Tópico dos carros eléctricos

Tens carregadores muito recomendados nesta marca:


tens ainda o juice booster 2, uns da morec, metron também dizem bem.
também ainda não sei o que vou comprar, mas wallbox não deve ser com quase toda a certeza, a não ser que seja difícil carregar. não te ponhas a comprar coisas no aliexpress ou ainda vais ter chatices.
 
Pessoal, muito obrigado pelas vossas respostas. A minha questão com a wallbox é que tenho tantas máquinas elétricas em casa que facilmente o quadro vai abaixo com uma potência de 6,9. Se comprar uma com balanceamento ela gere automaticamente sem ter que andar manualmente a regular tudo. Mas para já vou comprar um carregador até 32A portátil. Já agora que empresas instalam wallbox em todo o país? É que muitas já me disseram que não instalam no interior do país e eu vivo num meio pequeno.
 
Pessoal, muito obrigado pelas vossas respostas. A minha questão com a wallbox é que tenho tantas máquinas elétricas em casa que facilmente o quadro vai abaixo com uma potência de 6,9. Se comprar uma com balanceamento ela gere automaticamente sem ter que andar manualmente a regular tudo. Mas para já vou comprar um carregador até 32A portátil. Já agora que empresas instalam wallbox em todo o país? É que muitas já me disseram que não instalam no interior do país e eu vivo num meio pequeno.
Comprei algum material online a uma loja Watt (Braga)e fiquei bem impressionado (vale o que vale). Liga para os tipos e coloca as tuas questões, pode ser que ajudem.
Independentemente de colocares esse equipamento que faz o balanceamento, se o teu quadro dispara frequentemente é melhor subires a potencia
 
Também tenho 6,9 e é na boa, como tenho tarifa bi-horária carrego de noite onde não há mais nada ligado, nunca foi abaixo, costumo carregar a 16A.
Acabei de comprar este para o trabalho, vem da amazon, para casa um monofasico de 16A é suficiente.

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Pessoal, muito obrigado pelas vossas respostas. A minha questão com a wallbox é que tenho tantas máquinas elétricas em casa que facilmente o quadro vai abaixo com uma potência de 6,9. Se comprar uma com balanceamento ela gere automaticamente sem ter que andar manualmente a regular tudo. Mas para já vou comprar um carregador até 32A portátil. Já agora que empresas instalam wallbox em todo o país? É que muitas já me disseram que não instalam no interior do país e eu vivo num meio pequeno.
Muito provavelmente fará sentido pedires aumento para 10.35.

É o que tenho, e mesmo assim, a carregar durante o dia, já me aconteceu ir o quadro abaixo com o carro a 6.9kW (10A trifásico).

Por esse motivo e pelo custo baixo do bi horário, só carrego de noite.
 
Há outra coisa em relação à Wallbox, não sei como é nos particulares, mas nas empresas é obrigatória a certificação de uma Wallbox se for um portátil ligado numa ficha não é preciso certificar. ;)
 
Muito provavelmente fará sentido pedires aumento para 10.35.

É o que tenho, e mesmo assim, a carregar durante o dia, já me aconteceu ir o quadro abaixo com o carro a 6.9kW (10A trifásico).

Por esse motivo e pelo custo baixo do bi horário, só carrego de noite.
Atenção que aumentar a potência costuma subir ligeiramente os custos com o contador e do kWh.
 
copiado Rui pedro :
(dá-me ideia que ele não é um grande fã dos carros electricos :p )

RÚBRICA: “O carro elétrico… e aquilo em que ninguém pensou!”

