Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

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é planar para onde der votos.
 
Penso que a questão não será essa !? - pois aí, penso que todos concordamos !
a questão é que quase metade dos portugueses recebem menos dos tais 632€ por mês ?
são "todos" reformados que "trabalhavam" na terra ou " a-dias" e agora recebem 200 ou 300€ por mês (mesmo tendo descontado tudo de forma legal que lhe era exigido ?
são "todos" desempregados ou à procura do 1º emprego (quando a taxa de desemprego está em niveis baixos)
... etc


e depois em simultâneo tambem vão saindo estas noticias ...


Até podemos pensar que mesmo havendo " poucos ricos " sao suficientes para encher viagens caras, restaurantes de luxo ou carros carissimos.

Como é evidente nao é quem ganha 800 paus que os vai adquirir, mas por outro lado, esses " 40% " de pobres, queres ver que nenhum deles tem um super smartphone, um carro de 20 mil euros ou similar?

Tretas...quanto muito tinham carros muito modestos e smartphones de 100 ou 150 euros, de notar que estas coisas sao quase essenciais na qualidade de vida moderna sobretudo o carro em sitios que n ha transportes publicos.
 
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é planar para onde der votos.

Espero que não leves a mal, mas não é normal isso na politica? Quer seja psd, chega, volt ou o pan, não "tentam" qualquer que seja o partido político chegar a todos e ter o máximo de votos?
Penso que isso teria de ser normal, que quem esteja encarregado disso tivesse como principal requisito tentar agradar a "gregos e troianos".
 
Espero que não leves a mal, mas não é normal isso na politica? Quer seja psd, chega, volt ou o pan, não "tentam" qualquer que seja o partido político chegar a todos e ter o máximo de votos?
Penso que isso teria de ser normal, que quem esteja encarregado disso tivesse como principal requisito tentar agradar a "gregos e troianos".


nunca levo nada a mal! Pluralidade de opiniões é essencial numa democracia!


Espero que não leves a mal, mas não é normal isso na politica? Quer seja psd, chega, volt ou o pan, não "tentam" qualquer que seja o partido político chegar a todos e ter o máximo de votos?
Penso que isso teria de ser normal, que quem esteja encarregado disso tivesse como principal requisito tentar agradar a "gregos e troianos".


é "normal", mas é populista e é eleitoralista.

e é uma tragédia para quem vota no PSD na esperança de ter políticas de direita para inverter a miserabilidade no tugão.
 
o limiar de pobreza é sempre relativo, nunca absoluto.

portanto, paradoxalmente, quando mais próspera é uma sociedade, mais rico é um pobre.

É definido como 60% do rendimento mediano.

Aquela pressa toda de aumentar o salário mínimo no tempo do Costa tinha como um dos objetivos principais colocar as pessoas fora do limiar de pobreza. O aumento dos valores inferiores não tem efeito no valor mediano.
 
Por Joana Petiz...

A ler

"Não é o programa que importa, são os protagonistas das pastas que ficaram e os que deixaram de ser ministros (porque deixaram?; e queriam sair?; foi trica ou truque?). Não contam os objetivos das políticas — a sua quantificação, a planificação de etapas, a medição de metas e efeitos, a responsabilização e a responsabilidade —, o que se discute é a forma dos ministérios e o que vale mesmo é alimentar polémicas que queimam em lume brando. É como ler um livro e nem chegar a saber a história porque se ficou a olhar para o corte de papel no dedo, porque se ficou absorvido pelo tom da tinta usada na impressão, no boneco escolhido para a capa, na espessura da publicação, na pose do autor na foto da badana.

Pouco importa o trabalho, o imenso que é necessário fazer para tirar Portugal da subcave em que ficou esquecido e ultrapassado, em dependência crónica de financiamentos e boa vontade alheia. A iniciativa é agrilhoada à trituradora legislativa e fiscal, a ambição e o lucro são pecados capitais gravados na pedra de uma ideologia que ainda berra mas cada vez menos eco tem na rua.

Portugal não foi sempre assim. Tempos houve em que o mérito tinha mais tempo de antena do que o escândalo, e os bons princípios e exemplos eram espalhados em lugar da lama que há um par de décadas atingiu a ventoinha, e na qual parecemos cada vez mais soterrados. Não é que tenhamos desaprendido de fazer e de fazer bem, mas muitos (demasiados) habituaram-se a ficar à espera do que lhes fora prometido, mesmo que a promessa corresponda a miséria. Porque foram sendo encurralados nessa crença de que há quem saiba melhor do que eles o que devem querer e saber e fazer — é tão mais fácil controlar uma multidão mansa do que um povo com vontade e ambição, que não admite que as suas capacidades sejam desperdiçadas...

E a exigência, claro, foi-se com o bebé, a água do banho e a própria banheira. Ficaram as paredes grossas das estruturas que se querem públicas, perdendo-se a noção de que já pouco protegem, antes impedem que se veja o mundo.

De que serve o Estado social, se o que devia providenciar não chega em tempo útil, se quem devia proteger fica mais vulnerável porque o foco está disperso por uma miríade de falsas prioridades? Se em vez de estar concentrado em servir se perdeu há muito no rolo compressor de tarefas inúteis ou redundantes?

