FIAT 500 - O novo icone do mercado automovel

Por falar em velho Fiat 500, aproveito para desmistificar o tema da desvalorização dos produtos da marca italiana.

Em 2017, comprei um Fiat 500 1.2 novo. Paguei 15.000 euros. Vendi-o em 2023, seis anos depois, com 60.000 km, por 12.500 euros. Demorou duas semanas a ser vendido.

Era uma boa unidade, com toda a manutenção documentada na Fiat e sem precisar de nada nos próximos tempos. Ainda assim, achei excecional.
 
Por falar em velho Fiat 500, aproveito para desmistificar o tema da desvalorização dos produtos da marca italiana.

Em 2017, comprei um Fiat 500 1.2 novo. Paguei 15.000 euros. Vendi-o em 2023, seis anos depois, com 60.000 km, por 12.500 euros. Demorou duas semanas a ser vendido.

Era uma boa unidade, com toda a manutenção documentada na Fiat e sem precisar de nada nos próximos tempos. Ainda assim, achei excecional.

Isso é um mau exemplo, 2020 a 2021 para a frente com os problemas da pandemia, tiveste carros usados a serem vendidos mais caros do que novos e agora com a inflação em usado o valor é muito superior.

Em 2017 um Dacia custava Sandero custava menos de 9.000€ e agora começa nos 12.250€. Cá em casa comprou-se um EV nessa altura por 12.000€ e agora com o mesmo equipamento e mais quilómetros pedem 14.500€ por eles. Se o fosse vender por 13.000€ estava a perder dinheiro.
 
Isso é um mau exemplo, 2020 a 2021 para a frente com os problemas da pandemia, tiveste carros usados a serem vendidos mais caros do que novos e agora com a inflação em usado o valor é muito superior.

Em 2017 um Dacia custava Sandero custava menos de 9.000€ e agora começa nos 12.250€. Cá em casa comprou-se um EV nessa altura por 12.000€ e agora com o mesmo equipamento e mais quilómetros pedem 14.500€ por eles. Se o fosse vender por 13.000€ estava a perder dinheiro.

Não é um mau exemplo. É um exemplo real, mesmo sabendo nós que as circunstâncias mudaram com a pandemia.

Ainda que os carros tenham encarecido, não deixa de ser verdade que a oferta de Fiat 500 é gigante.
 
Por falar em velho Fiat 500, aproveito para desmistificar o tema da desvalorização dos produtos da marca italiana.

Em 2017, comprei um Fiat 500 1.2 novo. Paguei 15.000 euros. Vendi-o em 2023, seis anos depois, com 60.000 km, por 12.500 euros. Demorou duas semanas a ser vendido.

Era uma boa unidade, com toda a manutenção documentada na Fiat e sem precisar de nada nos próximos tempos. Ainda assim, achei excecional.

O novo equivalente ao teu não sai do stand a menos de 19-20k [;)]

Mais do que factor Fiat, o que determina o caso é o modelo continuar à venda praticamente inalterado e ter havido uma forte subida de preço.

que é excepcional, é!

mas os 500 sempre mantiveram bem o valor, é um facto. Mesmo antes disto tudo de alterações estruturais no mercado onde os carros mais pequenos tiveram aumentos de 25% em dois anos…
 
O 500 sempre foi a exceção que confirma a regra, apesar de serem da mesma marca quem compra o 500 é muito diferente de quem compra um Tipo

Nem costuma usar turbante [:D][:p]
 
O novo equivalente ao teu não sai do stand a menos de 19-20k [;)]

Mais do que factor Fiat, o que determina o caso é o modelo continuar à venda praticamente inalterado e ter havido uma forte subida de preço.

que é excepcional, é!

mas os 500 sempre mantiveram bem o valor, é um facto. Mesmo antes disto tudo de alterações estruturais no mercado onde os carros mais pequenos tiveram aumentos de 25% em dois anos…

Sim, comprar novo não traz grande vantagem, a não ser, claro, o facto de ser uma unidade nova. De resto, nem sequer o facto de agora ser um MHEV é propriamente uma grande vantagem. Nem em termos de tecnologia houve uma evolução. O meu até já veio com Apple CarPlay e Android Auto, que é das coisas mais relevantes hoje em dia.
 