O fim das oficinas de automóveis e o colapso do mercado usado.
A narrativa oficial vende-nos o carro elétrico como a salvação do planeta. Mas o que ninguém nos diz é que estamos prestes a assistir ao maior desmantelamento industrial do século XXI.
Se acha que o seu carro elétrico vai durar o mesmo e dar-lhe a mesma liberdade que o seu carro atual, pense duas vezes.
Estamos a falar de 43400 empresas que movimentam 30, 8 mil milhões de euros…

Então perceba em detalhe como tudo isto vai acontecer:
1. O Fim da Oficina de Mecânico: A perda da mecânica tradicional livre e o monopólio eletrónico das marcas.
Esqueça o mecânico de confiança onde sempre levou o seu automóvel. Ao contrário de um carro a combustão, o veículo elétrico é um computador com rodas protegido por software proprietário e sistemas perigosos de alta tensão. Sem óleos, filtros, velas, correias de distribuição ou embraiagens, a mecânica geral perde o sentido. O diagnóstico e as reparações vão passar a ser feitos quase exclusivamente nas concessões oficiais das marcas. Se tentar mexer no carro fora da rede oficial, a marca pode bloquear o veículo remotamente por "questões de segurança". As pequenas oficinas de bairro vão fechar porque perdem o acesso ao software e à mecânica básica.

2. O Fim da Oficina de Bate-chapas: O colapso financeiro da reparação de carroçarias, pintura e suspensão.
Esta é a maior armadilha do carro elétrico: o colapso do valor residual ao fim de uma década. Imagine um elétrico com 10 anos. Quem vai pagar uma pintura nova de 1.500€ ou 2.000€ para um carro cuja tecnologia e bateria estão obsoletas? Quem vai gastar dinheiro a mudar a suspensão ou os amortecedores? Pior ainda: se o carro tiver um pequeno acidente, que seguradora ou proprietário vai querer reparar a chapa se o custo do arranjo ultrapassa o valor de mercado do próprio veículo? Ninguém. Sem incentivo económico para manter a estética ou a segurança estrutural, o volume de trabalho dos bate-chapas e pintores vai cair a pique.
Os elétricos antigos tornam-se lixo automotivo muito mais cedo.

3. O Fim do Negociante de Peças Novas e Usadas: A destruição do mercado de componentes de substituição e sucatas.
O mercado independente de peças (aftermarket) e os centros de desmantelamento (sucatas) vão perder o seu motor económico. Para os negociantes de peças novas, desaparece a venda contínua de componentes de motor de alto desgaste. Até as pastilhas de travão duram o triplo devido à travagem regenerativa. Para os sucateiros e vendedores de peças usadas, o negócio morre porque os carros vão inteiros para o lixo quando a "pilha" falha, e a reciclagem de células de lítio de alta tensão é um processo perigoso e altamente centralizado pelas marcas. Não haverá mercado para revender componentes de mecânica e carroçaria de elétricos velhos.

4. Carros Descartáveis e Usados sem Mercado: A barreira económica dos 10 anos que deita carros inteiros para o lixo.
Um carro a gasóleo ou gasolina bem mantido dura facilmente 20 ou 30 anos. Com o carro elétrico, nasce o conceito do automóvel descartável. Ninguém vai arriscar poupanças a comprar um elétrico usado a um particular sem saber se a bateria vai falhar no mês seguinte. Os poucos usados viáveis serão retomas controladas pelas próprias marcas, que vendem com garantias curtas a preços inflacionados. Chegados aos 10 anos ou 200.000 km, com uma bateria nova a custar entre 10.000€ e 25.000€, carros com interiores e chassis impecáveis vão diretos para a sucata porque a reparação é financeiramente inviável.

