Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

E os teus filhos se calhar vão reformar-se aos 75 anos e com 50% de corte.. Ou entretanto aumentam o imposto da segurança social de 35% para 45%, vai-se empurrando para a frente.

As gerações mais velhas governaram-se e destruíram Portugal para os mais jovens.

E a mentira que andaram a propagandear que a imigração anda a salvar a segurança social tem pés de barro, e que lixou ainda mais os jovens em Portugal.

era isso o que queria dizer e também que a sociedade deveria ser mais justa, não comunista ou socialista mas justa
 
Por falar em reformas, sugiro à malta que desconta para a Segurança Social, meu caso, que faça umas simulações na respetiva aplicação, sobretudo se nunca o tiver feito:


No simulador de pensões, à realidade atual, já dá para ter uma noção da coisa e temo que vá piorar!

No meu caso pessoal aponta para me reformar aos 67 anos e picos e terei uma carreira contributiva de 46 anos e uns meses!!!
 
Por falar em reformas, sugiro à malta que desconta para a Segurança Social, meu caso, que faça umas simulações na respetiva aplicação, sobretudo se nunca o tiver feito:


No simulador de pensões, à realidade atual, já dá para ter uma noção da coisa e temo que vá piorar!

No meu caso pessoal aponta para me reformar aos 67 anos e picos e terei uma carreira contributiva de 46 anos e uns meses!!!

e já viste o que te dava se te reformasses hoje ?
 
sim, sou developer

e sim irias ganhar muito menos porque não tens licenciatura, mesmo que soubesses mais que um licenciado

não conseguirias entrar na carreira de técnico superior onde estou

já fiz as contas, ganharia até mais 400 euros liquidos, e digo até. Dependeria muito do cargo.

para abdicar das 35 horas semanais, fins de semana e feriados livres, e o SAMS. O teletrabalho certamente manteria. Perdia alguma qualidade de vida e para quê se daqui a 2 anos vou subir de escalão ?

( trabalho mais que 35 H mas é porque quero, não porque sou obrigado, ainda este fim de semana estive a melhor a performance de uma aplicação )
Oh Altar, tás a ver a cena ne?
Tu optas por mais conforto na carreira, comodismo, o que quiserem chamar.

Numa boa multinacional ninguém quer saber das 35h mas sim da carreira e dos objectivos e isso nem sempre implica trabalhar 14h por dia.

E atenção que não te estou a criticar.
Mas certamente vês um problema no estado....imagina que eu era um dev ( sou sysadmin / devops ) que sabia o mesmo que tu mas nao tendo eu o canudo, nao ia ganhar o mesmo, logo aí é injusto.
Mas o Estado é assim.
 
Por falar em reformas, sugiro à malta que desconta para a Segurança Social, meu caso, que faça umas simulações na respetiva aplicação, sobretudo se nunca o tiver feito:


No simulador de pensões, à realidade atual, já dá para ter uma noção da coisa e temo que vá piorar!

No meu caso pessoal aponta para me reformar aos 67 anos e picos e terei uma carreira contributiva de 46 anos e uns meses!!!
Se falares com alguém do BE, vão-te dizer assim: Precisamos de imigrantes.

- Porque cada imigrante = cada posto de trabalho ocupado que antes estava vazio e assim a SSocial fica mais reforçada.
E assim o Petrus já pode ter uma reforma choruda pa vaguear de mota pelas ENs alentejanas a partir dos 65 anos na bela da reforma.

Depois no mundo real sabemos que só uma parte deles é que trabalha e além disso provocam decréscimo de salários porque muitos patroezecos preferem pagar menos em vez e profissionalizar as pessoas.
 
Agora com o massivo reagrupamento familiar é que vai ser um espectáculo. Balofas do Bangladesh com vários filhos e a avó que veio porque é doente sem trabalhar vai ser como em França. Não sei se a nossa segurança social aguenta...

Eu até era favorável ao reagrupamento mas não contava com a situação de famílias "numerosas".

Não percebo no que está a acontecer. Especialmente alienígenas idosos indostanicos. Será que pagam par vir? Não sei. Qualquer coisa que não bate certo.
 
