Efacec

Não me leves a mal, mas bem burro foste. Ia-te agora dar o contacto de um user aqui do fórum que trabalha lá, precisamente na robótica. Mas pronto, já te arranjaste. Agora não fiques com remorsos.[:D]

A Robótica é no pólo Maia...se bem que é tudo Efacec [:D]

Realmente era uma excelente opção, mas se não era nada muito certo...
 
mais um passaro na mao que 2 a voar, e eu nao ia desperdiçar esta opurtunidade dos ctt onde fui selecionado no meio de centenas de candidatos.
é que a efacec nao tinha passado de uma conversa, nada de entrevistas nem nada, nem sabia o que ia fazer ao certo, por isso para ja fiz a melhor escolha, afinal os ctt são das melhores empresas portuguesas, e para um primeiro emprego nao pagam assim tao mal.
mas obrigado pelas dicas na mesma.
 
mais um passaro na mao que 2 a voar, e eu nao ia desperdiçar esta opurtunidade dos ctt onde fui selecionado no meio de centenas de candidatos.
é que a efacec nao tinha passado de uma conversa, nada de entrevistas nem nada, nem sabia o que ia fazer ao certo, por isso para ja fiz a melhor escolha, afinal os ctt são das melhores empresas portuguesas, e para um primeiro emprego nao pagam assim tao mal.
mas obrigado pelas dicas na mesma.

Melhor empresa? Usam e abusam da precariedade, ´só com factor c (não só, mas geralemente é assim), raros são os que passam a efectivos. Mas sim, se te ofereceram, não ias estar à espera de algo que não saberias se ias ou não. Mas se eles te chamarem, aproveita.
 
vamos ver, tambem sou novo (20 anos), se nao fasso experiencias e aprendo com os meus erros agora arriscome a um dia ter familia para sustentar e andar a pular de emprego em emprego.
 
vamos ver, tambem sou novo (20 anos), se nao fasso experiencias e aprendo com os meus erros agora arriscome a um dia ter familia para sustentar e andar a pular de emprego em emprego.
Não percebi bem, mas aos 20 já estás com medo de andar a mudar de emprego por causa da família?
 
vamos ver, tambem sou novo (20 anos), se nao fasso experiencias e aprendo com os meus erros agora arriscome a um dia ter familia para sustentar e andar a pular de emprego em emprego.

Txiiii, eu quando me juntei com a minha namorada, não estava a efectivo, e uns meses mais tarde vim-me embora, foi uma questão de procurar emprego, e acabei por arranjar outro. Com 20 anos não há que ter medo, ai nos ctt é que não te oferecem estabilidade, 1 ou 2 contratos e acabas por te vir embora. E esquece isso da família para sustentar, a mulher também trabalha.
 
Estive lá durante 8 aninhos...

Mais concretamente em Carnaxide...

Não pagam horas extraordinárias.

Os ordenados também não são nada do outro mundo...


E concordo com o Neoxic, ao fim de algum tempo aquilo é mesmo tipo FP... [:D]
 
Não percebi bem, mas aos 20 já estás com medo de andar a mudar de emprego por causa da família?

eu não, eu não tenho medo de andar a pular de emprego em emprego, ja se sabe que mesmo sendo jovem quero ter establidade, mas para arriscar é agora nesta idade, se não arrisco agora que sou novo, quando vou arriscar? quando tiver filhos e contas para pagar?
claro que nao, enbarquei nesta dos ctt, sei que aquilo não é pera doce, mas tambem se não gostar so tenho uma coisa a fazer, procurar melhor.
 
No dia 31 de março de 2017, António Costa e Mário Centeno anunciaram ao país a venda do Novobanco ao fundo americano Lone Star e quiseram-nos convencer que uma garantia não era uma garantia, e que o novo dono não utilizaria os 3,9 mil milhões de euros de garantia pública associada ao negócio. A história é conhecida. Agora, neste dia 7 de junho, António Costa Silva e João Nuno Mendes anunciaram a venda da Efacec ao fundo alemão Mutares e a promessa de que o Estado vai recuperar a maioria dos 217 milhões de euros de perdas potenciais na companhia. Uma conferência que foi, na verdade, uma fraude política.

