PS lidera casos com cinco deputados arguidos
Entre os partidos,
o PS destaca-se com cinco deputados envolvidos em processos judiciais. O antigo ministro das Finanças Fernando Medina é arguido na Operação Tutti Frutti, que investiga alegados esquemas de favorecimento político. João Paulo Rebelo, ex-secretário de Estado do Desporto, está sob investigação por possíveis benefícios concedidos a um ex-sócio em contratos relacionados com testes à Covid-19.
Além disso, José Rui Cruz é visado por suspeitas de aproveitamento de fundos comunitários, enquanto Ricardo Lima enfrenta acusações de prevaricação e participação económica em negócio. Fátima Pinto, por sua vez, está a ser investigada por um alegado crime de ofensa à integridade física grave.
O PSD e o Chega têm, cada um, três deputados na lista. No caso dos sociais-democratas, Luís Newton, Carlos Eduardo Reis e Margarida Saavedra são alvos da
Operação Tutti Frutti, numa investigação que apura alegados favorecimentos entre dirigentes e militantes do PS e PSD nas autárquicas de 2017.
No Chega, além de Miguel Arruda, destacam-se o líder parlamentar Pedro Pinto, investigado por propaganda ilegal na véspera das eleições regionais dos Açores, e João Tilly, arguido por difamação, na sequência de uma queixa apresentada por uma antiga dirigente do partido.
A Iniciativa Liberal também não ficou de fora. Patrícia Gilvaz, deputada do partido, é alvo de uma queixa por injúrias, apresentada por uma ex-militante.
PS, PSD, Chega e IL: Em menos de um ano de legislatura, já há 12 deputados arguidos - Executive Digest (sapo.pt)