A Crise Económica da Década de 20

Eu nunca vi o mercado ibérico com valores negativos...
Não sei explicar a razão. Não podem exportar energia?

https://tradingeconomics.com/spain/electricity-price

Já em Janeiro (salvo erro) houve um fim de semana em que se conjugou um baixo consumo (era domingo) com muita produção eólica, tanto na Alemanha (que tem mais de 60 GWh de potência instalada), bem como no UK, Dinamarca, Países Baixos e Bélgica. O somatório de todas estas capacidades instaladas já é significativo.

Como a Suécia e a Noruega "não precisam" de comprar acho que gerou-se ali uma tempestade perfeita. Todos queriam vender e se calhar não havia compradores em quantidade suficiente.
 
Os Países Baixos e a Alemanha tem muita capacidade instalada de eólica e solar. Nos dias em que se conjugue muita produção das duas tipologias, são muitos GWh
 
A China não está a gostar de ser "entalada" na questão das restrições para compra de máquinas para produção de chips com litografias de topo (EUV).
Parece que agora até máquinas que não são cutting-edge (DUV) também estão a ser alvo de restrições, o que levou a China a mandar umas bocas aos Países Baixos (sede da ASML).

​​​​​​https://www.tomshardware.com/news/ch...-of-asml-tools

A China aparentemente vai retaliar com restrições à exportação de Ga e Ge.

​​​​​​https://www.tomshardware.com/news/ch...manium-exports
 
A ilha iberica de energia está com os dias contados certo? Ou as ligações previstas para Italia e França não são sufecientes? como aquilo foi feito misturando os pipelines para hidrogenio ficou meio confuso de perceber.
 
A propósito das causas da inflação de que se falou há dias e da ideia de que as margens brutas das empresas constituem uma mera consequência de outros fatores, em nada contribuindo para a dita inflação ou, mesmo admitindo que contribuem, querendo tomá-las como uma variável passiva do fenómeno, isso não é verdade.

Em primeiro lugar, há que ter sempre uma coisa em mente: explicar a inflação, tal como aliás qualquer fenómeno económico, com base numa única causa-efeito é sempre uma forma grosseira e errada de a explicar. Mais ainda se não se tiver em conta que os fatores são eles próprios inputs e outputs em simultâneo, gerando segundas, terceiras derivadas, etc. Aliás, um erro muito comum de quem conhece a ciência económica do lado de fora, e às vezes mesmo da parte de quem a conhece por dentro, é confundir modelos económicos com a realidade. Um modelo económico é uma simplificação da realidade que se destina a aumentar a compreensão profunda do fenómeno e perceber as maiores linhas de força do mesmo. Mas nunca é a explicação cabal do fenómeno.

Mas adiante. É claro que se quisermos ser radicais toda a inflação resulta em última análise da procura. Até quando é um choque da oferta!! Mas isso seria colocar os agentes económicos todos exceto os consumidores numa posição de total passividade no mercado, o que não é de maneira nenhuma verdade. Empresas incluídas.
Deixo aqui um artigo interessante do Credit Suisse com alguma informação sobre o assunto: https://www.credit-suisse.com/marke...iverable/d5a8add8-f8eb-42b3-843e-1d5d19debade
 
A propósito das causas da inflação de que se falou há dias e da ideia de que as margens brutas das empresas constituem uma mera consequência de outros fatores, em nada contribuindo para a dita inflação ou, mesmo admitindo que contribuem, querendo tomá-las como uma variável passiva do fenómeno, isso não é verdade.

Em primeiro lugar, há que ter sempre uma coisa em mente: explicar a inflação, tal como aliás qualquer fenómeno económico, com base numa única causa-efeito é sempre uma forma grosseira e errada de a explicar. Mais ainda se não se tiver em conta que os fatores são eles próprios inputs e outputs em simultâneo, gerando segundas, terceiras derivadas, etc. Aliás, um erro muito comum de quem conhece a ciência económica do lado de fora, e às vezes mesmo da parte de quem a conhece por dentro, é confundir modelos económicos com a realidade. Um modelo económico é uma simplificação da realidade que se destina a aumentar a compreensão profunda do fenómeno e perceber as maiores linhas de força do mesmo. Mas nunca é a explicação cabal do fenómeno.

Mas adiante. É claro que se quisermos ser radicais toda a inflação resulta em última análise da procura. Até quando é um choque da oferta!! Mas isso seria colocar os agentes económicos todos exceto os consumidores numa posição de total passividade no mercado, o que não é de maneira nenhuma verdade. Empresas incluídas.
Deixo aqui um artigo interessante do Credit Suisse com alguma informação sobre o assunto: https://www.credit-suisse.com/marke...iverable/d5a8add8-f8eb-42b3-843e-1d5d19debade

Acho que te baralhaste..... Se bem me lembro o ponto de discussão e discórdia foi o de que "era o lucro das empresas o grande responsável pela inflação" [;)]

Mas sim, é verdade, e não mentira, que são as margens brutas aplicadas sobre um PC que elevam os PV e estes alavancam a inflação de forma consequente, quanto maior as priomeiras maior o segundo e por consequencia maior a inflação.

