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O PSD reconheceu o quê?O que escrevi daqui do ponto de vista da interpretação do que esteve na origem da nacionalização está razoavelmente correto.
A nacionalização era necessária e o PSD reconheceu isso.
Mas podes fazer inverso exercício de análises à situação pré nacionalização para demonstrar que a empresa estava em condições de continuar sem intervenção do estado.
Aproveita par brilhar apr[
]
O PSD reconheceu o quê?
Que má sequência do Luanda Leaks, com a pressão do estado de Angola todos os activos da Isabel dos Santos (EFACEC, EuroBic, Nos, Galp) tinham de ser "eliminados"?
Dano colateral, a destruição da EFACEC, uma boa empresa em crescimento, rentável que ficou asfixiada.
Discutir com um xuxlista, arrastam-te pela lama e garantidamente, ganham sempre. São mestres nesse terreno, pântanos e areias movediças....Vou terminar a minha discussão contigo, não vale mesmo a pena.
A única coisa que podes ter a certeza é que em 2019 era uma empresa viável, com prestígio, a ganhar negócios nos EUA, a crescer, com lucro e com bons quadros.
Hoje é uma empresa falida, sem valor de mercado, a encolher em vendas e pessoas.
Os bons quadros saíram da empresa, basicamente foi comprada (mais dada) a uma abutre.
Está aqui o resultado, é impressionante a existência de pessoas como tu que estão satisfeitas com o resultado.
Vou terminar a minha discussão contigo, não vale mesmo a pena.
A única coisa que podes ter a certeza é que em 2019 era uma empresa viável, com prestígio, a ganhar negócios nos EUA, a crescer, com lucro e com bons quadros.
Hoje é uma empresa falida, sem valor de mercado, a encolher em vendas e pessoas.
Os bons quadros saíram da empresa, basicamente foi comprada (mais dada) a uma abutre.
Está aqui o resultado, é impressionante a existência de pessoas como tu que estão satisfeitas com o resultado.
Discutir com um xuxlista, arrastam-te pela lama e garantidamente, ganham sempre. São mestres nesse terreno, pântanos e areias movediças....
O melhor é deixá-los entrar na lama sozinhos.
Sim eu sei, e obviamente que este fórum é uma amostra e reflexo da sociedade portuguesa, o resultado está a vista.Discutir com um xuxlista, arrastam-te pela lama e garantidamente, ganham sempre. São mestres nesse terreno, pântanos e areias movediças....
O melhor é deixá-los entrar na lama sozinhos.
Alguns tópicos estão repletos de uma mistura explosiva de fundamentalismo agressividade e ignorância.Sim eu sei, e obviamente que este fórum é uma amostra e reflexo da sociedade portuguesa, o resultado está a vista.
Lidar com estas pessoas não e fácil, é preciso muita paciência e resiliência.
Infelizmente perdemos o 330i e outros em vários tópicos, pelos vistos chegaram ao limite.
Ok, podes explicar porque é que o estado portugal nacionalizou a EFACEC, e porque é que o PSD faria o mesmo.
Quase as razões?
A empresa estava falida?
Ia fechar portas?
Porquê é que foi nacionalizada?
”Há uma dúzia de anos, a Efacec ultrapassava os mil milhões de euros de volume de negócios anual e empregava cerca de 4.600 pessoas. Nos anos seguinte, foi perdendo força de trabalho e músculo económico-financeiro, tendo entrado em falência técnica. Com a tomada do controlo da empresa por Isabel dos Santos, no final de 2015, a companhia voltou a pisar terreno positivo.
Hoje factura 160 milhões e tem 2000 trabalhadores”
Eu continuo sem perceber esta mania de querer salvar as empresas a que chamam de "estratégicas" a todo o custo.
Na realidade, não são empresas "estratégicas", são é "insustentáveis".
Nacionalização não salvou postos de trabalho
Um dos argumentos do Governo de António Costa para avançar com a nacionalização era evitar a deterioração financeira e comercial da empresa e salvaguardar os postos de trabalho, no entanto, “até 2022, quase um quartos dos trabalhadores tinha deixado a empresa”.
Os gestores da Efacec, durante a nacionalização, “continuaram a promover a política de emagrecimento da empresa, incidindo sobre” os que tinham remuneração mais elevada, “em regra, mais qualificados”.
O ex-ministro das Finanças, Fernando Medina, respondeu em contraditório ao Tribunal de Contas, segundo o texto do relatório, “que a intervenção do Estado na Efacec permitiu a sobrevivência da empresa, manter os postos de trabalho, ‘sem prejuízo da redução descrita nos pontos 208 a 211 [perda de 24% dos trabalhadores entre 2019 e 2022]’, ultrapassar o bloqueio total de financiamento pelo setor bancário”.
O facto de a Parpública ter levado três meses para nomear um conselho de administração e a opção ter sido reforçar o poder do presidente da comissão executiva, Ângelo Ramalho, não ajudou a mitigar danos reputacionais causados por Isabel dos Santos, nem “a independência do controlo de gestão que o conselho de administração deveria exercer”.
O Estado voltou a falhar na proteção dos trabalhadores ao não aplicar a Lei Quadro das Privatizações que expressamente determina que no Contrato de Compra e Venda de Ações os trabalhadores devem “manter, na empresa reprivatizada todos os direitos e garantias de que eram titulares”.
O gabinete do Ministério das Finanças diz que este Governo “nada tem a acrescentar em sede de contraditório”.
Mas é ao Governo de Luís Montenegro que o Tribunal de Contas recomenda a apresentação de uma proposta legislativa para que seja obrigatório a constituição de uma comissão especial para acompanhar os processos de privatização. Mas também a definição dos critérios que devem ser usados para classificar uma empresa como estratégica para a economia nacional.
Mais um sorvedouro de dinheiro público criado pelo pêésse. Infelizmente os xuxas saem sempre limpinhos destes actos de gestão lesa-pátria. Os lambecús dos media enterram estes casos num arquivo sem fundo.
“Eu recordo até que o ministro António Costa Silva declarou que no dia da privatização definitiva da Efacec era um dia feliz para Portugal. Faria se não tivéssemos perdido no negócio cerca de 500 milhões de euros, então o que seria? Isso sim seria um dia feliz”, disse.
Para esta comissão de inquérito avançar é necessário o voto a favor de um quinto dos deputados, pelo que a IL, sozinha, não pode viabilizar a constituição deste tipo de comissões e depende do apoio das restantes forças.
Rui Rocha disse não ter sido feito “nenhum tipo de contacto” com outros partidos de modo a viabilizar a proposta liberal, mas lançou “o desafio ao PSD” para que aprove esta comissão.
“Eu espero que o PSD aprove esta comissão parlamentar de inquérito. É preciso identificar o que correu mal, qual é o envolvimento dos decisores políticos, qual é o valor final que os portugueses vão ter de suportar, porque é que se fez a privatização à Mutares como se fez”, disse.
Como se existisse uma fórmula igual para todas as empresas...Tive um professor na faculdade que me disse que as boas empresas devem dar 200000€ ou mais por trabalhador.
Como se existisse uma fórmula igual para todas as empresas...