Tópico dos carros eléctricos

Agora fico sem perceber. Uma patente discrimina detalhadamente uma invenção justamente para qualquer um poder copiar.

Só com o pormenor que para a cópia ser produzida legalmente tem de licenciar a patente.
Uma patente divulga como funciona uma invenção, mas concede ao titular o direito de impedir que terceiros a explorem sem autorização. Divulgar não é o mesmo que autorizar a cópia.
 
As marcas chinesas democratizaram os veículos elétricos, se não fossem elas e a Tesla ainda estávamos em 2018.

Em Espanha e UK as marcas chinesas nos BEV estão com excelentes quotas de mercado e muitos veículos nos mais vendidos. O Gelly EX2 e o Deepal S05 estão em grande. O mercado vai decidir o que quer.
 
Não foi eu que escrevi o texto nem tenho nenhum a pilhas
Não afirmei nada. O meu "Ah pois é!" é uma concordância com os pontos negativos apontados pelo autor.
Quem concorda, concorda. Quem não concorda...
Tu é que fizeste uma afirmação, como se fosse irrefutável.

Eu não digo nada, pois raramente carrego na rua. Mas quando necessito, não tenho tido stress.

Mas do que acompanho há mais de 5 anos, está cada vez melhor e mais fácil, e não é propriamente um pesadelo, mas o clickbaite é lixado, e tem que fazer este tipo de titulos.

Claro que se for na A1, numa 6ª feira, ou num domingo, ás 19h, provavelmente há muita afluência, mas se for na A6 ás 21h está ás moscas. Ou no Continente de Évora ao domingo ás 19h (experiência própria).

Mas isso é como tudo; eu se for para o Algarve, com qualquer tipo de carro, em agosto, no fim de semana de mudança de quinzena, nunca vou ás horas de maior afluência.

O custo, claro que é mais caro do que em casa, mas quase sempre mais barato do que combustível, especialmente aos preços atuais.
 
Nada contra a China desenvolver produtos, patentear etc, isso é o mercado normal a trabalhar, só que eles não funcionam assim, fazem praticas ilegais como dumping.

Por exemplo o dumping foi aplicado nas bicicletas, Águeda tinha várias fábricas de bicicletas cheias de imensos fornecedores, fechou (quase) tudo por causa da concorrencia desleal da China. Agora que não fabricamos bicicletas, eles ficaram com o monopólio de forma injusta.

"Nasceu em Águeda - considerada a "capital das duas rodas"-, onde chegaram a existir perto de 70 empresas de bicicletas. Poucas conseguiram pedalar contra a crise e a concorrência asiática, que colocava no mercado produtos a preços muito difíceis de bater."
Eu percebo o que queres dizer, mas não podes generalizar a toda a "China". Isso também aconteceu com a nossa indústria têxtil quando a China entrou na OMC por exemplo. Porque é que a UE dormiu e deixou a China comer tantas indústrias europeias e só abriu os olhos agora que isso afecta a indústria alemã e francesa?

A China dos dias de hoje não é o que era há 20 ou há 10 anos. Eu percebo o teu ponto no geral e concordo com parte do teu ponto... Mas para mim o ónus da responsabilidade não está no consumidor mas no decisor e nos poderes económicos. Exigir maior virtuosismo ao consumidor final enquanto quem tem mais poder faz o que quer, não concordo.

E já agora podias ir buscar notícias mais recentes relativamente ás bicicletas. Quando partilhaste isso pensei que estavas a escrever sobre algo que se passou no último ano porque Portugal continua a ser o país que mais bicicletas fabrica na Europa em 2025. Exportou 2.3 milhões de bicicletas.
Em 2017, ano do artigo que partilhaste encontrei outro artigo que menciona que foram exportadas 1.73 milhões de bicicletas.... Só aumentaram as exportações em quase meio milhão de bicicletas em 8 anos e ficas a saber que as bicicletas da Decathlon (que são bem porreiras para o preço) são fabricadas em Portugal. Claramente os sinais de uma indústria portuguesa que foi destruída pelos chineses!

Podemos debater os méritos de escolher tudo pelo preço mais baixo, e aí acho que quem tem que começar a assumir uma postura diferente são as instituições e empresas europeias antes do consumidor. Olha aí o teu exemplo da Mota Engil. Exiges ao pessoal que não compre chinês mas devias era mandar mails de protesto a empresas que fazem parcerias com empresas chinesas que recebem subvenções do Estado. Ou ao Governo quando escolhe soluções chinesas em concursos públicos por serem bem mais baratas.

