de velocidade , ai sim já admito que um ev não dá

Mas a bitola dele é um ex30. Não é do mais prático para viagens, ainda para mais se não recorre a carregadores tesla
 
Autoestrada? Vai ao meu dB e vê o meu relato diário. Tempos gastos e velocidade média. Madrid e voltar.

Não gastaria menos tempo num ice.

Agora se vao a 150+ de velocidade , ai sim já admito que um ev não dá

Mas a bitola dele é um ex30. Não é do mais prático para viagens, ainda para mais se não recorre a carregadores tesla
Para o dia à dia é o mais pratico possível.

Deixo-te arrancar uma hora antes e chego a madrid antes de ti, sem andar acima de 140km/h.
 
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