De que serve reduzir taxas de IRC e refazer tabelas de IRS, se essas são um mero furúnculo no mostrengo fiscal que enfrentamos todos os dias (derramas, sobretaxas, IMI, AIMI, contribuição audiovisual, IVA....), a burocracia administrativa faz arrancar cabelos ao mais paciente dos homens e as regras mudam mais do que as marés? Se cada investimento e cada inovação têm uma espada permanentemente sobre a cabeça?

De que serve apregoar-se que se quer pôr o país no mapa das maiores economias, pugnar pelo crescimento dos salários, das empresas e da produtividade, se todos os factos e todas as regras apenas beneficiam quem se mantenha na mediocridade? Se todos os sinais visíveis no caminho de quem se predispõe a acelerar a fundo são de perigo?

De que serve a justiça, se é possível ser arguido por mais de um ano e se pode ficar uma década à espera de um julgamento? Se não pagar uma dívida traz mais problemas e despesa a quem não a recebeu do que a quem não cumpriu; e um simples processo de despejo pode levar uma geração a resolver?

De que serve a educação pública, se os miúdos continuam a levar com as pilhas de matéria coligida nos anos 70 e ordem para decorar, em lugar de lhes estimularmos o pensamento crítico, a criatividade, a autonomia e a capacidade de trabalhar em equipa? Se os professores passaram a ser tarefeiros, mal pagos, desrespeitados e afogados em burocracia? Se não explicamos às crianças como funciona a democracia, a importância das instituições e da participação cívica, nem lhes ensinamos finanças pessoais, mas gastamos horas (de currículo e de debate público) a enterrar a ciência sob a "identidade de género"?

De que serve um SNS que não tem condições de dar resposta a quem o procura e falha tanto a quem se refugia nos seguros de saúde quanto a quem não tem alternativa senão esperar a sua vez, sabendo que ela pode vir depois da morte? Se ninguém quer debater com seriedade a reestruturação profunda que já chegará bem atrasada a um sistema que perdeu a sua maior virtude: ter sido construído à imagem da sociedade que pretendia servir? De que serve um SNS anacrónico e desajustado em toda a linha das necessidades dos que devia servir e da mais básica ambição dos profissionais (condições de trabalho, condições de vida) a quem só se pede paciência e sacrifício?

Não foi só o longo deserto que atravessámos que precipitou para a fuga muito do nosso talento. Foi sobretudo a falta de perspetivas de inversão de rumo, a certeza da falta de vontade de renovar o que está podre, pelos mesmos que produziam inflamados discursos sobre o que viria a seguir... sempre a seguir...

Portugal já não está apenas a envelhecer, está a secar. E sem uma verdadeira reforma do Estado, está condenado a morrer ou ficar nas catacumbas da memória como um país que um dia foi e nunca mais soube ser. É urgente reformar o Estado, sim, e por isso um Ministério focado nessa missão é um excelente sinal. Mas não passará disso, de um sinal de boa vontade, se não houver empenho e coragem em levar por diante o debate sério, envolvendo a sociedade, mas sabendo quando chega o tempo de decidir. Sem distrações e sem discussões estéreis e infantis. Sem desfoque ideológico ou anacronismos.

Derrubar paredes não é fácil, sobretudo não é pacífico e conciliador. Gera atrito, mal-estar, reações alérgicas, desinstala e inquieta quem se habituou ao conforto, ao encosto. Mas anos de imobilismo foram mil vezes mais danosos, deixaram-nos ligados às máquinas. A mudança já tarda. Que venha agora, e depressa, como se pede no Manifesto: Reformar o Estado: Já Não É Cedo. E talvez ainda chegue a tempo de fazer voltar alguns dos que já aqui não tinham esperança, devolvendo-lhes um futuro. Devolvendo-nos futuro.

Reformar o Estado é o primeiro passo para reformar o país."​
 
Ministério Público investiga cirurgia a Hugo Soares

"(...)O Correio da Manhã já tinha noticiado, no sábado passado, que o Ministério Público estava a analisar a denúncia relativa à cirurgia de Hugo Soares, mas o Expresso apurou que "os procuradores consideraram haver motivo para investigar se poderá ter sido cometido um crime de abuso de poder num eventual favorecimento no modo como aquele político foi admitido como prioritário para ser operado".(...)

Segundo o Expresso, nesse 'e-mail' era sugerido que a referenciação para a cirurgia tinha começado com uma consulta no privado e eram levantadas suspeitas sobre o diretor do departamento de cirurgia daquele hospital público, Eurico Castro Alves, pela "forma discreta e bastante acelerada" com que o líder parlamentar foi tratado, sendo operado um mês e uma semana depois de ter sido incluído na lista de espera.

Questionado pelo jornal, Hugo Soares optou por não responder, assim como o cirurgião que o admitiu na lista de espera e o operou.​(...)"


https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/ministerio-publico-investiga-cirurgia-a-hugo-soares

É o governo do tráfico de influência. É tudo deles. Paga o povão.
 
