Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

A malta do wokismo ainda vai dar a volta ao texto.

Ainda vão dizer que as investigadoras que não foram importunadas tiveram tratamento desigual e que é discriminatório com base em argumentos fúteis de beleza ou coisa parecida.



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Os primeiros argumentos de defesa desse lobotomizado, incidiram exactamente sobre o argumento do ajuste politico, e o do ressentimento pela avaliação académica que o CES lhes deu (pelo menos a uma delas, a que iniciou a denuncia)
 
Independentemente da questão de o País poder aumentar ou não pensões e salários...

Gostava de perceber qual é o critério que é usado para aumentar mais os pensionistas do que os funcionários públicos.

Os pensionistas são Portugueses de primeira, e os trabalhadores no ativo são Portugueses de segunda?

Aqueles que têm que pagar casas caríssimas, e tratar da educação de filhos menores, merecem menos que os pensionistas?
 
Os primeiros argumentos de defesa desse lobotomizado, incidiram exactamente sobre o argumento do ajuste politico, e o do ressentimento pela avaliação académica que o CES lhes deu (pelo menos a uma delas, a que iniciou a denuncia)




e será que teriam tido melhor avaliação académica caso tivessem cooperado melhor com o professor estrela?
 
OS LIBERAIS DIZEM QUE VIVES ACIMA DAS TUAS POSSIBILIDADES. NÃO CAIAS NO TRUQUE


Os liberais voltaram a dizer que vivemos acima das nossas possibilidades e que temos de aceitar o que ditam os mercados. Mas a ideia não sobrevive ao confronto com os factos e o que propõem apenas beneficia os mais ricos.

O deputado Carlos Guimarães Pinto (CGP), da Iniciativa Liberal, publicou um artigo de opinião no semanário NOVO no qual atribui a atual inflação às políticas prosseguidas pelos bancos centrais: “voltaram a injetar dinheiro na economia a um ritmo nunca visto […] como forma de garantir que os governos mantinham os rendimentos de quem ficava em casa sem trabalhar".

Recusando o aproveitamento da crise pelas empresas com poder de mercado, CGP ensaia uma nova versão do discurso sobre “viver acima das possibilidades” e diz-nos que a subida dos preços foi provocada pela injeção de dinheiro na economia e por um excesso de consumo. Como a argumentação não sobrevive ao confronto com os factos, vale a pena desconstruí-la.


EXPANSÃO MONETÁRIA: FALTAM EVIDÊNCIAS

A ideia de que a subida dos preços se deve à política monetária expansionista dos bancos centrais não tem muita adesão mesmo entre economistas ortodoxos como CGP. Parte da razão é o facto de a maioria dos bancos centrais ter apostado em políticas expansionistas há mais de uma década sem que isso tenha tido qualquer impacto visível na inflação.

Medidas como o quantitative easing, através das quais os bancos centrais injetaram dinheiro no sistema financeiro, reduzindo as taxas de juro e facilitando a concessão de empréstimos, começaram a ser aplicadas nos EUA em 2008 e seriam replicadas na Europa pouco depois. Curiosamente, CGP sublinha o facto de terem passado “20 anos quase sem inflação” sem referir um outro facto: o de, durante metade desse período, se encontrar em vigor o tipo de políticas monetárias que supostamente provocaria a inflação.


EXCESSO DE POUPANÇA E CONSUMO: DE QUEM?

A par da política monetária, CGP culpa também o aumento das poupanças e, consequentemente, do consumo das famílias. O “recorde de poupança” alcançado nos confinamentos por causa da pandemia de covid-19 teria começado a ser gasto à medida que as restrições diminuíam, sem “resposta imediata do lado da produção, ainda ferida pelas perturbações sofridas no período dos confinamentos”, o que se traduziria no aumento generalizado dos preços.

No entanto, é preciso ter em conta que o “recorde de poupança” na pandemia não foi para todos, muito pelo contrário: se apenas 20% das famílias em seis países da Zona Euro (Bélgica, Alemanha, Espanha, França, Itália e Países Baixos) conseguiram poupar durante a pandemia, diz-nos um estudo do Banco Central Europeu (BCE), esse número é ainda mais reduzido no caso de Portugal. Um inquérito do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Banco de Portugal conclui que apenas 11% das famílias teve essa possibilidade. Image
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Ambos os estudos mostram que o aumento da poupança foi sobretudo entre os mais ricos, os menos afetados pela destruição de emprego no início da pandemia e que tinham mais condições para ficar em teletrabalho. Não foi o caso de muitos trabalhadores com rendimentos mais baixos, que perderam empregos precários ou foram empurrados para situações prolongadas de layoff.