Este texto é de tua autoria ou é uma citação de um qq artigo?....
 
Hoje reparei em descidas de preços no supermercado, especialmente nos detergentes e nos produtos em que a matéria prima é a pasta de papel.

Existirá a mesma tendência noutros produtos. Falo de descida efectiva e não apenas a desaceleração da subida.

Acredito que a tendência se manterá nos próximos tempos como culminar da descida de diversos factores de produção que já começaram há mtos meses.
 
Hoje reparei em descidas de preços no supermercado, especialmente nos detergentes e nos produtos em que a matéria prima é a pasta de papel.

Existirá a mesma tendência noutros produtos. Falo de descida efectiva e não apenas a desaceleração da subida.

Acredito que a tendência se manterá nos próximos tempos como culminar da descida de diversos factores de produção que já começaram há mtos meses.

Desceram bastantes preços e de diferentes categorias, talvez já se possa falar numa tendência.

Há também produtos que aqui há uns tempos tinham tido um aumento enorme devido a factores disruptivos, como é o exemplo do óleo alimentar, e que voltaram ao um preço mais aproximado ao anterior. E tem a sua repercussão.
​​
 
É tudo uma questão de energia e combustíveis.
Se tens esses dois fatores baratos é natural os preços diminuírem....

Ainda estou a espera do leite voltar para a casa dos 70 centimos (nem peço mais 50 como antes da guerra)...
 
É tudo uma questão de energia e combustíveis.
Se tens esses dois fatores baratos é natural os preços diminuírem....

Ainda estou a espera do leite voltar para a casa dos 70 centimos (nem peço mais 50 como antes da guerra)...

Isso , então preço no leite magro sem lactose , qualquer dia está ao preço de 1L da gota de combustível qualquer…

Pensar que comprava no Recheio sem cartões e papelinhos a 0,51c com iva o Nova Açores meio gordo ….
 
É tudo uma questão de energia e combustíveis.
Se tens esses dois fatores baratos é natural os preços diminuírem....

Ainda estou a espera do leite voltar para a casa dos 70 centimos (nem peço mais 50 como antes da guerra)...

Never..... [;)]

Normalmente o preço de um alimento quando sobe 50%, não volta a descer 50%, desce 15% no máximo.

Basta pegar no histórico de um cabaz de produtos de 1ª necessidade....

Outro é os ovos e a carne, ou o peixe. Só se a procura caísse 50%
 
Surprise!....

f18ae09da1ced939b4ff3b81d3c87cde.jpg
 
A pergunta que é necessária: como é que se mede com rigor a dimensão da economia paralela?

A olhómetro! [;)]

Só a festa do Avante vale uns mihões! [:D]

Depois a ciganada, os mercados e praças de rua, os serviços da construção civil ao domicilio, as oficinas de mecânica e reparação automóvel de garagem, as festinhas das terriolas, os concertos dos pimbas de norte a sul, os barbeiros e cabeleireiros, os cafés e restaurantes que fazem contas no bordo da toalha, devem somar bem mais que os 34%....
O lado bom desta coisa é que quanto mais correr pelo canal informal, menos a tribo socialista e os estado-dependentes "mamam" [:)]


E depois o economista Arthur Laffer explica o resto!
 
Última edição:
A olhómetro! [;)]

Só a festa do Avante vale uns mihões! [:D]

Depois a ciganada, os mercados e praças de rua, os serviços da construção civil ao domicilio, as oficinas de mecânica e reparação automóvel de garagem, as festinhas das terriolas, os concertos dos pimbas de norte a sul, os barbeiros e cabeleireiros, os cafés e restaurantes que fazem contas no bordo da toalha, devem somar bem mais que os 34%....
O lado bom desta coisa é que quanto mais correr pelo canal informal, menos a tribo socialista e os estado-dependentes "mamam" [:)]


E depois o economista Arthur Laffer explica o resto!

Por acaso tenho uma grande curiosidade em perceber qual a orgiem dos dados apresentados.

EDIT: já vi que é o mesmo estudo apresentado pelo Formador no tópico da crise.
O método de avaliação deixa muito a desejar e não tem em conta as alterações da lei como as guias de transporte electrónicas registadas ou a facturação electrónica obrigatórias Por isso mantenho que não acredito nos valores apresentados.

https://repositorio-berto.up.pt/bit...lves A Economia No registada em Portugal.pdf
 
Última edição:
Voltar
Superior