Agora com o massivo reagrupamento familiar é que vai ser um espectáculo. Balofas do Bangladesh com vários filhos e a avó que veio porque é doente sem trabalhar vai ser como em França. Não sei se a nossa segurança social aguenta...

Eu até era favorável ao reagrupamento mas não contava com a situação de famílias "numerosas".

Não percebo no que está a acontecer. Especialmente alienígenas idosos indostanicos. Será que pagam par vir? Não sei. Qualquer coisa que não bate certo.

A primeira parte desta vaga de imigração, eram de familias brasileiras, e isso é a condição ideal para um país receber imigrantes, por razões obvias.

Depois as condições foram piorando essas familias já não vêm, mas para o esquema funcionar é preciso mais, então foi-se buscar ao hindustão porque aceitam condições miseráveis e vêm só homens ( que é algo que pouco se fala)

Esse pessoal que falas não cumpre as regras do reagrupamento familiar.
 
A primeira parte desta vaga de imigração, eram de familias brasileiras, e isso é a condição ideal para um país receber imigrantes, por razões obvias.

Depois as condições foram piorando essas familias já não vêm, mas para o esquema funcionar é preciso mais, então foi-se buscar ao hindustão porque aceitam condições miseráveis e vêm só homens ( que é algo que pouco se fala)

Esse pessoal que falas não cumpre as regras do reagrupamento familiar.

Talvez sejam pessoas de castas mais elevadas que pagam para vir.
 
Se falares com alguém do BE, vão-te dizer assim: Precisamos de imigrantes.

- Porque cada imigrante = cada posto de trabalho ocupado que antes estava vazio e assim a SSocial fica mais reforçada.
E assim o Petrus já pode ter uma reforma choruda pa vaguear de mota pelas ENs alentejanas a partir dos 65 anos na bela da reforma.

Depois no mundo real sabemos que só uma parte deles é que trabalha e além disso provocam decréscimo de salários porque muitos patroezecos preferem pagar menos em vez e profissionalizar as pessoas.

Acho que o PSD lançou este estudo para se proteger, não é para fazer nada.

Porque esta propaganda toda da salvação de Portugal e da Segurança social tem os dias contados.

"You can fool some of the people all of the time, and all of the people some of the time, but you cannot fool all of the people all of the time"

Até é ironico que isto aconteça ao mesmo que se fala da preocupação com a automação e a AI destruir empregos..

Não é só o BE que diz isso, tu ouves isso todos os dias na CS, o que não se ouve é o que é que o Portugues médio tem beneficiado com isso..

Na Dinamarca onde e estudam as coisas e divulgam sem populismos, eles divulgam quais os grupos que beneficiam e os que prejudicam, e até pagam 20K para os que não contribuem irem embora..
 
e já viste o que te dava se te reformasses hoje ?
Nem sequer deixa! Só permite simular se tiver pelo menos 40 anos de descontos! Abaixo deixa de ser reforma e passaria a invalidez, coisa que dispenso!

PS: gosto muito de trabalhar, mas tenho demasiadas coisas boas para fazer cá fora e temo que a partir de dada idade seja difícil ou mesmo impossível! O conceito dos 60-40 para mim continua a fazer sentido, mas as penalizações são ferozes!

PS2: a recomendação de a malta ir fazendo um pé de meia para a reforma ao longo da vida faz todo o sentido, mas não é fácil até porque se perdeu muito o conceito de poupança! A maioria hoje é "chapa ganha, chapa batida"!
 
Quem sabe sabe...



A Apple pagou mais de 14.500 milhões de euros em impostas à Irlanda, o que equivale a 40% do total que a empresa paga em impostos. O valor "quase" cobre o orçamento da educação do país.

