Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

8 milhões de telespectadores na TF1 para Marine Le Pen

Cerca de 8 milhões de telespectadores assistiram à entrevista de Marine Le Pen no noticiário TF1 na noite de segunda-feira, depois que ela foi condenada à inelegibilidade imediata por cinco anos, ou seja, uma participação de audiência (PDA) de quase 40%, anunciou o canal.

No total, todo o programa das 20h apresentado por Gilles Bouleau atraiu uma média de quase 7 milhões de telespectadores, para uma participação de audiência de 35%, de acordo com dados da Médiamétrie.

Isso é muito maior do que as pontuações normalmente registradas por este programa. Em março, o noticiário noturno na primeira página, também apresentado por Anne-Claire Coudray no fim de semana, teve uma média de 5,2 milhões de telespectadores (27% da participação de audiência).

A base popular desta mulher é qualquer coisa.
 
"A decisão de impedir Marine Le Pen de se candidatar, na prática, à Presidência de França sem esperar pelo recurso é a justiça a funcionar. Mas com impactos políticos que só nos podem preocupar.

A classe política que combate os extremismos e os populismos tem de aprender melhor a fazê-lo. Sim, foi a Justiça que afastou Marine Le Pen de se candidatar à presidência francesa, mas foram os políticos em exercício que fizeram a legislação que tornou isso possível. E segundo o Politico, foi uma decisão inédita, aplicar de imediato essa sanção sem esperar pelo resultado dos recursos da sentença.

O tribunal deu como provado que Marine Le Pen e mais um grupo de pessoas da sua equipa prejudicaram o Parlamento Europeu usando as verbas para pagar a funcionários do partido. A denuncia foi feita pelo Parlamento Europeu que estimou um desvio de 4,5 milhões de euros, tendo o tribunal provado 474 mil euros. Le Pen foi condenada a uma pena de quatro anos de prisão, dois com pulseira electrónica e dois com pena suspensa, além de cem mil euros de multa. E impedida de se candidatar a cargos políticos durante cinco anos, com efeitos imediatos.

Obviamente que a Justiça tem de aplicar a lei com independência em todas as suas frentes. E claro que tem de ser cega em relação às consequências das suas decisões, ainda que isso não signifique que possa ser indiferente aos impactos que pode ter em França ou no complexo mundo em que hoje vivemos com Donald Trump na presidência. E aquilo que o tribunal podia ter evitado decidir, sem violar os princípios da Justiça, era a sanção com efeitos imediatos da não elegibilidade de Le Pen.

Casos como este validam a mensagem que o vice-presidente dos Estados Unidos deixou no seu discurso em Munique. Donald Trump Jr. veio já aliás dizê-lo no X: “Será que estão a tentar provar que JD Vance estava certo sobre tudo?”

Neste momento é cedo para avaliar o impacto que esta decisão vai ter numa sociedade como a francesa, quando a União Nacional é neste momento o partido mais votado. Mas é o tempo para reflectirmos sobre a forma como estamos a combater partidos que, sem respeitarem alguns dos princípios e valores, são vistos por alguns cidadãos como estando mais próximos das suas preocupações.

Um primeiro erro é isolar esses partidos com as designadas cercas sanitárias. Estamos a fazer o mesmo em Portugal com o Chega, desde que ele surgiu e agora com o “não é não” de Luís Montenegro. E veja-se o resultado. O Chega, ou André Ventura, passou de um deputado em 2019 para 12 em 2022 e 50 em 2024. É verdade que há quem considere que vai cair nas próximas eleições, considerando que o sucesso de 24 está ligado às razões pelas quais o então primeiro-ministro António Costa se demitiu. Mas verdadeiramente ninguém sabe. Ou seja, isolar o Chega tem tido, desde 2019, o efeito de aumentar a sua votação, em vez de a diminuir, como os partidos do regime dizem ser o objetivo.

O “não é não” de Luís Montenegro apenas serve para que André Ventura valide a sua mensagem de que são todos iguais e estão todos contra o seu partido, aquele que diz que combate a corrupção e está focado em problemas como a segurança. Integrar o Chega seria o caminho para provar – não apenas com retórica – que as soluções que apresenta não resolvem os problemas ou têm tais custos sociais que a sociedade seria incapaz de os suportar.

Valeu-nos a forma de actuar do presidente da Assembleia da República José Pedro Aguiar Branco que evitou em várias ocasiões que os deputados do Chega fossem percebidos pelos cidadãos como vítimas de todos os outros partidos.

Mais importante ainda é os políticos, dos deputados ao Governo, dos presidentes de Câmara às Juntas de Freguesia, concentrarem-se em ouvir as pessoas e resolverem os problemas que têm. Não ajuda ter na liderança da lista de deputados pessoas que nada têm a ver com a região em que se candidatam – como acontece com o PSD/CDS ou mesmo quando ouvimos Francisco Louçã dizer que se candidata por Braga para combater Donald Trump, sendo por isso o concelho apenas instrumental.

