Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

como é que contribuem tanto para a sustentabilidade da Segurança social ?
porque se diz que são essenciais, se recebem e contribuem menos que o mínimo por lei ?

alguem me consegue explicar ?

já agora, quem é o autor desse estudo de onde provem esses dados ?

Se tudo for como manda a lei, chegam cá, começam a trabalhar e descontam de imediato para a SS mesmo sem nunca a terem utilizado.

Ora nem sempre assim é....e os pagamentos abaixo do SMN e ilegais dá jeito a muita canalha que os explora.
 
Certo. Para prevenir uma hipotética fraude do cidadão originando menor colecta, mais vale onerar o cidadão com imposto sobre rendimento que não teve.

Em vez do estado ao serviço do cidadão ( foi para isso que foi criado? ), temos o estado a servir-se primeiro que o cidadão.

A AT é fonte de muitos desmandos, mas este caso em concreto não me parece grave. Se o bem é indiviso, a situação normal é todos os coproprietários receberem a sua quota parte e pagarem imposto sobre a mais-valia correspondente. Se há um dos coproprietários que vai ficar com a receita toda da venda, isso só pode acontecer por acordo prévio com os restantes. Portanto, os restantes, para não ficarem prejudicados, vão exigir do que fica com a receita toda o pagamento da respetiva parte do imposto a si próprios, para depois o entregarem à AT.
Esta situação tanto pode gerar uma coleta líquida maior para a AT, como uma menor, dependendo dos rendimentos de cada um dos coproprietários.
 
era o que faltava crimes no local de trabalho afectar o direito alienável dos FPs a emprego para a vida e promoções automáticas.

nem que esquartejassem a repartição inteira.
 
como é que contribuem tanto para a sustentabilidade da Segurança social ?
porque se diz que são essenciais, se recebem e contribuem menos que o mínimo por lei ?

alguem me consegue explicar ?

já agora, quem é o autor desse estudo de onde provem esses dados ?

Há 2 assuntos distintos na tua observação.

O mínimo por Lei é o SMN num trabalho a tempo inteiro, num trabalho a tempo parcial pode como é óbvio ser menos que o SMN (na sua proporção). Pode ainda configurar trabalhos a "recibos verdes" que ganham apenas o que trabalham (exemplo: glovos, TVDE's, etc). Por aí é perfeitamente plausível a média inferior ao SMN.
Se há fuga a impostos, outro assunto, trata-se de outra questão igual ao de qualquer Português de Portugal, que com certeza também existem fugas como em qualquer outro lugar do mundo com qualquer cidadão natural ou emigrado, é um problema histórico em Portugal.

Como contribuem, com as deduções que fazem, em todos os exemplos dados acima, (inferiores ao SMN) fazem deduções obrigatórias e o saldo entra na Segurança Social, qual é a dúvida. Sem os imigrantes há negócios que não prosperavam, não tinham trabalhadores e não havia lugar a deduções.
Imigrantes dão saldo positivo de quase 2200 milhões à Segurança Social
As contribuições dos trabalhadores estrangeiros para a Segurança Social somaram 2677 milhões de euros em 2023, e as prestações sociais...
https://www.dn.pt/190068532/imigrantes-dao-saldo-positivo-de-quase-2200-milhoes-a-seguranca-social/
 
Há 2 assuntos distintos na tua observação.

O mínimo por Lei é o SMN num trabalho a tempo inteiro, num trabalho a tempo parcial pode como é óbvio ser menos que o SMN (na sua proporção). Pode ainda configurar trabalhos a "recibos verdes" que ganham apenas o que trabalham (exemplo: glovos, TVDE's, etc). Por aí é perfeitamente plausível a média inferior ao SMN.
Se há fuga a impostos, outro assunto, trata-se de outra questão igual ao de qualquer Português de Portugal, que com certeza também existem fugas como em qualquer outro lugar do mundo com qualquer cidadão natural ou emigrado, é um problema histórico em Portugal.