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autor: Vasco Morgado

Portugal, e a necessidade de matar as galinhas dos ovos de ouro.
Portugal tem uma vocação antiga, quase litúrgica, para pegar numa boa ideia, beijá-la na testa, pô-la no colo, chamar-lhe “filão”, e depois sufocá-la com as próprias mãos, entre a ganância, a imitação servil e essa pressa saloia de quererem vender a mesma sardinha no mesmo prato, à mesma hora, ao mesmo turista, pelo preço de caviar.
Somos assim: quando uma coisa resulta, não a melhoramos, não a protegemos, não a deixamos respirar. Não. Atiramo-nos a ela como uma romaria de gafanhotos sobre uma seara. Onde havia uma ideia, fazemos cem cópias; onde havia uma oportunidade, montamos uma feira; onde havia uma alma, pomos uma placa em inglês, uma ardósia com “brunch” escrito a giz e uma conta digna de um assalto com guardanapo de linho.
Não é que Portugal não tenha ideias. Tivemo-las sempre. Umas morreram porque o tempo as levou, e isso é da natureza das coisas. Há ofícios, hábitos, casas, modas e negócios que acabam porque o mundo anda, a sociedade muda, a necessidade desaparece. Isso é a vida a renovar-se. Mas nós não nos contentamos com a morte natural das coisas. Nós gostamos da execução pública. Somos especialistas em matar aquilo que ainda nos podia salvar.
Se não vejamos.
Nos anos 70 veio a febre do snack-bar. Era o néon da modernidade, o balcão cromado da esperança, o bife no pão com promessa de futuro. Lisboa e o país encheram-se deles: o PIC-NIC, o Tique-Taque, o Pam Pam, o Terminus, o Monumental, o Noite e Dia, o Monte Carlo, e tantos outros, uns atrás dos outros, como se uma nação inteira tivesse descoberto ao mesmo tempo que se podia servir uma torrada com ar cosmopolita. E depois? Depois veio o costume: demasiados, iguais, colados uns aos outros, todos a disputar a mesma fome. Fecharam quase todos. Sobreviveu quem? O Galeto. Esse sobrevivente descoberto, fóssil luminoso de uma era em que ainda se sabia que um balcão poderia ter carácter.
Nos anos 80 chegaram às lojas de pronto-a-vestir. A Lanidor, a Cenoura, a Lanalgo, a Ton Sur Ton, o Grandella, o Chiado, os Porfírios, e tantas lojas de bairro, com montras compostas, cabides de sonho doméstico e senhoras que sabiam o tamanho das clientes só de lhes olhar para os ombros. Também aí fomos pródigos: enchemos ruas, centros, esquinas, galerias, tudo a vender a mesma saia, a mesma camisola, a mesma ilusão de moda nacional. E hoje? Nem uma para contar a história com dignidade. Vieram as cadeias, veio a roupa sem pátria, veio a uniformização global, e nós, que podíamos ter criado identidade, criamos liquidação.
Nos anos 90 foram as croissanterias. Uma em cada esquina. Às vezes duas. Às vezes três, como se Lisboa fosse subitamente uma província histórica de Paris, mas com mais creme de ovo e menos vergonha. O croissant, coitado, passou de delícia a praga urbana. Entrava-se numa rua e lá estavam elas, inchadas de excitação, douradas de gordura e condenadas desde a apresentação. E como apareceram, desapareceram. Sopro. A mesma espuma de sempre: todos ao mesmo tempo a fazer o mesmo, num mercado que não cresce só porque nós lhe gritamos “cresce!” ao ouvido.
Depois vieram os hambúrgueres. Do bairro, da sala, do quarto, da esquina, do isto, do aquilo, do acoloutro. O hambúrguer deixou de ser comida para se tornar conceito. Já não vinha no prato: vinha acompanhado de uma biografia, de uma tábua rústica, de batatas com nome próprio e de um empresário a explicar a maionese como se recitasse Camões. Durante uns tempos, Portugal pareceu acreditar que o destino da pátria passa por carne picada entre dois pães artesanais. Sobreviveram um ou dois, se tanto. O resto ficou pelo caminho, vítima do pecado nacional: a multiplicação sem classificações, essa pornografia do “também quero”.
E o mesmo se passa com os festivais, as feiras medievais (existem mais agora que na época mediaval), os tuk-tuks, os Ubers, as “experiências imersivas”, os mercados gourmet, as lojas de lembranças todos iguais, os alojamentos locais empilhados como capoeiras turísticas. Mal alguém descobre uma restia de negócio, logo aparece a multidão de avental, logótipo, página de Instagram e ambição feroz. Todos querem um pedaço do filão. Ninguém pensa que o filão, por definição, se esgota. E nós esgotamo-lo com a rapidez de suicidas em festa.