O Banco de Portugal explica que "os resultados do Inquérito à Situação Financeira das Famílias de 2020 apontam para que a poupança acumulada durante o período da pandemia tenha estado mais concentrada nas famílias com rendimento elevado que, em geral, têm uma propensão marginal a consumir mais reduzida". Em sentido inverso, 16% das famílias da Zona Euro (sobretudo as mais pobres) e 30% das portuguesas pouparam menos neste período.

Por outro lado, se olharmos para os bens alimentares em Portugal, a subida dos preços foi mais acentuada precisamente no ano em que o consumo real das famílias caiu pela primeira vez desde o período da troika. Embora as famílias tenham gasto mais em alimentação em 2022, os dados sobre o consumo real (isto é, descontando o efeito dos preços) mostram que cortaram neste tipo de despesa. Ou seja, não é o excesso de consumo das pessoas que tem feito subir os preços.

DE ONDE VEM, AFINAL, A INFLAÇÃO?

As origens da inflação têm muito pouco a ver com a política monetária e muito mais com os constrangimentos reais que se verificaram em setores específicos, com destaque para a energia (e, em menor escala, os bens agrícolas). As disrupções provocadas pela pandemia e pela guerra na Ucrânia levaram a que a oferta de matérias-primas essenciais não acompanhasse o aumento expectável da procura que resultou do fim gradual das medidas de confinamento e da reabertura da maioria das atividades económicas.

Neste contexto, os preços tendem a aumentar face ao desajuste entre a procura e a oferta. No entanto, isso acontece com maior intensidade em setores de natureza oligopolista, dominados por um pequeno conjunto de grandes empresas e onde a concorrência é quase nula. É isso que se vê nos setores da energia e da distribuição alimentar: tanto a nível nacional como internacional, um pequeno número de grandes petrolíferas, companhias de eletricidade e cadeias de distribuição dominam os mercados em que operam. Não por acaso, estes setores têm registado enormes ganhos à boleia da subida dos preços.

A investigação de Isabella Weber e Evan Wasner aponta uma explicação para o fenómeno: com os preços a aumentarem de forma transversal em alguns setores, em resultado da inflação em matérias-primas usadas na maioria dos processos produtivos, nenhuma empresa corre o risco de perder quota de mercado ao subir os preços. Neste contexto, as disrupções na oferta de alguns produtos deram a empresas com maior poder de mercado a oportunidade de subir os preços de forma a manter (ou até a aumentar) as margens.

LUCROS COMO INCENTIVO?

Nos últimos meses, as grandes empresas da energia e da distribuição alimentar têm registado lucros recorde. Nos Estados Unidos, as margens de lucro dispararam para o valor mais elevado desde a década de 1950. Na Zona Euro, a parte do rendimento produzido recebida pelo capital atingiu o valor mais alto desde 2007.

Com os salários da maioria dos trabalhadores a subir muito abaixo da inflação, as empresas viram a sua fatia do bolo aumentar. CGP argumenta que “esse aumento temporário de lucros é precisamente o que criará incentivos a que se produza mais, travando futuros aumentos de preços.” Sem surpresa, o argumento liberal é o de que o mercado produzirá o melhor resultado se não houver intervenção dos poderes públicos.

Neste caso, os lucros das energéticas permitiriam o reinvestimento na produção de energia, nomeadamente na renovável, mitigando a pressão sobre os preços. Mas não é isso que tem acontecido: na Europa, apenas 5% dos lucros extraordinários das maiores companhias energéticas estão a ser reinvestidos em energia verde.

A prioridade do mercado tem sido a de remunerar acionistas através da distribuição de dividendos e de operações de recompra das próprias ações.

O QUE DEVEMOS FAZER?

CGP diz-nos que deixar o mercado atuar é, “claramente, a forma mais apetecível de travar a inflação”. É provável que seja verdade para os mais privilegiados, como os gestores e acionistas de grandes empresas que conseguem proteger os seus rendimentos, mas não o será para a maioria das pessoas que têm perdido poder de compra.

No ano passado, o salário médio em Portugal caiu mais de 5% em termos reais, ficando bastante abaixo da subida dos preços do pão, dos cereais (14%), do leite, dos ovos (14,1%) ou da carne (15,5%), bem como do aumento dos preços registado nos combustíveis (20,7%), na eletricidade (22,2%) e no gás (32,9%).

Enquanto muitos economistas alertam para o risco de espirais inflacionistas provocadas pelos salários, os dados do BCE mostram que os lucros e as margens das empresas estão a aumentar de forma mais acentuada que os salários na maioria dos setores. Na verdade, a história das últimas décadas tem sido esta: com a queda da sindicalização, o fator trabalho recebe uma parte cada vez menor do rendimento total. Tanto nos EUA como na Zona Euro, as taxas de sindicalização caíram a pique nas últimas décadas, o que foi acompanhado pela redução da parte do rendimento produzido recebida pelo trabalho (e pelo aumento da parte recebida pelo capital).