No domínio das preocupações, Luís Montenegro fez um bom caminho no caso da imigração acabando com o tabu e enfrentando aquilo que pelo menos alguns portugueses identificavam como um problema. Mas pouco mais conseguiu.

Bastava que fizessem o quotidiano de uma família de classe média, com filhos, a viver fora do centro de Lisboa, mas onde trabalha, que tem de usar transportes públicos, levar e trazer os filhos da escola com empregos que têm horários que em geral não coincidem com o das crianças. Identificariam bem quais os problemas que têm de resolver.

Os transportes públicos, quando saímos do centro de Lisboa, estão piores do que estavam há três décadas. A habitação, nunca nos devemos cansar de o dizer, está a preços incomportáveis sem que se tenha coragem política para resolver o problema.


Ganhar eleições na secretaria, mesmo que seja por via de uma sentença judicial, não faz bem a nenhuma democracia. E em Portugal está igualmente a cair-se nessa tentação, com a proliferação de denuncias anónimas feitas por adversários políticos.

Estamos a provocar sérios danos nos regimes democráticos porque a classe política se tem isolado e desprezado preocupações que, em geral, não consideram dignas de países civilizados.

Ignorar essas preocupações deixou campo aberto aos populistas, e isolar os populistas e conservadores vai abrir o campo para que sejam governantes. Se a classe política, que defende os valores e os princípios de sociedades humanistas, se mantiver com as suas certezas e arrogância temos as democracias a caminho de uma morte lenta. É uma questão de tempo. "

O que andamos a fazer à democracia? – Observador

Por acaso gostava de conhecer o processo para perceber essencialmente duas coisas: Como foi observado o princípio da aplicação da lei no tempo e bem assim o princípio da lei mais favorável...

Desse modo, e apenas no campo das hipóteses: Se violou a Lei deve pagar por isso. Ponto. Se a não violou e/ou se houve algum "desvio legal", bem, é preciso afastar todas essas dúvidas, aliás na esteira das ponderações que supra parecem levantar-se...
 
[:D] [:D]

Eu vi-a agora porque a malta amiga começou a comentar a valente "sova" que a bela Nelma pregou em PNS

Mixed feelings, a bela levou a estrategia bem preparada, e ferrou no monstro sem dó nem piedade desde o início, mas acabou exagerando e até a rocar o ridículo.

Depois PNS, confirmou o quanto fraco impreparado e vazio é....

Valeu pela sova que a bela Nelma pregou no Xuxa, e que se foi espontanea, caraças, é bom que quem a atura ande de capacete e fato anti-quedas... 🤭🤭

Para quem quiser ver:

https://sicnoticias.pt/especiais/el...santos-em-entrevista-a-sic-noticias--6419fd0b
 
Última edição:
Não é bem a mesma coisa, normalmente o BE é denominado de esquerda caviar e não é por acaso, e é partido de jovens que depois passam a idade da estupidez e migram para outros lados. Sendo que tambem acho que não é polemico dizer que a tendencia é as pessoas quando crescem ficarem mais conservadoras. São o partido do Tik Tiko e agarram uma grande fatia do eleitorado jovem, então estão a capitalizar ai, e esse putos que vão ser chamados de racistas etc mudar de partido não me parece que seja facil..

Alem disso o Chega teve o dobro dos votos em relação ao melhor que o BE já teve, e tu ainda estás a falar em mais um passo, e por ai tambem se percebe que é outra coisa.
Depois é preciso ver como vai evoluir o país nos proximos anos, e se não se está a fazer do ventura um visionario, quando se vê o que é dito na CS e por muitos partidos sobre segurança.

E no chega achas que vai ser diferente?

É certo que o BE nunca esteve perto de ser um Chega (outros tempos), mas a base não difere muito. Partido de protesto e de causas mais ou menos fraturantes.
Quando falo do passo seguinte é passar os 20% e ser partido a disputar a vitória nas eleições. Podia perfeitamente acontecer este ano se tivessem feito uma boa gestão dos 50 deputados. (não me parece que o tenham feito, nem nada lá perto). Até podem crescer, mas muito menos que o potencial que tinham. Mesmo com alguma moderação de ventura em certos momentos, faltou sempre ali qualquer coisa para chegar mais ao centro que é onde se ganha eleições.
Quanto à segurança vai continuar a ser assunto da mesmo a forma que foram os imigrantes de Odemira, (quando foi a última vez que ouviste falar deles?) mais coisa menos coisa.
Basta uma pequena crise e metade dos emigrantes vai-se embora tão ou mais rápido que o que chegaram cá e depois já deixa de haver problemas de segurança, porque o tuga não comete crimes.
No resto estou mesmo curioso com o resultado das eleições, os indecisos que existem ans sondagens acredito que existem mesmo.
 