A Largus.fr escreveu um bom artigo sobre essa nova versão do 500e.Básicamente, a partir de 7 de Julho, o 500 actual vai deixar de cumprir com as novas normas de segurança que vão entrar em vigor. A futura geração do 500 na STLA Small só chega em 2027. Vai daí, vão finalmente lançar a versão a gasolina em que andaram a arrastar os pés porque era mais barato manter o modelo velhinho enquanto as normas de segurança o permitissem.

Para mim se queriam aumentar vendas do eléctrico deviam era encontrar um fornecedor de bateria LFP adaptada a essa plataforma e cortavam os custos do EV ao mesmo tempo que aumentavam a autonomia da versão mais barata. Mas como este modelo é para "despachar" o mais rápido possível...
 
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encontrar um fornecedor de bateria LFP adaptada a essa plataforma e cortavam os custos do EV ao mesmo tempo que aumentavam a autonomia da versão mais barata.

Tinha ideia que as LFP têm menos densidade de energia - i.e. um pack do mesmo tamanho teria menor capacidade.
 
Quem tem painel de instrumentos digital, o consumo instantâneo alguma vez baixa dos 2.0L?

Tenho andado com o carro da Maria e acho tão estranho o consumo nunca ir até ao zero.
 
É normal nos CB da FIAT. Todos os que passaram lá por casa, 500X, 500 e Stilo eram assim, quando tiras o pé do acelerador.
 
É normal nos CB da FIAT. Todos os que passaram lá por casa, 500X, 500 e Stilo eram assim, quando tiras o pé do acelerador.

Obrigado, coisa estranha, tal com não mostrar qual a velocidade regulada no CC.

Agora, outra duvida, actualizar o GPS, é possível?
 
Ontem sim, hoje não, amanhã novamente sim. Olivier François , que havia negado a convenção do ev em híbrido, deixa agora a ideia de que tal acontecerá em 2026. Como será amanhã?[:D]
 
Não é um mau exemplo. É um exemplo real, mesmo sabendo nós que as circunstâncias mudaram com a pandemia.

Ainda que os carros tenham encarecido, não deixa de ser verdade que a oferta de Fiat 500 é gigante.



O 500 é um carro muito bem cotado no mercado de usados, apesar da grande quantidade de unidades à venda e de ser um modelo "datato", a caminhar para os 18 anos sem mudanças profundas, ainda hoje vende muito bem.

Também tenho um carregado de extras, jante 16", quadrante digital, bancos desportivos em pele, gps, Apple CarPlay, Android Auto, A/c automático etc.

Comprei em 2021 já com o motor 1.0Fireflay, até à data sem nada a reportar e consegue consumos estupidamente baixos.
 
O 500 é um carro muito bem cotado no mercado de usados, apesar da grande quantidade de unidades à venda e de ser um modelo "datato", a caminhar para os 18 anos sem mudanças profundas, ainda hoje vende muito bem.

Também tenho um carregado de extras, jante 16", quadrante digital, bancos desportivos em pele, gps, Apple CarPlay, Android Auto, A/c automático etc.

Comprei em 2021 já com o motor 1.0Fireflay, até à data sem nada a reportar e consegue consumos estupidamente baixos.

Andei num 500 1.0 há uns meses de RaC e não achei nada poupado. Nos meus percursos e condução fez-me uma média geral de 7l. Tudo bem que apertado sempre que necessário (o que tendo em conta o motorzito que tem é frequentemente) e com muito AC, mas não achei assim tão económico para ser sincero.

E não percebo como há gente a dar 20k por um 500 1.0 novo (por mais extras que tenha). É um projeto de 2007, muito duro, posição de condução completamente horrível de acertar por mais que se tente. Juro que não entendo mesmo.
 
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