Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Continua a não ser suficiente para um governo sólido. Nem à esquerda, nem á direita. O Chega tem de baixar mais.

Se fossem estes os resultados provavelmente IL e AD teriam mais deputados que a esquerda toda junta. Ficava tudo na mão do Chega, que poderia ser a força bloqueadora, mas a acontecer isso depois de terem este resultado era meio caminho para ainda baixarem mais numas próximas eleições.
Não era ainda estável, mas era muito mais estável que o que existia hoje porque a esquerda perderia todo o poder que tinha até agora, estaria sempre dependente do chega para qualquer aprovação.
 
Ventruja a comparar a líder de extrema direita Marie Le Pen a Montenegro, anedota do dia!


Marie Le Pen, uma das referências ideológicas de Ventruja, com grande entusiasmo quando estava com a dita senhora, agora que ela caiu em desgraça à boa maneira de criança de escola primaria já não a conhece e ela é parecida é com o seu rival !

É isto que fez crescer o chega e é isto que o vai fazer desaparecer ou ficar residual.
Partido completamente descartável, sem um rumo condutor, sem ideias nem ideais. Num dia é extrema direita, no seguinte extrema esquerda e noutro dia já nem uma coisa nem outra. Num dia vangloria Le pen no outro nunca sequer foram amigos.
O eleitorado é que não come tudo, não há nada pior que uma traição aos amigos... e Ventura é um belo traidor.
 
Estava agora a ouvir a rádio observador. Parece que ventura foi o único líder da família política de Le Pen a não se mostrar solidário. Levou até o troféu do dia.

Ventura é de facto muito inteligente: meteu-se a cavalo da extrema direita que usou a seu belo prazer para se consolidar politicamente. Soube distanciar-se discretamente da extrema direita europeia na questão da Ucrânia e agora espera uma faca nos costados da Le Pen que sempre o apoiou.

Um verdadeiro camaleão sempre para o lado do vento.

Vamos ver se é assim tão inteligente esta estratégia unica, depois do desfecho final sobre o recurso que Marie apresentou.

Há muito pó no ar ainda, mas começa-se a perceber que a decisão sobre Le Pen é claramente politica, porque a utilização das verbas (e não fundos europeus) foi indevida, mas não em proveito de Marie, mas sim do partido e dos funcionários contratados, não é um caso de corrupção, e é pratica costumeira entre os partidos representados no parlamento europeu.
O PSD no tempo de RR teve um problema semelhante mas de muito menor dimensão.

Depois esta decisão dos tribunais Franceses deixa outra questão no ar. Porquê agora, e porquê aplicar uma lei de 2017 a factos ocorridos anteriormente?

Cheira claramente a intromissão politica sobre (não interessa a cor politica) um candidato que é o principal favorito.

Vamos ver como os Franceses reagem nos proximos dias....
 
Bem haja ao sistema de educação publica que forma estas pessoas, vai na volta ainda foi pupila do Boaventura.

"Shahd Wadi é uma mulher palestiniana doutorada em estudos feministas, na Universidade de Coimbra"


Vem isto no seguimento desta personagem ser candidata pelo BE a deputada, e nesta pessoa há que louvar que diz as coisas como elas são, não há cá sonsice..

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Vamos ver se é assim tão inteligente esta estratégia unica, depois do desfecho final sobre o recurso que Marie apresentou.

Há muito pó no ar ainda, mas começa-se a perceber que a decisão sobre Le Pen é claramente politica, porque a utilização das verbas (e não fundos europeus) foi indevida, mas não em proveito de Marie, mas sim do partido e dos funcionários contratados, não é um caso de corrupção, e é pratica costumeira entre os partidos representados no parlamento europeu.
O PSD no tempo de RR teve um problema semelhante mas de muito menor dimensão.

Depois esta decisão dos tribunais Franceses deixa outra questão no ar. Porquê agora, e porquê aplicar uma lei de 2017 a factos ocorridos anteriormente?

Cheira claramente a intromissão politica sobre (não interessa a cor politica) um candidato que é o principal favorito.

Vamos ver como os Franceses reagem nos proximos dias....

Pois já tinha referido no tópico da Europa.
E também me pareceu ser uma decisão política.
Prisão efectiva e impedimento é muito exagerado face à gravidade dos factos.

O partido dela fez o que todos os partidos fazem que é estourar as verbas todas.

Ainda há bem pouco tempo o BE fez algo similar em Portugal e nada aconteceu.
 
