Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Em relação à Espanha.

Para o PSOE governar precisa de uma coligação com 6 partidos.

Tudo é possível, mas eu considero uma salganhada.

Em relação ao Vox, é engraçado que são os excessos que os impedem de governar.[:D]
 
Para mim, brancos e nulos elegiam cadeiras vazias.

Isso é indiferente. Está provado matematicamente que o número de votantes não influencia o resultado.

Por cada voto de protesto tens sempre voto de antiprotesto e há uma anulação entre eles. A tendência é que o resultado seja o mesmo.

Por isso sim: em Portugal a maioria é socialista. Não foi a abstenção que elegeu Costini [:D]
 
Eu não conheço nada melhor.

É o único permite preservar alguma autonomia regionalista.

Faz sentido um deputado de Lisboa decidir sobre uma política que vai impactar na vida num transmontano sem lhe dar hipótese de contestar?

A coesão territorial só é possível assim. Caso contrário começam a aparecer Pineais e movimentos independentistas.
Perigoso também.

Isso é fácil de resolver com imposição de cotas nas listas dos partidos.

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Isso é fácil de resolver com imposição de cotas nas listas dos partidos.

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Epá Não, cotas não sff.
Se um partido meter apenas deputados lisboetas na sua lista algum outro partido mete lá uns do interior e ganha uns bons votos.
O mercado funciona. Vamos deixar a mão invisível fazer o seu trabalho.
 
Isso é fácil de resolver com imposição de cotas nas listas dos partidos.

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Vai dar ao mesmo. Corres o risco de ter regiões não representadas.
Este assunto já foi batido e rebatido até à exaustão. Se houvesse melhor: já teria sido implementado.
 
Digam o que disserem, para mim, esta é uma conta apenas para fazer mexer o tópico.
Tenho de admitir que até acho uma certa graça às tropelias e insultos gratuitos [:)]



São 3 e pouco da manhã e tenho de ir para o aeroporto, não me vou alongar muito.

Não sei quem chegou a esse valor dos 200 000 por ano.

Eu nunca disse se brutos ou líquidos. Além disso não falei na totalidade das prerrogativas da função. Parece que é tabu falar de ordenados em Portugal, ninguém quer que se saiba quanto se ganha, muito menos fora do país.

Parece-me que alguém tem medo que se saiba que os salários em Portugal são tudo menos justos.
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Quem terá sido???. Fica aqui uma dica [:)]






...

Repara numa coisa, a empresa gasta comigo anualmente, cerca de 200000€, tenho 6 anos de antiguidade e 12 de experiência. Um colega na casa mãe leva quase o dobro para casa e a empresa gasta menos.

Há uma carga fiscal diferente entre os dois países? Claro que há.
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Pois, coisa e tal, mas eu não disse que eram limpos ou brutos ou se eram extras.



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Epá, eu pago quase seis mil e quatrocentos euros de IRS todos os meses, que vão directamente para uma empresa tuga comprar mais uma casa de férias no Algarve com um benefício fiscal e vocês estão preocupados com o costa que vai ver a bola? [8b]

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Fazendo as contas ( e baixando para 6350 euros de irs todos os meses) isso dá um vencimento de 221 000 euros por ano ( no mínimo). Se tiveres filhos, para teres esse IRS todos os mesmos como TU próprio afirmas, o vencimento ainda tem de ser superior.



Mas pronto, afinal já vais em 110k. Já vais em metade. Vamos a ver e ainda tem um zero a mais. [:D]
Deve ser como as quatro licenciaturas, os vários mestrados e varias pôs graduações, os 300 gajos, etc.... [:)]


Mantenho o que digo no inicio, fake ou não, continua.
Um gajo sempre ri um bocado [:D]
 
Last edited:
isto o mal de um gajo ter empregos fictícios é que em cada post inventa uma coisa diferente, e depois nada bate certo.

está na hora de ir buscar outro clone ao congelador que este já começa a cheirar a podre.
 