Como contribuem, com as deduções que fazem, em todos os exemplos dados acima, (inferiores ao SMN) fazem deduções obrigatórias e o saldo entra na Segurança Social, qual é a dúvida. Sem os imigrantes há negócios que não prosperavam, não tinham trabalhadores e não havia lugar a deduções.
Imigrantes dão saldo positivo de quase 2200 milhões à Segurança Social
As contribuições dos trabalhadores estrangeiros para a Segurança Social somaram 2677 milhões de euros em 2023, e as prestações sociais...
https://www.dn.pt/190068532/imigrant...uranca-social/

saldo = diferença entre receitas e despesas

quais as receitas dos imigrantes para SS ?
quais as despesas dos imigrantes para SS (+ família) ?


onde está o relatório da imigração referido nas noticias ? quem escreveu ? qual o organismo que tutela ? como podemos aferir os dados ?
quem puder que diga/escreva aqui (para não ter de ser eu a mostrar)
 
Última edição:
como é que contribuem tanto para a sustentabilidade da Segurança social ?
porque se diz que são essenciais, se recebem e contribuem menos que o mínimo por lei ?

alguem me consegue explicar ?

já agora, quem é o autor desse estudo de onde provem esses dados ?


A resposta à tua dúvida, é básica e óbvia que não vejo onde está a dificuldade em a perceber.
Por cada pessoa (quanto mais jovem melhor, significa que irá ficar mais anos a descontar e menos custos para o Estado) a descontar para a segurança social significa que vais aumentar a base da pirâmide que está cada dia mais pequena e a caminho de ficar invertida. Ou seja tens mais gente no topo da pirâmide a receber que na base a contribuir, devido ao aumento da esperança média de vida. Isso aumenta a sustentabilidade ajuda a pagar as pensões actuais. No futuro irá ser um problema porque iremos ter que pagar? Com certeza, se não houver crianças a nascer sim, daí também a importância dos imigrantes. Os imigrantes são necessários porque a natalidade diminuiu drasticamente.
No resto é importante haver mais gente a contribuir, ser emigrante ou não, pouco importa para o assunto em causa.
O ser acima ou abaixo do mínimo pouco importa, senão por essa lógica as centenas de milhares de part time eram um problema para a seg social.

Alguns dos comentários acima são deveras preocupantes... prepotentes e no fim não passam de um bom espelho do país económica e financeiramente.
 
saldo = diferença entre receitas e despesas

quais as receitas dos imigrantes para SS ?
quais as despesas dos imigrantes para SS (+ família) ?


onde está o relatório da imigração referido nas noticias ? quem escreveu ? qual o organismo que tutela ? como podemos aferir os dados ?
quem puder que diga/escreva aqui (para não ter de ser eu a mostrar)

Podes mostrar, certamente o pessoal vai agradecer.
 
saldo = diferença entre receitas e despesas

quais as receitas dos imigrantes para SS ?
quais as despesas dos imigrantes para SS (+ família) ?


onde está o relatório da imigração referido nas noticias ? quem escreveu ? qual o organismo que tutela ? como podemos aferir os dados ?
quem puder que diga/escreva aqui (para não ter de ser eu a mostrar)

Mostra mostra.
 
Deixo-vos aqui uma notícia que ilustra o atraso do nosso Estado de uma forma geral:

https://jornaleconomico.sapo.pt/noti...aign=destaques


“Mercadona já paga mais hoje em dia do que a DGEG”, diz Paulo Carmona

“Os promotores estão no século XXI, a DGEG está no século XX”, disse hoje o líder da DGEG, defendendo melhores remunerações para os profissionais do organismo e maior digitalização dos processos.

Uma cadeia de supermercados já paga mais de salário do que um recém-licenciado a entrar no Estado. A revelação foi feita hoje pelo diretor-geral da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), ilustrando as dificuldades do sector público de contratar talento perante os salários mais elevados do sector privado.

“Somos a administração direta do Estado, somos puramente funcionários públicos. Hoje em dia, a Mercadona paga mais do que o nosso recrutamento de técnicos para a DGEG”, começou por dizer Paulo Carmona esta terça-feira. “Pagamos menos de metade do que o mercado oferece”.