A União Europeia já está a acordar para o perigo: os seus financiamentos e concursos públicos vão passar a prioritizar empresas europeias e passar a prioritizar preço:qualidade em vez de preço somente.
 
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Eu percebo o que queres dizer, mas não podes generalizar a toda a "China". Isso também aconteceu com a nossa indústria têxtil quando a China entrou na OMC por exemplo. Porque é que a UE dormiu e deixou a China comer tantas indústrias europeias e só abriu os olhos agora que isso afecta a indústria alemã e francesa?

A China dos dias de hoje não é o que era há 20 ou há 10 anos. Eu percebo o teu ponto no geral e concordo com parte do teu ponto... Mas para mim o ónus da responsabilidade não está no consumidor mas no decisor e nos poderes económicos. Exigir maior virtuosismo ao consumidor final enquanto quem tem mais poder faz o que quer, não concordo.

E já agora podias ir buscar notícias mais recentes relativamente ás bicicletas. Quando partilhaste isso pensei que estavas a escrever sobre algo que se passou no último ano porque Portugal continua a ser o país que mais bicicletas fabrica na Europa em 2025. Exportou 2.3 milhões de bicicletas.
Em 2017, ano do artigo que partilhaste encontrei outro artigo que menciona que foram exportadas 1.73 milhões de bicicletas.... Só aumentaram as exportações em quase meio milhão de bicicletas em 8 anos e ficas a saber que as bicicletas da Decathlon (que são bem porreiras para o preço) são fabricadas em Portugal. Claramente os sinais de uma indústria portuguesa que foi destruída pelos chineses!

Podemos debater os méritos de escolher tudo pelo preço mais baixo, e aí acho que quem tem que começar a assumir uma postura diferente são as instituições e empresas europeias antes do consumidor. Olha aí o teu exemplo da Mota Engil. Exiges ao pessoal que não compre chinês mas devias era mandar mails de protesto a empresas que fazem parcerias com empresas chinesas que recebem subvenções do Estado. Ou ao Governo quando escolhe soluções chinesas em concursos públicos por serem bem mais baratas.

A União Europeia já está a acordar para o perigo: os seus financiamentos e concursos públicos vão passar a prioritizar empresas europeias e passar a prioritizar preço:qualidade em vez de preço somente.

Não queres perder tempo a escrever?

Eu estou a expor a minha preocupação, da mesma forma que avisaram sobre a imigração descontrolada, envelhecimento da população, dependencia do gás russo etc...

A melhor forma de adivinhar o futuro é olhar para o passado e o futuro não é risonho porque o modus operandi da China está lá, em imensas áreas, só não vê quem não quer.

Olha, da mesma forma que avisam que não vai haver dinheiro para as reformas, eu levo esse aviso a sério e comecei a tratar da minha reforma. A diferença aqui é que eu consigo tratar de mim sem depender de outros, agora se a economia estiver toda lixada não há nada que possa fazer...

E sim os governos têm muita culpa nisso, de momento andamos preocupados com a imigração e a fazer o Chega crescer, daqui a uns tempos andamos a votar num politico qualquer que promete fazer Portugal grande outra vez. Grande parte dos votos do Trump foram por causa da China, especialmente em zonas que sofreram muito com a desindustrialização.
 
Sim o condomínio pode fazer algo mais pensado. Ou reforçar o quadro comum e fazer um quadro para carregamentos.
Ou pedir um novo contrato para uma nova ligação e quadro para a mobilidade eléctrica.
Tu tens experiência destes casos, ou estás na área?
Como estou num condomínio gostava de perceber melhor as opções possíveis.

Novo contrato é como se fosse uma nova fração, ou uma garagem, à parte, imagino.
Ficará mais caro para o condomínio.
Mas depois o condomínio ficaria a funcionar como um fornecedor de energia como um prato de carregamento de rua?
Isso tem também os implicações burocráticas, imagino.
E também poderia definir o preço a vender nesse ponto de carregamento?
 
Tu tens experiência destes casos, ou estás na área?
Como estou num condomínio gostava de perceber melhor as opções possíveis.