Isso é indiferente. Está provado matematicamente que o número de votantes não influencia o resultado.

Por cada voto de protesto tens sempre voto de antiprotesto e há uma anulação entre eles. A tendência é que o resultado seja o mesmo.

Por isso sim: em Portugal a maioria é socialista. Não foi a abstenção que elegeu Costini [:D]


OK, então faz-se apenas uma pequena amostragem e evita-se a despesa e a maçada de termos que ir todos à escola primária das redondezas.

De qualquer forma quem quer que ganhe temos lá inuteis que não foram eleitos por ninguém e que estamos todos a pagar.
 
Eu não conheço nada melhor.

É o único permite preservar alguma autonomia regionalista.

Faz sentido um deputado de Lisboa decidir sobre uma política que vai impactar na vida num transmontano sem lhe dar hipótese de contestar?


A coesão territorial só é possível assim. Caso contrário começam a aparecer Pineais e movimentos independentistas.
Perigoso também.

O que não faltam são deputados que concorrem noutros círculos eleitorais pelo que esse argumento cai por terra. Portugal é um país demasiado pequeno para tanta divisão.

E de forma muito low profile as CCDR já têm vindo a assumir cada vez mais competências regionais, levando a esse caminho que apelidas de perigoso.

Pior ainda é teres partidos sem assentos parlamentares e que têm mais votos do que outros com assento parlamentar. Isto nunca poderá ser apelidado de democracia representativa.

E tens o método de Hagenbach-Bischoff​ que penso ser usado em países de primeiro mundo como o luxemburgo, suíça, etc.
 
OK, então faz-se apenas uma pequena amostragem e evita-se a despesa e a maçada de termos que ir todos à escola primária das redondezas.

De qualquer forma quem quer que ganhe temos lá inuteis que não foram eleitos por ninguém e que estamos todos a pagar.

Eu acredito que o método que temos poderia ser o melhor de todos. Só não o é por um pequeno pormenor. Disciplina de voto.
Não adianta as pessoas elegerem alguém para os representar se essa pessoa depois for obrigada a votar de determinada forma.
 
Vai dar ao mesmo. Corres o risco de ter regiões não representadas.
Este assunto já foi batido e rebatido até à exaustão. Se houvesse melhor: já teria sido implementado.

Existe melhor para representar o povo. Mas o sistema actual é melhor para manter as classes dominantes (aka partidos do regime), a perpetuarem poder, dando uma ilusão de democracia.

E é este mesmo sistema que permite uma "estabilidade" forçada de poder com um partido que domina com maioria e apenas 41% de votos. Esta quantidade de votos não representa a vontade maioritária do povo. O sistema é que "distorce" essa vontade através de um método que perpetua o poder.

E não vai ser mudado porque nenhuma classe dominante quererá ver o seu poder diminuído ou melhor escrutinado.
 
Existe melhor para representar o povo. Mas o sistema actual é melhor para manter as classes dominantes (aka partidos do regime), a perpetuarem poder, dando uma ilusão de democracia.

E é este mesmo sistema que permite uma "estabilidade" forçada de poder com um partido que domina com maioria e apenas 41% de votos. Esta quantidade de votos não representa a vontade maioritária do povo. O sistema é que "distorce" essa vontade através de um método que perpetua o poder.

E não vai ser mudado porque nenhuma classe dominante quererá ver o seu poder diminuído ou melhor escrutinado.

Que sistema alternativo sugeres?
 
Coligações pré-eleitorais são uma coisa, pós eleitorais são outra. Eu não concordo com as ligações pós eleitorais, quando alteram os resultados das eleições. Quem ganhou foi o PP, devia ser o PP convidado a formar governo. Depois com quem se coligaria para governar é outra história.

Da mesma forma que cá o Costa nunca deveria ter sido permitido formar governo na geringonça, é uma subversão do sistema eleitorial, não deveria ser permitido.