Se fossem estes os resultados provavelmente IL e AD teriam mais deputados que a esquerda toda junta. Ficava tudo na mão do Chega, que poderia ser a força bloqueadora, mas a acontecer isso depois de terem este resultado era meio caminho para ainda baixarem mais numas próximas eleições.
Não era ainda estável, mas era muito mais estável que o que existia hoje porque a esquerda perderia todo o poder que tinha até agora, estaria sempre dependente do chega para qualquer aprovação.

Se a IL anui a um acordo parlamentar com o PSD2, está fornicada.

Seria PSD, pasme-se uma sigla oca e decréptica como o CDS, e a IL, de facto impar. Mas vamos ver.
 
É isto que fez crescer o chega e é isto que o vai fazer desaparecer ou ficar residual.
Partido completamente descartável, sem um rumo condutor, sem ideias nem ideais. Num dia é extrema direita, no seguinte extrema esquerda e noutro dia já nem uma coisa nem outra. Num dia vangloria Le pen no outro nunca sequer foram amigos.
O eleitorado é que não come tudo, não há nada pior que uma traição aos amigos... e Ventura é um belo traidor.

A maneira como se fala na comunicação social dos eleitores do chega acho que os fideliza muito e fica muito dificil mudarem, e alem disso estão muito fortes nos jovens, vai ser dificil desaparecerem, ou terem grandes quedas nas eleições, acho, mas talvez me engane.
 
A maneira como se fala na comunicação social dos eleitores do chega acho que os fideliza muito e fica muito dificil mudarem, e alem disso estão muito fortes nos jovens, vai ser dificil desaparecerem, ou terem grandes quedas nas eleições, acho, mas talvez me engane.

Não te enganas e o Chega cresceu e cresce nos meandros do contra. Quanto mais falam e marginalizam o Chega, mais o Chega cresce. O PSD, se quer acabar com o Chega, basta, para isso, dar-lhe assento no novo governo e demonstrar por A+B que o Chega não passa de apenas mais um partido igual aos outros e que de "contra" não tem nada.

Enquanto não banalizarmos o Chega, vamos continuar a ter um problema na existência de um partido do contra que se situa numa "suposta" direita.
 
A maneira como se fala na comunicação social dos eleitores do chega acho que os fideliza muito e fica muito dificil mudarem, e alem disso estão muito fortes nos jovens, vai ser dificil desaparecerem, ou terem grandes quedas nas eleições, acho, mas talvez me engane.

Quem acompanha politica há muitos anos já viu este filme, o BE também era o partido dos jovens ali pelos anos 2000 e tais. E nem era como hoje em que tudo é mais descartável. Temas fraturantes que agradavam aos jovens, como ganza e afins .O ser o partido do tik tok é muito diferente de ser o partido onde se vai votar. Ventura é reconhecido, mas parece-me que é mais como "figura" do que propriamente como alguém credível para votar ou como alguém que lhes apresenta propostas de futuro.
Acredito que mantenha eleitorado, com certeza não vai desaparecer, nem nada lá perto, nem foi isso que quis dizer, mas dificilmente será o partido que dará o salto depois das últimas eleições. Vamos ver a lista de deputados e depois os eleitos, é agora que começam os filmes e as guerras.
Embora diga-se que estão a tentar a todo o custo uma posição de partido nacional em câmara e juntas. Vamos ver o que conseguem. Este ano é importante para o Chega.
 
Não te enganas e o Chega cresceu e cresce nos meandros do contra. Quanto mais falam e marginalizam o Chega, mais o Chega cresce. O PSD, se quer acabar com o Chega, basta, para isso, dar-lhe assento no novo governo e demonstrar por A+B que o Chega não passa de apenas mais um partido igual aos outros e que de "contra" não tem nada.

Enquanto não banalizarmos o Chega, vamos continuar a ter um problema na existência de um partido do contra que se situa numa "suposta" direita.

eu acho exatamente o mesmo !
e quanto mais na TV os "donos da verdade" criticam ... mais ele cresce !

e não se esqueçam que nas sondagens as pessoas podem "ter vergonha" de dizer que votam Chega ...
 
Não te enganas e o Chega cresceu e cresce nos meandros do contra. Quanto mais falam e marginalizam o Chega, mais o Chega cresce. O PSD, se quer acabar com o Chega, basta, para isso, dar-lhe assento no novo governo e demonstrar por A+B que o Chega não passa de apenas mais um partido igual aos outros e que de "contra" não tem nada.

Enquanto não banalizarmos o Chega, vamos continuar a ter um problema na existência de um partido do contra que se situa numa "suposta" direita.

Também já vaticinei que o chega tem mais votos que na última eleição.
O PSD dar-lhe assento prejudicava o CHEGA, mas também prejudicava o PSD, um pouco como aconteceu com a geringonça.
O CHEGA cai quando chegar a cargos governativos por conta própria, poder local e nacional.
 