“Não distingo entre gestão pública e privada, mas entre boa e má gestão. O tema [no sector público] é que faltam instrumentos para extrair o que de melhor existe nas organizações a nível das pessoas”, disse o responsável na conferência da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN).

Sobre os 97 novos profissionais que vão integrar os quadros da entidade, admitiu que não vai conseguir preencher todos os lugares. “As vagas não vão ser todas cumpridas”

“Há que formar. Dada a especificidade técnica temos alguma dificuldade”, afirmou, reconhecendo que alguns mais “distraídos” aceitam as condições.

Sobre a DGEG, elogiou o “esforço, brio e dedicação” dos seus trabalhadores. “Só assim a DGEG consegue funcionar, tudo é feito com grande dedicação”.

Na sua intervenção, o líder da DGEG anunciou que a entidade vai se retirar do licenciamento dos autoconsumos, que vai passar a ficar nas mãos do Balcão Único de licenciamento, que está a ser criado pelo Governo.

“Quando nos retirarmos dos autoconsumos. Estamos a concentrar-nos nas questões estruturais dos operadores de maior dimensão. Não vamos entrar em licenciamentos de comunidades de energia. Vamos concentrar muito mais a nossa atividade nos processos grandes”, afirmou.

Sobre as mudanças na forma de trabalho, defendeu mais digitalização. “Ainda funcionamos muito com papel. Os promotores estão no século XXI, a DGEG está no século XX. Os promotores enviam-nos em PDF, nós imprimos. Não pode acontecer. A digitalização dos processos é um muito bom sinal”.
 
Uma coisa é certa, com a população nativa cada vez mais envelhecida sem renovação e sem imigrantes, é que a SS nunca se aguentará.

Mesmo que seja com nativos ainda demoram muitos anos até contribuir para ela..
 
Uma coisa é certa, com a população nativa cada vez mais envelhecida sem renovação e sem imigrantes, é que a SS nunca se aguentará.

Mesmo que seja com nativos ainda demoram muitos anos até contribuir para ela..

Talvez seja altura de mudar o chip e perceber que as pensões da segurança social não devem servir para fazer política de redistribuição de rendimentos…

mas ninguém tem coragem de enfrentar esse monstro

que beneficia uma larga parte da população portuguesa, para não dizer uma maioria que nem sequer faz ideia que q sua “pobre” pensão é subsidiada por outros.

e não só não sabe como não quer saber
 
Teresa Garcia, investigadora e docente no ISEG, olha com cautela para estes valores apresentados no relatório, alertando que a leitura pode ser “enganadora”, uma vez que, diz, muitos dos imigrantes que se encontram no ativo em Portugal estão cá há pouco tempo e, por isso mesmo, acabam por usufruir menos de prestações sociais - seja de desemprego ou pensão de velhice, exemplifica. Mas isso, contrapõe a advogada Isabel Araújo Costa, pode também acontecer com qualquer cidadão português, esteja há muito ou há pouco no mercado de trabalho. “Tal como outros cidadãos nacionais, os imigrantes podem não cumprir alguns requisitos necessários para usufruir das prestações sociais.”

“No sistema em que vivemos, as contribuições sociais são obrigatórias desde que as pessoas estejam no mercado de trabalho. Funcionam como prémio de seguro para cobrir quebras de rendimento - como desemprego, invalidez e parentalidade ou velhice. Se entro agora no mercado de trabalho, não irei receber uma prestação, tenho de ter uns anos mínimos de contribuições”, diz Teresa Garcia, explicando que, por isso, “é perfeitamente natural que as contribuições sejam superiores às prestações”.


https://cnnportugal.iol.pt/imigrant...-condenacao/20231218/65803c2dd34e65afa2f8c7bc



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Teresa Garcia, investigadora e docente no ISEG, olha com cautela para estes valores apresentados no relatório, alertando que a leitura pode ser “enganadora”, uma vez que, diz, muitos dos imigrantes que se encontram no ativo em Portugal estão cá há pouco tempo e, por isso mesmo, acabam por usufruir menos de prestações sociais - seja de desemprego ou pensão de velhice, exemplifica. Mas isso, contrapõe a advogada Isabel Araújo Costa, pode também acontecer com qualquer cidadão português, esteja há muito ou há pouco no mercado de trabalho. “Tal como outros cidadãos nacionais, os imigrantes podem não cumprir alguns requisitos necessários para usufruir das prestações sociais.”