Engraçado que não vi exposta esta questão quando se previa uma "maioria pós eleitoral" de PP+VOX ...

Então não deveriam ter feito uma coligação pré eleitoral?

E tentam esconder que o Passos Coelho é que foi convidado a formar governo, o Costa só assumiu dada a incompetência e má figura da personagem... Este tópico é mesmo um caso de estudo... O Costa só formou governo porque o Passos foi chutado!
 
Estas questões das coligações pré ou pós-eleitorais na minha opinião são uma falsa questão. O importante é que as regras sejam iguais para todos. A democracia é por definição um sistema político de compromissos.
Se por um lado parece desejável só permitir coligações pré-eleitorais, a verdade é que isso na prática pode gerar muitos bloqueios. E gera. O que mais não falta pela Europa fora são países que são ou foram governados por coligações pós-eleitorais e não é por isso que estes países são menos democráticos. Bem antes pelo contrário.
 
Eu acredito que o método que temos poderia ser o melhor de todos. Só não o é por um pequeno pormenor. Disciplina de voto.
Não adianta as pessoas elegerem alguém para os representar se essa pessoa depois for obrigada a votar de determinada forma.

Por outro lado ( para mim pelo menos ) não é correcto o teu voto valor menos ou mais dependendo de onde votes.
 
Digam o que disserem, para mim, esta é uma conta apenas para fazer mexer o tópico.
Tenho de admitir que até acho uma certa graça às tropelias e insultos gratuitos [:)]





Quem terá sido???. Fica aqui uma dica [:)]













Pois, coisa e tal, mas eu não disse que eram limpos ou brutos ou se eram extras.








Fazendo as contas ( e baixando para 6350 euros de irs todos os meses) isso dá um vencimento de 221 000 euros por ano ( no mínimo). Se tiveres filhos, para teres esse IRS todos os mesmos como TU próprio afirmas, o vencimento ainda tem de ser superior.



Mas pronto, afinal já vais em 110k. Já vais em metade. Vamos a ver e ainda tem um zero a mais. [:D]
Deve ser como as quatro licenciaturas, os vários mestrados e varias pôs graduações, os 300 gajos, etc.... [:)]


Mantenho o que digo no inicio, fake ou não, continua.
Um gajo sempre ri um bocado [:D]
Obrigado pela paciência, é de facto impressionante.

E ainda falta tanta coisa, o R&D dos governos na indústria farmacêutica muito superior ao das empresas, o relatório do banco de Portugal em que demonstra que as empresas são as que pagam menos IRC na Europa, em que as empresas deviam pagar 20% do PIB em IRC,o equivalente a 4 SNS etc etc etc.

De facto seria para rir, senão houvesse tanta gente a cair nestas palhaçadas.
 
Por outro lado ( para mim pelo menos ) não é correcto o teu voto valor menos ou mais dependendo de onde votes.

Se fossem precisos tantos votos em Lisboa para eleger um deputado quantos em Portalegre (só para pegar nos dois extremos), aí sim, é que seria muito injusto.
Por exemplo, nas últimas eleições foram precisos 11.500 votos para eleger o segundo e último deputado do distrito de Portalegre. No caso de Lisboa foram precisos mais de 20.000 para eleger o 48º e último deputado deste distrito. Um voto de Portalegre teve mais peso para eleger último deputado do que um voto de um lisboeta.
Lisboa tem 1,9 milhões de eleitores e Portalegre tem 95 mil. Lisboa elege 48 deputados e Portalegre elege 2. Dá 40.000 votantes por cada deputado de Lisboa e 49 mil por cada deputado de Portalegre. Não está assim tão desiquilibrado, até porque se se permitisse mais 1 deputado em Portalegre por troca com Lisboa a relação invertia-se completamente.
 
Uma realidade que não afeta apenas Portugal, apesar de no nosso caso ser ainda mais crítico.

Europeans are getting poorer.

Só consigo colocar as imagens.
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