Novo contrato é como se fosse uma nova fração, ou uma garagem, à parte, imagino.
Ficará mais caro para o condomínio.
Mas depois o condomínio ficaria a funcionar como um fornecedor de energia como um prato de carregamento de rua?
Isso tem também os implicações burocráticas, imagino.
E também poderia definir o preço a vender nesse ponto de carregamento?
Tens um conjunto de empresas que se dedicam a achar soluções para condomínios. Esse teu caso é igual ao meu, e o que optámos foi pedir orçamentos para se fazer uma coluna comum que disponibilize a passagem de cabos desde as frações até a quadros de mobilidade eléctrica nos pisos subterrâneos. Esta obra será custeada por todos. Depois cada condómino que queira avançar, paga a colocação dos cabos. Para teres uma ideia, estou num prédio com 8 andares (16 frações) e 3 pisos subterrâneos e o orçamento foi de 12k. Depois os cabos varia consoante a distância da fração ao quadro de mobilidade eléctrica e depois deste ao lugar de garagem, com ou sem wallbox (o meu caso, para uma tomada, 2k neste trajecto todo).

Claro que há outras soluções, desde logo um novo ramal. Esta parece-me uma boa solução, mas além de se ter que avaliar se é exequível, é bastante mais onerosa que a anterior.

Tens ainda a hipótese de ligar ao quadro de serviços comum, mas ficas limitado à potência disponível e ao número de condóminos que estejam a carregar. Pode não ser uma boa solução a médio-longo prazo, além de poder haver constrangimentos ao condomínio com quadros a ir abaixo, p.e.
 
Curiosamente hoje vi dois carros de testes chineses, ambos os condutores asiáticos.

Com foto um Hongqi HS6

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Mais tarde vi um Denza N7.
 
Tens um conjunto de empresas que se dedicam a achar soluções para condomínios. Esse teu caso é igual ao meu, e o que optámos foi pedir orçamentos para se fazer uma coluna comum que disponibilize a passagem de cabos desde as frações até a quadros de mobilidade eléctrica nos pisos subterrâneos. Esta obra será custeada por todos. Depois cada condómino que queira avançar, paga a colocação dos cabos. Para teres uma ideia, estou num prédio com 8 andares (16 frações) e 3 pisos subterrâneos e o orçamento foi de 12k. Depois os cabos varia consoante a distância da fração ao quadro de mobilidade eléctrica e depois deste ao lugar de garagem, com ou sem wallbox (o meu caso, para uma tomada, 2k neste trajecto todo).

Claro que há outras soluções, desde logo um novo ramal. Esta parece-me uma boa solução, mas além de se ter que avaliar se é exequível, é bastante mais onerosa que a anterior.

Tens ainda a hipótese de ligar ao quadro de serviços comum, mas ficas limitado à potência disponível e ao número de condóminos que estejam a carregar. Pode não ser uma boa solução a médio-longo prazo, além de poder haver constrangimentos ao condomínio com quadros a ir abaixo, p.e.

Ok, então o teu caso foi apenas abrir um buraco (partir betão em alguns pontos, conforme a necessidade, imagino) para poderem passar os cabos e cada condómino poder ter o carregador ligado à sua própria fração sem necessidade de ligar aos quadros do condomínio na garagem.
Já agora, para esse valor de 2K, a que andar corresponde?
Empresa única que faz a coluna e instalação eléctrica?

Já agora como é essa coluna, por onde passa? Interior do prédio? Implica partir betão? Pelo poço dos elevadores será viável/legal?
Imagino que já haveria alguns pontos abertos para desenhar essa passagem, ou não?

É que muitas vezes ouço dizer que a distância (quantidade de cabo, ou seja preço) é o maior impedimento para fazer ligação da fração para o lugar de parqueamento de cada fração.
O meu lote também tem 8 andares de habitação (são quatro lotes iguais mas garagem comum). O zero é apenas uma saída para as traseiras que está a essa altura e depois -1 para a garagem.
 
Ok, então o teu caso foi apenas abrir um buraco (partir betão em alguns pontos, conforme a necessidade, imagino) para poderem passar os cabos e cada condómino poder ter o carregador ligado à sua própria fração sem necessidade de ligar aos quadros do condomínio na garagem.
Já agora, para esse valor de 2K, a que andar corresponde?
Empresa única que faz a coluna e instalação eléctrica?

Já agora como é essa coluna, por onde passa? Interior do prédio? Implica partir betão? Pelo poço dos elevadores será viável/legal?
Imagino que já haveria alguns pontos abertos para desenhar essa passagem, ou não?