“No sistema em que vivemos, as contribuições sociais são obrigatórias desde que as pessoas estejam no mercado de trabalho. Funcionam como prémio de seguro para cobrir quebras de rendimento - como desemprego, invalidez e parentalidade ou velhice. Se entro agora no mercado de trabalho, não irei receber uma prestação, tenho de ter uns anos mínimos de contribuições”, diz Teresa Garcia, explicando que, por isso, “é perfeitamente natural que as contribuições sejam superiores às prestações”.


https://cnnportugal.iol.pt/imigrant...-condenacao/20231218/65803c2dd34e65afa2f8c7bc




Portanto, confirma-se o saldo positivo.
O achometro e a futurologia de que uma grande parte dos imigrantes vai só trabalhar o mínimo indispensável para receber um subsidio é meio coiso... No limite, poderemos considerar os mesmos números do que acontece na tugolandia dos tugas naturais, que os há.
Mas eu ressalvo que já escrevi várias vezes, que o uso dos serviços (mais que dos subsídios) é o principal tendão de aquiles da imigração e que merece atenção e regulamentação. Agora negar a parte positiva da imigração é que é apenas ideologia pura.
Para quem está envolvido em processos de recrutamento, sabe muito bem que para muitas áreas a esmagadora maioria dos candidatos são imigrantes, é o que é.
 
Portanto, confirma-se o saldo positivo.
O achometro e a futurologia de que uma grande parte dos imigrantes vai só trabalhar o mínimo indispensável para receber um subsidio é meio coiso... No limite, poderemos considerar os mesmos números do que acontece na tugolandia dos tugas naturais, que os há.
Mas eu ressalvo que já escrevi várias vezes, que o uso dos serviços (mais que dos subsídios) é o principal tendão de aquiles da imigração e que merece atenção e regulamentação. Agora negar a parte positiva da imigração é que é apenas ideologia pura.
Para quem está envolvido em processos de recrutamento, sabe muito bem que para muitas áreas a esmagadora maioria dos candidatos são imigrantes, é o que é.

"muitas áreas a esmagadora maioria dos candidatos são imigrantes, é o que é"
Porque não se paga melhor aos portugueses ? não querem trabalhar ?

Os imigrantes pesam 7,5% no total da população e têm, segundo dados do relatório anual do Observatório das Migrações, uma taxa de atividade mais alta do que os portugueses, desempenhando sobretudo trabalhos mal pagos, mais arriscados e onde trabalham mais horas semanalmente do que os portugueses.​
Embora tenham uma taxa de desemprego de mais do dobro da dos portugueses, têm vindo a aumentar o seu contributo para a Segurança Social.


existe cerca de 1M de imigrantes em Portugal e quase 900.000 estão inscritos na Seg social



aumento das despesas e % beneficiários estrangeiros em 2022

image.png

image.png​​
 
....

De acordo com o Diário de Notícias, que cita dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, há determinadas nacionalidades que estão maioritariamente ligadas a trabalhos onde predominam as remunerações baixas, como brasileiros, indianos, nepaleses e cabo-verdianos.[/B][/I]

https://cnnportugal.iol.pt/imigrant...mes-em-2023/20241104/6728726ed34ea1acf2703538


Diz na noticia ;

A Segurança Social registou a contribuição de quase 915 mil imigrantes que, no total, descontaram mais de 2 milhões e 670 mil euros.

2.670.000€ % 915.000 =
2,91eur /ano (de descontos para SS)
 
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