Há a perspectiva de haver uma solução entre a AD e a IL. O discurso na campanha pode ser muito centrado nisso” - CNN Portugal (iol.pt)

Octávio Lousada Oliveira considera que a mais recente sondagem da TVI/CNN, JN e TSF "recomenda prudência e caldos de galinha a toda a gente, especialmente à AD, ao Chega e à Iniciativa Liberal". No entanto, destaca o comentador da CNN Portugal, assim que a campanha eleitoral arranque "vai ser possível" à AD e à Iniciativa Liberal "ensaiar um discurso de maioria clara".​

Isto vai fazer balançar muito voto útil da IL para os populistas do Chega. A IL que compreenda que muita base de voto é avessa ao PSD.
 
No texto, o partido chega a defender duas soluções alternativas: permitir a inclusão do CDS nos debates “a título próprio, respeitando assim a sua «representatividade política e social»”, ou “aferir a representatividade do CDS dentro da coligação, transpondo essa representatividade para o número de debates a realizar” e, depois, “sortear, entre todos os partidos concorrentes, qual ou quais os debates em que o CDS” participaria.​

Livre apresenta queixa à CNE e ERC contra PSD, RTP, SIC e TVI sobre debates televisivos – ECO (sapo.pt)

"Representatividade do CDS na coligação", ganda Tavares, [:D][:cool:]
 
E no chega achas que vai ser diferente?

É certo que o BE nunca esteve perto de ser um Chega (outros tempos), mas a base não difere muito. Partido de protesto e de causas mais ou menos fraturantes.
Quando falo do passo seguinte é passar os 20% e ser partido a disputar a vitória nas eleições. Podia perfeitamente acontecer este ano se tivessem feito uma boa gestão dos 50 deputados. (não me parece que o tenham feito, nem nada lá perto). Até podem crescer, mas muito menos que o potencial que tinham. Mesmo com alguma moderação de ventura em certos momentos, faltou sempre ali qualquer coisa para chegar mais ao centro que é onde se ganha eleições.
Quanto à segurança vai continuar a ser assunto da mesmo a forma que foram os imigrantes de Odemira, (quando foi a última vez que ouviste falar deles?) mais coisa menos coisa.
Basta uma pequena crise e metade dos emigrantes vai-se embora tão ou mais rápido que o que chegaram cá e depois já deixa de haver problemas de segurança, porque o tuga não comete crimes.
No resto estou mesmo curioso com o resultado das eleições, os indecisos que existem ans sondagens acredito que existem mesmo.

Eu acho que o chega está a criar uma base que me parece solida e como disse atrás que é solidificada pelo odio com que levam.

Acho que 1200 que foi o que tiveram é uma quantidade brutal, e não vejo que tenha uma quantidade significativa para crescer pelo menos por agora, e nesse aspeto o melhor para o ventura até seria o PS ganhar e fazer uma geringonça, mas sendo isso pouco provavel o segundo melhor cenario seria a AD conseguir uma maioria com a IL que tambem é complicado, para poderem ser oposição.

Portugal fez uma mudança estrutural com o numero de imigrantes que recebeu e com a aposta em turismo que fez, e acredito que em termos sociais vai mudar bastante, a segurança não tem só a ver com os crimes cometidos por imigrantes, tem a ver com o facto de teres uma policia cada vez mais envelhecida, a reduzir pessoal e com dificuldades de recrutar, com cada vez mais gente a ganhar mal em portugal, e estarem a ser criadas favelas, o SNS está a colapsar e a educação igual..

Beja acho que no RASI teve um aumento de 120% nos crimes por violação.
 
Eu acho que o chega está a criar uma base que me parece solida e como disse atrás que é solidificada pelo odio com que levam.

Acho que 1200 que foi o que tiveram é uma quantidade brutal, e não vejo que tenha uma quantidade significativa para crescer pelo menos por agora, e nesse aspeto o melhor para o ventura até seria o PS ganhar e fazer uma geringonça, mas sendo isso pouco provavel o segundo melhor cenario seria a AD conseguir uma maioria com a IL que tambem é complicado, para poderem ser oposição.

Portugal fez uma mudança estrutural com o numero de imigrantes que recebeu e com a aposta em turismo que fez, e acredito que em termos sociais vai mudar bastante, a segurança não tem só a ver com os crimes cometidos por imigrantes, tem a ver com o facto de teres uma policia cada vez mais envelhecida, a reduzir pessoal e com dificuldades de recrutar, com cada vez mais gente a ganhar mal em portugal, e estarem a ser criadas favelas, o SNS está a colapsar e a educação igual..

Beja acho que no RASI teve um aumento de 120% nos crimes por violação.