Prognóstico e Impacto Socioeconómico (Janela Temporal: 2026–2035) - Esta transformação radical vai destruir o tecido empresarial do pós-venda automóvel na próxima década.
O Encerramento de Empresas: Estima-se que entre 50% a 70% das oficinas independentes (mecânica, colisão e pintura) e lojas de peças locais fechem as portas até 2035. O mercado perderá o fluxo de clientes que gastavam dinheiro a "estimar" o carro antigo.
O Desemprego Resultante:
O setor automóvel é dos maiores empregadores da Europa. Até 2030 (fase de asfixia), preveem-se despedimentos de cerca de 15% dos profissionais, afetando quem tem mais dificuldade de reconversão digital. Até 2035 (colapso sistémico), estima-se a perda de mais de 500.000 empregos diretos na Europa (dezenas de milhares em Portugal e Espanha). Milhares de microempresas familiares vão desaparecer sem qualquer alternativa de sobrevivência.
Conclusão:
A transição forçada para o carro elétrico não está apenas a mudar os motores; está a criar uma cultura do "usa e deita fora" que centraliza o dinheiro nos grandes construtores e destrói o sustento de milhões de famílias.
Ao comprares um carro elétrico, estás a direcionar o mercado de venda e manutenção de automóveis, para as marcas, e a destruir milhares de empregos, estás a fechar milhares de oficinas de mecânica, pintura e bate-chapas… casas de venda de peças novas e usadas, milhares de empresas de venda de usados…
Milhares de pequenos negócios fecham e são substituídos por grandes consórcios mundiais…
Não só estás a limitar a tua liberdade de escolha, onde gastas o teu dinheiro ou em quem confias, como estás a limitar as opções de negócios do teu filho, do teu sobrinho, do teu neto…
Estamos a falar de 43400 empresas que movimentam 30, 8 mil milhões de euros… estas empresas vão deixar de existir e este movimento de capital vai ser transferido para uma dúzia de empresas chinesas que vendem carros elétricos…
 
tópico da BYD club portugal:

Quo vadis, BYD Europa?

Há três anos, a BYD chegou à Europa com uma enorme vantagem: parecia estar tecnologicamente à frente. O Seal impressionava, o Dolphin mostrava que um elétrico não tinha de ser caro e a tecnologia Blade era um cartão de visita extraordinário.
Estamos em 2026. E pergunto: para onde vai a BYD na Europa?
Porque o mais estranho é que a BYD não parou de evoluir. Muito pelo contrário. Na China lança novos modelos e novas gerações a um ritmo impressionante, tem novas plataformas, carregamentos cada vez mais rápidos, suspensões sofisticadas, sistemas avançados de condução assistida e uma gama gigantesca.
O problema é que muito pouco disso chega à Europa.
O Seal europeu envelheceu. O Tang envelheceu. O Han praticamente desapareceu da discussão. E aquilo que a BYD nos apresenta como novidade já dificilmente se destaca tecnologicamente da concorrência.

Entretanto, os outros não ficaram parados.
A XPeng lança produtos novos e tecnologicamente muito fortes. A Leapmotor consegue colocar no mercado português um B05 por 24.500 € com uma relação preço/equipamento difícil de acreditar. A Changan/Deepal já chegou à Europa com S05 e S07 e, na China, tem coisas como o S09, um EREV de seis lugares com uma bateria de 53,49 kWh. A Zeekr continua a evoluir. Até a Aion/GAC está a trazer produto recente.
E os europeus recuperaram.
BMW, Mercedes, Audi, Hyundai/Kia já oferecem arquiteturas de 800 V, carregamentos muito rápidos, software cada vez melhor e automóveis que, tecnologicamente, já nada ficam a dever àquilo que a BYD efetivamente vende na Europa.

Até o Smart #5 com que ando estes dias me parece tecnologicamente mais interessante do que qualquer BYD atualmente à venda por cá.
E isto é que torna tudo tão estranho.
Porque sabemos que a BYD consegue fazer muito melhor.
Basta olhar para a gama chinesa. Ou nem é preciso ir tão longe: no Brasil já têm Shark e até o Atto 8, que mais não é do que o Tang L da linha Dynasty adaptado àquele mercado.
Então porquê tratar a Europa desta maneira?
Parece existir uma filosofia de “é isto que temos para vocês; ou comem isto ou comem isto”.
Talvez a estratégia seja maximizar margens enquanto a fábrica europeia não entra plenamente em funcionamento. Talvez estejam a reservar a tecnologia mais avançada para a Denza. Talvez estejam simplesmente convencidos de que o crescimento das vendas significa que podem esperar.