Pois já tinha referido no tópico da Europa.
E também me pareceu ser uma decisão política.
Prisão efectiva e impedimento é muito exagerado face à gravidade dos factos.

O partido dela fez o que todos os partidos fazem que é estourar as verbas todas.

Ainda há bem pouco tempo o BE fez algo similar em Portugal e nada aconteceu.

Sendo ela uma defensora do mesmo, até por um período vitalício, parece-me apropriado.
 
Quem acompanha politica há muitos anos já viu este filme, o BE também era o partido dos jovens ali pelos anos 2000 e tais. E nem era como hoje em que tudo é mais descartável. Temas fraturantes que agradavam aos jovens, como ganza e afins .O ser o partido do tik tok é muito diferente de ser o partido onde se vai votar. Ventura é reconhecido, mas parece-me que é mais como "figura" do que propriamente como alguém credível para votar ou como alguém que lhes apresenta propostas de futuro.
Acredito que mantenha eleitorado, com certeza não vai desaparecer, nem nada lá perto, nem foi isso que quis dizer, mas dificilmente será o partido que dará o salto depois das últimas eleições. Vamos ver a lista de deputados e depois os eleitos, é agora que começam os filmes e as guerras.
Embora diga-se que estão a tentar a todo o custo uma posição de partido nacional em câmara e juntas. Vamos ver o que conseguem. Este ano é importante para o Chega.

Não é bem a mesma coisa, normalmente o BE é denominado de esquerda caviar e não é por acaso, e é partido de jovens que depois passam a idade da estupidez e migram para outros lados. Sendo que tambem acho que não é polemico dizer que a tendencia é as pessoas quando crescem ficarem mais conservadoras. São o partido do Tik Tiko e agarram uma grande fatia do eleitorado jovem, então estão a capitalizar ai, e esse putos que vão ser chamados de racistas etc mudar de partido não me parece que seja facil..

Alem disso o Chega teve o dobro dos votos em relação ao melhor que o BE já teve, e tu ainda estás a falar em mais um passo, e por ai tambem se percebe que é outra coisa.
Depois é preciso ver como vai evoluir o país nos proximos anos, e se não se está a fazer do ventura um visionario, quando se vê o que é dito na CS e por muitos partidos sobre segurança.
 
Vamos ver se é assim tão inteligente esta estratégia unica, depois do desfecho final sobre o recurso que Marie apresentou.

Há muito pó no ar ainda, mas começa-se a perceber que a decisão sobre Le Pen é claramente politica, porque a utilização das verbas (e não fundos europeus) foi indevida, mas não em proveito de Marie, mas sim do partido e dos funcionários contratados, não é um caso de corrupção, e é pratica costumeira entre os partidos representados no parlamento europeu.
O PSD no tempo de RR teve um problema semelhante mas de muito menor dimensão.

Depois esta decisão dos tribunais Franceses deixa outra questão no ar. Porquê agora, e porquê aplicar uma lei de 2017 a factos ocorridos anteriormente?

Cheira claramente a intromissão politica sobre (não interessa a cor politica) um candidato que é o principal favorito.

Vamos ver como os Franceses reagem nos proximos dias....

Pois já tinha referido no tópico da Europa.
E também me pareceu ser uma decisão política.
Prisão efectiva e impedimento é muito exagerado face à gravidade dos factos.

O partido dela fez o que todos os partidos fazem que é estourar as verbas todas.

Ainda há bem pouco tempo o BE fez algo similar em Portugal e nada aconteceu.

"A decisão de impedir Marine Le Pen de se candidatar, na prática, à Presidência de França sem esperar pelo recurso é a justiça a funcionar. Mas com impactos políticos que só nos podem preocupar.

A classe política que combate os extremismos e os populismos tem de aprender melhor a fazê-lo. Sim, foi a Justiça que afastou Marine Le Pen de se candidatar à presidência francesa, mas foram os políticos em exercício que fizeram a legislação que tornou isso possível. E segundo o Politico, foi uma decisão inédita, aplicar de imediato essa sanção sem esperar pelo resultado dos recursos da sentença.

O tribunal deu como provado que Marine Le Pen e mais um grupo de pessoas da sua equipa prejudicaram o Parlamento Europeu usando as verbas para pagar a funcionários do partido. A denuncia foi feita pelo Parlamento Europeu que estimou um desvio de 4,5 milhões de euros, tendo o tribunal provado 474 mil euros. Le Pen foi condenada a uma pena de quatro anos de prisão, dois com pulseira electrónica e dois com pena suspensa, além de cem mil euros de multa. E impedida de se candidatar a cargos políticos durante cinco anos, com efeitos imediatos.