O anúncio serviu, na verdade, para nos contarem uma narrativa. Ainda não há venda, porque existem condições ainda não cumpridas, não se sabe o valor que o comprador está disponível a pagar, não se sabe qual será a perda do Estado, não se sabe qual será o perdão da banca e dos obrigacionistas, não se sabe se o Banco de Fomento vai ser usado nesta operação, não se sabe qual será o plano de reestruturação e o impacto nos trabalhadores. Não se sabe, portanto, quase nada, e não se sabe nada do que é verdadeiramente relevante.

Esta conferência de imprensa para anunciar o resultado de uma reprivatização ficará na história: Não há memória de um anúncio de resultado de uma reprivatização — não é propriamente a venda de um imóvel de um qualquer organismo público — sem a revelação de todas as condições que lhe estão inerentes. E todos são mesmo todas. Por uma questão de transparência, por uma questão de dever político.

O Estado nacionalizou a maioria do capital da Efacec, e esse foi o pecado original. O argumento apresentado por Pedro Siza Vieira foi o do costume: A Efacec é uma empresa estratégica para o país. Não é, obviamente. É muito importante para os seus trabalhadores, será importante para os seus clientes e fornecedores (hoje nem isso). O processo, desde esse momento, tem sido penoso, e muito caro. Nos últimos meses, com a degradação da atividade, já depois de outras tentativas de venda falhadas, o Estado passou a ter de injetar cerca de dez milhões de euros por mês para segurar a tesouraria e os salários. E o principal responsável é mesmo o Estado, o acionista Estado através da Parpública, e não a gestão executiva.

Nos últimos meses, o Governo lançou mais um concurso, apresentaram-se vários candidatos, e sobraram no final quatro: Três fundos e um grupo industrial. E no final, como o ECO revelou em primeira mão, o Governo tinha escolhido a Mutares, mas ainda com condições precedentes a cumprir, o que é normal. O que não é normal é o Governo promover uma conferência de Imprensa para anunciar que não pode revelar o que é mais importante e vai permitir perceber se é possível ou não limitar as perdas (dos contribuintes), avaliadas em cerca de 217 milhões de euros, dos quais incluindo 133 milhões de euros em suprimentos (empréstimos do acionista) e 85 milhões de euros em garantias públicas.

A Mutares, se vier mesmo a fazer o ‘closing’ da compra da Efacec, fará um grande negócio, como fez o Lone Star no Novobanco. É um fundo reconhecido, com capacidade industrial e provas dadas. Poderá recuperar o que lhe interessar da Efacec, depois de uma mais do que provável enorme reestruturação, da “Efacec boa”, a que ainda sobra, e a “Efacec má”. Mas já alguém viu um fundo de ‘private equity’ a dar alguma coisa aos vendedores? Alguém acredita que vai partilhar ganhos futuros numa empresa no estado em que está a Efacec, com um suposto modelo de partilha “inovador”?

O problema é que o Governo deu uma conferência de Imprensa para fazer política com uma operação de reprivatização. Poderiam ter feito apenas um comunicado de imprensa, mas quiseram passar duas mensagens: A Efacec está vendida ao fundo Mutares e o Estado vai recuperar a maior parte dos 217 milhões de euros. À data de hoje, nem uma coisa nem outra são verdade.

Efacec, uma fraude política
 
Levam mensalmente uma mesada de mais de 10 milhões de euros dos contribuintes portugueses, apenas para pagar salários a 2000 trabalhadores, mas dividindo essa injeção de dinheiro tuga dá que cada trabalhador arrecade cerca de 5000 euros, não me parece que muitos dos trabalhadores recebam isso, logo estamos a pagar muitas chefiazinhas e como esta devem de haver muitas mais empresas na mesma situação.
 
