“Estamos a reeditar aquilo que aconteceu após a Segunda Guerra Mundial com a Alemanha. Se o Ocidente conseguir fazer da Ucrânia ocidental o que fez da antiga RFA, estamos a falar de uma potência que pode ser um promotor do progresso e que obrigará a Rússia, tal como a União Soviética, a construir, algures, um muro, uma zona tampão que não é toda a Ucrânia, mas será aquela parcela”, antecipa o especialista.
Mas antes da NATO, Ricardo Ferreira Reis vê na Ucrânia um futuro estado membro da União Europeia que um enorme potencial de desenvolvimento de economia industrial, “mas também agrícola, porque a Ucrânia tem dos maiores territórios agrícolas da Europa. E que, neste contexto, seria parte da União Europeia”.