Passou de 6 para 11. Percentualmente é um aumento brutal em termos de número deve haver distritos com números muito, mas muito maiores e com maiores aumentos certamente. No geral a criminalidade desceu 7%.
Na maioria dos números com altas percentagens (para cima ou para baixo) os números são baixos e pequenas variações absolutas dão grandes percentagens.

Quanto ao Chega, estou curioso com a votação, acho que vão ter menos que em 2024, quanto, não faço ideia. Tiveram muito voto de protesto e muito que veio da abstenção. Vamos ver se vai continuar a subir a votação em geral e como fica o voto de protesto desta vez.
Quanto à segurança e afins, de momento e na maioria das cidades do país nem deve estar no top 5 das preocupações das pessoas. Mas quem faz os temas é que manda... e quem manda é quem pode.
 
[:D] [:D]

Eu via-a agora porque a malta amiga começou a comentar a valente "sova" que a bela Nelma pregou em PNS

Mixed feelings, a bela levou a estrategia bem preparada, e ferrou no monstro sem dó nem piedade desde o início, mas acabou exagerando e até a rocar o ridículo.

Depois PNS, confirmou o quanto fraco impreparado e vazio é....

Valeu pela sova que a bela Nelma pregou no Xuxa, e que se foi espontanea, caraças, é bom que quem a atura ande de capacete e fato anti-quedas... 🤭🤭

Para quem quiser ver:

https://sicnoticias.pt/especiais/el...santos-em-entrevista-a-sic-noticias--6419fd0b

Deprimente é um bom resumo para classificar a entrevista.
PNS a mostrar a nulidade que é em quase todos os temas e a mostrar o quanto anda perdido nesta campanha. Se andar nisto do Montenegro até maio só pode ter como objetivo perder. É tudo grave, mas porquê nem ele sabe.
A Nelma a exagerar como vem sendo hábito. A sondagem foi apenas uma sondagem, nada de mais.
No fim quem viu com certeza deu parte do tempo como perdido. Eu que gosto de ver estas entrevistas dei por mim a avançar no vídeo.
 
Eu acho que o chega vai subir . O povo está a acordar e a finalmente algo para lá do ps e psd , partidos demasiado gastos .

Todos os temas que o chega apresentava o ps e psd riam se e no final andavam a criar propostas iguais ao que o chega criara .

As ideologias sao bonitas é nos livrinhos, na realidade nao existe coisa nenhuma .
 
Deprimente é um bom resumo para classificar a entrevista.
PNS a mostrar a nulidade que é em quase todos os temas e a mostrar o quanto anda perdido nesta campanha. Se andar nisto do Montenegro até maio só pode ter como objetivo perder. É tudo grave, mas porquê nem ele sabe.
A Nelma a exagerar como vem sendo hábito. A sondagem foi apenas uma sondagem, nada de mais.
No fim quem viu com certeza deu parte do tempo como perdido. Eu que gosto de ver estas entrevistas dei por mim a avançar no vídeo.

“Mas porquê considera esse o caso mais grave?” “Porque está em investigação”..
“mas pq?”, “pq está em investigação” … 😅
 
“Mas porquê considera esse o caso mais grave?” “Porque está em investigação”..
“mas pq?”, “pq está em investigação” … 😅

Vindo de um candidato a PM é além de ridículo, grave. Não dá mesmo para perceber onde quer chegar PNS com estes temas. Tirar lugar e votos ao Chega? Só vejo essa hipótese.
No resto e dentro desse caso não dá para perceber como é que um caso que nasce de uma denúncia anónima está em investigação há 2 anos e não há arguidos, não há pessoal ouvido e mantém-se isto anos e anos. Será que é assim tão difícil descobrir se há crime ou não?
Tipo na Madeira Miguel Albuquerque passado este tempo todo, suspeito de muitos crimes graves, completamente queimado e nem ouvido foi nem acusado de nada.
Já com Medina foi o mesmo quase 10 anos.
Alguma coisa tem que mudar nisto e rápido.
 
Vindo de um candidato a PM é além de ridículo, grave. Não dá mesmo para perceber onde quer chegar PNS com estes temas. Tirar lugar e votos ao Chega? Só vejo essa hipótese.
No resto e dentro desse caso não dá para perceber como é que um caso que nasce de uma denúncia anónima está em investigação há 2 anos e não há arguidos, não há pessoal ouvido e mantém-se isto anos e anos. Será que é assim tão difícil descobrir se há crime ou não?
Tipo na Madeira Miguel Albuquerque passado este tempo todo, suspeito de muitos crimes graves, completamente queimado e nem ouvido foi nem acusado de nada.
Já com Medina foi o mesmo quase 10 anos.
Alguma coisa tem que mudar nisto e rápido.

Tens razão, isto não faz sentido nenhum. Mas este "sistema" dá imenso jeito quando são efectivamente culpados... Difícilmente isto mudará.
 
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