Agora é o turismo.
Durante anos vendemos Lisboa como quem vendia um segredo: a luz, as colinas, o Tejo, as tascas, o fado, a calçada, a sardinha, a bifana, o vinho bebido sem pose, a conversa à porta, o cheiro da grelha, a roupa profunda, a velha à janela, o eléctrico a chiar como um bicho antigo. Vendemos a cidade viva. E quando a cidade viva finalmente começou a dar dinheiro, o que fizemos? Matámo-la.
Onde havia tascas, pusemos brunch. Onde havia vinho da casa, pusemos “experiência natural do vinho, mas de qualidade duvidosa”. Onde havia bifanas, pusemos plumas. Onde havia sardinha, pusemos “loja conceito de sardinha”. Onde havia café de balcão, pusemos latte, frappuccino, matcha, espuma de aveia e uma clientela a fotografar o pequeno-almoço antes de o digerir. Nada contra o brunch, o latte ou o gourmet, que existe, pois claro. Uma cidade também respira pela mistura. O problema é quando a mistura passa a substituir; quando a diferença é expulsa para dar lugar à cópia; quando Lisboa deixa de ser Lisboa para se tornar uma réplica barata de lugares caros.
Porque o turista não atravessa o mundo para encontrar o que já tem à porta de casa. Não vem a Lisboa para comer o mesmo hambúrguer, beber o mesmo café, ver a mesma decoração industrial com lâmpadas suspensas e plantas em vasos de cimento. Isso tem ele em Berlim, em Paris, em Londres, em Amesterdão, em Milão, em qualquer centro domesticado pela mesma estética internacional de alma nenhuma.
O turista vem, ou vinha, para sentir que chegou a outro sítio. Vem comer sardinha, provar bifana, beber vinho sem cerimónia, ouvir fado que não aparece encomendado por uma agência, ver gente de cá a viver a vida de cá. Vem para encontrar o cheiro, o ruído, o embaraço, a ternura, a desordem, a língua, a sombra fresca de uma tasca, o gerente bruto mas certo, a conta honesta, a verdadeira cidade. Se chega aqui e encontra apenas uma Lisboa maquilhada para estrangeiro, mas ao preço de Paris, Londres ou Saint-Tropez, então pergunta, e com razão, por que diabo há-de vir cá. Se é para pagar como em Saint-Tropez, vai para Saint-Tropez. Ao menos lá a farsa tem mar azul e pedigree.
E nós ficamos nisto: a vender conveniências em embalagens de plástico, tradição em inglês, alma por metro quadrado, memória em menu sortudo. Transformamos bairros em cenários, moradores em obstáculos, comércio local em adereço, e depois nos espantamos quando a cidade se torna cansativa, cara e indistinta. Espantamo-nos quando há notícias a dizer que o turismo abranda, que há menos gente, que a procura baixa. Quem mora em Lisboa sente-o: ainda há muitos turistas, sim, mas já se anda pela cidade com outra folga, outro vazio, outra espécie de rescaldo. Como se a festa continuasse, mas a música começasse a falhar.
E a culpa não é do turista. O turista fez o que lhe pedimos: veio. A culpa é nossa, que confundimos acolher com explorar, crescer com devorar, modernizar com apagar. Em vez de cuidarmos daquilo que nos distingue, vendemo-lo ao desbarato e depois substituímo-lo por uma imitação sem raiz. Somos capazes de pegar numa cidade rara, com luz de poema e vícios de taberna, e transformá-la numa montra pasteurizada, onde tudo é “premium”, “conceito”, “autêntico” e, justamente por isso, falso.
Portugal é extraordinário nisto: descobre uma boa ideia e logo convoca o enterro. Não por falta de talento, mas por excesso de imitação. Não por falta de oportunidade, mas por gula. Queremos todos entrar na mesma porta ao mesmo tempo, e depois admiramos que a porta rebente, a casa caia e ninguém fique lá dentro.
No fundo, somos um país de génios intermitentes e coberturas permanentes. Inventamos o bote, descobrimos a rota, abrimos a tasca, acendemos a luz, e depois vem a turba dos oportunistas, dos repetidores, dos pequenos empresários do apocalipse, todos com pressa de transformar a nascente em esgoto. E quando a água deixa de correr, olhamos para o leito seco e dizemos, em bom português, e muito ofendidos:
“Pois, isto já não é o que era.”
Não. Não é. Porque nós tratamos de o matar.