Obviamente que a Justiça tem de aplicar a lei com independência em todas as suas frentes. E claro que tem de ser cega em relação às consequências das suas decisões, ainda que isso não signifique que possa ser indiferente aos impactos que pode ter em França ou no complexo mundo em que hoje vivemos com Donald Trump na presidência. E aquilo que o tribunal podia ter evitado decidir, sem violar os princípios da Justiça, era a sanção com efeitos imediatos da não elegibilidade de Le Pen.

Casos como este validam a mensagem que o vice-presidente dos Estados Unidos deixou no seu discurso em Munique. Donald Trump Jr. veio já aliás dizê-lo no X: “Será que estão a tentar provar que JD Vance estava certo sobre tudo?”

Neste momento é cedo para avaliar o impacto que esta decisão vai ter numa sociedade como a francesa, quando a União Nacional é neste momento o partido mais votado. Mas é o tempo para reflectirmos sobre a forma como estamos a combater partidos que, sem respeitarem alguns dos princípios e valores, são vistos por alguns cidadãos como estando mais próximos das suas preocupações.

Um primeiro erro é isolar esses partidos com as designadas cercas sanitárias. Estamos a fazer o mesmo em Portugal com o Chega, desde que ele surgiu e agora com o “não é não” de Luís Montenegro. E veja-se o resultado. O Chega, ou André Ventura, passou de um deputado em 2019 para 12 em 2022 e 50 em 2024. É verdade que há quem considere que vai cair nas próximas eleições, considerando que o sucesso de 24 está ligado às razões pelas quais o então primeiro-ministro António Costa se demitiu. Mas verdadeiramente ninguém sabe. Ou seja, isolar o Chega tem tido, desde 2019, o efeito de aumentar a sua votação, em vez de a diminuir, como os partidos do regime dizem ser o objetivo.

O “não é não” de Luís Montenegro apenas serve para que André Ventura valide a sua mensagem de que são todos iguais e estão todos contra o seu partido, aquele que diz que combate a corrupção e está focado em problemas como a segurança. Integrar o Chega seria o caminho para provar – não apenas com retórica – que as soluções que apresenta não resolvem os problemas ou têm tais custos sociais que a sociedade seria incapaz de os suportar.

Valeu-nos a forma de actuar do presidente da Assembleia da República José Pedro Aguiar Branco que evitou em várias ocasiões que os deputados do Chega fossem percebidos pelos cidadãos como vítimas de todos os outros partidos.

Mais importante ainda é os políticos, dos deputados ao Governo, dos presidentes de Câmara às Juntas de Freguesia, concentrarem-se em ouvir as pessoas e resolverem os problemas que têm. Não ajuda ter na liderança da lista de deputados pessoas que nada têm a ver com a região em que se candidatam – como acontece com o PSD/CDS ou mesmo quando ouvimos Francisco Louçã dizer que se candidata por Braga para combater Donald Trump, sendo por isso o concelho apenas instrumental.

No domínio das preocupações, Luís Montenegro fez um bom caminho no caso da imigração acabando com o tabu e enfrentando aquilo que pelo menos alguns portugueses identificavam como um problema. Mas pouco mais conseguiu.

Bastava que fizessem o quotidiano de uma família de classe média, com filhos, a viver fora do centro de Lisboa, mas onde trabalha, que tem de usar transportes públicos, levar e trazer os filhos da escola com empregos que têm horários que em geral não coincidem com o das crianças. Identificariam bem quais os problemas que têm de resolver.

Os transportes públicos, quando saímos do centro de Lisboa, estão piores do que estavam há três décadas. A habitação, nunca nos devemos cansar de o dizer, está a preços incomportáveis sem que se tenha coragem política para resolver o problema.


Ganhar eleições na secretaria, mesmo que seja por via de uma sentença judicial, não faz bem a nenhuma democracia. E em Portugal está igualmente a cair-se nessa tentação, com a proliferação de denuncias anónimas feitas por adversários políticos.

Estamos a provocar sérios danos nos regimes democráticos porque a classe política se tem isolado e desprezado preocupações que, em geral, não consideram dignas de países civilizados.

Ignorar essas preocupações deixou campo aberto aos populistas, e isolar os populistas e conservadores vai abrir o campo para que sejam governantes. Se a classe política, que defende os valores e os princípios de sociedades humanistas, se mantiver com as suas certezas e arrogância temos as democracias a caminho de uma morte lenta. É uma questão de tempo. "

O que andamos a fazer à democracia? – Observador
 
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