Mas há um problema: o mercado não está à espera deles.
E a Denza também não me parece ser a resposta mágica. Uma coisa é convencer um europeu a experimentar um BYD de 30, 40 ou 50 mil euros. Outra completamente diferente é pedir-lhe mais de 100 mil euros por um Denza e colocá-lo a escolher entre uma marca praticamente desconhecida e Porsche, Mercedes, BMW ou Audi.
A BYD continua a ser um gigante industrial e tecnológico. Não tenho qualquer dúvida disso.
O que começo a questionar é a estratégia da BYD para a Europa.
Há três anos, as outras marcas tinham de correr atrás da BYD.
Hoje, quando olho para XPeng, Leapmotor, Changan, Zeekr, Smart e para a nova geração dos próprios europeus, começo a ter a sensação inversa: é a BYD Europa que está a ficar para trás.
Quo vadis, BYD?
 
Em resposta ao post acima da "rúbrica"...

Já começam a haver oficinas só para elétricos, pequenas, médias e até grandes.
Os carros elétricos têm na mesma componentes para troca, suspensão, braços, casquilhos, apoios de motor, filtros de habitáculo, óleo para os motores e redutoras (embora em pequena quantidade), etc, etc ,etc...
Quando sofrem algum toque ou acidente, também precisam de ópticas, vidros, parachoques, guarda-lamas, etc, etc, etc.

Acho que há pessoal que faz um filme demasiado pessimista de uma coisa que a não é na realidade. 😉
 
o mercado das peças usadas vai adaptar-se. claro que não vai agradar a todos, nem todas as empresas vão sobreviver, mas depois de uma pequena sangria ou estrangulamento dos lucros, as coisas vão começar a evoluir e a venderem-se carros elétricos batidos, baterias em segunda mão com 80% ou mais de capacidade ainda, etc, etc, etc.
 
É um artigo feito em IA. Um conjunto patético de argumentos sem qualquer fundamento feito por alguém que é "anti EV" primário.

Se não fosse a IA ter esperto na cabeça, ainda se tinha queixado da destruição das caleches de cavalos e carroças de juntas de bois. Nunca mais se pisou uma bosta de jeito na rua depois da invenção das máquinas infernais, e não se podia falar com os automóveis como se falava com uma mula. :mad:

(Esta última agora parece que está no programa ...)
 
copiado Rui pedro :
(dá-me ideia que ele não é um grande fã dos carros electricos :p )

RÚBRICA: “O carro elétrico… e aquilo em que ninguém pensou!”

O fim das oficinas de automóveis e o colapso do mercado usado.
A narrativa oficial vende-nos o carro elétrico como a salvação do planeta. Mas o que ninguém nos diz é que estamos prestes a assistir ao maior desmantelamento industrial do século XXI.
Se acha que o seu carro elétrico vai durar o mesmo e dar-lhe a mesma liberdade que o seu carro atual, pense duas vezes.
Estamos a falar de 43400 empresas que movimentam 30, 8 mil milhões de euros…

Então perceba em detalhe como tudo isto vai acontecer:
1. O Fim da Oficina de Mecânico: A perda da mecânica tradicional livre e o monopólio eletrónico das marcas.
Esqueça o mecânico de confiança onde sempre levou o seu automóvel. Ao contrário de um carro a combustão, o veículo elétrico é um computador com rodas protegido por software proprietário e sistemas perigosos de alta tensão. Sem óleos, filtros, velas, correias de distribuição ou embraiagens, a mecânica geral perde o sentido. O diagnóstico e as reparações vão passar a ser feitos quase exclusivamente nas concessões oficiais das marcas. Se tentar mexer no carro fora da rede oficial, a marca pode bloquear o veículo remotamente por "questões de segurança". As pequenas oficinas de bairro vão fechar porque perdem o acesso ao software e à mecânica básica.

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Se o objectivo é obter reacções funciona.

Não percebo porque se partilha disparates com facilidade.
Eu não conheço esse Rui Pedro
Obrigado, desapareceu.:cool:
 
Atenção que aumentar a potência costuma subir ligeiramente os custos com o contador e do kWh.
Neste caso subir de 6,9 para 10,35 implica que a casa tenha vistoria e um certificado que a de 6,9 não necessita.
Não sei se neste caso já tem o certificado, mas não é só chegar ao fornecedor e pedir para aumentar a potência contratada.
 
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