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Inspectores rendem
Cada um dos cerca de 1600 inspectores de finanças conseguiu recuperar quatro mil euros de impostos em fuga por dia, ao longo de 2005.
Os primeiros cálculos da Direcção-Geral de Finanças indicam que nas mais de 140 mil acções de fiscalização realizadas no ano findo, entre correcções e impostos em falta, os inspectores conseguiram encaminhar para os cofres do Estado cerca de 900 milhões de euros.
Só no distrito de Braga, onde começou a investigação da chamada ‘Operação Furacão’, foram realizadas 10 571 acções de fiscalização, que resultaram na recuperação de mais de 61 milhões de euros.
Teixeira Borges, director de Finanças de Braga disse ontem que, “este ano, vão ser intensificadas as acções de combate à fraude e à evasão fiscal”, sublinhando que “os avanços tecnológicos vieram aumentar em muito a eficácia da fiscalização”.
De resto, este responsável alertou para o facto de a Direcção de Finanças estar a optar cada vez mais pela penhora automática, que incide sobretudo nas contas bancárias ou acções.
“Trata-se de algo que está a resultar e que é para continuar”, frisou.
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?idCanal=11&id=187574
Cada um dos cerca de 1600 inspectores de finanças conseguiu recuperar quatro mil euros de impostos em fuga por dia, ao longo de 2005.
Os primeiros cálculos da Direcção-Geral de Finanças indicam que nas mais de 140 mil acções de fiscalização realizadas no ano findo, entre correcções e impostos em falta, os inspectores conseguiram encaminhar para os cofres do Estado cerca de 900 milhões de euros.
Só no distrito de Braga, onde começou a investigação da chamada ‘Operação Furacão’, foram realizadas 10 571 acções de fiscalização, que resultaram na recuperação de mais de 61 milhões de euros.
Teixeira Borges, director de Finanças de Braga disse ontem que, “este ano, vão ser intensificadas as acções de combate à fraude e à evasão fiscal”, sublinhando que “os avanços tecnológicos vieram aumentar em muito a eficácia da fiscalização”.
De resto, este responsável alertou para o facto de a Direcção de Finanças estar a optar cada vez mais pela penhora automática, que incide sobretudo nas contas bancárias ou acções.
“Trata-se de algo que está a resultar e que é para continuar”, frisou.
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?idCanal=11&id=187574