É que muitas vezes ouço dizer que a distância (quantidade de cabo, ou seja preço) é o maior impedimento para fazer ligação da fração para o lugar de parqueamento de cada fração.
O meu lote também tem 8 andares de habitação (são quatro lotes iguais mas garagem comum). O zero é apenas uma saída para as traseiras que está a essa altura e depois -1 para a garagem.
Para já ainda só temos esse orçamento e estamos a pedir a outras empresas. Ainda não fizemos nada.;)

Quanto as tuas questões, o que eu percebi do orçamento é que vai descer pelos patamares dos elevadores até aos pisos subterrâneos e a coluna vai aumentado de tamanho à medida que se desce nos andares. Vão ser feitos buracos nas placas entre os andares, portanto não há qualquer caminho já feito. Não faço ideia se é viável ou legal a passagem dos cabos pelo poço dos elevadores.

Os 2k da minha fração é do 7º andar para o -3 (10 pisos) + do quadro para o lugar de garagem (aqui acho que são 25 mts de cabo). Mais ou menos 1000€ para cada troço.

Isto na verdade não vale a pena perderes muitos neurónios com o caso. Fala com uma empresa especializada no ramo e pede um orçamento com o caderno de obra discriminado. Certamente que estarão disponíveis para te tirar todas as dúvidas (eu também já as tive e ainda tenho algumas, especialmente na questão dos seguros em caso de alguma coisa acontecer).
 
Os americanos jogam pelas mesmas regras que nós? Deixa-me rir. Nem no que diz respeito à poluição, normas de proteção dos trabalhadores, segurança alimentar, proteção social, segurança geral... o modo de vida americano das empresas e estado americano é muito diferente. Além de que neste momento são um estado pária, perigoso e imprevisível que não esconde a vontade de subjugar e prejudicar a europa e que apoia abertamente o Putin. Não brinquemos.
Os japoneses são asiáticos de fato e gravata. Porque toda a organização social é diferente da nossa e muito mais parecida com os chineses do que connosco. Partilham milhares de anos de história. E a "democracia" deles é bem nebulosa em muitas situações.
É incrível a quantidade de asneiras que os europeus dizem sobre os EUA, o complexo de inferioridade dos europeus em relação aos EUA nunca mudará.

Em termos de qualidade do ar, os EUA são um dos melhores Países do Mundo.

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A seguração alimentar nos EUA é muito exigente, a esperança média de vida dos EUA é muito próxima de Inglaterra ou Alemanha por exemplo. O problema da segurança nos EUA concentra-se sobretudo nas grandes cidades democratas que são os grandes ninhos de violência e homicídios nos EUA. Onde não há gangs a segurança nos EUA é boa.
 
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Não queres perder tempo a escrever?

Eu estou a expor a minha preocupação, da mesma forma que avisaram sobre a imigração descontrolada, envelhecimento da população, dependencia do gás russo etc...

A melhor forma de adivinhar o futuro é olhar para o passado e o futuro não é risonho porque o modus operandi da China está lá, em imensas áreas, só não vê quem não quer.

Olha, da mesma forma que avisam que não vai haver dinheiro para as reformas, eu levo esse aviso a sério e comecei a tratar da minha reforma. A diferença aqui é que eu consigo tratar de mim sem depender de outros, agora se a economia estiver toda lixada não há nada que possa fazer...

E sim os governos têm muita culpa nisso, de momento andamos preocupados com a imigração e a fazer o Chega crescer, daqui a uns tempos andamos a votar num politico qualquer que promete fazer Portugal grande outra vez. Grande parte dos votos do Trump foram por causa da China, especialmente em zonas que sofreram muito com a desindustrialização.
Dinheiro para as reformas há, o que há também é muito lambão sedento de meter a pata nos descontos para a SS e no fundo de estabilização.
 
Dinheiro para as reformas há, o que há também é muito lambão sedento de meter a pata nos descontos para a SS e no fundo de estabilização.

Isso é outro assunto.

Na prática, o Zé Povinho está fugido e está, tem de se fazer pela vida. Não pode é chegar à idade da reforma e dizer "ahh, mas ninguem me avisou"
 
A China demonstrou que o modelo seguido pelos países ocidentais de Milton Friedman e da filosofia escola de economia de Chicago de que a única responsabilidade social de uma empresa é aumentar o lucro dos accionistas é um modelo que não é competitivo face a uma economia com forte supervisão e gerida de uma forma estratégica a longo prazo.
já faz mais de 20 anos que as faculdades de economia refutaram o ultraliberalismo.. que no fundo era pouco mais do que um remake da ideia original de adam smith do séc XVII..

mas cá por portugal os liberais fartam-se de botar faladura... apareceram com 50 anos de atraso eheh
 
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