Este assunto já foi amplamente debatido aqui e independentemente das opiniões e convicções de cada um, os Palestinianos não podem ter exército nem forças armadas oficiais, isto à Luz do mesmo direito internacional que emitiu um mandato de captura contra os criminosos de guerra dos dois lados.
Estás a confundir a beira da estrada com a estrada da Beira.
Os "palestinianos" são refugiados do Egipto e da Jordânia, foram deixados para trás porque convinha.
Como é justificas que refugiados tenham forças armadas? A que luz de que direito internacional é que se justifica?
E tendo em conta que a solução de dois estados, foi sempre rejeitada pela autoridade palestiniana e pelo hamas?
Portanto, se eles não querem essa solução, não querem ser um estado, em território, generosamente oferecido por Israel, diga-se, como podem querer ter forças armadas?
Para se defenderem? De que inimigo? Do país que lhes fornece água, medicamentos, combustível, cuidados médicos e materiais de construção que eles usaram durante décadas para construir túneis para atacar, o país, que até se ter retirado de gaza, construiu escolas e hospitais?
É disso que se defendem?
Neste sentido, os palestinianos são empurrados há decadas para a guerrilha e movimentos de resistência clandestinos localmente.
E por conseguinte, surge o fenómeno terrorista promovido por fundamentalistas.
Todos sabemos que são empurrados para o martírio, como eles dizem e todos sabemos por quem e também de que forma.
Mas em vez de resolver o problema local, a comunidade internacional assiste parada à catastrofe humanitária de Gaza.
Uma vez que não se pode voltar no tempo e fazer o que se fez com a Índia e o Paquistão, a solução atual era as nações unidas colocarem elementos suficientes no terreno durante décadas, para evitar a entrada de armamento, desmantelar o sistema educativo do hamas e da autoridade palestiniana, que forma crianças para o conflito, formar aquela gente para serem autosuficientes e produzirem a sua própria comida em vez transformarem os territórios em desertos e depois querem fazer o mesmo nos outros países e começar a criar um embrião de actividade económica para o futuro.
Mas a comunidade internacional, organizada nas Nações Unidas, comporta-se como se comportou a antiga Sociedade das Nações, um conjunto de burocratas que sem perceber nada dos motivos dos adoradores de cabras, toma a decisão de financiar grupos terroristas e de lhes dar voz e empurrar com a barriga os problemas para o futuro.