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Com a sindicalização em mínimos históricos, os trabalhadores têm cada vez menos poder negocial no conflito distributivo inerente à inflação. A pressão para aumentos salariais é, por isso, muito menor do que na última grande crise inflacionista na década de 1970. Se a isso se juntar a política monetária recessiva do BCE e as medidas de contenção salarial de governos como o português, o resultado é uma transferência de rendimento da base para o topo.

CGP diz que quem refere o papel do aumento dos lucros no atual surto inflacionista "confunde causa e consequência". É provável que algumas empresas (com elevado poder de mercado) se estejam a aproveitar do contexto para expandir as suas margens e que outras estejam apenas a preservá-las perante a subida dos custos de produção. Mas isso não deixa de revelar um problema de fundo: o facto de os custos da crise estarem a ser quase exclusivamente imputados a quem tem menos poder reivindicativo – os trabalhadores.

Uma política económica progressista tem de ter como prioridade o reforço dos salários (e das pensões): os custos do trabalho não podem ser os únicos impedidos de aumentar neste contexto e os aumentos podem ser acomodados pela compressão das margens de lucro e pelo crescimento da produtividade. A prazo, a resposta aos problemas estruturais passa pelo investimento público, nomeadamente no setor da energia – o epicentro da inflação.

O planeamento público é indispensável para direcionar os investimentos para a produção energética ambientalmente sustentável e se criarem mecanismos de redistribuição socialmente justa dos ganhos.
 

Anexos

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Última edição:
Este país não é para novos. Hoje Costa voltou a untar os pensionistas. Os mais velhos são o garante de Costa no poder, enquanto fornicam de forma egoísta o futuro dos seus filhos e netos.

A expressão peste grisalha tinha alguma razão de ser.
 
O Costa borrou a cueca e voltou atrás no corte nas pensões? Ou há um corte escondido à mesma?

Edit: Parece que não há dúvida absolutamente nenhuma que vivemos numa gerontocracia... Mas, sem serviços de saúde públicos decentes, a grande parte dos reformados que só têm pensões mínimas ao primeiro azar quinam


Fui só eu que fiquei completamente abismado com as declarações do Costa, do Medina e depois de um gajo do PS a exigir que o PSD peça desculpa pelas mentiras que disse em relação ao corte das pensões?

Então um gajo diz que faz de uma maneira, que os pensionistas não perdem nada, e que é mesmo assim que nunca poderiam aumentar 8.4% e bla bla bla. E passados 6 meses, como estão com os cofres cheios e não sabem o que fazer ao dinheiro e é preciso calar a malta, dão o aumento que deviam ter dado e ainda se fazem como os amiores? Que estavam só a estudar as hipóteses e que sempre foi a ideia dar o aumento devido e bla bla bla.

Que vergonha. Parecem um puto que roubou bolachas e depois quando foi apanhado diz que não roubou nada, e depois quando tem a boca toda lambuzada e cheia de migalhas diz que devolve e que sempre pensou em devolver que estava só a provar a ver se estavam boas para outros comerem...
 
É um governo de truques e spin para ir levando a sua avante. Cofres cheios e descida de popularidade, lá vão estourar o dinheiro novamente em salários e reformas, enquanto as infra-estruturas, o SNS, a educação, a justiça, continua tudo a definhar...
 
Vim só deixar isto aqui.

😎

"A Europa iria gelar no inverno, não gelou, a Europa não podia viver sem o gás russo, a Europa dispensou o gás russo,

A Infra-estrutura ucraniana de electricidade não aguentaria os ataques russos, tanto aguentou que hoje vendem electricidade para a UE,

O apoio das opiniões publicas “ ocidentais “ iria diminuir, os populistas iriam prevalecer, errado a Sra Meloni e o seu governo apoia com maior vigor a defesa Ucraniana que o governo do Sr Draghi, existe inflação mas as pessoas percebem que essa é o menor dos preços a pagar, pior será quebrar e ceder,

Na Europa os governos podem mudar, mas o apoio à Ucrania mantem-se , razāo simples os europeus sabem que alterar fronteiras pela força significa guerra sem fim, em cada região da Europa houve guerra, há memoria, existe história, existem cemitérios cheios de guerras por fronteiras,

A Opinião publica sabe-o, perante o apoio da opinião da Europa sem quebra, o Autocrata arranjou os idiotas uteis, a começar pelo tal de Lula,

Lula quer paz, claro a paz de Putin nem esconde, agora a “união europeia é responsavel pela continuação da guerra “ a UE impediu guerras, promoveu riqueza sem igual

O rendimento per capita bulgaro o pior da União Europeia é o dobro do brasileiro,

O sr Lula é o lider populista de um pais pobre, com niveis de vida metade do bulgaro, em vez de se preocupar em melhorar e acabar com as favelas vem falar de “Paz “