O seguinte texto e imagem é de uma publicação de ontem no FaceBook do deputado Bruno Nunes - Chega

"Isto promete… depois de sabermos da intenção do reagrupamento familiar, agora temos um novo ministro para a reforma do Estado que acredita que a solução para a insustentabilidade demográfica é a entrada de mais imigrantes.

Estamos esclarecidos ?​"


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O Zé Colmeia do banco de Portugal, no conforto do seu principesco ordenado, ontem também veio defender contencão salarial e mais imigração.

A república abrileira só sobrevive à base de escravidão laboral.
 
Choveram notas no anúncio da candidatura de Aníbal Pinto no Porto


Questionado sobre a largada de dezenas de notas a partir de um drone no final da intervenção, Aníbal Pinto explicou que "a maior felicidade é contribuir para a felicidade das pessoas".



A candidatura de Aníbal Pinto à Câmara do Porto, pela Nova Direita, fez hoje "chover" uma quantidade indeterminada de notas de cinco euros sobre os apoiantes quando o cabeça de lista terminou o discurso, iniciativa que, prometeu, vai continuar a acontecer.

Questionado sobre a largada de dezenas de notas a partir de um drone no final da intervenção, Aníbal Pinto explicou que "a maior felicidade é contribuir para a felicidade das pessoas" e que, em vez de fazer o anúncio da candidatura num hotel, a sua equipa decidiu que "parte do orçamento da campanha vai reverter sempre a favor dos apoiantes e dos portuenses".

"Vamos sempre atirar notas, vamos sempre fazer chover dinheiro. Muita gente não acreditava, mas pelos vistos choveu mesmo, eram notas verdadeiras, como não podia deixar de ser", prometeu o advogado, que concorre como independente na lista da Nova Direita, sem, contudo, divulgar quanto dinheiro caiu sobre os cerca de 50 apoiantes presentes, dizendo apenas que "dava para alugar meia dúzia de salas num hotel de cinco estrelas".​

(...)

https://rr.pt/noticia/politica/2025...candidatura-de-anibal-pinto-no-porto/428426/​



se pensavam que a política no tugão não podia piorar [:D]
 
Uma das notícias que aparece na capa do CM:

Empresa com ligações a familiares de Leitão Amaro ganha mais de 11,9 milhões em concurso de helis para combater fogos

"Gesticopter, firma com ligações ao cunhado e ao irmão do ministro da Presidência, fez agora novo contrato com o Estado.

A Gesticopter Operations Unipessoal, empresa com ligações ao cunhado e ao irmão do ministro António Leitão Amaro que está a ser investigada pelo Ministério Público, ganhou um novo concurso de fornecimento de dois helicópteros para o combate aos fogos, no valor de mais de 11,9 milhões de euros. O contrato de aquisição destes meios foi assinado entre a Força Aérea e a Gesticopter, em 4 de junho último, véspera da tomada de posse do novo Governo. A adjudicação do contrato foi feita, em 16 de maio, por um montante inferior ao preço base do concurso público em 880 euros."


https://www.cmjornal.pt/politica/de...hoes-em-concurso-de-helis-para-combater-fogos
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link da imagem https://cdn.cmjornal.pt/images/2025-06/img_400x516uu2025-06-06-23-18-43-2214647.jpg
 
Entrega de contrato de 11 milhões a uma empresa com 5000 euricos de capital social e com sede atrás do sol posto por terras do ex. feudo Espírito Santo agora posse de um um empresário que fez fortuna sabe-se lá onde e como.

Eles andam por aí há mais de 100 anos a facilitar negócios.

Não empatem sff.[:D]
 
Mas como é que são possíveis estes tipos de contratos?

A empresa a concorrer não deveria ser uma empresa que tivesse de facto os meios aéreos e técnicos para cumprir os requisitos dos contratos?

Mas que pocilga é esta?
 
Mas como é que são possíveis estes tipos de contratos?

A empresa a concorrer não deveria ser uma empresa que tivesse de facto os meios aéreos e técnicos para cumprir os requisitos dos contratos?

Mas que pocilga é esta?

Mas sabes quantas empresas se candidataram? É que empresas investigadas que ganham mais de 11 milhões com o estado devem ser à pazadas, onde ficaria uma TAP ou uma Carris num titulo de jornal?
 
Mas como é que são possíveis estes tipos de contratos?

A empresa a concorrer não deveria ser uma empresa que tivesse de facto os meios aéreos e técnicos para cumprir os requisitos dos contratos?

Mas que pocilga é esta?

Sempre foi assim.

Esta empresa é o agente de negócio.
Como a contratação pública não é favorável a agentes, tem que ser 1) a empresa tuga a concorrer e facturar 2) a empresa fabricante.

Ora como a empresa fabricante deve ter regras anti engarrafamento de garrafas de gasosa, então não concorre e faz um acordo com o agente tuga.

O agente compra e revende com margem. É desta margem que se engarrafa a gasosa com sabor a limão ou frutos vermelhos. E uns amendoins também.

Em caso de problema jurídico é a empresa de vão de escada a responsável. Como não tem capital não há nada para executar. Ninguém sabe de nada ninguém viu nada.
 
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