Se fosse 10M só para pagar salários mais valia fechar.[:D]


A empresa deve ter reduzido e muito a produção e deve estar mais a ser pressionada pela gestão da dívida financeira e a fornecedores.

É preciso ter capital para aceitar as encomendas para as produzir.



Já agora fui ver o relatório e contas e 13M é só para custos financeiros.

Empresa que vai perdendo 300 funcionários por ano.

Factura 500M em 2018 e passou para 160M em 2023.
 
Mais uma prova da excelente gestão do estado. Assim que as empresas passam para o chapéu do estado, já se sabe como é, ninguém precisa de fazer nada, de se esforçar, o estado garante o ganha-pão no final do mês...

Devia ter ido à falência e mais nada, se realmente tivesse algo interessante, outra empresa pegaria nos restos. Senão, paciência.
Na Finlândia deixaram cair a Nokia, e era muito, mas muito maior, e muito mais importante que a Efacec.
 
Levam mensalmente uma mesada de mais de 10 milhões de euros dos contribuintes portugueses, apenas para pagar salários a 2000 trabalhadores, mas dividindo essa injeção de dinheiro tuga dá que cada trabalhador arrecade cerca de 5000 euros, não me parece que muitos dos trabalhadores recebam isso, logo estamos a pagar muitas chefiazinhas e como esta devem de haver muitas mais empresas na mesma situação.

Ninguém pode dizer que o governo não apoia as empresas.
A brincar a brincar, a maioria absoluta não existe só à pala dos reformados ainda que possam ser a maioria.

Anda muita gentinha a comer da mm gamela.
 
Fala-se de muitos interesses da clientela do PS nesta Efacec, por isso não poderia ir ao charco.

Já foi dito por muita gente.... mas no pasa nada.
 
E Costa Silva apelou a que os deputados da oposição, que reivindicam saber os contornos do processo de venda, “não ponham em causa este negócio, não façam descarrilar este processo”, justificando a falta de detalhes com os acordos de confidencialidade celebrados com o fundo.

“Se trabalharam numa empresa (…) sabem perfeitamente que as empresas cotadas em bolsa têm um non-disclosure agreement e o investimento final, os números finais, estão dependentes de condições que têm de ser verificadas”, disse.

O ministro prometeu “com toda a humildade, vir partilhar esses números quando esse números forem divulgados”.

PERGUNTAS AINDA SEM RESPOSTA

O vencedor do processo de privatização dos 71% que o Estado tem na Efacec foi anunciado na semana passada pelo Governo: o fundo alemão Mutares. Já se sabe quem ficará com a tecnológica portuguesa nacionalizada em 2020, mas restam ainda muitas perguntas sem resposta. Ainda não se sabe o horizonte de perspetivas de recuperação do investimento, se a venda implica um perdão de dívida pelo Estado, e a natureza do modelo de partilha do risco entre o fundo e o erário público.

Não se sabe também que garantias tem o Governo de parte da Mutares sobre a manutenção de postos de trabalho após a compra; nem se a Comissão Europeia - que já chumbara a alienação da Efacec ao grupo industrial DST - dará o seu aval ao negócio.

Com estas dúvidas prontas a disparar ao Governo, o PSD requereu um debate de urgência para interpelar o Executivo. Paulo Rios de Oliveira, do partido requerente, na intervenção inicial, descreveu o desenlace do negócio “como um absoluto desastre para os contribuintes”, exigindo saber as condições da venda ao fundo alemão Mutares e o impacto de todo o processo para o erário público.

Três anos depois, o Estado continua a despender dinheiro na empresa nacionalizada, em plena sangria de encomendas e de trabalhadores. O Estado investiu, até maio, perto de 217 milhões de euros em injeções e garantias financeiras, às quais se somam 10 milhões de euros por mês, desde novembro, injetados pela Parpública para assegurar a continuidade das operações.​

Costa Silva apela aos deputados para não fazerem "descarrilar" a privatização da Efacec

Há, um novo idiota útil em destaque, no executivo...
:sh)
 
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