Apenas gente alucinada pode acreditar na “ paz “ do Sr Lula, um lider de um Pais que quer ser potencia com um rendimento per capita miserável,

Quando o tal de Lula fala o português comum até se arrepia, as histórias dos emigrantes brasileiros são conhecidas de todos a fuga destes da pobreza, daquela miseria, daquela violência absurda é conhecida,

Para a classe politica portuguesa o Brasil são os “ negocios “ a Petrobras e aquela tropa, para o cidadão comum o Brasil é conhecido pela violência e pobreza de que se queixam os emigrantes,

A visita do Sr Lula será tragica para o regime, o comum cidadão conhece o Brasil, não pelas praias , mas pelas falas de miséria que os emigrantes fogem,

Elogiar o tal de Lula é gozar com o cidadão comum, este representa um pais muito pobre é elogiar a miseria, com manias da grandeza, infelizmente o Professor Marcelo acha bem compreende-se faz a mesma figura na Europa enfim é o que temos!"

Luis Nobre
 
Onde posso encontrar a "Maria"?
Queria conhecer e quem sabe criar a associação do corno de Portugal!

É ela e eu, uma pessoa previne-se e a paga é ficar de fora de tudo o que é "apoios" e ainda pagar a festa do próximo. Lá está, devia era ter gasto tudo em meninas e vinho verde.
🤬🤬🤮


Edd :)
 
Vim só deixar isto aqui.

😎

"A Europa iria gelar no inverno, não gelou, a Europa não podia viver sem o gás russo, a Europa dispensou o gás russo,

A Infra-estrutura ucraniana de electricidade não aguentaria os ataques russos, tanto aguentou que hoje vendem electricidade para a UE,

O apoio das opiniões publicas “ ocidentais “ iria diminuir, os populistas iriam prevalecer, errado a Sra Meloni e o seu governo apoia com maior vigor a defesa Ucraniana que o governo do Sr Draghi, existe inflação mas as pessoas percebem que essa é o menor dos preços a pagar, pior será quebrar e ceder,

Na Europa os governos podem mudar, mas o apoio à Ucrania mantem-se , razāo simples os europeus sabem que alterar fronteiras pela força significa guerra sem fim, em cada região da Europa houve guerra, há memoria, existe história, existem cemitérios cheios de guerras por fronteiras,

A Opinião publica sabe-o, perante o apoio da opinião da Europa sem quebra, o Autocrata arranjou os idiotas uteis, a começar pelo tal de Lula,

Lula quer paz, claro a paz de Putin nem esconde, agora a “união europeia é responsavel pela continuação da guerra “ a UE impediu guerras, promoveu riqueza sem igual

O rendimento per capita bulgaro o pior da União Europeia é o dobro do brasileiro,

O sr Lula é o lider populista de um pais pobre, com niveis de vida metade do bulgaro, em vez de se preocupar em melhorar e acabar com as favelas vem falar de “Paz “

Apenas gente alucinada pode acreditar na “ paz “ do Sr Lula, um lider de um Pais que quer ser potencia com um rendimento per capita miserável,

Quando o tal de Lula fala o português comum até se arrepia, as histórias dos emigrantes brasileiros são conhecidas de todos a fuga destes da pobreza, daquela miseria, daquela violência absurda é conhecida,

Para a classe politica portuguesa o Brasil são os “ negocios “ a Petrobras e aquela tropa, para o cidadão comum o Brasil é conhecido pela violência e pobreza de que se queixam os emigrantes,

A visita do Sr Lula será tragica para o regime, o comum cidadão conhece o Brasil, não pelas praias , mas pelas falas de miséria que os emigrantes fogem,

Elogiar o tal de Lula é gozar com o cidadão comum, este representa um pais muito pobre é elogiar a miseria, com manias da grandeza, infelizmente o Professor Marcelo acha bem compreende-se faz a mesma figura na Europa enfim é o que temos!"

Luis Nobre
É giro mas é tanga a cena do pib per capita.

O pib per capita Brasileiro é superior ligeiramente ao Búlgaro.
 
Belo golpe que o Costa deu com o aumento das pensões. É atirar gasolina para cima do problema, mas politicamente está já a trabalhar nas eleições. Acredito que as receitas do iva e dos impostos em geral continuem a bater novos recordes.
Quem vier a seguir que feche a porta.
 
É giro mas é tanga a cena do pib per capita.

O pib per capita Brasileiro é superior ligeiramente ao Búlgaro.

Deves ter visto na Wikipedia, que tem dados antigos. Pesquisando no google por "Brazil GDP per capita" e "Bulgaria GDP per capita", vais ver que é quase o dobro, 12.200 USD para a Bulgaria, e 7.500 USD para o Brasil. É que enquanto a Bulgaria tem evoluido muito nos últimos anos, o Brasil tem regredido.
 
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