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Esta mrd virou o farwest literalmente...

Hoje em Lisboa um assaltante de Rolexes foi atropelado pelo assaltado que estragou a frente do BMW.

É todos os dias confusão agora.

O assaltante quinou, coitado.🤷😕
 
sim, sou developer

e sim irias ganhar muito menos porque não tens licenciatura, mesmo que soubesses mais que um licenciado

não conseguirias entrar na carreira de técnico superior onde estou

já fiz as contas, ganharia até mais 400 euros liquidos, e digo até. Dependeria muito do cargo.

para abdicar das 35 horas semanais, fins de semana e feriados livres, e o SAMS. O teletrabalho certamente manteria. Perdia alguma qualidade de vida e para quê se daqui a 2 anos vou subir de escalão ?

( trabalho mais que 35 H mas é porque quero, não porque sou obrigado, ainda este fim de semana estive a melhor a performance de uma aplicação )
manda cunha para mim pls

estou remoto, ainda mantenho os dois enquanto der :p
 
não é aos 68 anos que nos vamos reformar ?

não sei quantas pessoas estão no ativo, 5.7 milhões é o que diz a IA

esses 5.7 sustentam os outros 5 milhões de inúteis

muito por alto, porque muitos desses ativos ganham o salário mínimo e estão isentos de IRS e têm direito a todo o tipo de prestações sociais

para dizer a verdade eu como FP também sou privilegiado, mas não acho justo estas benesses
é de loucos, os gajos não descontaram nada, não fizeram nada, pq crl tenho eu de pagar?

esses gajos têm reformas mais altas que eu daqui a 40 anos LOL mesmo reformando-me aos 70 LOL e tenho um salário certamente muito superior ao deles, e desconto bem mas bem mais

eu nem me importava com esta cena qb se não tivessem feito as casas disparar, e colocado os restos dos serviços na merda

neste momento, não tenho outra opção senão arranjar algo a recibos e eventualmente imigrar
 
é de loucos, os gajos não descontaram nada, não fizeram nada, pq crl tenho eu de pagar?

esses gajos têm reformas mais altas que eu daqui a 40 anos LOL mesmo reformando-me aos 70 LOL e tenho um salário certamente muito superior ao deles, e desconto bem mas bem mais

eu nem me importava com esta cena qb se não tivessem feito as casas disparar, e colocado os restos dos serviços na merda

neste momento, não tenho outra opção senão arranjar algo a recibos e eventualmente imigrar


porque o essencial do socialismo é tirar dinheiro à formiga para dar à cigarra.
 
era isso o que queria dizer e também que a sociedade deveria ser mais justa, não comunista ou socialista mas justa
Não há sociedades justas em capitalismo neoliberal. Capitalismo é pra dar sempre mais de 2/3 da riqueza do país aos menos de 10% de cima. É para isso que serve a liberdade absoluta para o capitalista enriquecer.
 
Os capitalistas não são cigarras. Sao sanguessugas.
Mas isso os comunistas também são. Querem ganharr todos à custa de quem trabalha e de quemtem mérito, sem fazer a ponto de um chavelho. Veja-se os resultados que todas as sociedades comunistas tiveram quando comparadas com as sociedades ditas capitalistas, mesmo com todos os desiquilibrios.
Por muito que se queira debater este tema, o capitalismo ainda é o menos pior dos regimes.
Quem não gostar tem bom remédio. É avançar com malas e bagagens para essas sociedades comunistas "evoluídas".
 
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