Boa tarde.
Devido a uma certa irresponsabilidade (ou melhor, a uma certa falta de discernimento, devido a uma situação muito complicada que estava a viver à data, parte dela que me acompanhará quicá a vida inteira) contraí, à coisa de um ano, algumas multas, por quem de direito ter considerado que viajei de Metro, na área de Lisboa, sem título válido.
5 multas, penso. Foi uma fase pouco feliz da minha vida, nem sei dizer ao certo quantas foram.
Uma questão relativamente ao exposto:
- Qual o pior cenário que me espera, se ignorar as multas e as cartas que me enviam? Qual a pior coisa que me pode acontecer?
Sei que não é uma pergunta politicamente correcta, mas agradecia muito que lhe respondessem, de forma o mais directa possivél. (Não enfrentando a situação, claro, apenas até ter condicões económicas mais adquadas para tal)
Uma outra pergunta:
- Sou um jovem de 23 anos e, para todos os efeitos, encontro-me desempregado.
Vivo através da velha máxima do 'tostão ganho, tostão gasto', actualmente gerindo-me com os escassos ganhos que obtenho de alguns trabalhos de tradução que efectuo a título particular, e pouco mais.
Não possuo poupanças, bens relevantes, nem posso contar com apoios familiares ou outros.
Qual diriam ser a melhor maneira, tendo isto em conta, de resolver este caso?
Agradeço qualquer esclarecimento/sugestão informada.
Cumprimentos;
'Luna'
Devido a uma certa irresponsabilidade (ou melhor, a uma certa falta de discernimento, devido a uma situação muito complicada que estava a viver à data, parte dela que me acompanhará quicá a vida inteira) contraí, à coisa de um ano, algumas multas, por quem de direito ter considerado que viajei de Metro, na área de Lisboa, sem título válido.
5 multas, penso. Foi uma fase pouco feliz da minha vida, nem sei dizer ao certo quantas foram.
Uma questão relativamente ao exposto:
- Qual o pior cenário que me espera, se ignorar as multas e as cartas que me enviam? Qual a pior coisa que me pode acontecer?
Sei que não é uma pergunta politicamente correcta, mas agradecia muito que lhe respondessem, de forma o mais directa possivél. (Não enfrentando a situação, claro, apenas até ter condicões económicas mais adquadas para tal)
Uma outra pergunta:
- Sou um jovem de 23 anos e, para todos os efeitos, encontro-me desempregado.
Vivo através da velha máxima do 'tostão ganho, tostão gasto', actualmente gerindo-me com os escassos ganhos que obtenho de alguns trabalhos de tradução que efectuo a título particular, e pouco mais.
Não possuo poupanças, bens relevantes, nem posso contar com apoios familiares ou outros.
Qual diriam ser a melhor maneira, tendo isto em conta, de resolver este caso?
Agradeço qualquer esclarecimento/sugestão informada.
Cumprimentos;
'Luna'